31/12/2005

Saudação a Viseu para 2006


Para elevar um pouco os espiritos turvos que andam por aí, deixo aqui a "saudação a Viseu" do Rancho Folclórico do Mundão (1947)... Pode ser que lhes sirva de inspiração:

"Ó cidade de Viseu

como tu não há igual.
Todo o teu passado,
vivo e recordado
na história de Portugal…

Hospitaleira e bairrista
és uma terra sem par…
por isso, com graça,
quem por ela passa,
tem que por força voltar.

Foste tu, Viseu,
quem princípios deu
a esta Nobre Nação.
Por isso, contente,
é seguir em frente
a mesma orientação.

Vamos raparigas,
com nossas cantigas,
oferecer o nosso amor.
Ó cidade airosa
meu botão de rosa,
minha bonita flor!"

Para reforçar...

A educação actual e as actuais conveniências sociais premeiam o cidadão e imolam o homem. (...) Quando os homens são criados para serem cidadãos e nada mais, tornam-se, primeiro, em homens imperfeitos e depois em homens indesejáveis. (...) O actual desassossego, descontentamento e incerteza de propósitos testemunham a veracidade disto. Tentámos fazer homens bons cidadãos de estados industriais altamente organizados: só conseguimos produzir uma colheita de especialistas, cujo descontentamento em não serem autorizados a ser homens completos faz deles cidadãos extremamente maus.
Aldous Huxley, in 'Sobre a Democracia e Outros Estudos'
...
Ser da esquerda é, como ser da direita, uma das infinitas maneiras que o homem pode escolher para ser um imbecil: ambas, com efeito, são formas da hemiplegia moral.
Ortega y Gasset, in 'A Rebelião das Massas'

Por lá e por cá

(...) Tal como as pessoas, também os países carecem de auto-estima e de amor-próprio. Até porque não se pode dar aos outros algo que se não tem.
Se fosse possível recuperar o respeito próprio, em suma, a confiança, outro galo de Barcelos cantaria e tudo seria mais fácil.
Porque ao contrário do que se pensa, estupidamente, nem tudo é economia...
Isabel Meireles no
Expresso

Quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito!

Não estava com ideias de postar mais nada este ano, mas acabo de ler isto aqui. Numa época em que Viseu precisava de um pacto social e politico forte capaz de galvanizar esforços na luta por investimentos sustentados e estruturados para a região, como por exemplo a ligação por comboio à linha da Beira Alta ou a conquista de mais investimento na indústria capaz de gerar emprego para os viseenses, assiste-se a querelas e provocações desta ordem, que na minha modesta opinião, em nada dignificam os nossos representantes politicos e nem respeitam o órgão e a função para a qual foram eleitos. Desta forma, alimentando ódios e animosidades, Viseu nunca será centro liderante... apenas continuará a ser um espaço delirante! E prefiro nem resumir tudo isto numa só palavra pois encontraria um sem número de adjectivos perjorativos para o fazer!

30/12/2005

Bom Ano de 2006

Nesta encruzilhada de gentes e vontades no coração de Portugal, à luz dos valores do herói lusitano Viriato que nos guia, na força e coragem dos "beirões" que nos moldam a alma e o corpo e na esperança que nos anima deixo-vos aqui os votos dum próspero 2006 pleno de realizações pessoais e profissionais!

Terapias e picardias

Consta por aqui que o Hospital de Viseu vai ter uma nova unidade de radioterapia!

2006 promete!

Electricidade: + 2,3%
Transportes: + 2,8%
Tabaco: + 35 cêntimos/maço
Automóveis (IA): + 2,3%
Pão: + 10%

29/12/2005

Prognósticos

E a propósito do ano que se avizinha a passos largos, aconselho a ler esta opinião. "2006 (e também os que se seguem) pode vir a não ser um bom ano, mas não deixará de ser interessante."

Quem escorrega também cai

(...) Pois, o caro leitor ficará a saber se eu lhe disser, ou certamente já saberá, que o actual piso da praça é feito de bonitos e bem lisinhos cubos de pedra granítica.
Ficará a ver e se por ali passar, nas circunstancias conjugativas do gelo e falta de cuidado, ficará a sentir o costelado estatelado no meio do chão (...)

Oh... num habia nexecidade!

E, dou conta nestax leiturax locaix que aqui bai acabar a coluna de opinião maix lida de Bixeu... Oh, diabo, lá se bai a noxa dialética! Até xempre!

Bocejando...

Na falta de noticias, enche-se o papel assim!

Pratique desporto... bem sentado, de preferência!

Cheio de boas vontades está o distrito cheio... e dinheiro para isto? Mais autocolantes a dizer "mexa-se"? Com tanto congresso é que vai ser suar...

Natal é todos os dias... mas não para todos!

E eu, estúpido, a pensar que estas nomeações tinham a ver com competências ou qualificações para o cargo! E, a julgar pelo que se diz sobre o vencimento que o "tacho" oferece esta seria uma rica prenda de natal... Ah, já passou o natal? Daaaa... sou mesmo tanso!

E, quando nem um caixote do lixo se tem no bairro?

(...) Nesta época natalícia, onde o consumismo desenfreado pontua, torna-se evidente que, da relação de interdependência existente entre os actos de produção, consumo e de protecção ambiental, surge a necessidade de se discutir o tema do consumo sustentável. Num cartaz (...), vê-se uma criança que, olhando-nos directamente nos olhos, pergunta "O que é que estamos a fazer pelo meu futuro?". (...) Esta criança interroga-nos, com um olhar divertido mas consciente, sobre o que é que cada um de nós está a fazer para garantir o futuro dela. (...) Nas sociedades desenvolvidas actuais, o estilo de vida, em que se inclui o consumismo - produtos desnecessários, embalagens excessivas, reduzida eficiência energética, desperdício de água, uso recorrente do transporte privado em detrimento do público, etc. - é o factor que mais contribui para a degradação do ambiente. (...) Há que eliminar toda a indiferença e inércia que surgem num país que ergueu, e ainda ergue, a bandeira do pessimismo derrotista, o típico "não vale a pena", ou "eu sozinho não vou mudar nada", de onde pode emergir "se eu não posso mudar o mundo rapidamente, então não vale a pena fazer nada". (...) Por exemplo, no acto de compra, pense! Não devemos comprar alimentos em demasia nem fazer comida em excesso para depois deitar fora. Por pura distracção, ao sairmos de uma divisão da casa não apagamos a luz ou vamos acendendo todas as lâmpadas das divisões por onde passamos. Devemos estar mais atentos!Resta apenas dizer que este esforço será inútil se a autarquia não estiver, ela própria, "educada ambientalmente". De nada serve apelar à reciclagem se os cidadãos encontrarem os ecopontos sempre cheios por insuficiências na recolha, e sujos por limpeza inexistente. Ou ainda que se apele a uma maior eficiência energética mas depois os cidadãos vejam, em pleno dia, iluminação de rua que não foi apagada ao amanhecer. É fundamental lançar as Boas Práticas Locais para o Desenvolvimento Sustentável.
Carlos Borrego in JN

28/12/2005

Destoa e Viseu merece melhor!

(...) e onde e apenas o velhinho Pavilhão Gimnodesportivo, embora ainda funcional e decisivo para algumas actividades desportivas como o andebol e basquetebol, destoa. (...)
in
Viseu On-Line

A saúde local

Então, mas sobram 3 ou faltam 11? Organizem-se! Daqui a pouco a culpa é nossa, não?

A fechar o Natal

Dois velhos conversam animadamente:
- Preferes sexo ou Natal?
- Sexo, claro!
- Há Natal todos os anos. Até enjoa!

