07/01/2006

Absolut real


A versão portuguesa está a ser preparada em formato garrafão 5 lts...

As mesmas razões de sempre...

06/01/2006

Alegoria às Artes e Letras


A ideia não é passar publicidade de forma sub-reptícia... esqueçam o bar e atentem na galeria de homenagem a pintores célebres do passado (inaugurado em 1926). Um dos pintores ali recordados é o nosso Grão Vasco. Os outros descubram quando lá passarem... no centro histórico em Viseu!

Docendo discitur

Na politica local temos novidades na blogosfera. Já tinhamos este que nem sequer é actualizado, este outro cuja actualização parece acontecer só de 4 em 4 anos, ou este cuja actualização acontece de 4 em 4 meses e surge agora este que, pela novidade, está a ser actualizado com regularidade... até ver!
Já agora permitam-me esta dica: disponibilizar um documento para download não é a mesma coisa que solicitar o envio por email. O que certamente queriam dizer era:
"Para posterior discussão neste fórum sobre a Universidade Pública de Viseu, disponibilizamos para download o Relatório do Grupo de Trabalho liderado pelo Prof. Dr. Veiga Simão, "Ensino Superior - Opções Estratégicas, Reorganização do Ensino Superior, Modelo Orgânico da Universidade de Viseu".
Ele há coisas que não se aprendem nos partidos, não é? E, já agora: a ideia por Viseu acabou-se porquê?

A pedir não é gago...

Por mim, nem queria que o meu presidente da junta fosse tão expedito! Safa, pedir logo um posto da GNR para a aldeia... Eu só queria que o da minha terrinha pedisse um caixote do lixo para o bairro!

Onde tens andado?

Andaz atraxado... Olha que ixto já acontexe há muntos anoz! Num é dagora e tu, que éz hixtórico debias xaber...

Quem canta seus males espanta?

Ah, eras tão bom rapazinho e agora deu-te pra "fumares do que faz rir"?
Actualizando e agora a sério... discutia esta questão com o junior cá de casa pois são da mesma idade e dou a páginas tantas com esta resposta:
- Oh, pai, andas a perder muito tempo na net! Vê se vais mais vezes à cidade! Toda a malta da minha idade sabe que o Fontelo é mais sitio da droga que do desporto... o Fontelo está para a droga como a Avenida 25 de Abril para o putedo! Toda a gente sabe e ninguém faz nada. O José Bicha teve azar... é conhecido! Se fosse um zé ninguém marimbavam-se para ele!
Perdi a vontade de cantar...

Quem diabos compra, diabos vende!

O fim do futebol "profissional" do CAF e todo o processo "farminhónico" que surgiu daí só me suscita alguma critica por verificar que do orçamento camarário continuam a sair milhares de euros em apoios desportivos. Mas a noticia que o Público (link não disponivel) hoje traz sobre o facto de o Tribunal ter decretado o fim oficial do Académico e dos atletas das áreas de formação e julgo que ainda serão duas a três centenas terem que deixar de poder participar já neste fim-de-semana nas competições em que estão inscritos causa-me pesar e desgosto! Era aqui e nesta finalidade que os apoios deveriam ser investidos e redobrados os esforços no sentido de garantir a pratica do desporto a estes jovens...

05/01/2006

Lembra-nos Stª Bárbara... quando troveja!

O CM dá conta que "um incêndio destruiu ontem, às 18h00, o rés-do-chão de uma habitação e provocou um enorme susto na zona histórica de Viseu. Um idoso invisual ficou desalojado" e a propósito disto recordo que ainda há pouco tempo se discutiu aqui em Viseu o problema da emergência em centros históricos. Esta é, sem margem para dúvidas, uma área que deve merecer toda a atenção das entidades com responsabilidade nesta matéria. A má construção a par da falta de manutenção dos edifícios, as ruas estreitas e a população idosa, entre outros factores que caracterizam o centro histórico, podem constituir uma combinação explosiva em caso da necessidade de socorro rápido às vítimas. Importa, no minímo, manter controlo apertado sobre o regulamento de construção, é assaz importante estudar e melhorar a mobilidade no centro histórico, é adequado desenvolver acções de sensibilização junto dos habitantes para os prevenir de uma catástrofe e, acima de tudo, convêm actualizar e treinar planos de emergência do centro histórico. Discutir estas questões por ocasião de grandes congressos é particularmente importante mas não chega, julgo eu! Ontem, felizmente os riscos foram controlados e os prejuizos limitados... e amanhã, como será?

