15/04/2005

As rotundas e a arte

“Um exemplo da ineficiência do investimento público são as rotundas que nascem como cogumelos em todas as autarquias. Não existe no mundo inteiro um país com mais rotundas por cada mil habitantes”
Ex-Primeiro-Ministro Prof CAVACO SILVA
Pedem-me uns amigos que vivem e sentem a cidade que ponha este tema à discussão. Terá razão o professor? De facto, nos últimos anos os autarcas desataram a fazer rotundas como se disso dependesse a sua vida. E, não só Viseu! Concelhos mais pequenos como por exemplo, São João da Madeira, tem cento e tal rotundas espalhadas por pouco mais de oito quilómetros quadrados. Nós para lá caminhamos. Consta que a rotunda 100 será motivo de grande festa... E quando não estão a fazer rotundas ou túneis e outros buracos da moda recente, os autarcas estão a autorizar a instalação selvagem de lombas e de semáforos limitadores de velocidade em qualquer sítio. Vai-se por essa Europa fora e vê-se que foram encontradas soluções mais agradáveis e seguras, como a colocação de canteiros de flores que forçam os condutores a abrandar. Mas esses exemplos caem em saco roto, até na nossa cidade "jardim". O que interessa é mandar fazer mais um rotunda e colocar no meio um qualquer horrível mamarracho e estatuária kitsh encomendado aos "artistas" que vivem na dependência das autarquias. E, tudo isso, sem que a cidade participe neste processo!
Sou, em principio, a favor da inserção de obras de arte no meio urbano. Os monumentos, pela sua componente estética e, principalmente, pelo simbolismo que assumem, são uma marca importante em qualquer concelho, motivo de orgulho para os residentes e de curiosidade para os forasteiros. Devo confessar, no entanto, que não sou um entusiasta da colocação de "monumentos" em rotundas, apesar de isso ser prática corrente. Antes de mais, uma obra de arte - escultura, estátua ou qualquer outra manifestação artistica - deve ser erigida num local onde possa ser verdadeiramente apreciada, como um jardim, uma praça, um largo ou uma alameda. Até pode ser excepcionalmente numa rotunda, desde que esta esteja inserida no aglomerado urbano, onde existam passeios públicos e zonas de circulação para peões. Não é o que acontece na nossa cidade e na maioria das rotundas. Se eu fosse autor de um monumento, cheio de referências e de forte carga simbólica, fruto de um aturado processo criativo, ficaria decerto desiludido se, por via da inacessibilidade inerente à localização, a minha obra não passasse, aos olhos de um observador fugaz, de uma amálgama de elementos, sem qualquer sentido ou intencionalidade.
Em última análise, um conjunto escultórico mais ou menos complexo, cuja "decifração" não seja imediata - como me parece que é o caso, por exemplo da rotunda Carlos Lopes - pode até constituir um factor de distracção para quem lá passa de automóvel.
Uma rotunda não passa de uma placa colocada na via, por forma a facilitar a circulação do trânsito. Quanto mais simples for, melhor. É sempre pernicioso opinar sobre obras que já são uma realidade. Confesso que não sabia, dos planos para a construção de um "maratonista sem cabeça" naquele local, daí este desabafo mais ou menos extemporâneo, nem nas demais rotundas. Perante a visão do facto consumado, como dizia o outro, "já que está, deixa estar", até porque existem, de certeza, coisas bem piores que uma escolha menos feliz de um local para a construção de um monumento. Mas não havia necessidade, como diz o outro. Não deveria ter havido uma discussão da pólis viseense à volta desta forma de colocar arte na cidade? E, porque não um concurso de ideias? E, o custo versus efeito justifica? A sério, custa-me falar de arte nestes termos e por estas razões, mas Viseu não é própriamente a nossa casa cujas paredes interiores (anote-se) decoramos como queremos, é a casa de todos os viseenses e de quem nos visita! Saibamos dar-lhe vida!

