10/09/2005

Sentimentos

Hoje estou assim... apreensivo!

E, logo como estarei?

Tudo boa gente

O combate à fraude fiscal é hoje uma mera ilusão. Fugir aos impostos é hoje mais rentável do que ser eficiente na actividade que se pratica. A base para a nossa economia tem de ser baseada em Justiça e Eficiência e o sistema que temos actualmente não nos permite nenhuma delas. Por exemplo, na nossa Feira de S. Mateus este problema dos impostos até seria cómico se não fosse trágico. Ora vejam:
- Faz favor, a conta?
- Aqui tem... são 49 euros!
- Obrigado, mas não pode ficar com o talão!
- Não posso? Então, passa-me uma factura, se faz favor?
Este é um extracto da minha conversa entre um "empregado de mesa" dum dos restaurantes presentes naquele evento. O resultado foi ter obtido uma factura cujo discriminativo dizia jantares 49 euros, sem qualquer referência a subtotal e pior ainda ao IVA aplicado! Sabem com que ideia fiquei? Que o empregado faz ali uns biscates, é familiar ou conhecido do dono, não tem qualquer formação ou experiência na matéria mas safa-se bem a transportar umas travessas e nem precisa que o "patrão" faça qualquer desconto para a Segurança Social, ou seja, somos todos amigos e tudo boa gente. Fiquei com a ideia que o "dono" está preocupado em rentabilizar o investimento ali feito e portanto tudo aquilo funciona na esperança que não haja controlo, fiscalização ou alguém a pedir recibos, ou seja é tudo gente boa. Já nem falo das questões de higiene porque não se vê, ainda bem, o que se passa nas cozinhas. Ainda assim, não culpo quem trabalha, fazem pela vida com súor... e por isso, a factura obtida apenas fará parte das minhas memórias, mas quem permite que estas coisas funcionem assim? Quem autoriza e quem fiscaliza? Sei lá, é tudo malta amiga, é o que vale!

Ainda dá molho!

Por aqui as coisas andam assanhadas...

D. Sebastião

A confirmação do "enterro" que estava a ser preparado para o moribundo CAF está hoje aqui e ali. Entretanto nem sei como qualificar a solução entretanto encontrada, na falta de expressão feliz que me venha à memória. O fenómeno do associativismo é um dos mais enigmáticos mas ao mesmo tempo dos mais apaixonantes temas do viver humano em sociedade e consequentemente um fenómeno social digno de atenção e de estudo. Aliás, o fenómeno associativo é um dos corolários fundamentais do homem como animal social. Partilhar um objectivo comum, através da realização de uma junção de meios e de pessoas é algo que distingue o homem como ser egoísta e solitário do homem solidário que todos nós deveríamos ser. Onde existe o homem existe um ser social, como aliás o refere Edgar Morim "quando aparece o sapiens, o homem já é socius, faber, loquens". O fenómeno associativo tem que ser encarado como um espaço de cidadania onde homens e mulheres se juntam com objectivos definidos, um espaço de liberdade e até mesmo se possível sem fins lucrativos; não pode nem deve ser um espaço de emprego, de promoção individual, de trapolim político. É antes, deverá ser, uma forma de escape à rotina ou ao seu aviltamento, um espaço do que de mais característico há de humano: um lugar de projectos, de experiências, de ludicidade e de conhecimento, e também de solidariedade. A realidade urbana das gentes e da cidade de Viseu tem, na minha óptica, muito de proximidade fisica mas pouco de vivência e realidades comuns com as gentes de Farminhão e desta forma, julgo que me vez de se galvanizar um Clube se misturarão vontades, desejos e expressões diferentes que, no futuro, conduzirão à descaracterização das duas instituições. E, porquê Farminhão? Que culpa terá Farminhão no percurso sinuoso do CAF? Porque não o protoloco com o Viseu e Benfica, por exemplo? E, porque não, como ditaria a lógica, uma instituição de novo registo, com os mesmos activos e com o mesmo referencial que, nos anos de êxito guiou o CAF? Há muito nevoeiro em tudo isto... e o "D. Sebastião" foi preso!