Pérolas da campanha

Embora já atrasada mas lembram-se desta?
Jornalista: Ficou chocado com aquilo que disse o líder do PP?
Mário Soares: Não, não foi o lider do PP que disse isso. E aquela coisa que me referi, do terrorismo, foi o líder do CDS que disse isso, dr. Ribeiro e Castro, que é uma coisa inaceitável e impossível. Ele diz aquilo... ele é, ainda por cima, deputado do Partido Socialista... um dos grandes grupos do Partido Socialista é o Partido Socialista... o Partido Socialista Europeu... Imagine lá como é que ele vai entender-se com os colegas do parlamento a dizer dessas coisas aqui no plano interno... E é feio, não é bonito e... é uma pena que seja um dos mais entusiásticos, senão o mais entusiástico, apoiante do dr. Cavaco nesta eleição.
Está ou não a ficar gágá o "jovem"?

Tinha sido boa prenda de Natal...


As coisas que descobres... Mas gosto desta! Não há em vermelho? E com SLB nas costas?

Vultos de Viseu


Nasceu em Viseu em Janeiro de 1864 na Rua Nova com o nome de Lázaro Augusto. Ao receber o crisma em 26 de Maio de 1877, muda o nome para Augusto Hilário.
Frequentou o liceu de Viseu com o intuito de fazer os estudos preparatórios para a admissão à Faculdade de Filosofia, mas os anos foram passando sem que concluísse a disciplina de filosofia.
Matriculou-se em Coimbra, mas também aí os resultados não foram famosos e revela-se então um apaixonado pela boémia coimbrã, notabilizando-se como cantor de fado e executante de guitarra. Faleceu a 3 de Abril de 1896, vitimado por uma "ictericia grave hypertermica" na casa da Rua Nova, contando 32 anos. Frequentava então o 3º ano da Escola Médica da Universidade de Coimbra e era aspirante da Escola Naval. A admiração provocada nos seus contemporâneos levou a que o seu nome fosse dado a um jornal que se fundou em Viseu pouco tempo após a sua morte. Em 12 de Junho de 1896, surge nas bancas o Hylário, com a figura do fadista ao centro da 1ª página e tendo a guitarra como ex-libris. Os seus fados correram o país de lés a lés, ficando imortalizado o Fado Hilário.

27/12/2005

Andas surdo, Pai Natal?


Bem me fartei de pedir um destes para o Natal mas... lá vou ter que continuar a usar o meu velho tijolo!

Talvez sim, talvez não ou antes pelo contrário?

(...) No balanço deste ano cujo terminus se aproxima regista-se o caso Académico de Viseu. Hoje os viseenses procuram adaptar-se à nova realidade, mas o desaparecimento do futebol profissional é ainda uma marca triste que o Concelho ainda não superou.(...)
Vitor Santos in Mo(vi)mentos

Valha-me o menino Jesus!

A percentagem de analfabetos do distrito de Viseu baixou de 16 para 13,8 %, em dez anos, mas continua a ter valores acima da média nacional (9%) e da região Centro (10,9 %).
O número de analfabetos, com 10 ou mais anos, no distrito era, em 2001, 44 mil, enquanto que os residentes sem nenhum nível de ensino adquirido ascendiam aos 65 mil. Ambos os registos são superiores aos dos valores dos residentes com o 3.º Ciclo do Ensino Básico (9.º ano) – 38 mil; com o Ensino Secundário (12.º ano) – 42 mil; e com o Ensino Superior – 29 mil.
in Jornal do Centro

Ah, não sabes? E queres passear?

STUV... e aqui uma história (surrealista) ou ridicula, como queiram!

Pessimismo ou realidade?

De volta ao burgo e as novidades são poucas! E, nem esta é nada que não tivesse sido já vaticinado...

24/12/2005

Desejo profundo


E, pronto... vou ficar uns dias sem net! Prometo regressar breve, para meu prazer e vosso aborrecimento! Não tenho a certeza se o Natal terá começado no coração de Deus mas sei que ele só se afirma no coração dos Homens... Por isso, desejo-vos um feliz Natal e um 2006 à medida dos vossos anseios!
Bazookas

Pedidos ao Pai Natal

A propósito de prendas de Natal, o João lembrou-se de pedir esta...

Votos de Natal

Do que li aqui gostei particularmente desta:
"Junto ao Presépio coloquemos as ânsias e as esperanças, as de cada um, de cada família e do nosso mundo. Para 2006, espero que a Paz que brota do Natal possa sensibilizar os corações para a justiça, abri-los ao amor e encorajá-los a trabalhar a favor de uma humanidade realmente livre e solidária."
D. António Marto - Bispo de Viseu

110 anos do Cinema por AJ


Os 110 anos do Cinema - Cento e dez anos de Ciência, Arte, Indústria e Comércio !

O Cinema, fotografias em movimento projectadas numa grande tela, foi apreciado pela primeira vez em Paris, no dia 28 de Dezembro de 1895, foi a primeira sessão pública com cobrança de bilhete e aconteceu no Salão Indiano do Grand Café, no Boulevard des Capucines em Paris. Do programa constava a exibição das seguintes películas de Louis Lumière: “La Sortie des Usines Lumière”, “Voltige”, “La Pêche aux Poissons Rouges”, “L’ Arrivé des Congressistes à Neuville–sur-Saône, “Les Forgerons”, “Le Jardinier et le Petit Espiègle (L’Arroseur Arrosé), “Le Dejeuner de Bébe”, “Saute à la Couvert”, “Place des Cordeliers” e “Baignade en Mer”.

O filme de grande sucesso “L’Arrivé d’un Train à La Ciotat” só passou a fazer parte do programa no mês de Janeiro seguinte.

A esta memorável sessão assistiram 30 espectadores entre os quais se contava Georges Méliès, que viria a ser chamado o pai do Cinema de ficção científica, por ter realizado em 1902 o filme “Viagem à Lua”.

O projeccionista foi Clément Maurice e a sessão foi dirigida por Antoine Lumière, pai dos inventores: August Marie e Louis Jean . O novo invento fez furor e todos desejavam ver as suas fitas. De Paris os irmãos partiram à conquista do público das principais cidades europeias, onde exibiram com idêntico sucesso as imagens em movimento. Em Julho de 1896 foi inaugurado em Nova Iorque o “Cinematógrafo dos Lumière”, o seu sistema foi considerado muito superior ao Vitascópio, aparecido alguns meses antes, do genial inventor norte americano Thomas Edison.

Sobre estas sessões primeiras escreveu Máximo Gorky, em 4 de Julho de 1896:

“Quando as luzes (lumières) se apagaram na sala onde nos é mostrada a invenção dos Lumière, uma grande imagem cinzenta – sombra de uma má gravura – aparece de súbito no écran (...) E tudo isto é estranhamente silencioso (...) sem barulho, as folhas cinzentas como a cinza são agitadas pelo vento e as silhuetas cinzentas das pessoas condenadas a um perpétuo silêncio, cruelmente punidas com a privação de todas as cores da vida, estas silhuetas passam em silêncio sob um sol cinzento.”

Felizmente, nestes 110 anos, o Cinema soube inovar técnica e artisticamente, tornou-se a Sétima Arte, fez a síntese de todas as outras e ainda hoje continua a encantar muitos milhões, em todo o Mundo, embora já por diversas vezes lhe tenham encomendado o funeral.

AJ

21/12/2005

Vultos de Viseu


António Alves Martins (Alijó, 18 de Fevereiro de 1808 — 5 de Fevereiro de 1908) foi Bispo de Viseu desde Julho de 1862. Foi eleito deputado em 1842 e nomeado enfermeiro-mor no Hospital de São José em 1881. Iria viver para Viseu, Portugal, a 29 de Janeiro de 1868 e aclamado ministro do Reino quer no mesmo ano, quer em 1870. Viria a falecer pobre, no entanto, no Paço do Fontelo.
Na estátua em sua homenagem, em Viseu, figura uma citação sua: "A religião deve ser como o sal na comida: nem muito nem pouco, só o preciso".

