12/11/2005

É assim ou não?

A faculdade de se deixar corromper no sentido mais amplo do termo é uma particularidade da espécie humana em geral; mais ainda, as relações entre os homens só são possíveis porque somos todos corruptíveis em maior ou menor grau. Cada vez que dependemos do amor, da benevolência, da simpatia ou simplesmente da delicadeza, estamos já no fundo corrompidos, e o nosso juízo nunca é, por isso, verdadeiramente objectivo; (...) É apenas quando utilizamos conscientemente a corruptibilidade dos outros para nossa vantagem pessoal ou em detrimento de um terceiro, que ela é um mal, mas a falta é então mais nossa do que daquele cuja corruptibilidade nos beneficia.
Arthur Schnitzler, in 'Relações e Solidão'

Proposta para a estátua de Viriato


E tanto quanto me dizem, esta terá sido outra das propostas para a nossa estátua de Viriato. Se souberem quem foi o seu autor, deixem aqui o vosso contributo!

Onde está?


Esta imagem de Viriato foi uma das propostas para a estátua colocada em Viseu. Sabe onde se encontra? E o autor?

Vão assim as sondagens

Choque tecnológico


Oops... correu mal! Raios partam os computadores!

11/11/2005

Ganda boca...

Leio aqui com interesse este apelo à saúde dentária. E, as queixas parecem-me ajustadas. Diz o entrevistado, de quem faço questão de ser particular amigo e paciente, que "para os governos o País não tem boca"! De facto, como é sabido a preocupação de alguns politicos não tem sido com a boca mas sim com... pois, adiante! Depois, por este andar e pelas politicas que os governos duma e doutra cor têm seguido, daqui a pouco não precisaremos da boca para nada... a fome, a pobreza e a miséria social será a norma! Embora pela foto que acompanha a noticia se julgue estar perante o sacristão, de facto é mesmo um "dentista" esforçado nesta sua preocupação de alertar para os problemas de saúde oral e a quem deixo aqui o meu aplauso!

Será desta?

Quanto a isto, estamos de acordo! O enterro já foi há tanto tempo... e o mais incrivel é que a criança nem chegou a nascer!

Memórias de sabores

Já promovem os maravilhos vinhos do Dão aqui. Quanto às prometidas memórias de sabores "por decisão da Comissão Vitivinícola Regional do Dão, CVRD, o serviço proposto nesta página ficará disponível no próximo dia 2 de Dezembro, no âmbito do evento Vinhos e Sabores do Dão." Aguentem o apetite até lá!

Memórias do leitor AJ

“Groucho Marx – Memórias de Um Pinga-Amor” – Edição 117, de Setembro de 1987, Assírio & Alvim, Lisboa.
Versão traduzida por Wanda Ramos, com ilustrações de Leo Hershfield, da versão original de 1963 – “Memoirs of a Mangy Lover, By Groucho Marx”.

Cito do prefácio, “Prefaciar é Prevenir”, desta magnífica obra que é toda ela uma verdadeira jóia, incluindo as gravuras:

