07/05/2005

Mexam-se... ou abafam

O desafio está aí à porta... A invasão está preparada mas os comerciantes também não podem ficar à espera que "os clientes lhe aterrem à porta"! Há que arregaçar as mangas e ir à luta. A julgar pelo site continua tudo muito parado (http://www.acsdv.pt).

Nem uma agulha bulia..

Somos nós que fazemos o nosso destino!

Segundo a TSF a provedora da SCML afirmou que «a Misericórdia já está a pôr idosos em lares sem alvará»! O secretário de Estado da Segurança Social, Pedro Marques, exigiu ao Instituto de Segurança Social que dê de imediato início «a uma averiguação que permita confirmar a natureza deste procedimento».
Já agora, aproveitem para dar uma volta pelo nosso burgo e verifiquem na SCM e noutras IPSS quantas funcionam de acordo com a legislação em proveito dos nossos idosos! Vejam e digam-nos:
- Quantos têm alvará? Não têm dívidas às Finanças e à Segurança Social? E estatutos? E horário de trabalho? E livro de actas? E orçamento anual e plano de actividades? E Plano de Saúde e Segurança e Higiene no Trabalho? E os quadros de pessoal estão de acordo com a lei? E regulamento interno? Quantos têm contratos de serviços na relação com os utentes? E livro de reclamações e sugestões?
Ainda aqui há tempos os jornais locais davam conta de um idoso que morreu num lar da SCM de Viseu por ter caido duma varanda, imaginem! Alguém averiguou a razão? Houve responsabilidade imputadas a alguém?
Com as estatisticas a pesar e que dão conta que hoje há mais idosos que jovens este aspecto social assumiu perspectivas de comércio. Os velhos são negócio, hoje! E, todos caminhamos para lá...

Á distância dum clique

Alguém me explica porque, de repente, aparece tanta gente a visitar-nos no estrangeiro? Venezuela, Peru, México, Chile, Argentina, Estados Unidos estão cá sempre e são bem-vindos! E, se forem portugueses então bem hajam pela companhia...

06/05/2005

Viseu, Cidade de Viriato

Nesta região das Beiras do Portugal interior, arcaico e profundo; nesta historica, progressiva e acolhedora cidade de Viseu, nimbada com a auréola de Viriato ("Viaraço"), mitico herói consagrador da ideia de "Lusitanidade" ("Libertador da antiga Lusitânia"; "o meu nome de ibero é Viriato"), senhor de um invulgar autodominio e frugalidade e de um desprendido despojamento dos bens terrenos, dotado de rara destreza, valentia e sagacidade ("muy ligeyro, muy valente e muy ardido") e de um apurado e quase sacral sentido demótico da escuta e da justiça e de um incarcerável impulso para a liberdade e a independência, de uma indomável capacidade de sofrer, resistir e lutar contra o poder imperial de Roma ("o Pastor (...), cuja fama ninguém virá que dome / Pois a grande Roma não se atreve"; "destro na lança mais que no cajado / (...) vencedor, invencibil, afamado"; "desperto nunca foi vencido"), em suma, incomparável protagonista da ousada assunção de uma identidade cultural e de um destino colectivo a cumprir ("Podemos vir a ser amigos de Roma; mas temos o direito de não querer ser romanos")...; nesta secular cidade-fortaleza, bem pode captar-se a fundura, telúrica, vital e antrópica, de um autonómico e universalista sentido épico, inspirador e arquitectador da história de cada um dos Povos que integram a nossa planetária Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: no sangue e na alma das nossas gentes, desde as suas raízes e abismos seminais, circula, incontornável, o "ADN arquetípico" de Viriato: no Ipiranga, em Luanda, no Maputo ou em Baucau... como nos Montes Hermínios...
Aqui, pois, nesta sua lendária cava, pode-se vir partilhar, na mesma "pátria da língua", a procura de um renovado e global alento, através da redescoberta dos fluxos míticos primigénios e das tonificantes energias, sinergias e afectos indispensáveis à realização dos sonhos e projectos, imprescindíveis à poética instauração de esperanças e utopias...
Fernando Paulo Baptista (27Out03)