Girafa? Atleta? Serpente? Arte na rotunda ou rotunda sem arte?

Vrummm

Os freestyle vão estar na nossa cidade! À falta de melhor... no 25 de Abril!

Radial S. Tiago à tarde

Bocejo 3D

O olho de gato 3D (http://www.jornaldocentro.pt/) desta semana é de ir às lágrimas... Estou siderado! Desfocado e profundamente pasmado. Foi só para encher o espaço?

Agora? Vou andar por ai...

Helena Oliveira, adjunta do ex-governador dá uma entrevista ao Jornal do Centro (http://www.jornaldocentro.pt/) e fala da sua passagem por aquele órgão do poder regional. Confesso que até simpatizo com a senhora e tenho dela a ideia duma mulher empenhada e competente. E, como lhe diz a jornalista na primeira pergunta se não foi ela o governador bem pareceu e ainda bem pois a ex-figura principal era tão sinistra, apagada e cinzentona que raramente era visto pela praça pública... sendo frequentemente substituido com vantagem por esta senhora.
Sobre a opinião com que ficou dos governos civis Helena Oliveira diz que "parece-lhe que o esvaziaram demais. Havia, por exemplo, a atribuição de licenças que passou para as autarquias, e outras situações. E, por vezes, é desagradável até para nós fazermos um bocadinho figura de corpo presente." E, ao que consta nesta coisa do corpo presente ouve vezes em que a comunicação social sabia que determinado deputado ou governante vinha a Viseu e o governo civil não. Razão suficiente para a jornalista perguntar se faz sentido os governos civis continuarem a existir? Helena Oliveira respondeu que "pode não se designar por governo civil, mas penso que devem reavaliar o trabalho dos governos civis. As atribuições, por exemplo. Existem algumas situações que realmente podem ser feitas pelas autarquias. Há situações ridículas. Por exemplo, para lançar um foguete em Cinfães era preciso pedir uma licença ao governo civil. Esse tipo de coisas não tem lógica." Afinal, esvaziaram muito os Governos Civis ou ainda os deviam esvaziar mais? À semelhança doutras atribuições, provávelmente, e a julgar pela experiência da Helena Oliveira também estas deviam passar para as autarquias e "reavaliar o trabalho". Papel de representação? E, para isso é preciso aquela estrutura imensa? Para não falar na distribuição dos subsidios? Uma análise desse facto dá para um post dos grandes, acreditem! No âmbito da reforma administrativa e a bem da redução da despesa pública, é altura do poder politico olhar para estas estruturas locais. E, com o novo desenho administrativo da GAMVIS quem faz esta ponte com o poder governativo? O Governador ou o Presidente da GAMVIS até porque as áreas podem, e no caso de Viseu, nem coincidem, logo assuntos de Gouveia são com o Governador da Guarda e os de Mangualde ali ao lado, com Viseu? Organizem-se!... E, poupem! Os tempos assim o exigem!