Também é para nós pagarmos?

«O encargos públicos globais do Estado português com a realização do Europeu de futebol de 2004 ascenderam a 1035 milhões de euros».
Público de hoje (link não disponível)
Pelo burgo, um Clube recente da 1ª Distrital foi contemplado com 23.918 euros do orçamento camarário! O Futebol é um espectáculo!

Sans deniers George ne chante pas!

Atão, homessa... agora vão prá Feira? E o Fórum? Fica às moscas? Hádem (lembram-se desta?) arranjar muitos amigos assim, hádem!...

Funcionalismo...

Isto é que eles se fartam de trabalhar... e, já agora, por 1250 euros por mês eu ofereço-me para digitalizar a papelada, ok? Assim, ainda poupam 50 Euros e muito, muito súor!

Pela boca morre o peixe

A mudança é pois global e total e exige uma resposta regional e local do mesmo nível e no mesmo plano.
Cilio Correia in
JN

20/12/2005

Faz 28 anos no Natal que...


“Nascido pobre, Charlot deu presentes a todos os meninos do mundo” – Federico Fellini.

Sir Charles Spencer Chaplin (Charlie Chaplin) nasceu a 16 de Abril de 1889, em Londres, Inglaterra e faleceu de causas naturais, em 25 de Dezembro de 1977, em Vevey na Suiça.
Era canhoto, tornou-se mais conhecido como Charlot e foi o mais famoso actor dos primeiros anos do cinema. Foi actor, produtor, argumentista, realizador, compositor musical e um incompreendido. Rotulado de “comunista” foi impedido de regressar aos E.U.A., em 1952 por iniciativa do senador Joseph McCarthy, depois de se ter ausentado para a Europa. Acabou por se instalar na Suiça onde viveu até à sua morte, com a sua numerosa família, casou 4 vezes e teve 11 filhos.
Prometeu não voltar aos E.U.A. e não cumpriu, porque foi convidado, em 1972, para receber, na 44ª edição dos Oscars, um imensamente merecido Oscar Honorário pelo – “...incalculável efeito que teve na arte cinematográfica neste século.” Foi recebido de forma entusiástica mas, voltou para o seu paraíso.
AJ

Trim... Trrrimm...

Atão, pá, isto são horas de estares a dormir?

Não devia já estar na cama a esta hora?

Quando toda a gente troca presentes nesta altura... o jurássico velhote distribui acusações e criticas na RTP! Já estava perto do abismo e agora dá passos em frente, em directo e ao vivo!

Queixa-te ao Totta

O CManhã dá conta que "a Ribeira de Mide, em Viseu, é um dos maiores focos de poluição do concelho. Este pequeno curso de água recebe os esgotos do quartel da GNR e de um centro da Santa Casa." E, agora? Os habitantes locais vão-se queixar às forças de segurança ou esperam pela solidariedade social?

Explicando melhor... talvez!

Há quem veja com bons olhos a "invasão" de grandes superficies em Viseu. Não se negam as vantagens que daí certamente advêm para a região, nomeadamente na menor despesa no bolso do consumidor, mas, e sem querer ser pessimista, o que preocupa é que decisões desta natureza, tomadas hoje, só fazem sentir os seus efeitos a médio/longo prazo e o retrocesso é normalmente inviável. Neste mundo em mudança, uma pequena corrente de ar provoca amanhã um tufão de dimensões catastróficas... o desenvolvimento tem que ser sustentado! O País e sobretudo a região precisa é de produção, na minha óptica, o apelo ao consumo desenfreado por ora, dispensa-se! O desemprego está já nos 7,7% (acredito que em Viseu seja superior!) e o aumento anunciado da energia em 2006 fará disparar este valor, 549 mil pessoas estão já sem trabalho (fora os que não se inscrevem), O número de licenciados e de diplomados sem emprego aumentou 15,9 por cento, em relação ao ano passado, somando já 43 376 indivíduos! A Guarda queixa-se hoje nas noticias locais que as grandes superficies de Viseu e Covilhã estão a destruir o tecido comercial da cidade. Em Vila Real o comércio tradicional foi eliminado literalmente pela febre dessas mesmas grandes superficies e agora é o Dolce Vita que ameaça fechar portas... Entendes agora os riscos, Rui?

19/12/2005

Obras falam, palavras calam


Tomás António Ribeiro Ferreira nasceu em Parada de Gonta aqui bem perto de Viseu (1831). Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, exerceu advocacia durante algum tempo, cedo enveredando pela carreira política, que desenvolveu a par da sua carreira literária. Foi Deputado, Par do Reino, Ministro de Estado, Ministro da Marinha e das Obras Públicas, Governador dos Distritos de Braga e do Porto depois de, em 1860, ter sido nomeado Presidente da Câmara Municipal de Tondela.
Foi Presidente da Classe de Letras da Real Academia das Ciências de Lisboa.
Exerceu o cargo de secretário-geral do governo da Índia. A sua estada naquela colónia inspirou-o para escrever a peça dramática A Indiana e vários poemas coligidos no volume Vésperas, poemas que reflectem um certo gosto pelo exotismo, ainda ao jeito romântico. Dessa estada no Oriente resultaram também dois volumes de narrativas de viagem, intitulados Jornadas.
Tomás Ribeiro viria a ser projectado para a ribalta literária depois de publicado o poema de grande folego D. Jaime (1862), prefaciado elogiosamente por Castilho (que considerava o jovem autor superior a Luís de Camões), uma das peças polémicas que deram origem à famosa “Questão Coimbrã”.
Amigo de Camilo Castelo Branco, que visitou em S. Miguel de Ceide, prefaciou alguns dos livros do romancista, dedicou-lhe Dissonâncias e auxiliou-o na doença, recebendo o autor de Amor de Perdição na sua quinta de Carnaxide. Naquela localidade foi um dos maiores incentivadores do culto de Nossa Senhora da Rocha, tendo estimulado a construção do santuário e de várias outras obras de benefício para a população.
Produziu ensaios históricos, como a História da Legilação Liberal Portuguesa e Empréstimo de D. Miguel. Em teatro publicou ainda A Delfina do Mal, representado no teatro de D. Maria. Contam-se entre os seus livros de poesia Sons que passam (que inclui o poema “A Judia”, muito celebrado nos salões sociais da época), e Dissonâncias.
Este grande vulto, referência da nossa cidade, apresenta o monumento neste estado...

Dúvida cibernética

A dúvida era entre Viseu ou Biseu e rápidamente se estendeu à internet. Agora a dúvida é entre blogue ou vlogue...

Estes mereciam um excelente natal...