A morte de Viriato

O consumismo está a chegar

Ai está o que se adivinhava. O Jornal do Centro deste fim de semana anuncia que a cidade de Viseu se prepara para receber uma série de superfícies e centros comerciais que perspectivam uma nova era no comércio da urbe e, por extensão, da região. Em Setembro é inaugurado o Forum Viseu e do actual Palácio do Gelo resultará uma superfície duplicada quando terminarem as obras em curso além do AKI, um Retail Park em Fragosela o E.Leclerc entre Coimbrões e Cabanões, a caminho do parque industrial, para a circular Norte, está prevista a construção do Staple Office Center e antes do final do ano, um centro comercial junto às instalações da Soima, no Viso o "Multiusos Soima".
Para Fernando Ruas, Viseu não está perante uma "avalanche" de grandes superfícies comerciais e há espaço para todas. O autarca lembra que o concelho tinha um "défice grande" em relação a outros centros urbanos uma vez que são os tempos modernos que assim o exigem considerando mesmo "não haver concorrência ao comércio tradicional", por permitirem a "vinda de mais pessoas". Será?

Na GAMVIS

Diz o DE que as Câmaras de Gouveia e Tondela já esgotaram a sua capacidade de recurso ao crédito. O endividamento destas autarquias é um facto e prova de que a politica também tem que ser gestão rigorosa dos recursos senão, paga-se caro a festa... e a única vantagem de lembrar o passado é a de retirar lições para o que não se deve fazer no futuro!

Contentamo-nos com pouco...

A noticia que o DRegional publica sobre a sinistralidade no distrito confirma a minha triste opinião sobre o trabalho de quem tem responsabilidade nesta área. Que medidas são tomadas para reduzir a sinistralidade? Quantas campanhas foram realizadas no distrito? Nada... é apenas a mera estatistica de duvidosa precisão e pior análise. E, no fim do ano a miséria é a mesma.
Nove mortos em mais de mil e trezentos acidentes é o balanço dos primeiros três meses de sinistralidade da região de Viseu. De acordo com os dados disponibilizados pela Comissão Distrital de Segurança Rodoviária, às nove vítimas mortais há a acrescentar ainda mais 28 feridos graves e 384 feridos ligeiros. Comparativamente com o trimestre homólogo do ano anterior, verificou-se uma diminuição dos acidentes, bem como um decréscimo do número de mortos que passou de 14 para nove. Que felicidade a nossa!

A ler

Interessante a ideia que o Alexandre A Pinto lança na sua crónica do Jornal do Centro.
"A criação de um Fórum de Cidadania poderia ser um caminho eficaz e muito útil nesse sentido. Estimularia a participação e seria um lugar onde as ideias, pequenas e grandes, para a cidade e para o concelho, poderiam ser debatidas entre os sujeitos sociais, a começar pelos cidadãos na primeira pessoa." Boa ideia para Viseu! Eu apoio!

05/05/2005

Na nossa Santa ... terrinha


Se passarem por aqui reparem nas antenas do prédio...

Dias ou anos?

Sinais dos tempos...

Não há vida sem água

A água é um bem precioso indispensável a todas as actividades. O homem depende casa vez mais desse bem, a água, que a natureza põe à sua disposição. Contudo…Os recursos de água doce não são inesgotáveis.É necessário preservá-los e, se possível, aumentá-los. Com o crescimento da população, a melhoria dos seus hábitos de higiene para uma melhor saúde e também com o desenvolvimento agrícola e industrial é cada vez mais difícil satisfazer as necessidades crescentes que o homem tem de água. É preciso, portanto, aprender a considerar que a água é um património comum cujo valor deve ser reconhecido por todos. Cada um de nós, nestes tempos de seca que correm tem o dever de a economizar e da utilizar com cuidado. Cada um é responsável perante os outros pelo uso que faz da água. Desperdiçá-la é abusar de um património natural que é de todos!
Tenho visto aí pela cidade sistemas de rega a deitar água para fora dos jardins a regar a estrada... Até doi a alma! E, não deveria ser aproveitada a água das ETAR como se faz noutras cidades para este efeito?