14/04/2005

Mandamentos do Condutor

Já estão aí as alterações ao Código da Estrada e espera-se que, com ele, e com uma nova mentalidade do condutor (e do peão) a mortalidade que estupidamente tem acontecido no País seja drásticamente reduzida. Oxalá surjam novos comportamentos e "mandamentos" do condutor. O nosso comportamento na estrada é também medida da nossa cidadania. Até lá, lembro aqui os Dez Mandamentos que têm estado em vigor por parte do Condutor Português (infelizmente):
1. Ultrapassarás com o risco contínuo. Se houver uma curva, ainda é mais excitante.
2. Estacionarás o carro em dupla fila e farás os outros condutores esperar por ti 30 minutos ou até mais, até ao teu regresso. Se te acontecer a mesma coisa, buzinarás furiosamente.
3. Aumentarás a velocidade do teu carro quando te aproximares de um daqueles semáforos que ficam vermelhos quando se excede o limite de velocidade de 50km/h, e obrigarás os carros que vêem atrás de ti a parar.
4. Quando vires uma colisão por excesso de velocidade, não abrandarás e desviar-te-ás para a esquerda para evitar também um embate, mas colidirás com o carro que vem em sentido contrário.
5. Avisarás com sinais de luzes os outros condutores da proximidade da polícia, mesmo que um deles tenha roubado um banco ou possa ser um perigoso terrorista da Al-Qaeda.
6. Estacionarás no passeio sempre que necessário, mesmo que obrigues os peões a andar no meio da estrada. Se um se queixar, responderás indignado: "Também é má vontade! Então não vê que tem imenso espaço para passar?"
7. Usarás os faróis de nevoeiro durante o dia e à noite, mesmo que não haja qualquer sinal de nevoeiro ou da chegada de D. Sebastião. Encadearás o condutor que vem em sentido contrário só porque isso é divertido.
8. Lembrar-te-ás sempre que 120km/h na auto-estrada se refere à velocidade mínima.
9. Conduzirás a 160km/h na faixa mais rápida da auto-estrada Porto-Lisboa, fazendo assim 300 km em menos de duas horas. Sim, tens razão. O teu carro custou muito dinheiro e as portagens não são baratas e da gasolina nem se fala.
10. Farás sinais de luzes e buzinarás se alguém ousar ultrapassar-te e seguir à tua frente no limite máximo de velocidade permitida. Se o outro condutor persistir, colar-te-ás à traseira do carro transgressor, até que este desista e te deixe passar a ti, o verdadeiro dono da estrada.

13/04/2005

Viriato em BD

Os "nuestros hermanos" até BD fazem do nosso Viriato... Por cá teimamos em tê-lo esquecido!

Pode ser que o GICAV pegue na ideia...

No news, good news?

A cidade anda murcha! Poucas novidades... Consta que amanhã o Rock Ibérico traz algumas! Vamos esperar para ver...

É um estrondo...

Viriato "azeiteiro"

Que é feito deste produto? A marca era boa para a nossa cidade...

Ah... que rica gordurinha

Mais uma visita

Hoje tivemos a visita de Parada de Gonta (http://paradadegonta.blogs.sapo.pt/)! Somos vizinhos concelhios e parceiros na GAMVIS, logo, bem vindos!!!
A freguesia de Parada de Gonta aparece designada por Parada na carta de couto de Sabugosa (1133) - vila de Parada e nas Inquirições de D. Afonso Henriques (1258), já lá vão uns anitos... Do que conheço da freguesia o associativismo tem ali grande espaço. O Rancho Folclórico de Parada de Gonta, a Associação Desportiva, Recreativa e Cultural de Parada de Gonta, Grupo Cultural e Recreativo "Os Amigos de Parada de Gonta" e ASSODREC. Em monumentos está bem servida, a Igreja Matriz com a Torre por cima do altar, o Solar do Visconde de Britiande e a casa onde viveu Tomás Ribeiro se a memória não me falha! Parada de Gonta, faça de conta que a casa é sua...

Póvoa Dão... a pedido e com todo o gosto!