Um abismo atrai outro

Staples Office Center e Tengelman em Abraveses, E. Leclerc em Cabanões, além de Intermarché e Jumbo, o Retail Park na freguesia de Fragosela e o Palácio do Gelo, em Ranhados, são alguns dos estabelecimentos comerciais que deverão abrir as suas portas em Viseu, segundo noticia o DRegional. O efeito "relógio de areia" chegou à cidade. Assim se define a forma que adquire o sistema que alenta as grandes superficies: largo em cima, estreito no centro e novamente largo na base. Acima estão os fornecedores, no centro os comerciantes, na base os consumidores. As grandes superficies podem dar-se ao luxo de seleccionar fornecedores a partir de uma oferta ampla e são assim o gargalo da garrafa pelo qual há que passar obrigatoriamente para alcançar a enorme maioria dos consumidores actuais. Ao contrário do que seria esperado face à situação económica que o País vive, os responsáveis locais (e até nacionais, também) ao invés de apelarem e difundirem conceitos tais como consumo responsável, consumo inteligente, consumo associado, vão atrás da ideia que a maior parte dos "compradores" está domesticada em favor de uma cultura "supermercadista" (one stop shop), individualista (escolho o que quero, quando quero e onde quero) e auto-referenciada (eu sou o centro do sistema porque todos querem meu dinheiro). Vaidade de vaidades, tudo é vaidade... e às vezes também engano. Na realidade o consumidor quase sempre é um semi-autómato cuja consciência está dirigida pela publicidade, o mercado, a comodidade, a alienação, e suas compras são claramente induzidas e previstas pelo sistema comercial que, além disso, tem conseguido praticamente identificar a seus clientes um a um mediante os cartões "junta pontos". Cada compra do titular do cartão fica registrada na memória informática do comércio, e a partir dessa informação básica um computador é capaz de desenhar em breves instantes o perfil de compras de cada cliente. Você compra chocolate? Gosta de vinho tinto?. Amanha o comércio poderá construir pacotes de ofertas com o nome, o sobrenome e o domicílio de qualquer consumidor. Eles dirão que é um serviço eficiente, mas para o consumidor esclarecido não passará de uma tentativa de venda compulsiva. Desde Adam Smith para cá já se sabe que posições de monopólio do mercado acabam por prejudicar fornecedores e consumidores. Apesar da crise financeira, esta politica local permitirá apenas que as grandes superficies sacudam os consumidores com a esperança de que caia ainda alguma moedinha dos bolsos. Os supermercados, como todo o comércio, estão a registar quebras nas vendas (só não percebe isso quem não quer!) e redesenham já novas estratégias. A qualidade dos produtos oferecidos e a estética dos locais tem diminuido estrepitosamente. Os clientes que resistem vão directos ao mais barato e adquirem o mínimo imprescindível. Claro que subsiste a esperança nesses grandes grupos que se reponha o mesmo sistema de antes, que a economia recupere para aplicarem o que provadamente lhes tem dado resultado: o lucro selvagem. Estas corporações transnacionais não vacilam perante nada para alcançar esse objectivo. Praticam desde a concorrência desleal assim como engenhosas técnicas de venda. Um exemplo disto são as chamadas "marcas próprias", isto é, produtos que são empacotados em grande escala com a marca do supermercado substituindo a do produtor. Isto permite exercer uma grande variedade de pressões contra as demais marcas do mesmo produto. Como diz o refrão: "Não há esperto que não caia". As grandes superfícies "controlam as existências dos produtos, controlam o lugar que ocupam nas estantes e controlam a promoção, o que lhes permite fazer publicidade primordialmente daquilo que lhes dê mais margem - capacidade de "desenhar" a oferta e a procura, capacidade de controlar as condições de fornecimento e armazenagem já para não pensar nos enormes riscos que corre grande parte da humanidade ao permitir que toda esta rede (em especial a alimentar) seja controlada por tão poucas pessoas. A aterrizagem destas novas e tantas grandes áreas comerciais na cidade permite antever, na minha modesta opinião, uma verdadeira guerra entre grandes por posições de monopólio. Ou seja, uma guerra entre vários Gulliver pela região de Liliput. E, independentemente dos vencedores haverá sempre derrotados: o comércio tradicional sem dúvida nenhuma e o consumidor quase de certeza! Salve-se quem puder! Oxalá me engane!

18/12/2005

Nome de mãe, mãe, gente


Toda esta campanha e debates me dão um sono imenso, mas como este, há poucos... é o melhor sono da nossa vida! Na nossa cidade, no colo da mãe... palavra imensa esta, Mãe!

Vale a pena ler a carta do Nobel da Literatura

(...) «não há uma grande diferença entre aquilo que é real e aquilo que é irreal, nem entre aquilo que é verdade e aquilo que é falso. Uma coisa pode não ser nem verdadeira nem falsa. Pode ser ao mesmo tempo verdadeira e falsa.»
Acho que esta afirmação ainda faz sentido e se aplica ainda à exploração de realidade através da arte. Por isso, enquanto escritor defendo esta afirmação. Por isso o defendo enquanto artista. Mas enquanto cidadão não, enquanto cidadão tenho de perguntar: o que é que é verdade? O que é que é falso?" (...) Estou convicto de que, a pesar dos inúmeros obstáculos que existem, nós, cidadãos, com uma feroz determinação intelectual, inquebrável, sem desviar, conseguiremos definir a verdade real das nossas vidas e das nossas sociedades - e essa é uma obrigação crucial que nos diz respeito. É de facto obrigatória.
Se essa vontade não estiver incorporada na nossa visão política, não tenhamos esperança de restaurar aquilo que já quase se perdeu para nós - a dignidade do homem.
Harold Pinter in Expresso.

Da blogosfera local

Continuamos à espera da tua fotografia duma paragem de autocarro numa rotunda! Creio que não deve ser dificil arranjar uma... rotundas não faltam por aí!

Ainda há Clubes assim

O Dínamo Clube da Estação comemora este fim de semana 35 anos de existência. Hoje, o Clube movimenta centenas de jovens à volta do desporto de formação e por isso, ficam aqui os votos de parabéns e o desejo de muitos êxitos futuros.

A verdade só se envergonha de estar oculta

Enquanto por aqui, ao que parece, há conflitos de "interesses" que chegam ao fim, para os lados do centro histórico há quem se veja obrigada a mostrar a papelada!

17/12/2005

Contas para 2006

O burgo já tem orçamento aprovado para 2006. O investimento na indústria promete! Um parque industrial com um euro é piada ou é mesmo a sério?

Dar vida ao coração da cidade

Antiqua e Nobilissima, Viseu, cidade milenar, as suas origens perdem-se nas brumas do tempo. Aqui estanciaram os homens das idades remotas da pré-história e conviveram Celtas e Lusitanos; aqui se fixaram os Romanos e passaram povos invasores: Suevos, Godos, Muçulmanos...Viveu períodos nebulosos e trágicos sempre renascendo com o esforço do seu povo laborioso e tenaz, recuperando o brilho transitoriamente perdido.A sua gente participou activamente nos momentos mais altos da vida da nação, foi aos confins do mundo, mercadejar, combater, missionar...Foi pátria de D. Duarte, ducado de D. Henrique, inspirou Grão-Vasco.No seu rosto vestudo reflecte-se o testemunho da passagem de sucessivas gerações que nos legaram monumentos artísticos de todas as idades, felizmente poupados ao impiedoso desgaste dos séculos e à indiferença dos homens:
- As casas senhoriais, casas nobres, solares, mansões, dominadas pela beleza fria mas majestosa do granito, marcos da prosperidade das gentes destas terras;
- As janelas e portais manuelinos, um pouco dispersos por toda a parte, sobretudo nas típicas ruazinhas do velho burgo chegadas à sombra da catedral.
Por tudo isto e muito mais que Viseu tem apraz-me ler saber disto aqui. Oxalá venha a ser Viseu Novo e forma de trazer vida ao Centro Histórico, coração da cidade... porque quem não estima o passado dificilmente terá grande futuro!

Para os que de fora nos visitam


Viseu, a town right in the heart of Portugal, is surrounded by mountains of which Serra da Estrela is the most famous.Very old and noble, this town dates back to pre-historic times, the Celts, the Iberians, the Romans, the Moors, they all left their marks. It has lived periods of great turbulence, always recovering its strength thanks to its valiant people.The many archaeological and historic monuments are a vivid example of the great legacy left by many historical figures. Of the many monuments, we highlight- the cave of Viriato, octagonal shape, of Roman origin- the Cathedral, Museum of Grão Vasco, Church of Misericórdia, Aljube Tower.The many beautiful manor houses, in their granite majesty are also a trade mark of this town.The many green areas are beautiful and give a significant contribution to the quality of life this region has to offer. During the recent times, Viseu has grown immensely with an important commercial and industrial activity, becoming a truly European town in every sense.