Nuvens negras

Uma ave deve voar, mesmo que no céu apareçam umas nuvens negras... ou os abutres!

Reza, mas não deixes de remar para a margem.

Sinais dos tempos

O desinteresse, para não usar expressão mais acertada, que os símbolos nacionais nos merecem espalham-se por aí. Bandeiras rotas e mal colocadas encontram-se a cada esquina e deviam merecer-nos mais respeito. Esta é na zona de Coimbrões, na industrial, sim mas ali de industrial há pouco. Tenho para mim, pese a minha humilde opinião, que uma zona industrial deve ter um aspecto moderno, organizado, funcional, com expressão de empresas produtivas mas ao passar por ali reparo que a maior parte das empresas ali instaladas prestam é serviços e há mais zonas abandonadas com lixo que empresas a produzir. Daí, não me admirar que uma empresa tenha as bandeiras neste estado... "Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros, é a única," dizia Albert Schweitzer. Por aqui e por aí, os exemplos não são grande coisa, infelizmente!

Experimente andar na rua com a camisa rota, fica bem?

09/09/2005

Na mó de baixo

A Constituição Portuguesa consigna o direito de todos os cidadãos a “tomar parte na vida política e na direcção dos assuntos públicos do país”. O artigo 9º alínea h) afirma a promoção da igualdade entre as mulheres e os homens como uma tarefa fundamental do Estado, e o artigo 109º estabelece que a participação directa e activa dos homens e das mulheres na vida política é condição e instrumento fundamental de consolidação do sistema democrático e que a lei deve promover a igualdade no exercício dos direitos cívicos e políticos e a não discriminação em função do sexo no acesso aos postos políticos. Por último, importa ainda recordar que também o artigo 59º, nº 1 alínea b) reconhece o direito à conciliação da actividade profissional e familiar sem distinção de sexo.
Deve ser por isto que nas próximas eleições vamos ter as listas cheias de jovens e de mulheres. É certo que factores de vária ordem concorrem para que exista uma sub-representação de jovens e em especial de mulheres nas listas do poder: históricos, culturais, sócio-económicos, bem como a imagem das mulheres nos media, a utilização de linguagem sexista; mas também factores políticos, tais como os critérios e os processos de selecção dentro dos partidos políticos, que utilizam valores maioritariamente masculinos. E, por cá, como será a representação destes universos? Deixem que vos deixe aqui um número... nem chega aos 5%. Apostam ou não?

A bomba rebentou

A notícia do dia no mundo do desporto envolve, mais uma vez o CAF. O "salvador do Clube" não teve tempo de apresentar o "seu projecto farminhónico". Querem saber porquê? Ora vejam aqui e nem vale a pena comentar mais nada. Todo este processo que conduziu o CAF a isto é simplesmente vergonhoso e vamos aguardar pelas cenas do próximo capítulo!

Curtas do dia

A boa organização continua por aqui. E, se não chegarem arranjam-se mais aqui, ok? E, são bem precisos porque com o aproximar das eleições vamos ter muitos figurões por aí. Alguns já estão aqui... para dar um empurrão! Vejam lá é para onde nos empurram...!

08/09/2005

Lisboa é um mundo, o resto... pois!

Gostava de ter visto as torres a estourar mas o trabalho obriga, e... dignifica, logo, primeiro a obrigação, depois a devoção. Só não percebo como o PM teve tempo para ir ver aquilo com o Belmiro. Coisas da(e) capital, por certo! A assistir embasbacados, 300 VIP´s ou na versão mais popular ICC´s e ainda por cima enganaram o "home", quando caregou no botão já era! E, depois os parolos somos nós! Ah, mas aquilo afinal vai passar a ser um local de turismo para o povo português...

A vê-los passar...

E por aqui, continuamos a ver passar os comboios. É pena pois, pese a minha modesta opinião esta seria de facto, um dos aspectos estruturantes e de fundamental importância para Viseu. Seria mais uma ligação ao Mundo...