A Patricia (http://kidagakash.blogs.sapo.pt/) apanhou-me ainda acordado com o seu amável comentário e pede-me que lhe mate saudades. E, é já seguir...
A aldeia medieval de Póvoa Dão, fica a 14 km de Viseu, e é uma das aldeias hoje mais conhecidas. Esta aldeia, banhada a sul pelo rio que lhe dá o nome, é um extraordinário exemplo de investimento privado e de notável trabalho de recuperação. Desde os anos 30 que estava praticamente abandonada, quando a emigração levou os habitantes para terras de África e Brasil. A aldeia apresenta uma via romana intocada e cujos registos, nas inquirições afonsinas, remetem a fundação para o ano de 1258. A recuperação de Póvoa Dão durou oito anos e não tinha electricidade, nem água, nem esgotos. Hoje recuperada devolveu a traça original às casas, com a alvenaria em pedra e a telha de canudo, tem os confortos modernos: piscina, «court» de ténis, televisão por cabo, aquecimento, lareira... e ainda os fornos comunitários, onde se pode cozer a broa ou fazer uma chanfana, para além dos legumes e animais produzidos pela quinta, consumidos no restaurante de Póvoa Dão, que é excelente e referência já na região.
Até lá fora já deram conta deste "cantinho à beira rio plantado". Barry Hatton, jornalista da Associated Press escreve o seguinte sobre a POVOA DAO, Portugal:
"Moss covers the crumbling granite houses of this centuries-old village, abandoned but for two hardy souls who recollect livelier times of harmonica music and card games. These days Povoa Dao has the spooky feel of a medieval ghost town. Like much of inland Portugal, it was drained of life by a decades-long exodus to more prosperous cities by the sea. But efforts to check the flow are starting to take effect as frazzled city-dwellers discover the appeal of a quieter life in the countryside. Entrepreneurs are picking up on the trend, and bringing work into rural areas to cater to the urban crowd. Here in Povoa Dao, a construction company has bought the village and is renovating the houses for weekend tourists. Jose Soares, 74, and his wife, Mercinda, have lived here alone the past six years, since their last elderly neighbors left to join grown-up children who had been lured away by city life. Secluded and desolate, the village in northern Portugal has never had running water or electricity. A slippery-smooth Roman path winds through it, leading down to a Roman bridge over the River Dao. Along the way, at all but one of the 42 houses, oak doors dangle from rusted hinges. Povoa Dao was once a bustling place with 200 residents. Its demise reflects a migratory trend in which 700,000 people moved from the interior to Lisbon, Oporto and other coastal cities over the past 30 years. Portugal's modern progress has been lopsided. It is a short drive from the booming economy of the coast to strikingly undeveloped and sparsely populated rural areas. ... People who left the countryside are coming back in search of the quality of life they initially pursued by leaving. An EU-financed project to revive moribund rural areas is focusing on tourism to entice people back to the regions hit hardest by what social scientists call "human desertification." ... "Cities are saturated; there's too much stress and pollution. The rural exodus has stopped and the flow is now in the opposite direction." ... Renovation of the village's houses is expected to be completed before next April, at which time Povoa Dao will be marketed as a weekend getaway for stressed-out city dwellers. Waiting for them in a new home provided by the developers will be Mrs. Soares, a frail-looking woman who still manages to carry daunting loads on her head. She was born in one of the houses. Her husband is a robust man who works in the fields from dawn till dusk. The sun has turned his complexion nut-brown. The fingernails of his muscular hands are encrusted with dirt. They eat what they grow and use their monthly state pension of 27,000 escudos ($145) to buy whatever they cannot produce themselves. A resourceful couple - and cheerful, despite their hardships - the Soares, always refused to leave Povoa Dao. They cherish memories of brighter times. "We'd get out the flute and the harmonica and dance around," Mrs. Soares recalled with a chuckle. "I miss Sundays when we'd sit outside and play cards," her husband added.
Que tal? Ficaram com vontade de ali relaxar um fim de semana? Acreditem que vale bem a pena... e agora temos lá a casa da Patricia.