Consulta Externa

Deixaram por cá um recado para espreitarmos isto. Pelo que leio, o diagnóstico é pouco reservado...

16/12/2005

Conhecer a cidade


E, esta espada incrustada na rocha, inaugurada em 1960 por ocasião do VI centenário do nascimento do Condestável onde fica? Deixo uma dica: a freguesia é Coração de Jesus!

Livraria em blogue

Mais um blogue no burgo. De livros e na praça... a acompanhar de perto!

Ruas da minha cidade


Viseu é pátria de gente ilustre que, inevitavelmente, deixou um legado importante na história da nossa cidade. A toponímia das ruas é um dos factores que atesta esta realidade, como é o caso da Rua D. Duarte, em plena zona histórica.D. Duarte, filho de D. João I e de D. Filipa de Lencastre, nasceu em Viseu no último dia de Outubro do ano de 1391 e foi o décimo primeiro rei de Portugal, tendo recebido o cognome de "O Eloquente", devido ao verbo usado nas obras que escreveu
O resto vem aqui, sobre a Rua de D. Duarte
(1921, segundo aguarela de Alberto de Sousa)

Questão filosófica

Aqui 32 anos depois afirma-se a elevada qualidade do ensino e da investigação que fazem com que a UA seja reconhecida nacional e internacionalmente... Por cá, não temos nenhuma UP mas já se sabe à partida que é de "excelência"! Como é que uma coisa destas antes de ser já o é?

Letra de Natal

Sobre o Café Rossio... correio dos leitores

Em tempos era obrigatória a gravata. Um dia um cliente que não usava gravata e não foi atendido...Voltou mais tarde e enfiou a gravata no café, uma vez que o café era para a gravata e não para ele. Pagou e saiu. Outros tempos! AB
Para além da sala de bilhares no 1.º andar, aquela parede de granito do Banco de Portugal, situada em frente do Café, estava coçada pela permanencia de estudantes em cavaqueira, a ver passar o pagode, estatuto que os mais velhos ganhavam, conferido pela tradição.
beirão
Caro Beirão! Pertenciam todos à SAPEV - Sociedade Anónima dos Polidores de Esquinas de Viseu. De Boa Memória!
Um Viseense

14/12/2005

Pobres... de espírito também!

Não temos dinheiro para a solidariedade social que deviamos ter nesta época natalícia e sobretudo para acabar com a desigualdade social ao longo do ano, mas por todo o lado, é só megalomanias... a àrvore maior da Europa, o Pai Natal maior do mundo...

Hoje na Batalha... 30 mts de Pai Natal e certamente milhares de desempregados!

As cores do nosso Grupo


Para já são estas...

Não temos mas pagamos...

A malta cá no burgo continua por aqui preocupada com o esquecimento a que somos sujeitos pelo Governo em relação ao TGV. Mas há uma coisa que desde já eu vos garanto que este projecto vai trazer para a região - as portagens na A25. Dúvidam?

Sem palavras

Mais uma vez e sempre pelas piores razões aí estamos nas primeiras páginas das notícias nacionais!
In Público (link não disponível): Os pais do bebé de Viseu vítima de maus tratos ficaram em prisão preventiva, depois da realização do primeiro interrogatório judicial, disse uma fonte do Tribunal de Viseu.
No
CManhã: Um homem de 22 anos, residente em Moselos, Viseu, foi detido ontem pela Polícia Judiciária (PJ) sob suspeita de ter violado e espancado a filha, de um mês e meio, que se encontra agora internada no Hospital Pediátrico de Coimbra em perigo de vida. A bebé foi hospitalizada na última sexta-feira e apresenta diversas lesões graves, incluindo hematomas e fracturas.
A Presidente da Comissão de Protecção de Menores de Viseu diz na TV que tudo foi feito correctamente. O resultado está à vista!

Boas sugestões para Viseu

Viseu pode-se tornar numa "cidade-piloto" para esse tipo de turismo específico, devido à sua posição estratégica no panorama nacional. Falo, de se tornar ambientalmente sustentável e energeticamente autónoma. Um primeiro passo, que poderá servir de exemplo é o complexo fotovoltaico de Moura, com capacidade para abastecer 60 000 habitantes de energia LIMPA, já para não falar, da quase inesgotável, fonte de matéria-prima para centrais de BIOMASSA, a nossa fantástica mancha florestal. Um complexo híbrido desse género daria a Viseu a vantagem e a diversificação competitiva necessária, para que, não só a nível turístico, mas igualmente a nível industrial, comercial e de bem-estar social, se promover, obtendo semqualquer tipo de dúvida, uma enorme margem de manobra perante,a cada vez mais acesa "guerra" pela sustentabilidade.
Hugo Vaz in
JN

13/12/2005

E, fora das normas...

Agora a sério e fora, sempre, de qualquer politiquice! Não é normal dar um murro num velhote de 81 anos, estacionar na cidade nos passeios, não respeitar peões nas passadeiras e outras tantas barbaridades que acontecem... não pode ser norma!

De acordo com as normas...

Decreto-Lei n.º 100/2003, de 23 de Maio (Alterado pelo Decreto-Lei n.º 82/2004, de 14 de Abril)

(...)
Artigo 2.º
Obrigação geral de segurança
Os equipamentos desportivos não podem ser susceptíveis de pôr em perigo a saúde e segurança do utilizador ou de terceiros, devendo, quando colocados no mercado e durante todo o período da sua utilização normal e previsível, obedecer aos requisitos de segurança do presente Regulamento.

Artigo 3.º
Entidade responsável
1 - Considera-se entidade responsável pelos equipamentos desportivos qualquer pessoa singular titular de cargo de administração, direcção ou gerência, conforme o caso, e pessoa colectiva de direito privado, bem como os dirigentes dos serviços ou organismos da administração pública central, regional ou local, directa ou indirecta, que assegure o regular funcionamento do espaço onde esses equipamentos se encontram instalados, bem como a respectiva instalação e manutenção.
(...)

As balizas do campo de futebol da minha xanta terrinha estão bem seguras! Quem é que move uns pneus deste tamanho? Nem pensem nisso!

Recordações do AJ (sugestão para os dias dos debates, digo eu)!

“O Pato Donald” nº 391 contém as seguintes cinco histórias mais extensas: “Cachorro da Fronteira” – Pluto e os sobrinhos do Mickey, Chiquinho e Francisquinho, investigam um misterioso roubo de galinhas, audaciosamente perpetrado pelo João Honesto – o lobo matreiro; ”Sossega, Leão” – a fada Sininho ajuda Dumbo, o elefante voador das orelhas grandes, a resolver um grave problema que ameaçava terminar com a sua carreira no Maior Espectáculo do Mundo, o Circo!; ”Animais Perdidos” – Banzé o cachorro vai à procura das suas irmãs desaparecidas e corajosamente colabora com a Polícia na captura de um ladrão de gatos ; “O Maior Tenor do Mundo” – Tico e Teco, os esquilos, incomodados com um novo morador da floresta, um esquilo praticante do Belo Canto, organizam uma festa barulhenta para a afastar o novo vizinho, o Signor Panza. Só vos digo que a coisa afinal não deu o resultado desejado.
O Pato Donald apenas aparece em algumas pequenas histórias, a apresentar a solução de um concurso, “Quem furtou as Tintas do “Pato” ?” e a anunciar para o número seguinte a divulgação dos nomes dos três leitores premiados, com assinaturas anuais do “Pato”, naturalmente !
O Pato Donald nasceu em 9 de Junho de 1934, uma Sexta-feira, dia 13 e habitualmente conduz um carro, com a matrícula 313, construído por ele próprio com peças usadas. Talvez isso ainda não herdou a fortuna do Tio Patinhas, não casou com a Margarida e tem que “aturar” três sobrinhos ?
Foi no filme de 1934 “A Galinha Sábia” (The Wise Little Hen) que foi visto pela primeira vez, embora como secundário. Deu nas vistas e em 1937 passou a estrelar a sua própria série de fitas com “Modern Invention”.
As revistas deste pato publicam-se em 67 países e as suas histórias foram traduzidas para 21 línguas, incluindo o Latim.