Terminologia

Aqui o título está ligeiramente incompleto. Onde se lê está deve ler-se já era e no futuro com o Fórum ali será pior. O erro não será só no termo linguístico, querem apostar?

Sinais de vida

Afinal a GAMVIS ainda mexe. Já julgava que teria que mudar o endereço deste blog mas por aqui ainda se fala nalguma esperança ténue de vida. Pode ser que deixem crescer a criança. Será?

07/09/2005

Ir e voltar?

Por aqui a iniciativa fala em "ir e vir, de outro modo"... mas sendo feriado, está-se mesmo a ver o efeito.

E depois? Há algum problema?

E aqui a culpa é sempre dos outros... É o que vale! E, no meio de tudo isto, como somos nós que pagamos nunca ninguém é responsável. Por estas e por outras iguais é que lá descemos mais um lugar no ranking mundial do desenvolvimento!

Viseu Séc XXI

De quando em quando lá saímos nos jornais nacionais e, curiosamente pelas piores razões. Desta vez é um assunto mal cheiroso para não usar termo mais apropriado. Confira aqui mas tape o nariz!

06/09/2005

Umas perdem-se, outras não!

Esta tenho mesmo pena de perder, hoje em Belém... mas esta não me escapa. A Marisa é um estrondo mesmo, mas olhem que aqui também encontram uma voz de passarinho, e é produto regional!

Ah fadista, vais-me escapar!...

A não perder

Por estes dias e até dia 10 aconselho um passeio até Sernancelhe. António Chainho é um dos muitos aperitivos do 7º Concurso Internacional de Guitarra Clássica. Coisas boas, aqui bem perto!

Impressões

Tenho a impressão que esta semana a lagartagem ainda canta de galo. E deu-me a impressão de ver o Dias da Cunha a apoiar o Soares... E, digam-me, foi impressão minha ou o professor Marcelo este domingo voltou a fazer o número do perdigoto que já tinha feito na TVI? Este parecia-me dos pesados... mas tudo isto se calhar é impressão minha!

A propósito do "poder"

O poder torna as pessoas estúpidas e muito poder, torna-as estupidíssimas. (R. Kurz)

