10/12/2005

Para levar para o Mundial


Digam lá que não é bonita a nossa Bandeira?

Que é feito das castanhas da Rua Direita?


Quentes e boas... Que é feito da senhora?

Á espera...


Esperar... e nós em Viseu a vê-los passar!

Natal é tempo de... divisão!

O espírito de Natal vive-se por aqui. Nos Fóruns e companhia limitada os dias são de festa, certamente!

09/12/2005

Pedonalizar, Funicular e Gastar...

E, sobre isto aqui já em tempos fiz estas contas... Mas, pensando bem, também já investi no totoloto e euromilhões e os custos de oportunidade foram sempre miseráveis, próximos do zero. O dinheiro foi feito para ser gasto, não é?

Sabores de Viriato

O "V de Viseu e dos Viriatos" está a ser certificado. O resto vem aqui, relatado ou atrapalhado, como queiram... O sabor, e isso é que importa, bem esse, só provando, não dá para contar... é oiro lusitano!

Rico aspecto, hem?

A bossa de Viseu

Afinal, só em Janeiro o Tribunal de Viseu decide sobre sobre a providência cautelar interposta, em Setembro, pela Associação de Cidadãos Automobilizados (ACAM) que contesta o perfil do sublanço da EN2/nó do Caçador da futura A25 - actual IP5. Só então, saberemos se além dos camelos também Viseu terá uma bossa ou não!

Fábrica do Nada

Ao menos nesta fábrica a crise não afecta os trabalhadores.

No Teatro Viriato, não perca!

Inolvidável

A Brigada Anti Pombos em Viseu!

Na blogosfera local

Por aqui vem mais um blog "a caminho de Viseu"!

08/12/2005

E, de que cor é o Pai Natal, hem?


Faz piretes, faz, Cristiano... embrulha 2 e cala-te!

Muda, não muda

Por aqui há mudanças de sentidos!

07/12/2005

Estalou o verniz

Aconselho a leitura dos jornais nacionais amanhã. Viseu vai ser de novo notícia e desta vez, pela voz do "magnifico" Reitor da UCP, Braga da Cruz sobre a polémica da Universidade Pública de Viseu. Na sessão solene de abertura do ano lectivo o presidente da Católica resolveu partir a louça toda e fez fogo em todas as direcções, do governo ao poder local. E, deixou a ideia que em Viseu, com a politica que foi seguida, dentro em breve nem UP nem UCP. O ambiente no auditório ficou gelado apesar de muitos terem ficado com as orelhas a arder... valeu o Bispo para em nome de Viseu e dos viseenses apelar ao esforço de todos na resolução deste problema. A ver vamos se o milagre se realiza!

Não há almoços grátis!

De distrital a central... é bom para a região e para a saúde dos viseenses, mas na carteira dói mais!

Bem dito e melhor pensado

Quem fala assim não é gago! Contudo, já não seria mau termos uma ligação de caminho de ferro à Linha da Beira Alta e até, em complemento melhor aposta na revitalização do Aérodromo de Viseu. Com pequenos passos se fazem grandes caminhadas...

Assino por baixo

Luís Paiva vai deixar o cargo de presidente da AIRV - Associação Empresarial da Região de Viseu. "Além da falta tempo, defendo também a renovação nas instituições. Não nos podemos considerar insubstituíveis, mas sim dar espaço a novos protagonistas com novas ideias e formas de agir", explicou Luís Paiva. (...) Quanto ao futuro, Luís Paiva referiu que os empresários têm pela frente grandes desafios. "Nos últimos anos, a região tem vindo a desenvolver-se de forma pouco uniforme, com um pólo aglutinador que é Viseu, além de Tondela, Mangualde e Oliveira de Frades, mas o resto é um deserto com lacunas em termos de sustentabilidade", explicou. "É necessária uma nova linha estratégica de desenvolvimento, porque o modelo da última década está esgotado", avançou este responsável(...) Luís Paiva, na hora da saída, criticou ainda a existência de demasiadas associações. "Se há uma observação que fiz nestes anos foi a de que há empresários que fazem das associações trampolins para negócios", explicou, acrescentando que "devia haver menos associações, mas com mais voz, de forma a permitir que a região também tenha grandes investimentos".