O "estado" de Portugal


Com o meu vencimento estou livre que me aconteçam "azares" destes, mas ainda assim não posso deixar de enviar as sinceras melhoras... para o País, claro!

Divulgando a ideia

Aqui procura-se completar a lista do melhor e do pior de 2005 na região!

Vale a pena sonhar... e lutar por isso!

Força, andebol! Não baixem os braços... A Elite merece-vos!

Desculpa lá a pergunta

Olha lá, tu não és de cá, pois não? Ah!...

04/01/2006

Sem comentários

Há instantes no noticiário da SIC:
O relatório final sobre a Comissão de Protecção de Menores de Viseu é arrasador! Ineficácia, falta de preparação dos técnicos, incumprimento da lei...

El Cine por AJ

Mando-vos este livro que é uma tradução em edição de bolso de “Choix de textes extraits des tomes III (1961) et IV (1964) des Oueuvres Complétes d’Antonin Artaud”. Antonin Artaud nasceu, em 4 de Setembro de 1896, em Marselha, Bouches-du-Rhône, e foi uma criança de saúde muito frágil. Antonin Artaud é o nome artístico de Antoine Marie Joseph Artaud que faleceu a 4 de Março de 1948 em Ivry-sur-Seine, Val–de-Marne, França. Foi poeta, ensaísta, dramaturgo e encenador. Em 1920 entrou em contacto com o Movimento Surrealista e foi muito influenciado pelo teatro japonês, depois de assistir aos espectáculos duma companhia que passou por Marselha em 1922. Por essa época começou a teorizar sobre o teatro e criou o “Teatro da Crueldade”. Em 1936 viajou para o México onde viveu junto dos indígenas, o povo Tarahumara, conheceu a sua antiga cultura solar e experimentou o “peyote”, um preparado natural com características alucinogénias. Alguns meses depois regressou a França e viajou para a Irlanda em 1937. O seu habitual comportamento, um pouco desequilibrado, confundiu as autoridades que o tomaram por um louco perigoso e acabou por ser internado num hospício. Mais tarde os seus amigos conseguiram que fosse deportado e voltasse para França. Já em França voltou a ser internado até 1946. As sessões de electrochoques e os anos de isolamento, deixaram muitas marcas. Durante este internamento escreveu muito , em especial cartas, para se manter são. Artaud criou duas obras muito importantes sobre Teoria do Teatro: o “Manifesto do Teatro da Crueldade” (1932) e o “Teatro e o seu Duplo” (1938) - um dos mais importantes e influentes trabalhos sobre Teatro, editados no século XX. No Cinema Artaud trabalhou em filmes como os de Abel Gance, onde interpretou Marat, em “Napoleão” (1927) e Savonarola, em “Lucrécia Borgia (1935), e sobretudo nesse grande filme, uma obra prima, de Carl Th. Dreyer - “A Paixão de Joana d´Arc” (1928). Desta Arte disse Artaud, segundo seus biógrafos: “Que era um meio pouco honrado de ganhar a vida” e “que era obrigado a fazer cinema para comer”; E escreveu, neste livro, que o Cinema era - “Mais excitante que o fósforo, mais cativante que o amor “.
AJ


Antonin Artaud: “El Cine”, Segunda edição “El Libro de Bolsilho”, Alianza Editorial, S.A. , Madrid, 1988, Capa de Daniel Gil, Tradução para Castelhano de Antonio Eceiza.



Mais do mesmo?