A partir do momento em que alguém se vê "rei", ele muda sua personalidade. Um cidadão qualquer quando sobe ao poder, altera seu comportamento. O seu olhar sobre os outros será diferente; admita ou não ele olhará "de cima" os seus "governados", os demais. E estar no poder, "dará um sentido interiormente diferente às suas paixões e à sua estupidez mesmo". Pelo simples facto de agora ser "rei", tudo deverá girar em função do que representa a realeza. Também os "governados" são levados pelas circunstâncias a vê-lo como o "rei do pedaço". Antes de ocupá-lo, o poder atrai e fascina; depois de ocupado tende a colar a alguns como se lhes fossem eterno. Aí está a diferença entre um Fidel Castro e um Nelson Mandela. O primeiro e a maioria dos ditadores pretendem se eternizar no poder, o segundo, mais sábio, toma-o como transitório, evitando ser possuído pelo próprio. Uma vez no poder, o sujeito precisará de máscaras e molduras de sobrevivência. A ausência de moldura ou o seu mau uso fará irromper a força pulsional do sujeito que anseia por mais e mais poder, podendo vir a tornar-se uma patologia psíquica. A história coleciona exemplos: Hitler, Stalin, Mobutu, Pol Pot, Idi Amim, etc.
O poder faz fronteira com a loucura. Não é sem motivo que muitos loucos se julgam Napoleão ou o Rei Luis XV. Parece que há algo de "loucura narcísica" nas pessoas que anseiam chegar ao poder político (presidente de uma cidade, estado ou país, ministro, membro do poder local), ou ao poder de uma instituição, empresa, departamento. O narcisismo de quem ocupa o poder, revela-se na auto-admiração (o amor a si e aos seus feitos), na recusa em aceitar o que vem dos outros e no gozo que ele extrai do poder.
Do ponto de vista psicológico, observa-se que o poder faz o ocupante perder a própria identidade pessoal e assumir outra, contornada pela "forma" do próprio poder. Os cargos executivos (presidente, governador, director, reitor, etc), tem uma forma própria, um lugar que marca uma certa diferença em quem a ocupa em relação aos cargos de segundo escalão (ministros, secretários disso e daquilo, chefes de gabinetes, assessores, etc).
As "pequenas autoridades" dos escalões inferiores - mas com algum poder - costumam ter atitudes mais protofascistas que as grandes. São mais propensas a "vender sua alma ao diabo" que as grandes para estar no poder.
Os cinco primeiros indicadores de mudanças que ocorrem com as pessoas que chegam ao poder são, no meu entender:
1) no modo de vestir: a gravata, o blazer que, antes eram utilizados em circunstâncias especiais, passam a ser usados quotidianamente, mesmo quando não é necessário utilizá-los. Se antes usava um cabelo comprido, despenteado, logo é orientado a cortá-lo, penteá-lo, pintá-lo, etc.
2) mudam as relações pessoais: os antigos companheiros poderão ser substituídos por novos, que o levem a sentir-se menos ameaçado. O sentimento persecutório de "ser mal visto", precisa ser evitado a qualquer preço por quem ocupa o poder.
3) altera o tratamento com o outro, e torna-se autoritário com seus subordinados; gritos e ameaças passam a ser seu estilo. Certa vez, perguntaram a Maquiavel se era melhor ser amado que temido? O autor de O Príncipe respondeu que "os dois mas se houver necessidade de escolha, é melhor ser temido do que amado".
4) mudam os antigos apoios e alianças. Aqueles que o apoiaram chegar ao poder, transformam-se em arquivos vivos dos seus defeitos. O poder leva a desidentificação com os antigos colegas de profissão.
5) resistência em fazer auto-crítica. Antes, vivia criticando tudo que era governo ou tudo que constituía como efeito de governo. Mas, logo que passa a ocupar o poder, revela "sua outra face", não suportando a mínima crítica. O poder torna-se cego e surdo à crítica.
O sujeito quando no poder protege-se da crítica reforçando pactos de auto-engano com seus colegas de partido. Reforçam a crença de que representam o Bem contra o Mal, recusam escutar o outro que lhe faz crítica e que poderia norteá-lo para corrigir seus erros e ajudar a superar suas contradições. Entrincheiram-se no grupo narcísico, o discurso político tornar-se-á dogmático, duro, tapado, e podemos até prever qual será o seu futuro se tomar o caminho de também eliminar os divergentes internos e fazer mais acções contra o povo, "em nome do povo".
Infelizmente assim é o poder: seduz, corrompe, decepciona e faz ponto cego e surdo nos seus ocupantes temporários.

Registos do dia

Olha, já temos coroa. Agora já só falta o rei! No entretanto aqui estão às escuras! E, pasme-se, chove! Cai na janela, meia envergonhada quase com medo de molhar o solo mas é chuva. Chove lá fora, e chove neste blogue, com contentamento...

05/09/2005

Novas leituras

Este também já me linkou. Sinal que a blogosfera vai mexendo! E, aqui também já há um link. A simpatia está retribuida nas bazookadas abaixo. Vão também passando por lá...

Verdade absoluta

Diz a alguém que existem 300 milhões de estrelas e ele acreditará… diz-lhe que a tinta ainda não está seca e ele terá que verificar com o dedo!

Prenda dum amigo

O AJ enviou-me esta... São memórias doutros tempos e doutras glórias!

Se tivesse mais 10 anos este ainda era candidato a PR também!

Viseu Digital ou Virtual?