“Quem quer que compre este livro, acabará por lamentar o dinheiro gasto se tiver sido levado pelo título. Bem que gostaria de escrever um verdadeiro livro sobre sexo que os correios se recusassem a distribuir.”
Vejamos a capa do livro. Quem é a senhora tão bem vestida e bem penteada ?
Nasceu, em Marco de Canaveses, em 9 de Fevereiro de 1909 e faleceu, de ataque cardíaco, em 5 de Agosto de 1955, em Beverly Hills, L.A., Califórnia / E.U.A. Foi baptizada com o nome de Maria do Carmo Miranda da Cunha e antes de completar um ano de idade, a sua família, pais e os restantes irmãos (três irmãs e dois irmãos), emigraram para o Brasil.
Foi a sua sorte ! Cresceu no meio da vida boémia Carioca e aos seis anos, vendia gravatas e já cantava e encantava. Foi esta menina que se transformou na Carmen Miranda – a baixinha que usou sapatos plataforma muito altos e a quem enfeitaram os cabelos, com ananases e bananas. Tornou-se no maior sucesso no Brasil , em Hollywood e no Mundo. Tem a sua estrela no “Walk of Fame”, no Hollywood Boulevard, e foi uma verdadeira celebridade.
Quanto a Groucho (Julius Henry Marx – 1890/1977), sozinho ou com os seus irmãos , foi enorme e dele disse, outro judeu e humorista, Woddy Allen: “ Groucho Marx foi o melhor comediante que este país criou (…) Ele é único, do mesmo modo, como Picasso ou Stravinsky”.
As suas tiradas eram geniais, recordo aqui duas:
“Enviei um telegrama urgente ! Por favor aceitem a minha demissão. Não pretendo continuar a pertencer a um clube que me aceitou como sócio.”;
“Acho a televisão muito educativa. Cada vez que alguém liga o aparelho, eu vou para o quarto e leio um livro.”
A imagem pertence às fotos de produção do filme “Copacabana” – 1947, de Alfred E. Green. Neste filme Carmen Miranda interpretou um duplo papel, Carmen Novarro e Mademoiselle Fifi , duas cantoras: uma bomba sexual brasileira e uma francesa refinada. O seu Agente, Lionel Q. Deveraux, era o aldrabão que enganava o dono do Clube Copacabana e era representado pelo inimitável Groucho Marx.
O realizador Alfred E. Green (1889/1960) dirigiu 112 filmes, entre 1916 e 1955 e foi ainda actor e produtor. Dirigiu Bette Davis no filme “Dangerous” / “Mulher Perigosa” que deu a Bette Davis, o Oscar para a melhor actriz de 1935.

AJ

Lusitano valor

Eis aqui, quase cume da cabeça
Da Europa toda, o reino Lusitano,
Onde a terra e acaba; e o Mar começa,
E onde Phebo repousa no Oceano.

Esta é a ditosa Pátria minha amada,
Esta foi, Lusitânia...

Desta o Pastor nasceu, que no seu
Se vê que de homem forte os feitos teve;
Cuja fama ninguém virá que dome,
Pois a grande de Roma não se atreve.
(Cant. III, st. XX e XXII.)

10/11/2005

Só faltava esta!

Então, agora deu à senhora para fumar "daquilo que faz rir" ou foi copos a mais?

E, quanto menos se pensa mais se fala!

Pois a mim já nada disto me surpreende!

Quem anda à chuva...

Uma prostituta brasileira, que era muito requisitada pelos clientes porque aceitava praticar sexo sem preservativo, morreu infectada com o vírus da sida, em Viseu. As suas colegas de profissão afirmam que terá mantido relações nestas circunstâncias com um milhar de homens. O medo instalou-se no submundo da prostituição da região, diz o CManhã.
"Os homens aqui de Viseu são loucos. Querem sexo sem preservativo. Como quase só ela aceitava, todos a queriam”, adiantou uma colega da brasileira. E agora, as esposas e das namoradas, vão ser contaminadas, por causa da burrice e ignorância desses estupidos! Mais uma vez e sempre pelas piores razões o burgo é noticia nacional. Já é estigma! Mas, prostituição em Viseu? Então mas aquelas "jovens" à entrada dos principais acessos da cidade não são agentes do turismo local? Já estão por ali há tantos anos...

Por cá, chegou o frio meus amigos!

A neve começou a cair na serra da Estrela, prevendo-se que aumente de intensidade durante a noite! E, idosos morrem de frio mas o sistema de aquecimento central é artigo de luxo no nosso País. O IMI reflecte isso além de que no burgo a tabela é das mais pesadas!

O que nos Dão!

Leio aqui que o Portal Dão Digital, inteiramente dedicado ao vinho do Dão, vai ser lançado amanhã. Diz a noticia que "é um acesso que interessa à generalidade dos agentes económicos envolvidos, mas também aos consumidores. Há a destacar duas novidades originais, que são a Memória de Sabores e Câmara de Provadores. Será, assim, possível classificar um vinho e estabelecer a melhor relação entre o vinho e a gastronomia."
Junto com esta dicotomia que me parece interessante gostaria também de ver os "custos de oportunidade" disto, ou seja, quanto custou o projecto, quanto custa manter e quais as vantagens previsiveis deste investimento com dinheiros públicos. A julgar pela ideia vamos poder saber qual o Dão aconselhado para acompanhar um "marinado leitão", por exemplo mas certamente, que ficaremos sem saber quanto custou "o tacho" que aguenta este cozinhado lusitano. Há projectos no burgo que são verdadeiros "paraísos". Mesmo sabendo que o melhor vinho é o que nos Dão, vou esperar para ver, e clicar!