04/05/2005

E esta?

A revista da mulher de verdade?

Erros antigos...

O "nosso" ministro viseense fez contas e chegou à conclusão que não há dinheiro para construir todos os Hospitais previstos. Não admira! Era preciso tantos estádios para o Euro 2004? A resposta parece fácil...

Vale a pena perguntar

Já aqui perguntámos por eles mas agora parece que os mini-autocarros eléctricos (os Gulliver), que são três, chegam de Itália em Junho e orçaram em 120 mil euros.

Viseu tem que se abrir ao mundo

O tecido empresarial da região de Viseu tem que pensar em termos globais e estar preparado para as «ameaças que pairam no ar e que estão a chegar com toda a força». O conselho foi ontem deixado pelo presidente da Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV), Luís Paiva, durante a apresentação do estudo “A região da Grande Área Metropolitana de Viseu no contexto da globalização - impacte e estratégia para a acção”. Luís Paiva disse ainda não ter ficado surpreendido com as conclusões do estudo e admitiu a «fragilidade de algum tecido empresarial da região», constituído em 92 por cento por pequenas e médias empresas e que representa apenas 2,2 por cento das exportações, sobretudo dos sectores das madeiras, metalomecânica e componentes do sector automóvel.
A criação de uma escola vocacionada para a formação de empresários e gestores superiores de empresas é uma das medidas defendidas no estudo. Outra das ideias que constam do estudo é a criação de um Centro de Transferência de Tecnologia e Inovação. «Seria importante ter instituições que produzissem conhecimento e o transmitissem para o tecido produtivo.
A criação de um Clube de Empresários, de um centro de congressos e de um Centro Europeu de Competências dedicado ao termalismo e aos estudos vitivinícolas são outras propostas do estudo, que será entregue à Junta Metropolitana da Grande Área Metropolitana de Viseu e aos participantes do II Congresso Empresarial da Região de Viseu, que se realizará a 2 de Junho.

03/05/2005

Linda esta cidade nossa

Sempre bonita...

Bombástico

A Praça 2 de Maio é o Casal Ventoso de Viseu!
Fausto Figueiredo in DRegional de Viseu

Sinistralidade na blogosfera

O João Miranda no Blasfémias (http://ablasfemia.blogspot.com/) publica as leis de Murphy da sinistralidade, assunto tão em voga agora com o PR na estrada. Ora leiam:

Sinistralidade rodoviária I
Porque haveriam de temer as multas aqueles que não temem a morte?


Sinistralidade Rodoviária II
Um dia, feitas as contas, alguém ainda vai descobrir que em Portugal a probabilidade de um automobilista ter um acidente é maior que a probabilidade de ser fiscalizado pelas autoridades.

Sinistralidade Rodoviária III
Quanto maiores forem as multas mais impopular será cada fiscalização. Quanto mais impopular for cada fiscalização mais tolerantes serão os polícias.

Sinistralidade Rodoviária IV

Se o valor médio das multas for de 100 contos e a probabilidade de um condutor ser fiscalizado for zero, cada condutor pagará em média zero contos de multa.Se o valor médio das multas for de 200 contos e a probabilidade de um condutor ser fiscalizado for zero, cada condutor pagará em média zero contos de multa.

Sinistralidade Rodoviária V
Se as multas aumentam, os incentivos para a corrupção aumentam.

Sinistralidade Rodoviária VI
Quando as leis são injustas, ninguém as cumpre.

Sinistralidade Rodoviária VII
O factor que mais influencia a sinistralidade rodoviária é o nível de vida de uma sociedade. Por uma lado, os pobres estão dispostos a correr mais riscos que os ricos. E por outro, a segurança é cara, muito cara.