P.S. A capa deste “Pato”, datada de 5 de Maio de 1959, não mostra toda a família MacPato, se tiver curiosidade e quiser conhecer a Árvore Patológica e muito mais, vá por favor a:www.disney.com.br

“O Pato Donald” – Revista Semanal de Walt Disney, Editoral Abril, Ano X, Nº 391, 5/5/59, Edição para Portugal Esc. 2$50, Brasil Cr$ 7,00, 32 Páginas a 3 cores e capas coloridas.
donald

Café Rossio em Viseu

Este já não é do meu tempo mas certamente haverá quem se recorde de ali ter bebido um café!

Apesar do sol que nos ilumina

Preocupado? E tem razão para estar! Ele e todos os viseenses...

12/12/2005

Dúvida persistente

E, o Pai Natal existe?

Dúvida inteligente

Um miúdo de três anos, nu no banho, examina os seus testículos...
- "Oh mamã, isto são os meus miolos?"
- "Ainda não, querido...", responde a mãe

Falem bem ou mal, mas falem!


A publicidade à borla tem os seus efeitos...

mp3, não há duas sem três!

Mas o dia ficou indelevelmente marcado pela visita às ruas de Barcelos, em que foi alvo de uma agressão por parte de um ex-combatente "Oh vigarista! Vai assaltar o banco de Portugal para comprar armas para dar aos turras para atacar o Ultramar", lançou o indivíduo a Soares, antes de o agredir!
in DN

ANMP de novo com Viseu à frente

Esta também é uma boa notícia para Viseu. Com este espaço de influência oxalá o Pai Natal empurre o comboio e mais emprego para o concelho! Mas, ao mesmo tempo aqui perto, um magistrado do DIAP diz nos jornais o que todos ouvimos dizer nos cafés! E o CM noticiava no fim de semana que a PJ investiga 383 câmaras. O mandato não se avizinha nada fácil, não...

Natal solidário aqui ao lado

A Câmara Municipal de Mangualde, através do conselho local de acção social, está a recolher alimentos, roupa e brinquedos para distribuir pelas famílias carenciadas do concelho.
In Publico (link não disponível)

Natal com imaginação

"Quem está no exercício do poder deve ter imaginação. O dinheiro não é tudo. Há muitas coisas que podemos fazer, em prol dos outros, sem grande investimento!"
Telmo Antunes in
JN

João de Jesus... e a esperança de Natal

Só é pena ser sportinguista... mas também ninguém é perfeito! O resto aqui está bem dito!

11/12/2005

1 ano depois... nos Jornais Nacionais!

Quem diria, hem?

Um ano está passado, imaginem!

Ah, lembrei-me agora! O nosso blogue comemora hoje o seu primeiro aniversário. São mais de mil posts, muitos minutos ou horas agarrado ao teclado, algum esforço para manter um rumo, muita falta de ideias, enfim... não vou escrever mais nada sobre o aniversário do blogue! Teria que escrever alguma coisa sobre eu próprio e não vou cair nesse erro. Por vezes, acho que sou demasiado crítico. Ainda assim, comemore-se.

Acesso reservado


Estádio Fontelo, lado norte

Glórias doutros tempos no Fontelo


Painel de azulejos de Grão Vasco no Fontelo

Onde estou? Para onde vou?


Orientem-se jovens! Não se percam, por favor!

Há mais vida para além do futebol, sabiam?

Domingo de manhã, jovens, menos jovens e até grávidas, realizaram nas ruas da cidade e no frondoso Fontelo uma prova de orientação... Foi bom ver tanta alegria no Parque! Repitam mais vezes...

Ainda há Clubes que dão vida ao Fontelo

Vai para onde? Ou fica?

Informação não falta... Autocarro x, horário y, linha z!

Memórias dos tempos

Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro, faleceu em circunstâncias trágicas, nunca completamente esclarecidas em 04 de Dezembro de 1980. Decorridos 25 anos após a sua morte, o País homenageou este grande politico... e nós por cá, também!

O ramo de flores não falha!

Dinheiro! A mais nuns lados e a menos noutros!

Enquanto por aqui as luzes é uma alegria, por ali a "escuridão" produz notícias mais macabras!

10/12/2005

Para levar para o Mundial


Digam lá que não é bonita a nossa Bandeira?

Que é feito das castanhas da Rua Direita?


Quentes e boas... Que é feito da senhora?

Á espera...


Esperar... e nós em Viseu a vê-los passar!

Natal é tempo de... divisão!

O espírito de Natal vive-se por aqui. Nos Fóruns e companhia limitada os dias são de festa, certamente!

09/12/2005

Pedonalizar, Funicular e Gastar...

E, sobre isto aqui já em tempos fiz estas contas... Mas, pensando bem, também já investi no totoloto e euromilhões e os custos de oportunidade foram sempre miseráveis, próximos do zero. O dinheiro foi feito para ser gasto, não é?

Sabores de Viriato

O "V de Viseu e dos Viriatos" está a ser certificado. O resto vem aqui, relatado ou atrapalhado, como queiram... O sabor, e isso é que importa, bem esse, só provando, não dá para contar... é oiro lusitano!

Rico aspecto, hem?

A bossa de Viseu

Afinal, só em Janeiro o Tribunal de Viseu decide sobre sobre a providência cautelar interposta, em Setembro, pela Associação de Cidadãos Automobilizados (ACAM) que contesta o perfil do sublanço da EN2/nó do Caçador da futura A25 - actual IP5. Só então, saberemos se além dos camelos também Viseu terá uma bossa ou não!

Fábrica do Nada

Ao menos nesta fábrica a crise não afecta os trabalhadores.

No Teatro Viriato, não perca!

Inolvidável

A Brigada Anti Pombos em Viseu!

Na blogosfera local

Por aqui vem mais um blog "a caminho de Viseu"!

08/12/2005

E, de que cor é o Pai Natal, hem?


Faz piretes, faz, Cristiano... embrulha 2 e cala-te!

Muda, não muda

Por aqui há mudanças de sentidos!

07/12/2005

Estalou o verniz

Aconselho a leitura dos jornais nacionais amanhã. Viseu vai ser de novo notícia e desta vez, pela voz do "magnifico" Reitor da UCP, Braga da Cruz sobre a polémica da Universidade Pública de Viseu. Na sessão solene de abertura do ano lectivo o presidente da Católica resolveu partir a louça toda e fez fogo em todas as direcções, do governo ao poder local. E, deixou a ideia que em Viseu, com a politica que foi seguida, dentro em breve nem UP nem UCP. O ambiente no auditório ficou gelado apesar de muitos terem ficado com as orelhas a arder... valeu o Bispo para em nome de Viseu e dos viseenses apelar ao esforço de todos na resolução deste problema. A ver vamos se o milagre se realiza!

Não há almoços grátis!

De distrital a central... é bom para a região e para a saúde dos viseenses, mas na carteira dói mais!

Bem dito e melhor pensado

Quem fala assim não é gago! Contudo, já não seria mau termos uma ligação de caminho de ferro à Linha da Beira Alta e até, em complemento melhor aposta na revitalização do Aérodromo de Viseu. Com pequenos passos se fazem grandes caminhadas...