Póvoa Dão - o descanso da cidade

12/04/2005

Feira de S. Mateus

Hoje os jornais noticiam que "as obras de requalificação do recinto da Feira de São Mateus já custaram cerca de quatro milhões de euros e ainda não estão concluídas. Mas segundo a Câmara de Viseu falta muito pouco para tudo estar pronto e melhorar assim as condições em que se realiza a feira. As obras de requalificação do recinto de Viseu onde anualmente se realiza a secular Feira de S. Mateus, integradas no Programa Polis, estão praticamente concluídas, anunciou o vice-presidente da autarquia, Américo Nunes. O objectivo é melhorar as condições em que se realiza a Feira de S. Mateus, que todos os anos recebe entre 14 de Agosto e 21 de Setembro cerca de um milhão de pessoas, e também permitir o uso daquele espaço pela população durante o resto do ano. O autarca lembrou que, no ano passado, “foi feito um ‘forcing’ para que o recinto estivesse minimamente em condições” na 612ª edição do certame. No entanto, o facto de na altura só parte do recinto ter o pavimento em pedra, o que obrigou a uma maior concentração das tendas e a uma mudança dos habituais pontos de venda, gerou muita contestação entre feirantes e visitantes."
Quem o ano passado assistiu a esta Feira pode ver o que de mais surrealista se faz por Viseu. Com péssimas condições de higiene na zona dos restaurantes, autênticos bairros de lata no meio da cidade para mostrar aos visitantes, enfim... nem me quero lembrar! Depois a programação "coltoral, ranchos e artistas da bariedade e cassete pirata" do "dinossáurico" presidente da Expovis que tem mais anos de fotocópias de programas do evento do que edições tem a Feira. A terminar nas condições de segurança dos divertimentos que, qualquer inspecção séria teria chumbado e inviabilizado. Mas vá lá, S. Mateus ajudou e correu tudo bem. Dizem as noticias que este ano vai ser diferente. Esperemos que sim! Espera-se que esta seja uma promessa duma Feira Melhor. Viseu merece-a bem!

Por cá

A noticia nos OCS nacionais de que um jovem em Viseu foi apanhado a conduzir embriagado duas vezes na mesma noite... Bem me diziam que há por cá cada labrego! Até me custa a acreditar, mas se o dizem...

Surrealista

Estou absolutamente pasmado e escandalizado? O juiz a ajudar o arguido a safar-se à lei e justiça! Como é possivel? E, mais grave do que a ajuda à "ladra Felgueiras" a reprodução das escutas revelam o que há de pior e o total estado de podridão que grassa nalgumas instituições; e, provávelmente nada acontecerá ao juiz!

11/04/2005

Acha que glamour é isto?

Há pouco tempo a conhecida estilista Fátima Lopes afirmou em entrevista ao "Correio da Manhã" ser a favor do uso de qualquer tipo de peles. Desde então a dita senhora tem sido contactada por vários activistas contra a indústria das peles, sendo impossível demovê-la apenas com palavras. Oh, meus amigos... há alguns animais que a mim não me repugna ser maltratados! São daqueles que produzem declarações deste género. Acho que a Fátima precisa é que lhe estiquem a pele a ela, não?
Para ajudar esta corrente de indignação faço questão de aqui publicitar os endereços de email da Carniceira Lopes para que todos nós lhe possamos mostrar a nossa indignação. Ignorem a loja dela cá em Viseu e força, pessoal, além de jamais comprar nada que tenha relação com ela, VAMOS ATAFULHAR-LHE O CORREIO COM OS NOSSOS PROTESTOS!

A nossa Bandeira por cá...