DRV: 2005 marcou o fim do CAF. Com o viram este facto?
Paulo Costa: Foi com enorme tristeza que vivemos essa situação. Para quem estava no CAF há tantos anos como nós foi uma situação bastante triste. Achamos, no entanto, que a solução encontrada foi a menos má, uma vez que o novo clube é a continuação do anterior, (...) Se na época anterior tivemos uma piscina com apenas 20 metros para treinar, este ano já estamos numa piscina com 25 metros, mas em horários pouco adequados para os atletas. (...) A única solução é a ida para o Fontelo, que esperamos se concretize brevemente, local onde o Académico de Viseu possa ter a sua própria Escola de Natação para fomentar a equipa de competição.
Bem, acho melhor que avisem esta malta que "a nova piscina" do Fontelo também só tem 25 mts. A de 50 essa não será municipal. Já nem comento aquele desabafo sobre o CAF mas a sério que estou curioso para ver qual o modelo de gestão das piscinas municipais que vai ser aplicado!

Não é Natal nem há eleições...

O "renovador" cá do burgo que deu em cronista aqui dá-nos conta duma novidade que ainda não sabiamos de que a "resposta aos problemas dos idosos está ainda muito longe da ideal em Viseu" e que por esse facto, "a criação de uma rede de cuidados continuados de saúde afirma-se, assim, como uma necessidade em Viseu e não pode ser apenas idealizada com "unidades de retaguarda", terá de se constituir como uma "rede" de cuidados continuados integrados, com mais integração social e mais saúde, para as pessoas em situação de dependência correspondendo efectivamente às necessidades das pessoas e dos seus familiares." No mesmo jornal e quase que afirmando esta ideia conta-se que um "casal de velhotes de 80 e 82 anos, residente em Mesquitela, Mangualde, está a viver os "piores" dias da sua já longa existência porque os esgotos da casa do vizinho, que deveriam estar a drenar para o colector público, estão a infiltrar-se na loja onde guardam batatas, cebolas, feijão e, a lenha que os aquece nas longas noites de inverno." Procuraram uma solução na tal "rede de cuidados" mas para já a resposta aos seus problemas é igual aquilo que lhe invade a casa!

03/01/2006

Vultos de Viseu

João de Barros nasceu por volta de 1496, em Viseu e faleceu a 20 de Outubro de 1570, numa quinta sua, perto de Pombal. Embora não haja informações concretas relativamente à sua educação, revela uma boa formação na área das humanidades, nomeadamente conhecimentos do latim e grego. Aparece, desde muito cedo, associado à corte, onde foi guarda-roupa do príncipe D. João, antes deste subir ao trono (D. João III). Em 1522 foi nomeado capitão da fortaleza de S. Jorge da Mina, na costa ocidental africana, um das primeiras colónias ultramarinas de Portuga. Em 1533 passou a exercer as funções de feitor da Casa da Índia, cargo que exerceu durante cerca de trinta anos (1567). Na época tratava-se de uma posição muito importante, pois a Casa da Índia controlava de facto todo o comércio ultramarino. Paralelamente dedicou-se à elaboração das suas obras. Como prémio pelos seus serviços à coroa, recebeu uma capitania no Brasil, tendo organizado uma sociedade com outros interessados para a sua exploração. No entanto, a frota enviada com esse objectivo naufragou antes de chegar ao destino.
Iniciou-se na actividade literária com uma novela de cavalaria, a Crónica do Imperador Clarimundo, um tipo de literatura apreciado na época, mas "
As Décadas" são, contudo, a obra mais conhecida de João de Barros. O projecto inicial do autor era ambicioso. Seria constituído por três partes: Milícia, referente às conquistas dos portugueses nos quatro continentes (Europa, África, Ásia, Brasil); Navegação, descrição geográfica desses territórios; Comércio, relativo aos produtos naturais e artificiais. Dessa obra enciclopédica restam quatro "décadas" relativas às conquistas na Ásia, a última das quais ficou incompleta. Trata-se de um dos primeiros relatos da colonização europeia do mundo.
Nas suas obras revela ser um homem de sólida cultura, representativo do pensamento humanista português, até pela defesa da concepção apologética da expansão ultramarina portuguesa, tão pouco conforme com os valores mais profundos do humanismo europeu.