A 20 Dez do ano passado, as noticias cá do burgo davam conta que o programa Viseu Digital ia desenvolver um projecto na área da prevenção e combate aos incêndios florestais, para ser testado no Verão de 2005, no âmbito de um protocolo assinado nesse mesmo dia com a Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF). O protocolo foi celebrado durante uma cerimónia que serviu para fazer o balanço do primeiro ano de trabalho do Viseu Digital, um projecto promovido pela Lusitânia - Agência de Desenvolvimento Regional, orçado em 12 milhões de euros. A presidente da Lusitânia, Marina Leitão, explicou que este projecto foi candidatado pela DGRF ao Programa Operacional de Sociedade de Informação (POSI), que encarregou o Viseu Digital de o conceber.
"Vamos definir uma área na região da Lusitânia, que é de alto risco, e desenvolver o projecto a partir de agora, para testá-lo na próxima época florestal", explicou aos jornalistas, acrescentando que caso os resultados sejam positivos este poderá ser aplicado em outros pontos do país. Segundo Marina Leitão, trata-se de colocar no terreno equipamentos que "vão levar informação às entidades envolvidas na prevenção florestal e que também têm que actuar caso haja incêndio". Será disponibilizada informação relacionada com a área geográfica, coberto vegetal, tipo de floresta, aceiros e caminhos, estado dos tanques de água. As torres de vigia terão equipamentos ligados às várias entidades e "vão ser escolhidas duas corporações de bombeiros que terão equipamento que lhes permitirá definir a rota correcta para que, caso haja incêndio, possam chegar lá pelos caminhos mais rápidos", explicou.
"O que hoje existe são meios humanos e aéreos, mas sabemos que esses não podem entrar lá dentro (do fogo). Este tipo de equipamento permitirá quase como que estar dentro do fogo e perceber como ele se vai desenvolver", frisou. E, quase um ano depois, uma vez que não dei conta de nada disto, é tempo de perguntar: Já descobriram como se propaga o fogo na região? A dúzia de milhares de euros não chegou? O número de fogos não foi suficiente para testar o projecto? O Verão ainda não chegou? Olhem, fica aqui uma dica: o fogo começa nas florestas da nossa região e propaga-se até às nossas almas! E a dor é maior quando se vê dinheiros públicos a serem queimados desta forma...
Nesse mesmo dia foi também apresentada a arquitectura de base do portal do Viseu Digital, nas suas dimensões regional e municipal, mostrando como é que os cidadãos de cada um dos 16 concelhos poderão futuramente aceder às suas potencialidades interactivas. Mariana Leitão explicou que se encontram já em cada concelho pessoas a dar formação sobre a forma como devem ser incluídos os conteúdos no portal de cada município. "Poderão pagar a água, fazer um requerimento, consultar um processo de obras. à medida que cada município for enchendo cada portal com o respectivo conteúdo começa a haver mais informação", referiu. Não acreditam? Ora cliquem aqui no link e boa viagem por este Viseu virtual... Então, emperrou a máquina? OOps...
Outro dos projectos emblemáticos do Viseu Digital é o Dão Digital, que pretende facilitar a comercialização do vinho daquela região e dar a conhecer internacionalmente todas as informações relacionadas com a sua produção e consumo. Segundo Marina Leitão, também no que respeita a esse projecto "já há condições para começar a introduzir os conteúdos". O Público de hoje também traz esta confirmação. Na edição do Centro em titulo diz: Dão Digital aguarda regulamentação... Safa, cada cavadela, cada minhoca!

04/09/2005

Bota post, vá...

Pessoal, descobri mais uma forma de comunicação blogosférica. Ali mais abaixo, depois dos links e antes das votações. Ora espreitem...

Não há dois sem três

E no espaço cibernético há novidades. Mais um político tem o seu site online e é preciso clicar na chave para entrar... O candidato liga aos detalhes, está visto!

Bombástico...

O Noticias da Região traz uma outra visão da Feira de S. Mateus. O link dá erro mas podem ler tudo aqui.

Léxicos

Infelizmente, existem léxicos na nossa "mater lingua" que começam a perder sentido. É assim com “o jardim à beira mar plantado”... Dêm uma volta por aí e vejam! Terra queimada é o que se encontra.