Assino por baixo

Luís Paiva vai deixar o cargo de presidente da AIRV - Associação Empresarial da Região de Viseu. "Além da falta tempo, defendo também a renovação nas instituições. Não nos podemos considerar insubstituíveis, mas sim dar espaço a novos protagonistas com novas ideias e formas de agir", explicou Luís Paiva. (...) Quanto ao futuro, Luís Paiva referiu que os empresários têm pela frente grandes desafios. "Nos últimos anos, a região tem vindo a desenvolver-se de forma pouco uniforme, com um pólo aglutinador que é Viseu, além de Tondela, Mangualde e Oliveira de Frades, mas o resto é um deserto com lacunas em termos de sustentabilidade", explicou. "É necessária uma nova linha estratégica de desenvolvimento, porque o modelo da última década está esgotado", avançou este responsável(...) Luís Paiva, na hora da saída, criticou ainda a existência de demasiadas associações. "Se há uma observação que fiz nestes anos foi a de que há empresários que fazem das associações trampolins para negócios", explicou, acrescentando que "devia haver menos associações, mas com mais voz, de forma a permitir que a região também tenha grandes investimentos".

Nas ruas da amargura

Se há bem pouco tempo ainda se pensava ser possível ressuscitar o "moribundo", diga-se Clube, neste momento, e com este processo, o fim está à vista, que poderá chegar já no início do próximo ano, com a conclusão deste processo. Resta a SAD, também ela moribunda.
JLA in
DRegional sobre o CAF

06/12/2005

Homenagem ao Cine Clube de Viseu pelo AJ

Este livro com esmerada concepção gráfica de Luís Miguel Castro, é mais uma das pequenas jóias da minha, modesta, biblioteca. Recolhe textos que Jorge de Sena escreveu entre os anos de 1946 e 1966, ano da sua morte e foi publicado no âmbito da comemoração dos 40 anos de actividade da Cinemateca Portuguesa.
Jorge Cândido de Sena nasceu a 2 de Novembro de 1919 em Lisboa e foi engenheiro, formado pela Faculdade de Engenharia do Porto, mas foi principalmente um cidadão empenhado, escritor e poeta. Em 1959 exilou-se no Brasil, onde se doutorou em Letras e ensinou Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa. Em 1965 mudou-se para os E.U.A. com esposa Mécia de Sena, com quem teve 9 filhos, e foi Professor Catedrático na Universidade do Wisconsy e mais tarde na Universidade de Santa Bárbara, Califórnia. Faleceu em Santa Bárbara em 4 de Junho de 1978 e viveu como um inconformado. Aliou o drama e o sarcasmo que por vezes se confundia com azedume e arrogância. Da sua vasta obra saliento: Obra poética – Poesia - I (1977), Poesia - II (1978) e Poesia - III (1978); Ficção – O Físico Prodigioso (novela 1977), Andanças do Demónio (conto 1960) e Antigas e Novas Andanças do Demónio (conto 1978), Sinais de Fogo (romance 1979); Teatro – O Indesejado – António Rei (1951) e Amparo de Mãe e mais cinco peças em um acto (1974); Ensaio – Da Poesia Portuguesa (1959), História da Literatura Inglesa (1959/1960), Os Sonetos de Camões e o Soneto Quinhentista Peninsular (1969) e Fernando Pessoa & Cª Heteronímica (1982).
Voltando ao livro e ao cinema, cito - “Sinto-me tentada a dizer que Jorge de Sena e a arte do cinema cresceram juntos. Isto porque, ainda criança e nos anos 20, a sua paixão sem exuberância de saber de tudo aprender, lhe foi alimentada por uma avó “cinéfila” que comprava revistas da época e que tinha assinatura nos cinemas onde as primícias se exibiam. E com essa Avó materna ou com a Mãe, tudo foi vendo avidamente.” (...) Mécia de Sena – Santa Bárbara, 15 de Junho de 1987.
Este volume reúne belas fotos com breves e excelentes textos à volta de filmes e autores como: Charlie Chaplin - Charlot, Hoje e Sempre, A Bela e o Monstro – Jean Cocteau, Almas Perversas – Fritz Lang, O Silêncio é de Ouro – René Clair, Breve Encontro – David Lean, Matou! – Fritz Lang, Milagre de Milão – Vittorio de Sica, Rio Sagrado – Jean Renoir, Crepúsculo dos Deuses – Billy Wilder, Algumas Notas sobre MacBeth e Otelo – Orson Wells.
Jorge de Sena foi um Cinéfilo e um Cineclubista, aqui fica a minha sincera homenagem, neste mês em que o Cine Clube de Viseu completa 50 anos.
O romance “Sinais de Fogo” foi levado à tela, em 1995, por Luís Filipe Rocha numa produção conjunta entre Portugal, Espanha e França
AJ

“Sobre Cinema de Jorge de Sena”, Organização e Introdução de Mécia de Sena e Co-organização e Notas M. S. Fonseca, Cinemateca Portuguesa 1988, 191 Páginas.

Final anunciado

Direcção Regional de Educação do Centro e autarquias já definiram o mapa dos estabelecimentos de ensino do 1.º ciclo que desaparecem no próximo ano lectivo e admitem vir a encerrar mais! Acabou o dinheiro e a paixão da educação!

A pedido de várias familias

Inscreve-te! Vale a pena...

O Dão visto de fora

Uma opinião a apreciar aqui.

05/12/2005

Terra Lusitana Europaea Est

GR: O Portal tem actualização permanente?
ML: Sim. Não faz sentido falar em Sociedade de Informação, num Portal, ou em Internet, e não ser feita uma actualização permanente. A eficácia destes instrumentos é que têm de estar sempre actualizados, para que as pessoas quando os consultarem possam fazê-lo mais que uma vez.

O resto da entrevista vem aqui. A prova da actualização permanente está aqui! Já para não falar disto aqui onde os dados do INE são de 1995, ou destas noticias aqui... oops! E já, agora aqui... oh! Mas temos aqui o ponto de situação! Ah, lusitânea paixão esta... a da sociedade da informação! Euros nostrum lusitanum est!

Ícone da Cidade

Grão Vasco, cujo o nome de baptismo era Vasco Fernandes, foi um célebre pintor, essencialmente de cariz religioso, quer no seu tempo, quer na actualidade. Nasceu em Viseu e a primeira obra de que se encarregou, com cerca de 25 a 30 anos de idade, foi em 1506. Ignora-se como e onde estudou. José de Figueiredo sugere que ele tivesse sido discípulo de Jorge Afonso, enquanto Virgílio Correia opina que, em virtude de documentos por ele encontrados, poderia ter sido, de preferência a um discípulo, um companheiro do pintor real. Pintou os retábulos da Sé de Lamego, como fazem referência alguns autores antigos e de que há vestígios no museu da mesma cidade, com as obras: "Circuncisão" e "A Criação dos Animais". Em 1512 residia em Viseu, onde tinha a oficina na rua da Regueira (conforme documentos válidos que encontrou Maximiano de Aragão). A sua grande actividade artística decorreu entre 1512 e 1542. Durante esse período trabalhou para as igrejas de Viseu, mas também para as terras distantes, como Tarouca e Coimbra, com o testemunho dos quatro retábulos do Mosteiro de Sta. Cruz. Devido à qualidade das suas obras, até à última metade do séc. XIX, o seu nome era considerado como autor de toda a pintura portuguesa antiga, que aparecia ou de que se tinha notícia. Hoje faz-se uma ideia exacta das suas qualidades como artista, do valor e da concepção técnica, porque foi um executante de largos recursos, quer na facilidade e segurança da composição, quer na riqueza e qualidade da pintura. A obra de maior nomeada é, incontestavelmente, o "S. Pedro" de Viseu", que pertence à colecção do museu da cidade e que tem o seu nome artístico. Existem aí ainda as seguintes obras principais: "O Calvário", "O Baptismo de Cristo", "S. Sebastião", "Pentecostes", "Desposórios da Virgem", "Anunciação" e "Descimento da Cruz".

Rua de Grão Vasco, Viseu

Já empalhado?

Mas não estamos só no Natal?