09/11/2005

Não tem nada a ver...

Mas, também gosto de ler isto... e falta-me este na colecção!

E... os tempos estão mais para isto que para outra coisa!

Sem a morte a vida seria um caos

O romance mostra como a agitação e alegria provocadas num país imaginário pela reforma da Morte se convertem logo a seguir num motivo de preocupação, pelo impacto político, económico, social e até religioso da nova situação. O escritor português avançou que o seu novo romance é "extremamente divertido" e que fala sobre a morte "e, portanto, um livro sobre a vida". "No dia seguinte ninguém morreu", assim começa a nova obra do Nobel português da Literatura de 1998. O acontecimento, a ausência de mortes de um dia para o outro, sonho milenar da Humanidade, como explicou José Saramago, converte-se repentinamente numa dor de cabeça para governantes e cidadãos. "Como o tempo não pararia, as pessoas envelheceriam e ficariam numa situação de velhice eterna", afirmou o escritor no lançamento da sua obra em Viseu. Saramago contraria o desejo da imortalidade. Com uma população envelhecida, o governo desse país imaginário não sabe como resolver o problema da Segurança Social, as pessoas deixam de saber o que fazer com uma existência imortal e até a fé cristã fica em xeque, pois sem morte não há ressurreição nem vida eterna, comentou José Saramago, durante a apresentação do romance. O escritor revelou que teve a ideia de escrever esta obra ao ler um livro que relatava a morte de um pessoa e começou a pensar no que aconteceria se os homens não morressem. "O ser humano alimentou sempre a esperança de conseguir a imortalidade, mas sem a Morte a Vida seria um caos", comentou. Com quase 83 anos, José Saramago disse que ele próprio se sente um pouco na eternidade, mas "felizmente em boas condições". "Quando nasci, a esperança de vida na minha aldeia era de 35 anos e dentro de três semanas faço 83 anos, por isso já me sinto um bocado a entrar na eternidade", gracejou.

José Saramago

Tempo bem gasto

Hoje as novidades são poucas. Gastei o tempo livre aqui na apresentação do novo livro do José Saramago.

A voz aos leitores

Em rigoroso exclusivo para o "Viseu Senhora da Beira". Prometo que se não houver coisa grave não volto a falar do Farminhão... até Sexta-Feira!
Para mim e para muitos outros da minha geração e de gerações anteriores o C.A.F., ou simplemesnte Académico, representa muito mais que uma equipa de futebol sénior a disputar um qualquer Campeonato ou Taça. O Académico teve a sua Sede na Avenida Emídio Navarro, onde fica agora parte do Centro Comercial do mesmo nome, durante quase 50 anos (1942 a 1989). Foi aí que ainda criança, há cerca de meio século, aprendi a gostar, admirar e respeitar a Associação, os seus directores, jogadores, atletas, técnicos e outros empregados. A Sede não era apenas o lugar para pagar as quotas. Era sobretudo um lugar de convívio, brincadeira e de aprendizagem. Tinha Salão de Festas, Bar, Salão de Jogos e uma Televisão, objecto raro e dispendioso, nos primeiros anos da RTP, finais dos anos 50 e inícios dos anos 60. Nas traseiras existia um quintal que foi transformado num Campo de Jogos, dotado de iluminação, que era utilizado para preparação das equipas, em vésperas de jogos de maior responsabilidade e mais tarde, nos anos 70, para a disputa de renhidos Torneios de Futebol de 5. Também participei em alguns deles e lembro-me que o campo de jogos tinha um piso bem duro... O "quintal" também servia para colocar as cordas e arames para secar os equipamentos. No Inverno e em dias chuvosos a roupa era estendida em cordas no Salão de Festas, porque o edifício já não aguentava bailaricos. Falando de brincadeiras. Uma delas e bem divertida, era exclusiva dos dias de Carnaval, especialmente na Terça-Feira... Consistia em prender uma mola da roupa com um fio, as molas eram de madeira e ainda hoje se fabricam, na aba do chapéu dos homens que circulavam no passeio e junto à porta do estabelecimento de venda de móveis - António das Águas, que ficava no rés do chão. Quando o cavalheiro se afastava um pouco e o moço que colocara a mola estava a salvo, a distância segura, o fio era puxado com força e o chapéu voava pelos ares! A malta ficava no terraço, jardim, do C.A.F. a ver o susto e espanto das "vítimas" e é claro a rir-se. Por vezes ao coisa dava para o torto e era preciso dar "às solas". O portão já velho e com ferrugem tinha sido previamente encostado para fazer demorar a "vítima" enraivecida e os degraus eram muitos e íngremes. A malta era ligeira e estava bem treinada por ter de constantemente fugir à Polícia, uma vez que jogar Futebol na Via Pública era proíbido e dava multa. Nunca fui apanhado, embora tivesse perdido várias bolas... de plástico!
AJ

