24/05/2019

Próximo cartaz!

Na rotunda de Sta Cristina encontramos o anúncio da obra da requalificação da rua João Mendes onde constam valores de adjudicação e de investimento diferentes na propaganda ali também colocada. Mais abaixo como podem constatar passando no local a emblemática fachada da Casa das Bocas está transformada num estaleiro e em péssimo estado de conservação. Anunciado o projecto da sua reabilitação como uma USF em Outubro de 2016 num investimento da ordem dos 2 milhões de euros, em finais de Maio de 2019 é este o cenário. Espera-se que um destes dias ali pareça mais um cartaz de propaganda com os dizeres: "Estamos a reabilitar a Casa das Bocas. Estamos junto com outras casas da rua João Mendes a tratar do bem estar dos viseenses!"








23/05/2019

Inauguração oficial do primeiro cartaz para as autárquicas 2021.

Não nos façam de parvos!

Ainda a propósito da "celeuma" dos cartazes o que o PS quis mostrar foi que há diferença entre anunciar ou propagandear a obra. 


 

O que a CMV não quer mostrar é quanto se gasta nesta palhaçada!

21/05/2019

Continuem a votar nos mesmos, depois não se queixem.

Viseu, terça-feira, dia de feira e de trabalho. Na campanha do PS 2 Secretários de Estado e respectivos membros de gabinete. Restantes acompanhantes todos funcionários públicos. Pelo meio, há um estudante que faltou às aulas. Tem futuro assegurado. Já o contribuinte, esse tem o esbulho fiscal garantido.

16/05/2019

Unir esforços pelo ensino superior viseense!

A reforma de Bolonha reduziu o tempo das licenciaturas, democratizou os mestrados e tornou os doutoramentos mais acessíveis, mas, visto de perto este processo pouco atendeu às necessidades dos alunos, que são os principais clientes do Ensino Superior. São os estudantes que vão todos os dias às aulas, que fazem testes, trabalhos, projetos e que sentem no seu quotidiano o peso de um ensino desligado de uma realidade para a qual procuram uma formação de qualidade que preenchem o Ensino Superior em Viseu. Ao mesmo tempo, os docentes universitários são igualmente importantes e continuam à espera de uma reforma do ensino que equilibre a valorização do ensino e da investigação nas suas carreiras. São os professores que dão aulas, que se preparam para várias provas públicas, que são obrigados a construir permanentemente um curriculum que privilegia a investigação e que são paralisados por uma máquina burocrática que os retira do centro daquilo que importa fazer que dão nome e qualidade ao Ensino Superior em Viseu. E convém não esquecer os trabalhadores não docentes que estão na primeira linha a empurrar instituições demasiado presas a uma entorpecedora burocracia. São estas pessoas que ajudam a construir todos os dias o Ensino Superior em Viseu.

14/05/2019

Se fosse vinho outro galo cantaria!


Além dos evidentes factos que o Alexandre Azevedo Pinto aponta neste seu artigo sobre as Águas de Viseu bastará uma visita breve ao site para se constar que o desinvestimento até na transparência de gestão se faz sentir. Os dados financeiros mais actualizados são do tempo de Fernando Ruas. Estamos em 2019. As ultimas e incompletas informações de gestão são de 2016. 

09/05/2019

Menos sobrado, mais rés-do-chão!

Em tempo lembro-me de uma parede onde a velha tabuleta, com os dizeres: “É prohibido afixar cartazes n´esta propriedade” não servia de nada. Ou eram cartazes de papel colados nas paredes que ali permaneciam durante meses até a chuva os desfazer ou eram os graffitti, popularizados, em 1970, por um jovem grego, Demetrius, residente em Washington, cuja alcunha era Taki 183 e muito ligados à cultura hip-hop e aos disc jockeys Afrika Bambaataa e Kool Herc.

Nessa época havia pichagens, que eram letras horrorosamente desenhadas, com sprays de tinta que danificavam edifícios, por vezes até monumentos nacionais e infelizmente ainda hoje isso acontece. Através das pinturas com sprays em muros, os jovens iam (ou vão, não sei) criando grupos organizados, delimitando territórios e caminhando para a marginalidade.

A matéria é delicada. Os fãs dizem que o graffiti é uma forma de arte e não um crime, uma forma de os jovens se afirmarem. Se não o fizessem desse modo, recorreriam a meios piores mas o facto é que mesmo os países mais liberais tendem a condenar esta prática.

06/05/2019

Programa musical


Que o MUV é uma melhoria ninguém dúvida! Já quanto à frota totalmente nova, ao wi-fi em todos os autocarros, a possibilidade de transportar bicicletas, a aplicação MUV na palma da mão e sobretudo a eficiência do serviço não passa por enquanto de mitomania do executivo! 

Em Viseu, destino de gastronomia 2019, há almoços grátis!

"(...) se eu fosse retirar estes painéis que estão aqui só do município teria o custo de montar e desmontar, então optei por esta solução que foi colocar esta tela em cima(...)"

Viseu e “o deixa andar imposto pelas lideranças”

Sendo certo que nenhum de nós, condutores ou passageiros, dúvida da importância da manutenção do nosso veículo, seja ela preventiva ou correctiva, também aos cidadãos importa que o seu espaço social, seja ele urbano ou rural, seja alvo de constantes cuidados de manutenção para que infraestruturas, equipamentos e toda a envolvente estejam ao seu dispor em perfeitas condições de utilização, segurança e com garantia de qualidade e bem estar. Como no jardim de nossas casas, aqueles que o possuem, a cidade e o concelho precisam de atenção e carinho. E a manutenção é uma actividade cara mas mais oneroso em todos os aspectos é não a realizar.

Desde o corte, plantação de novas árvores ou poda regular, programada ou até a pedido dos munícipes, à limpeza de vias e áreas públicas capinando ou desbastando as espécies vegetais, ao tapa buracos, isto é, à recomposição do asfalto danificado de ruas e avenidas, à repintura das sinalizações horizontais, à limpeza de bueiros e esgotos de saneamento, ao controlo de pragas, à substituição de iluminação avariada, à limpeza das lixeiras, etc. há um sem número de tarefas a cumprir na vida das comunidades que não permitem desleixo ou amadorismo. E na cidade em particular já se vai notando o desleixo e mais ainda se tomarmos como referência os tempos em que Ruas era o senhor dos jardins e continuador da obra de Carrilho.