Já acabou o debate?

Uau... que soneira!

A carvão e "ouro"

Percebem agora porque precisamos do TGV? Ora leiam aqui! E, nós que precisávamos apenas dum comboio pequenino que nos ligasse à Linha da Beira Alta!

04/12/2005

O Dão que nos dão

Nota:Por decisão da Comissão Vitivinícola Regional do Dão, CVRD, o serviço proposto nesta página ficará disponível no próximo dia 2 de Dezembro, no âmbito do evento Vinhos e Sabores do Dão. Das duas uma, ou hoje Domingo não é dia 04 de Dezembro ou não tomaram ainda a decisão!


Melhor que nos Dão... só o "Paraíso"!

Perguntar não ofende

Seja noite seja dia, estes armazéns do burgo à saída para Nelas, têm sempre a luz acesa! Será que não pagam factura à EDP?

04 da manhã! A festa promete!

Uma coisa assim...

Esta semana aqui o periodo jurássico manifesta-se sobre a época dinossáurica! Ou será que li mal?
(...) Todos os dias os encontro. Evito-os. Às vezes sou obrigado a escutá-los, a dialogar com eles. Já não me confrangem. Contam-me vitórias. Querem vencer, querem, convencidos, convencer. Vençam lá, à vontade. Sobretudo, vençam sem me chatear. Mas também os aturo por escrito. No livro, no jornal. (...) Eles estão convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista. Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. (...) Para quem o sabe observar, para quem tem a pachorra de lhe seguir a trajectória, o convencido da vida farta-se de cometer «gaffes». Não importa: o caminho é em frente e para cima. A pior das «gaffes», além daquelas, apenas formais, que decorrem da sua ignorância de certos sinais ou etiquetas de casta, de classe, e que o inculcam como um arrivista, um «parvenu», a pior das «gaffes» é o convencido da vida julgar-se mais hábil manobrador do que qualquer outro. Daí que não seja tão raro como isso ver um convencido da vida fazer plof e descer, liquidado, para as profundas. Se tiver raça, pôr-se-á, imediatamente, a «refaire surface». Cá chegado, ei-lo a retomar, metamorfoseado ou não, o seu propósito de se convencer da vida - da sua, claro - para de novo ser, com toda a plenitude, o convencido da vida que, afinal... sempre foi.
Alexandre O'Neill, in 'Uma Coisa em Forma de Assim'

Mas que novidade...

O JN dá conta que "a maior parte dos equipamentos desportivos (balizas e tabelas de basquete) instalados nas escolas do distrito de Viseu chumbou nos testes de segurança que estão a ser feitos por empresas especializadas contratadas pelo Ministério da Educação." E, eu dou-vos conta que as condições em que jogam os miúdos da minha "xanta terrinha" no campo de futebol local são muito piores que aquelas!

À esquerda e à direita

Afinal o apetite imobiliário varre dum lado ao outro!

Natal deve ser reflexão

Natal na minha terra... e em todas as outras! Antes de darem largas ao despesismo e outros "ismos" que se manifestam nesta época, como por exemplo o cinismo e o capitalismo, convêm reflectir um pouco sobre isto aqui.

Na tertúlia

Há novidades do Viriato aqui... pelo teclado de um amigo!

03/12/2005

Natal na minha terra

Nova piscina no burgo


Afinal, temos piscina olimpica! Não é no Fontelo mas é perto...

A net tem destas coisas

Faz-se uma busca sobre os candidatos presidenciais na net e dou um clique nesta. Já tinha ouvido umas bocas sobre os interesses do senhor mas não o sabia tão cibernético...

Por serras e paisagens de Lafões

Para os que apreciam as aventuras em TT lembro que já está online a página electrónica do 2º TT Rios e Serras de Lafões. Basta aceder ao endereço www.ael.pt/ttrioseserrasdelafoes e terão toda a informação necessária, desde os boletins de inscrição, os contactos dos elementos da organização e uma galeria de fotos referente à 1ª edição do TT Rios e Serras de Lafões. O 2º TT Rios e Serras de Lafões que se irá realizar no próximo dia 10 de Dezembro, com a concentração dos participantes a ocorrer junto ao Museu Municipal de Oliveira de Frades pelas 8h da manhã.

Polvo da hipocrisia

O Ministério Público (MP) do Tribunal Judicial de Viseu arquivou o processo de inquérito à exposição do livro polémico - "As mulheres não gostam de foder" - na montra da livraria das Edições Polvo, em Viseu.
No despacho de arquivamento, o procurador do MP, além de alegar a inexistência de matéria para sustentar uma eventual irregularidade, lamenta a controvérsia levantada à volta do ensaio sexual em banda desenhada, do espanhol Alvarez Rabo.
Uma fonte do Tribunal conta que o magistrado manda arquivar o processo, admitindo que, se porventura o autor da obra tivesse o peso e a importância literária de um Lobo Antunes (que escreveu "Os cus de Judas") ou Miguel Esteves Cardoso (que editou "O amor é fodido"), a contestação não teria tido lugar.
Razão tinha
Sigmund Freud: "Existem infinitamente mais homens que aceitam a civilização como hipócritas do que homens verdadeiramente e realmente civilizados, e é lícito até perguntarmo-nos se um certo grau de hipocrisia não será necessário à manutenção e à conservação da civilização, dado o reduzido número de homens nos quais a tendência para a vida civilizada se tornou uma propriedade orgânica."

02/12/2005

Seremos breves

E, por hoje, fechamos portas... o cinema espera-nos!

Isto dá-me cabo da marrafa...

Tropecei nesta aqui e não pude deixar de fazer copy/paste.
"Entre hoje e o próximo domingo decorre no Solar do Dão mais uma iniciativa de promoção do nosso mais precisoso néctar - o vinho do Dão. Encontramos informações na Região de Turismo Dão Lafões, na Essência do Vinho(mais completa), no Guia de Lazer do Público e, pasme-se, nada consta no sitio da Comissão Vitivinicola Regional do Dão, aliás um site que se queria mais moderno e dinâmico... ai os tachos."

01/12/2005

Bem com bem, são dois bens

Em 09 Setembro de 2003 o Jornal de Negócios publicava dois artigos sobre a SPV e a dada altura lia-se: "Até ao final do ano, os consumidores vão encontrar os baldes para a separação de lixo doméstico à venda em todos os supermercados, sob a chancela da Sociedade Ponto Verde (SPV). Com um custo aproximado de 10 euros por unidade, os novos ecopontos domésticos da SPV são fabricados pela Plastival – associação de recicladores de plásticos, accionistas indirectos da SPV. Em paralelo, a SPV está a trabalhar no lançamento de sacos de cores diferenciadas “cujo objectivo é fazer com as pessoas que têm condutas, não tenham de acumular o lixo em casa, separado, à espera para despejar nos dias previstos”, adianta Henrique Agostinho.
A SPV vai ainda avançar com um projecto especial com as escolas primárias, cujo objectivo é envolver as crianças e os pais. Para já, o projecto vai ser desenvolvido nas regiões de Leiria e Viseu. As crianças vão ser estimuladas a levar o lixo separado para os ecopontos que estão junto das escolas. Cada ecoponto vale pontos que dão direito a prémios. A ideia da SPV é despertar os miúdos para a reciclagem e ensiná-los a separar o lixo, de maneira a que se torne um hábito. “E assim, também os pais são envolvidos”, acrescenta."
Em 2003 foi assim. E dois anos depois? Bem, no meu bairro nem sequer há caixotes do lixo mas vejo que aqui perto ou um pouco mais longe há exemplos de interesse! Se souberem onde se vendem cá no burgo digam pois, confesso que gostava de ter um destes equipamentos em casa, embora em boa verdade se calhar, nem sequer é preciso... afinal, a cidade ganha sempre o prémio do ambiente!