09/12/2015

O Tony do Município ou "o chefe mas pouco"!

Recentemente publiquei um artigo de opinião relativo a um par de funcionários do Município de Viseu que, à falta de melhor caracterização, podemos classificar como "Funcionários Públicos e Empreendedores por Conta Própria em Horário Laboral".
O texto escrutinava não só o exercício de outras actividades, realizados pelos mesmos, em horário de expediente, que nada tinham a ver com as funções atribuídas pelo município, mas também a inércia de Almeida Henriques em concretizar a “limpeza” necessária no quadro de funcionários. De facto, e como creio ser do conhecimento geral, as engrenagens do "Rossio" funcionam graças a, apenas, “uma boa meia dúzia” de funcionários competentes, diligentes e dedicados à causa pública. Uma meia dúzia que opera milagres no meio da incompetência generalizada.
Com a eleição do actual executivo, liderado por Almeida Henriques, os viseenses mais atentos tiveram a esperança, embora sempre remota, que o novo ocupante da cadeira do poder operasse uma reforma (ainda que ligeira, mas reforma) no funcionamento da autarquia, e não sendo expectável que desse uma “vassourada” em alguns funcionários, era previsível que os colocasse no devido lugar, dentro ou fora do Município de acordo com a (in)competência de cada um.

19/10/2015

O Zé da Jota!

O que têm em comum Passos Coelho, Guilherme Almeida, António Costa, João Paulo Rebelo, José Seguro, Pedro Alves ou Miguel Relvas? À tentação do leitor responder "a incompetência" eu não discordarei, mas a resposta correcta, para a finalidade deste texto, será são todos ex-jotas e, de uma forma ou de outra, fizeram, ou estão a fazer, o seu caminho colados à "mão protectora" dos partidos.
Há muitos adjectivos com competência (coisa que falta nas jotas) para classificar a juventude a maioria deles positivos e justos. Eu aprecio a juventude que merece ser classificada por esses adjectivos. Como não gostar de gente descomprometida, empenhada em evoluir, que questiona tudo, procura respostas, capaz de pensar por si, capaz dizer e escrever o que pensa sem medo de correr riscos em navegar contra a corrente? Como em tudo na vida, há um outro tipo de juventude, uma juventude que tendo nascido para singrar sem esforço, não vai além da vaidade do próprio umbigo, não pensa além do rebanho, evita desafios, joga pela certa sabendo que será recompensada por ser cinzenta.

15/10/2015

O Técnico Superior do Dão LR

Ao contrário do que Almeida Henriques vai procurando fazer crer nem tudo vai bem no reino do Município.
Depois de quase um quarto de século de poder de Fernando Ruas, era necessário dar uma vassourada (em parte) no quadro de funcionários da autarquia. Obviamente nem todos os funcionários são maus, e até pelo contrário, regra geral, os funcionários da Edilidade são gente cumpridora e zelosa do seu trabalho, mas como em tudo na vida viseense alguns chegam ao "emprego" por via de amizades ou do cartão partidário laranja. A Almeida Henriques ainda falta fazer essa limpeza de fundo, mas a responsabilidade também recai sobre os seus vereadores que compactuam com algumas destas situações.

10/10/2015

Sair de rastos!

O movimento de apoio ao centro histórico, incentivado por Almeida Henrique e respectivos noctívagos, foi a tribunal e a coisa correu mal. Quanto tempo vai levar a autarquia a perceber que para o Centro Histórico funcionar também precisa de moradores e sossego?

29/09/2015

2 anos de festa e vinho!

Por estes dias, alguns elementos ligados ao PSD (militantes acérrimos, empresários com cartão de militante e jotas sem cabeça) comemoram dois anos da eleição de Almeida Henriques; ainda por estes dias, uma larga maioria de viseenses e de militantes do PSD, chora o fim da presidência de Fernando Ruas; por fim, um punhado de amantes da cidade lamenta Setembro de 2013 e a consequente perca de oportunidade para afirmar Viseu no contexto das cidades europeias de média dimensão.

Mas, o referido mês de Setembro aconteceu e Almeida Henriques chegou ao poder. Atendendo ao percurso profissional e político do actual presidente da autarquia, não se esperavam milagres. Não há santo que nos valha quando não há matéria-prima ou matéria cinzenta. Assim a esperança transferiu-se para a equipa que Almeida Henriques conseguiria, ou não, montar. Da Vereação, das quais se conheciam os rostos, não eram esperados milagres excepção feita à novidade do CDS colocar um membro no Executivo ao fim de 20 anos de poder laranja. Mas, num golpe de sorte, surge Jorge Sobrado que apesar da sua competência, o seu departamento é o único que funciona, não tem mãos a medir. Infelizmente, devido a incompetência alheia, Jorge Sobrado rapidamente se transformou no faz tudo da C.M.V. O homem da percussão passou a maestro, por incompetência deste último e desta maneira Viseu perdeu a oportunidade de dar o passo em frente em relação ao que era conhecido dos tempos do "Outro Senhor". Festa e vinho, propaganda e foguetório, especialidade onde Sobrado brilha por ausência de ideias dos demais. Pouco, muito pouco.

E anda uma mãe a criar um filho!

Em novos abusam das sopas de cavalo cansado depois não dá para mais!

17/09/2015

Patético!

Em terra de cegos, Sobrado manda a dobrar.
Na SIC, nas noticias, descubro que mais uma vez o Município de Viseu repete o disparate da Academia Petiz! Ensinam-se as crianças a vindimar. Hoje de tesoura na mão, amanhã de copo ao balcão!  O vinho é que "induca" e mata a fome a um milhão de portugueses.

Alguém anda com excesso de tempo livre!


Diz-me a quem deves...

O PSD-Viseu tem vindo a perder qualidade e a prova é que no aparelho laranja continua Pedro Alves a dar as cartas. Como todos sabemos, há 20 anos atrás tal não era possível e absolutamente impensável. A ele, o PSD Viseu, deve a derrota na elaboração das listas (sendo que dois dos quatro primeiros são impostos por Lisboa) e nessa derrota Isaura Pedro (ex-chefe do Pedro) sofreu um trambolhão com o qual o "Marco António Costa das Beiras" não contava. Terá sido um alerta de Lisboa? Agora sabemos um pouco mais sobre Isaura Pedro, a aposta forte do "Mourinho da Derrota", e a coisa não é bonita nem merecedora de confiança do eleitorado.