Nas ruas da amargura

Se há bem pouco tempo ainda se pensava ser possível ressuscitar o "moribundo", diga-se Clube, neste momento, e com este processo, o fim está à vista, que poderá chegar já no início do próximo ano, com a conclusão deste processo. Resta a SAD, também ela moribunda.
JLA in
DRegional sobre o CAF

06/12/2005

Homenagem ao Cine Clube de Viseu pelo AJ

Este livro com esmerada concepção gráfica de Luís Miguel Castro, é mais uma das pequenas jóias da minha, modesta, biblioteca. Recolhe textos que Jorge de Sena escreveu entre os anos de 1946 e 1966, ano da sua morte e foi publicado no âmbito da comemoração dos 40 anos de actividade da Cinemateca Portuguesa.
Jorge Cândido de Sena nasceu a 2 de Novembro de 1919 em Lisboa e foi engenheiro, formado pela Faculdade de Engenharia do Porto, mas foi principalmente um cidadão empenhado, escritor e poeta. Em 1959 exilou-se no Brasil, onde se doutorou em Letras e ensinou Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa. Em 1965 mudou-se para os E.U.A. com esposa Mécia de Sena, com quem teve 9 filhos, e foi Professor Catedrático na Universidade do Wisconsy e mais tarde na Universidade de Santa Bárbara, Califórnia. Faleceu em Santa Bárbara em 4 de Junho de 1978 e viveu como um inconformado. Aliou o drama e o sarcasmo que por vezes se confundia com azedume e arrogância. Da sua vasta obra saliento: Obra poética – Poesia - I (1977), Poesia - II (1978) e Poesia - III (1978); Ficção – O Físico Prodigioso (novela 1977), Andanças do Demónio (conto 1960) e Antigas e Novas Andanças do Demónio (conto 1978), Sinais de Fogo (romance 1979); Teatro – O Indesejado – António Rei (1951) e Amparo de Mãe e mais cinco peças em um acto (1974); Ensaio – Da Poesia Portuguesa (1959), História da Literatura Inglesa (1959/1960), Os Sonetos de Camões e o Soneto Quinhentista Peninsular (1969) e Fernando Pessoa & Cª Heteronímica (1982).
Voltando ao livro e ao cinema, cito - “Sinto-me tentada a dizer que Jorge de Sena e a arte do cinema cresceram juntos. Isto porque, ainda criança e nos anos 20, a sua paixão sem exuberância de saber de tudo aprender, lhe foi alimentada por uma avó “cinéfila” que comprava revistas da época e que tinha assinatura nos cinemas onde as primícias se exibiam. E com essa Avó materna ou com a Mãe, tudo foi vendo avidamente.” (...) Mécia de Sena – Santa Bárbara, 15 de Junho de 1987.
Este volume reúne belas fotos com breves e excelentes textos à volta de filmes e autores como: Charlie Chaplin - Charlot, Hoje e Sempre, A Bela e o Monstro – Jean Cocteau, Almas Perversas – Fritz Lang, O Silêncio é de Ouro – René Clair, Breve Encontro – David Lean, Matou! – Fritz Lang, Milagre de Milão – Vittorio de Sica, Rio Sagrado – Jean Renoir, Crepúsculo dos Deuses – Billy Wilder, Algumas Notas sobre MacBeth e Otelo – Orson Wells.
Jorge de Sena foi um Cinéfilo e um Cineclubista, aqui fica a minha sincera homenagem, neste mês em que o Cine Clube de Viseu completa 50 anos.
O romance “Sinais de Fogo” foi levado à tela, em 1995, por Luís Filipe Rocha numa produção conjunta entre Portugal, Espanha e França
AJ

“Sobre Cinema de Jorge de Sena”, Organização e Introdução de Mécia de Sena e Co-organização e Notas M. S. Fonseca, Cinemateca Portuguesa 1988, 191 Páginas.

Final anunciado

Direcção Regional de Educação do Centro e autarquias já definiram o mapa dos estabelecimentos de ensino do 1.º ciclo que desaparecem no próximo ano lectivo e admitem vir a encerrar mais! Acabou o dinheiro e a paixão da educação!

A pedido de várias familias

Inscreve-te! Vale a pena...

O Dão visto de fora

Uma opinião a apreciar aqui.

05/12/2005

Terra Lusitana Europaea Est

GR: O Portal tem actualização permanente?
ML: Sim. Não faz sentido falar em Sociedade de Informação, num Portal, ou em Internet, e não ser feita uma actualização permanente. A eficácia destes instrumentos é que têm de estar sempre actualizados, para que as pessoas quando os consultarem possam fazê-lo mais que uma vez.

O resto da entrevista vem aqui. A prova da actualização permanente está aqui! Já para não falar disto aqui onde os dados do INE são de 1995, ou destas noticias aqui... oops! E já, agora aqui... oh! Mas temos aqui o ponto de situação! Ah, lusitânea paixão esta... a da sociedade da informação! Euros nostrum lusitanum est!