Tive o cuidado de nos dias decretados de luto nacional reparar no panorama da nossa cidade. E, vê-se de tudo, o que significa que não existe nem o cuidado nem o respeito que este Simbolo Nacional nos deve merecer. Bandeiras com um aspecto envelhecido, rotas, mal colocadas, etc.
Diz a Lei que a Bandeira Nacional, como símbolo da Pátria, representa a soberania da Nação e a independência, a unidade e a integridade de Portugal, devendo ser respeitada por todos os cidadãos, sob pena de sujeição à cominação prevista na lei penal e será hasteada em edifícios de carácter civil ou militar, qualificados como monumentos nacionais, e nos demais edifícios públicos ou instalações onde funcionem serviços da administração central, regional e local e da administração das regiões autónomas, bem como nas sedes dos institutos públicos e das empresas públicas.
A Bandeira Nacional poderá também ser hasteada pelos institutos públicos e empresas públicas, fora dos locais da respectiva sede, bem como por instituições privadas ou pessoas singulares, desde que sejam respeitados os procedimentos legais e protocolares em vigor.
Quando a Bandeira Nacional permanecer hasteada durante a noite, deverá, sempre que possível, ser iluminada por meio de projectores.
Sempre que a Bandeira Nacional seja colocada a meia haste, qualquer outra bandeira que com ela seja desfraldada será hasteada da mesma forma.
A Bandeira Nacional, quando desfraldada com outras bandeiras, portuguesas ou estrangeiras, ocupará sempre o lugar de honra, de acordo com as normas protocolares em vigor, devendo observar-se, designadamente:
a) Havendo dois mastros, o do lado direito de quem está voltado para o exterior será reservado à Bandeira Nacional;
b) Havendo três mastros, a Bandeira Nacional ocupará o do centro;
c) Havendo mais de três mastros:
Se colocados em edifício, a Bandeira Nacional ocupará o do centro, se forem em número ímpar, ou o primeiro à direita do ponto central em relação aos mastros, se forem em número par;
Em todos os outros casos, a Bandeira Nacional ocupará o primeiro da direita, ficando todas as restantes à sua esquerda;
d) Quando os mastros forem de alturas diferentes, a Bandeira Nacional ocupará sempre o mastro mais alto, que deverá ser colocado por forma a respeitar as regras definidas nas alíneas anteriores;
A Bandeira Nacional, quando desfraldada com outras bandeiras, não poderá ter dimensões inferiores às destas.
Atentos a estas normas, dêm uma volta pela cidade e pasmem!...

Mas à noite a cidade é essspéctacular!

Eles andam por aí...

Hoje as Rádios locais davam conta que o Governador Civil de Viseu Acácio Pinto, já nomeou o seu chefe de gabinete e a sua secretária. São eles Alcidio Faustino e Mónica Pinto. Alcidio Faustino tem 42 anos, é licenciado em Português/Inglês com mestrado em Linguística, é professor na escola EB 2/3 de São Pedro do Sul e já foi coordenador do CAE Viseu. O novo chefe de gabinete do Governo Civil de Viseu, vê esta nomeação “com grande honra uma vez que conhece Acácio Pinto há muitos anos”. Alcidio Faustino falou ainda da nova secretária do Governador Civil, Mónica Pinto.
Não seria mais importante darem a noticia de que os jurássicos reformados que por lá acumulam cargos e ordenados deviam ser substituidos por jovens competentes e necessitados? Ora, perante tão aparvalhada noticia, só possivel nesta parvónia, pergunto eu: E do gato e do periquito não disse nada, nem uma palavrinha?

Assim não vamos lá

Antes do fim de semana anunciava-se na cidade que a claque do Académico de Viseu, Brigada Negra, queria levar no próximo domingo muitos adeptos até à região da Bairrada, de modo a que a equipa sinta o apoio num jogo que é decisivo para a fiormação orientada por Rui Bento. Assim, os adeptos que se quisessem deslocar até Oliveira do Bairro tinham um autocarro ao dispor para apoiar o Académico. Os preços eram de 12 euros para não socios e 8 euros para socios da Claque ou que para quem possuisse cartão jovem. “Todos somos poucos para apoiar o Académico neste jogo decisivo para a tão desejada subida de divisão” é a mensagem que deixavam bem vincada! Resultado: O Académico é tão vivido e sentido pelos viseenses que nem o autocarro chegou a partir por falta de inscritos em número que justificasse o transporte. Perceberam? Numa cidade destas e não houve 50 adeptos a apoiar o Clube. Querem ir assim para voos mais altos?

Cantas bem, mas...

DRegional na primeira página diz que "os espaços verdes têm sido uma aposta forte da Câmara Municipal de Viseu que deseja dar mais qualidade de vida aos seus munícipes, por isso são raros os loteamentos construídos na cidade que não contam com jardins e espaços de lazer." Digo eu, grande azar teve o pessoal do meu bairro. Temos giestas, silvas e outros elementos decorativos no lugar do tal espaço (projectado, claro mas nunca realizado e nem sequer fiscalizado!)... Ah, convêm dizer que moro na periferia da cidade!