Sinistralidade Rodoviária VIII
Não são as leis que produzem civismo, o civismo é que produz boas leis.

Sinistralidade Rodoviária IX
Coisas que induzem ao aumento da sinistralidade rodoviária:
- Estradas mal sinalizadas;
- Estradas mal construídas e pior conservadas;
- Excesso de carros adquiridos em 2ª, 3ª e 4ª mão;
- Peso excessivo do IA nos veículos novos;
- Cartas de condução obtidas por quem não sabe conduzir;
- Inexistência de estacionamento nas grandes cidades;
- Péssimas condições de acesso às grandes cidades;
- Legisladores maximalistas em países terceiro-mundistas.

Sinistralidade Rodoviária X
A sinistralidade rodoviária, medida em acidentes por quilómetro percorrido, tem vindo a diminuir nos últimos anos. As razões são puramente económicas. Melhoraram os carros, melhoraram os sistemas de segurança dos carros, melhoraram as estradas e as pessoas passaram a dar mais valor pela própria vida. Mas nada impedirá os políticos de interpretarem a redução do número de acidentes por quilómetro percorrido como um resultado das campanhas de sensibilização e dos sucessivos aumentos das multas.

Mais uma novela

Diz o DRegional que "o presidente da Grande Área Metropolitana de Viseu (GAMVIS) quer saber qual é a posição do Governo relativamente a estas novas unidades territoriais. O anúncio foi ontem feito durante a realização da primeira reunião dos órgãos da GAMVIS – Junta e Assembleia, na qual Álvaro Amaro sugeriu para que não fossem votados os pontos da ordem de trabalho, enquanto não haja um esclarecimento por parte do Governo. Álvaro Amaro justificou a decisão com o facto de o programa do Governo e notícias vindas a público sobre o futuro das grandes áreas metropolitanas, comunidades urbanas e comunidades intermunicipais criadas pelo executivo anterior terem deixado os 21 autarcas da região preocupados. Segundo o secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, o Governo socialista não pretende regulamentar a lei que instituiu estas entidades territoriais (para as quais nunca foram transferidas competências), considerando-as como quaisquer associações de municípios." Para quem assistiu ao debate entre Jorge Coelho e Dias Loureiro no Teatro Viriato sobre este tema das áreas metropolitanas não estranha que este assunto tome este caminho. Vamos esperar pelos próximos capítulos...

02/05/2005

É viseense, claro!

De acordo com o “Correio da Manhã”, o Governo vai criar, a Autoridade Nacional para os Fogos Florestais. A entidade deverá cessar funções em Outubro, visando a elaboração de um relatório sobre o sistema nacional de combate a incêndios que deverá servir para a reformulação da Lei de Bases e Lei Orgânica do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC).
E, já se sabe quem é o Presidente. Trata-se dum viseense (embora nascido no concelho de Gouveia), o Ten General António Ferreira do Amaral, militar com um extraordinário curriculo, dotado de invulgar capacidade de trabalho, muito profissional e competente, com enorme ponderação e bom senso e conhecedor do emprego operacional de forças militares e civis pelo que é de esperar um bom desempenho deste ilustre beirão. A bem do nosso País e das nossas florestas desejo-lhe a maior sorte do mundo nesta nobre e dificil missão!

Novos virus

Recebi agora um alerta para a descoberta de um novo site, que aproveita um engano de escrita no acesso so site Google para enviar até computador pessoal vários programas do género cavalo de tróia e software espiões. Caso o cibernauta digite, por engano, o endereço www.googkle.com na barra de endereços do navegador acabará por aceder a um site pirata, que infecta os sistemas do Windows com vírus de vários tipos. Um amigo meu teve que formatar a máquina. Fica aqui o aviso!

