14/01/2006

Porque hoje já é sábado!

Há manhãs assim...
E outras mais cinzentas...
E, muitas outras assim! E, há sextas-feiras 13, felizmente poucas!

E isto também é preocupante

"(...) o Irão não desiste e, tarde ou cedo, se ninguém fizer nada, terá a primeira "bomba islâmica" do médio oriente. Essa bomba irá aparecer numa sociedade isolada, com um estado teocrático e um presidente radical. (...) Não o levar a sério seria um erro mortal. O que tomamos complacentemente por histerismo ou loucura, não passa para ele de uma evidência histórica: enquanto não expulsar e submeter o grande satã e os seus comparsas (Israel em primeiro lugar e a seguir a "Europa"), o islão continuará subordinado e pobre.(...)
Para o Ocidente, há hoje uma única questão: quem o pára e como? E a resposta é inquietante. A diplomacia da Europa, esse triste cortejo da Alemanha, da Inglaterra e da França, com Solana a reboque, falhou como devia falhar. Desarmada, desunida e sem sombra de vontade de resisitir seja como for ou seja a quem for, a Europa não intimida, nem convence. O fracasso do Iraque deixou a América temporariamente incapaz de intervir. Israel só in extremis fará alguma coisa. E a ONU, de facto, não existe.»
Vasco Pulido Valente, no Público (link não disponível)

Escolhe outro...

(...) "Eu não estou disponível para um região de turismo a funcionar como a actual" - reforça Fernando Ruas.
(...) "Uma região de turismo que tem mais de 80 mil contos, gasta 50 mil em funcionários e não fez nada estes anos todos, não tem razões para continuar. Ou se altera, ou se acaba, e o governo, que está a fazer tantos cortes, tem aqui uma boa razão para actuar, daí solicitarmos uma reunião com o senhor secretário de Estado" - esclarece o autarca de Tondela, Carlos Marta.
Embora nesta altura os autarcas não confirmem, nos bastidores já se terá falado mesmo em advogar a possibilidade do futuro presidente da RTDL não ter ordenado.
(...) "estou disponível pelos motivos que estive há quatro anos, mas defendo que não se partidarize a região de turismo (...) "Penso que ninguém está interessadonuma região de turismo para pagar ordenados" refere o actual vereador na Câmara de S. Pedro do Sul, Adriano Azevedo.
Bom, depois disto que leio no
Jornal do Centro, já não deve haver muitos interessados no cargo... onde é que já se viu, tacho sem ordenado? Isso é para licenciados, com teses de mestrado, MBA e altamente competentes e qualificados! Sendo assim, talvez seja melhor pensarem num cargo "digital ou vitivinicola", não? Mas a novela promete... O enredo está engraçado! Esperemos pelo final!

Faça-se luz!

Estão às escuras? O problema é vosso! Não há velas à venda?

Felizmente há mais imaginação que neve!

A possibilidade de a nossa Selecção vir a estagiar na nossa cidade é de aplaudir mas não consigo perceber onde é que o DRegional foi buscar a ideia que o clima de Viseu se aproxima do da Alemanha... Mas a imprensa local às vezes tem destas coisas!

Iniciativa louvável

As escolas do primeiro ciclo do ensino básico do concelho de Viseu vão poder comunicar entre si e com a autarquia viseense por videoconferência. O projecto, intitulado NetViseu@1CEB, tem como principal objectivo sensibilizar os professores e alunos para o uso das tecnologias de informação e comunicação, e deverá envolver numa fase posterior também os jardins-de-infância. (...) No total, foram equipadas com material informático 221 salas das cem escolas actualmente em funcionamento, abrangendo mais de três milhares de estudantes (...) num investimento de cerca de 300 mil euros da CMV.
in
DRegional

12/01/2006

Ilustres de Viseu


José Júlio César, individualidade de relevo na vida social viseense, nasceu em S. João do Monte, aldeia no alto do Caramulo mas cedo se fixou em Viseu, onde veio a concluir o Curso de Direito e a falecer no ano de 1951 na sua casa na Rua Direita. Além de cargos políticos em Lisboa, exerceu com notável referência os cargos de Governador Civil de Viseu, Vereador, Reitor do Liceu, membro da Comissão de Iniciativa e Turismo, Director de Asilos e Provedor da Misericórdia. Realizou inúmeros Congressos Beirões e era delegado da "Casa das Beiras" além de ter marcado lugar como jornalista em vários diários de Lisboa e Porto.
Que eu saiba não me lembro que a cidade tenha alguma referência, rua ou viela com o seu nome... Não analisei o perfil do Dr César com profundidade, confesso, mas já vi por cá, dispendiosas homenagens a "atletas sem cabeça" por terem feito bem menos que isto e muito pouco por Viseu!