Se souberem...

Sabem por acaso onde se contratam aqueles jovens que dão umas bofetadas aos tipos que chegam ao aeroporto da capital e que ficam com seis milhões de admiradores? É que tenho aqui uma lista de meia dúzia de artolas do burgo a quem me apetecia dar uns valentes tabefes para começarem bem o ano e davam-me jeito aqueles simpáticos que não se inibem à frente das câmaras de televisão...

Linda de morrer...

Engraçada mesmo é esta anedota de loiras copiada aqui.

Por este andar... vai ser a pé e descalços!

E, mais uma empresa de cá a querer transportar-se para lá! Porque será?

02/01/2006

Tricas citadinas

Diz-se por aí no burgo que o "Marquês do Jaguar verde" é candidato a este tacho aqui. Será?

Vultos de Viseu

Emídio Júlio Navarro nasceu na Rua do Arco em Viseu, a 19 de Abril de 1844. Muito jovem mudou-se, com a família para Lamego e daí para Bragança. Mais tarde, foi para Coimbra, onde pretendia concluir o curso de teologia, correspondendo ao desejo do avô. Mas, aos 18 anos o amor falou mais alto. A Teologia ficou para trás, cortou-se o relacionamento com a família. Emídio Navarro matriculou-se então na Faculdade de Direito onde chegou a fazer sebentas para vender aos colegas como forma de garantir a subsistência face à ausência de apoio financeiro dos familiares. Apresentado muitas vezes como alguém com ideias próprias e demasiado avançadas para a época, Emídio Navarro foi ministro durante três anos, embora seja vulgar ouvir-se que fez evoluir Portugal 50, o que lhe vale ser considerado por muitos mais competente de sempre entre os ministros das Obras Públicas. Foi responsável por várias reformas na área da Agricultura, entre elas o primeiro e rigoroso Recenseamento Agrícola e Pecuário do país. Na área do ensino, a sua intervenção deu lugar à criação de cinco Escolas Agrícolas, incluindo a de Viseu, cinco Escolas Industriais e nove Escolas Elementares de Desenho Industrial. A ele devem também os professores um aumento dos salários, em Junho de 1888, à época bastante parcos. A ele se deve também o primeiro censo feito com rigor da população portuguesa, concluído em 1890. Enquanto jornalista fundou diversos jornais, como “A Academia”, “Transmontano”, “Correio da Noite” e “Novidades”. Morreu a 16 de Agosto de 1905. Em Viseu tem uma rua e uma escola com o seu nome.

Que faço ao dinheiro?

O Público (link não disponivel) de hoje, noticía que "Álvaro Amaro, Presidente da Junta da Grande Área Metropolitana de Viseu (GAMVis) pretende reunir os órgãos desta entidade no próximo dia 17, precisamente um ano depois da eleição e tomada de posse dos primeiros elementos directivos da estrutura." Um ano depois, nada se fez nesta área mas o Estado continua a transferir verbas para esta estrutura e têm que ser os responsáveis por esta "pretensa descentralização" a perguntar ao Governo que caminho quer seguir... É triste mas é a realidade!

Para começar o ano

O JN dá conta que numa aldeia bem perto de Viseu há "ruas sem passeios nem valetas, esgotos a despejar para a via pública e a inquinar minas de água, desvios "abusivos" de caminhos e obras prometidas há anos, mas sempre adiadas no tempo. As queixas são de vários moradores de Fragosela de Cima, nas imediações de Viseu, e já chegaram ao conhecimento da Câmara Municipal." Se tiverem a mesma resposta que as minhas queixas sobre a falta de caixotes de lixo no bairro, sobre a lixeira a céu aberto construida ma mata próximo das casas, sobre a falta de construção dos espaços verdes prometidos, sobre a "miséria" do campo de futebol, etc, etc... bem podem esperar! Claro, que no meio disto tudo o presidente da Junta como diz o jornal esteve incontactável!

01/01/2006

A ganhar fôlego

O pior das noites são mesmo as manhãs...