Nuvens negras

O VM do Causa Nossa (http://causa-nossa.blogspot.com/) faz-nos o enterro em dois posts (ou postas?). Primeiro diz que a GAMVIS tem os dias contados e de seguida afirma que não teremos Universidade Pública. Ora leiam o que VM escreve no blog: "O Governo anunciou que as entidades territoriais intermunicipais (áreas metropolitanas, comunidades urbanas, etc.) criadas ao abrigo da chamada "reforma Relvas" no 1º Governo PSD-CDS serão consideradas como simples associações de municípios, ficando portanto limitadas a exercer em comum as atribuições que lhes sejam delegadas pelos municípios nelas integrados. Isso quer dizer que não terão atribuições próprias, transferidas pelo Estado, nem financiamento estadual autónomo.Trata-se obviamente da morte da aludida reforma, tornando-se muito problemática a sobrevivência daquelas entidades."
Quanto à Universidade afirma que "Portugal tem universidades a mais, muitas com capacidades subaproveitadas. E se o Estado não pode impedir a criação de universidades privadas (o que é aliás pouco provável, dada a diminuição da procura e as dificuldades financeiras da maior parte delas), já pode e deve parar a criação de novas universidades públicas, até porque tem de as pagar. Basta isso para justificar inteiramente a decisão de Mariano Gago de não dar andamento à abstrusa ideia de criar uma Universidade em Viseu, que o Governo anterior demagogicamente tinha prometido. Face à habitual movimentação unanimista dos interesses locais (incluindo os deputados do PS) só há que esperar pela necessária firmeza governamental."
E, eu a julgar que os tempos eram de Sol mas afinal há muita nuvem negra no céu...

Contra a corrente

Enquanto o Secretário de Estado do Comércio, Fernando Serrasqueiro, anuncia que “o próximo programa de modernização do sector, o Urbcom, será dirigido aos centros históricos” na nossa cidade investe-se em grandes superficies comerciais na periferia. Disse ainda este responsável governamental no passado fim de semana em Braga que “O Urbcom do 4.º Quadro Comunitário de Apoio vai ajudar o comércio de proximidade e as zonas históricas, porque cumpre, nessas áreas, não só uma tarefa económica, mas também funções de segurança, de apoio ao turismo e de natureza social”. Por cá, se não deitarem mão a uma politica de salvagurada do comércio tradicional que vai ser da Rua Direita? Haverá espaço para Fóruns, Intermarchés, Corte Inglês e outros monstros do género? A ver vamos! Para já, parece que vamos em sentido contrário...

01/05/2005

Não se esqueçam hoje dela!

Mãe poesia
Num poema de versos de amor
Mãe sintonia
Das palavras com doce sabor.
Mãe carinhosa
És suave e sorris sem mentires.
Mãe generosa
Tu dás tudo sem nada exigires.
Mãe com candura
O meu rosto em teu peito descansa.
Mãe só ternura
E afecto me deste em criança.
Mãe mãe infinda
Serás sempre por mim muito amada.
Mãe rosa linda
Num jardim a mais delicada.
Mãe minha aurora
És a jóia mais bela que existe.
Mãe protectora
Só tu sabes quando eu estou triste.
Mãe alegria
Tu és vida e esperança sem fim,
Mãe que bom seria
Ter-te sempre juntinho a mim!...
Euclides Cavaco

Mãe, palavra linda esta...

Por cá é sempre a somar...

O país real voltou em força. Discutem-se apitos. Lançam-se suspeitas. Voltámos à porcaria de sempre. Até já estranhava...
Entretanto, diz o Público que morreram 1135 pessoas nas estradas portuguesas em 2004, o que representa um decréscimo de 16,3 por cento (menos 221 mortos) face ao ano anterior, segundo os dados mais recentes divulgados pela Direcção-Geral de Viação (DGV). É neste contexto, e um mês depois da entrada em vigor do Código da Estrada, que o Presidente da República inicia hoje uma semana temática sobre sinistralidade rodoviária. E, por cá o que se faz para reduzir estes números?