26/05/2016

Está borrada a pintura!

O Presidente em exercício, Jorge Sobrado, teve uma ideia muito moderna de pintar paredes, tal como se tem feito em quase todas as cidades do país. No primeiro ano chamou decoradores de fora, a coisa correu mal e os artistas locais decidiram "pintar" paredes anti-Presidente em título; este ano decidiu chamar decoradores de exteriores locais para executarem o seu trabalho e a coisa correu mal. Um dos artistas adoptou o estilo de Guilherme Almeida.

25/05/2016

Fica tudo dito!

Vivemos de facto, tempos novos e não novos tempos... os tempos do "kamarada" e conterrâneo viseense Mário Nogueira que chegou a Lisboa e nunca devia sequer ter saído da terrinha e os tempos do companheiro Alves que ofende a Língua a torto e a direito. Além da ignorância comum ainda a circunstância de ambos serem professores por formação! 

04/05/2016

Seria cómico se não fosse trágico!

Almeida Henriques, salvo melhor opinião, não se tornou conhecido por ter muitas e boas ideias, para isso foi buscar o visionário Dr. Sobrado. Chegado ao burgo e convencido que em terras de cegos quem tem olho é rei, logo o assessor pau para toda a obra, que é um tipo moderninho e sofre dos defeitos de todos os tipos moderninhos, tratou de tratar tudo como sendo uma questão de comunicação, apresentação ou estilo, sendo que o conteúdo é irrelevante,e  assim, a exemplo de quase todas as capitais de distrito do país, aderiu à street art por encomenda como se fosse a última coca-cola no deserto da modernidade, não percebendo que está a ser arrastado na onda pacóvia e pindérica em que todos os pós-modernos e novos ricos são apanhados. Que Almeida Henriques não é forte em questões de gosto, já todos percebemos, por isso a cidade exige um esforço redobrado ao Dr. Jorge Sobrado. A recusa da intervenção no prédio da caixa é um bom momento para o líder da autarquia Jorge Sobrado parar e pensar. Será que festas, vinho, street art fora do contexto local, tuk tuk´s e muita propaganda é o melhor caminho para 2017? Olhe que o Dr. Ruas anda atento e o povo gosta de contas direitas. 

17/04/2016

Menos paleio e mais obra, diz Fernando Ruas!


"O autarca contou que já nem convida a AICEP para a captação de investimento, justificando: “sou mais eficaz quando estou sozinho”."
Nota-se bem!

Da meritocracia!

Sair no Expresso, Observador, Publico e Viseu Senhora da Beira no mesmo dia não é para todos. Deixo os parabéns ao novo Sec Estado João Paulo Rebelo e a minha compaixão para com os contribuintes que vão pagar nova aventura do ex-jotinha.

04/04/2016

Medíocres e Apagados!

A Concelhia de Viseu do Partido Social Democrata vai a votos nas próximas semanas. Segundo a imprensa regional (cada vez pior diga-se de passagem), o actual líder não se recandidata. Até aqui nada de novo, excepto o facto do actual dirigente, dois anos após a sua eleição, continuar a ser um total desconhecido. Três em cada dois militantes do Partido não reconhecem o seu líder, pergunte-se a quem perguntar (leu bem mas pode voltar a ler). Para o próximo acto eleitoral Joaquim Seixas, vice-presidente do executivo liderado por Jorge Sobrado, deverá avançar para a Comissão Política Concelhia. Esta candidatura é vista como positiva de modo a "liquidar" (expressão da imprensa) qualquer ideia de regresso de Fernando Ruas. Isto levanta uma dúvida, se Almeida Henriques afirma que, o executivo liderado por Jorge Sobrado, em dois anos, fez mais do que Fernando Ruas, qual a necessidade de "liquidar" o último? Julgo que os viseenses estão perante um caso de megalomania motivo de estudo politico apurado. 
O cómico da situação vem já a seguir. Imagine então que Pedro Osório, ex-jota, senhor de um percurso académico fraco demais até para almejar à mediocridade, candidato derrotado à FAV (até os tunos o mandaram à fava), sem grandes méritos profissionais para ser simpático, decide avançar para líder da concelhia. Imagine ainda que o Dr. Osório ganha. Nesse caso o PSD Viseu ficará entre Pedro Alves e Pedro Osório ou seja entre Mr Hyde e Homer Simpson...(um compasso de espera para o Dr. Alves chegar lá). Se tal acontecer, na minha modesta opinião, os sociais-democratas de Viseu devem tapar a cara de vergonha e recordar Tiririca: " pior não fica". 

09/12/2015

O Tony do Município ou "o chefe mas pouco"!

Recentemente publiquei um artigo de opinião relativo a um par de funcionários do Município de Viseu que, à falta de melhor caracterização, podemos classificar como "Funcionários Públicos e Empreendedores por Conta Própria em Horário Laboral".
O texto escrutinava não só o exercício de outras actividades, realizados pelos mesmos, em horário de expediente, que nada tinham a ver com as funções atribuídas pelo município, mas também a inércia de Almeida Henriques em concretizar a “limpeza” necessária no quadro de funcionários. De facto, e como creio ser do conhecimento geral, as engrenagens do "Rossio" funcionam graças a, apenas, “uma boa meia dúzia” de funcionários competentes, diligentes e dedicados à causa pública. Uma meia dúzia que opera milagres no meio da incompetência generalizada.
Com a eleição do actual executivo, liderado por Almeida Henriques, os viseenses mais atentos tiveram a esperança, embora sempre remota, que o novo ocupante da cadeira do poder operasse uma reforma (ainda que ligeira, mas reforma) no funcionamento da autarquia, e não sendo expectável que desse uma “vassourada” em alguns funcionários, era previsível que os colocasse no devido lugar, dentro ou fora do Município de acordo com a (in)competência de cada um.