Na caixa do correio


Não pedi a revista mas estava na caixa do correio e aqui fica a capa...

08/11/2005

Rua de S. Lázaro

Eu apoio este movimento de cidadãos preocupados!

Objectos


Mas que problema bicudo...

E, se juntassem esforços?

Enquanto aqui estão mais preocupados em criar fait-divers do costume, estes ali bem mais pragmáticos (ou com outras influências) garantem o futuro, mesmo à custa do dinheiro de todos! Não há mesmo meio de "encarrilharmos" esta cidade!

Era uma vez... funcionalismo público!

Quatro funcionários públicos chamados Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém. Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza que Alguém o faria. Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez. Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente. Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria. No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito. Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário para evitar todos estes problemas...

Recebida por email

07/11/2005

Quem come melhor?

É sabido que no Banco de Portugal abundam as mordomias mas o salário do Conselho de Administração era segredo até que os jornais (Independente entre outros) divulgaram que só o Governador recebe 280 000 € anuais, fora outras mordomias!
Consultando o congénere dos EUA, o Federal Reserve, o salário de
Alan Greenspan, Chairman é de $ 180 100 USD anuais fixados pelo Congresso, não por eles próprios! Ver aqui.
Ora convertendo temos: 149 771 €
Não posso! Então o homem que é escutado atentamente por todo o mundo financeiro, cuja decisão sobre as taxas de juro nos afecta a todos, ganha menos que outro de um país pobre, pequeno, periférico e que coitado só uma diminuta parcela desse território é que o ouve!
Já o meu pai me dizia que quem acaba por comer melhor, é sempre o cozinheiro...
Recebida por email via States

Descubra as diferenças

O AJ pede-me que descubra as diferenças aqui. E agora eu peço-vos que vejam qual é a diferença entre o jornalista desportivo aqui, o tal que devia escrever as noticias com total isenção e a bem da verdade desportiva, e o dirigente deste clube (clique aqui em www.gdfarminhao.com surpresa!)! A primeira questão do AJ é cómica, esta minha é patética, ou não será?

Já é central!

Dou conta no DR que o Hospital de S. Teotónio SA já está classificado como hospital central! Custou mas foi...
Portaria 1140/2005 de 07Nov

Quem tramou o Rabbit?

Gamada aqui.

A TV que temos

Hoje, distraído demorei-me mais tempo que o habitual zapping que o Herman me obriga aos domingos e foi só o tempo para o ouvir perguntar a uns quantos convidados se "no sossego do lar soltavam uns peidos ou traques". A coisa até pode soltar uns sorrisos mas convenhamos que é humor muito fácil e o Herman sabe fazer melhor, por isso, não perdi mais tempo com o programa e no sossego do meu lar decidi que o "próximo" que me sair é-lhe inteiramente dedicado! Ou dito doutra maneira, na letra do Pedro Mexia:
(...) Geralmente, o padrão tinha sido este toda a gente chocada com a decadência do humorista e o humorista olimpicamente ignorando as críticas, que atribuía a invejosos e frustrados. Para quem cresceu com Herman, o seu percurso descendente (nestes anos que leva o Herman SIC) é penoso. (...) Cantores pimba, socialites imbecis, meninas e meninos que se despem, malucos de manicómio explorados para gáudio da plateia, músicos e actores apoucados em entrevistas mal conduzidas e apartes grosseiros. Entre as pessoas que conheço, praticamente ninguém assiste ao programa. (...) Há muita coisa (expressões, entoações, pormenores) a que acho (achamos) graça por causa de Herman. E que repito (repetimos) nas conversas. (...) Mas percebi (percebemos) que Herman se cansou, que tinha demasiados triunfos e concorrência nenhuma, que preferiu conquistar públicos novos em vez de manter os que sempre teve. Que entrou em piloto automático e fez cedências desgraçadas. Agora que o próprio reconheceu isso, talvez perceba enfim que existe uma geração que o admirava e que esse sentimento não está morto mas apenas adormecido.