Ícone da Cidade

Grão Vasco, cujo o nome de baptismo era Vasco Fernandes, foi um célebre pintor, essencialmente de cariz religioso, quer no seu tempo, quer na actualidade. Nasceu em Viseu e a primeira obra de que se encarregou, com cerca de 25 a 30 anos de idade, foi em 1506. Ignora-se como e onde estudou. José de Figueiredo sugere que ele tivesse sido discípulo de Jorge Afonso, enquanto Virgílio Correia opina que, em virtude de documentos por ele encontrados, poderia ter sido, de preferência a um discípulo, um companheiro do pintor real. Pintou os retábulos da Sé de Lamego, como fazem referência alguns autores antigos e de que há vestígios no museu da mesma cidade, com as obras: "Circuncisão" e "A Criação dos Animais". Em 1512 residia em Viseu, onde tinha a oficina na rua da Regueira (conforme documentos válidos que encontrou Maximiano de Aragão). A sua grande actividade artística decorreu entre 1512 e 1542. Durante esse período trabalhou para as igrejas de Viseu, mas também para as terras distantes, como Tarouca e Coimbra, com o testemunho dos quatro retábulos do Mosteiro de Sta. Cruz. Devido à qualidade das suas obras, até à última metade do séc. XIX, o seu nome era considerado como autor de toda a pintura portuguesa antiga, que aparecia ou de que se tinha notícia. Hoje faz-se uma ideia exacta das suas qualidades como artista, do valor e da concepção técnica, porque foi um executante de largos recursos, quer na facilidade e segurança da composição, quer na riqueza e qualidade da pintura. A obra de maior nomeada é, incontestavelmente, o "S. Pedro" de Viseu", que pertence à colecção do museu da cidade e que tem o seu nome artístico. Existem aí ainda as seguintes obras principais: "O Calvário", "O Baptismo de Cristo", "S. Sebastião", "Pentecostes", "Desposórios da Virgem", "Anunciação" e "Descimento da Cruz".

Rua de Grão Vasco, Viseu

Já empalhado?

Mas não estamos só no Natal?

Já acabou o debate?

Uau... que soneira!

A carvão e "ouro"

Percebem agora porque precisamos do TGV? Ora leiam aqui! E, nós que precisávamos apenas dum comboio pequenino que nos ligasse à Linha da Beira Alta!

04/12/2005

O Dão que nos dão

Nota:Por decisão da Comissão Vitivinícola Regional do Dão, CVRD, o serviço proposto nesta página ficará disponível no próximo dia 2 de Dezembro, no âmbito do evento Vinhos e Sabores do Dão. Das duas uma, ou hoje Domingo não é dia 04 de Dezembro ou não tomaram ainda a decisão!


Melhor que nos Dão... só o "Paraíso"!

Perguntar não ofende

Seja noite seja dia, estes armazéns do burgo à saída para Nelas, têm sempre a luz acesa! Será que não pagam factura à EDP?

04 da manhã! A festa promete!

Uma coisa assim...

Esta semana aqui o periodo jurássico manifesta-se sobre a época dinossáurica! Ou será que li mal?
(...) Todos os dias os encontro. Evito-os. Às vezes sou obrigado a escutá-los, a dialogar com eles. Já não me confrangem. Contam-me vitórias. Querem vencer, querem, convencidos, convencer. Vençam lá, à vontade. Sobretudo, vençam sem me chatear. Mas também os aturo por escrito. No livro, no jornal. (...) Eles estão convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista. Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. (...) Para quem o sabe observar, para quem tem a pachorra de lhe seguir a trajectória, o convencido da vida farta-se de cometer «gaffes». Não importa: o caminho é em frente e para cima. A pior das «gaffes», além daquelas, apenas formais, que decorrem da sua ignorância de certos sinais ou etiquetas de casta, de classe, e que o inculcam como um arrivista, um «parvenu», a pior das «gaffes» é o convencido da vida julgar-se mais hábil manobrador do que qualquer outro. Daí que não seja tão raro como isso ver um convencido da vida fazer plof e descer, liquidado, para as profundas. Se tiver raça, pôr-se-á, imediatamente, a «refaire surface». Cá chegado, ei-lo a retomar, metamorfoseado ou não, o seu propósito de se convencer da vida - da sua, claro - para de novo ser, com toda a plenitude, o convencido da vida que, afinal... sempre foi.
Alexandre O'Neill, in 'Uma Coisa em Forma de Assim'

Mas que novidade...

O JN dá conta que "a maior parte dos equipamentos desportivos (balizas e tabelas de basquete) instalados nas escolas do distrito de Viseu chumbou nos testes de segurança que estão a ser feitos por empresas especializadas contratadas pelo Ministério da Educação." E, eu dou-vos conta que as condições em que jogam os miúdos da minha "xanta terrinha" no campo de futebol local são muito piores que aquelas!

À esquerda e à direita

Afinal o apetite imobiliário varre dum lado ao outro!

Natal deve ser reflexão

Natal na minha terra... e em todas as outras! Antes de darem largas ao despesismo e outros "ismos" que se manifestam nesta época, como por exemplo o cinismo e o capitalismo, convêm reflectir um pouco sobre isto aqui.

Na tertúlia

Há novidades do Viriato aqui... pelo teclado de um amigo!