Se tiverem vagar, leiam...

Contos de Colarinho Branco de Paulo Morgado, Editora: Dom Quixote com Prefácio de Maria José Morgado e introdução de Sérgio Figueiredo.
Uma viagem ao mundo clandestino do crime económico. 28 divertidos e sarcásticos contos, com muitas mensagens subliminares pelo meio, frisando o rol de golpes clássicos que conduzem ao dinheiro fácil.

Hieróglifos?

E estes rabiscos? Que significam? E onde ficam, sabem? Uma dica, estão em Viseu

Pão ao gosto do freguês

Também há em tostas e cacete!

06/11/2005

Dos tempos que correm...

Um adepto do Glorioso chega a uma loja de material desportivo e depara-se com uma infinidade de camisolas de clubes de futebol. Só não via a do seu clube. Meio sem graça, pergunta ao vendedor:
- Quanto custa a camisola do Real Madrid?

- 50 €
- E a do Manchester?
- Essa custa 75 €
- E a do CAF?
- Oh meu amigo... Essa é a mais cara da loja por se tratar dum artigo em extinção, isso é já quase artigo museológico e custa 100 €.
Aí, o pobre arrisca:
- Você não tem aí a do Benfica?
- Tenho sim. Está do outro lado, na prateleira das liquidações e custa 9,50 €.
- Porra!!! Só 9,50 €!!!!!!
- É promoção para queima de stock, essas porcarias não se vendem...
- Então dê-me uma - estendendo uma nota de 10 €. O vendedor vai então à caixa registadora, coça a cabeça e meio atrapalhado pergunta:
- Desculpe, mas eu estou sem troco. Quer levar uma camisola do Sporting para completar os 10 €?

GAMVis, muita parra, pouca uva!

A GAMVis ocupa 5,2% do território nacional mas representa apenas 3,4% da população residente no país – densidade populacional da GAMVis mais baixa. Porém, a população com 65 ou mais anos de idade residente na GAMVis representa 4,2% dos portugueses deste mesmo grupo etário – população da GAMVis mais envelhecida.
Por outro lado, a GAMVis concentra 4% da população portuguesa com quatro anos de escolaridade e apenas 2,5% da população com um curso superior – população da GAMVis menos escolarizada.

A GAMVis representa 3,4% da população residente no país, 2,9% da População Economicamente Activa e apenas 2% do VAB nacional;
A GAMVis utiliza 6,6% da população economicamente activa e empregada no sector agrícola nacional e apenas 2,4% no sector dos serviços relacionados com a actividade económica;
Em 67% dos concelhos da GAMVis, onde reside cerca de 48% da população, têm um Poder de Compra per capita inferior a 60% do poder de compra médio nacional.

A produtividade da GAMVis é de cerca de 70% da média nacional, sendo a Agricultura o principal sector responsável por este atraso:
- Agricultura – 47% da produtividade do sector a nível nacional
- Indústria, energia, construção – 80% da produtividade do sector a nível nacional
- Serviços – 83% da produtividade do sector a nível nacional

Fonte AIRV

Até mete nojo!

Onde a vergonha morre nascem os expedientes vergonhosos!

Voto garantido

Porque é que ninguém a convidou para mandatária para a juventude?

Respeite-se o ambiente, por favor!

Isto é verdadeiramente escandaloso. É no Mondego, certamente no Dão e "naturalmente" no Pavia e noutros rios da região. Estamos a comprometer não só o nosso futuro mas também o das gerações vindouras. Pelas imagens a que de quando em quando assistimos na televisão já deviamos ter mais juízo!