Patos e não só... por AJ

Na sequência da apresentação do “O Pato Donald”, nº 391 de 5/5/1959, vamos lá a continuar a falar de patos. Este livro socorre-se de vários pedaços de histórias da Disney para mostrar o lado negro das personagens e o encobrimento dos seus verdadeiros objectivos – justificar a exploração e promover a submissão dos povos ao imperialismo e ao capitalismo dos EUA. Vejamos por exemplo o que se escreve no – “Capítulo II . Da criança ao selvagem bonzinho” :
“Todas as intenções de Disney baseiam-se na necessidade de que o seu mundo seja aceito como natural, isto é, que combine os rasgos de normalidade, regularidade e infantilismo. (...) O uso que Disney faz dos animais é, todavia, para prender os meninos e não para liberá-los. Eles são convidados a um mundo no qual eles pensam que terão liberdade de movimento e criação, no qual eles ingressam confiantes e seguros, respaldados por seres tão carinhosos e irresponsáveis como eles mesmos e dos quais não se pode esperar nenhuma traição, com os quais eles poderão jogar e confundir-se.”
“Todos os personagens anseiam pelo retorno à natureza. Alguns vivem no campo ou nos bosques (Vovó Donalda, pequenos esquilos, lobinhos, etc.), mas a maioria pertence à vida urbana, e dali saem em viagens incessantes até às ilhas, os desertos, o mar, bosques, estratosfera, montanhas, lagos, em todos os continentes (...).
Os seus autores são:
Ariel Dorfman - apesar do nome é um argentino, nascido em 1942, em Buenos Aires, um escritor, dramaturgo, ensaísta, realizador de cinema e um lutador pelos direitos humanos. Em 1954 foi viver para o Chile e nos anos de 1970 a 1973 participou na governação do país, fazendo parte da administração de Salvador Allende. Exilou-se nos EUA depois do golpe do General Augusto Pinochet (11 de Setembro de 1973) e regressou ao Chile, 17 anos depois, com o retorno à democracia.
A sua peça de teatro mais conhecida, “Death and the Maiden”, foi adaptada ao cinema por Roman Polansky ( “A Noite da Vingança” com Sigourney Weaver e Ben Kingsley - 1994 ). Actualmente é professor na Duke University, na Carolina do Norte, EUA
Armand Mattelart - nasceu na Bélgica em 1936 a sua infância foi muito marcada pela II Guerra Mundial. Teve uma formação católica e esteve num convento. Participou em movimentos de ajuda aos países pobres. Foi um dos criadores do conceito de Terceiro Mundo. Em 1962 foi para o Chile onde se casou com uma chilena Michèle. Na sequência do golpe de Pinochet, fugiu para França onde é Professor Universitário em Paris. Dorfman é um especialista reconhecido na área da comunicação e da globalização.
Pois foram estes dois senhores que escreveram esta obra, publicada em 1972, que procura desvendar “a verdadeira face do Pato Donald, do Patinhas e de toda a galeria de tipos disneyanos.”
“Para Ler o Pato Donald Comunicação de Massa e Colonialismo”, Ariel Dorfman e Armand Mattelart, Tradução de Álvaro de Moya (Para leer al Pato donald:comunicacion de masa y colonialismo) , 3ª Edição, Rio de Janeiro - Editora - Paz e Terra, 1987, 135 Páginas ilustradas, Capa de Jayme Leão.
Por AJ

E ainda a noite não caiu...

Falta de estacionamento, má iluminação e a concorrência das grandes superfícies comerciais são algumas das questões que têm contribuído para as dificuldades crescentes sofridas pelos comerciantes da Rua D. Duarte.

Cada um fica no que lhe parece

E a propósito disto o João José não quis fazer comentários... Nem eu!

Totalmente de acordo

(...) "Quando muito falta para que a maioria alcance o simples direito à qualidade de vida e tudo falta para que outros adquiram o simples direito a viver com decência, gastar centenas de milhões de contos numa exposição que valoriza um bairro de Lisboa é uma afronta. Quando os recursos nela gastos poderiam servir para atenuar as desigualdades regionais e garantir o provimento das necessidades básicas não acessíveis a milhares de portugueses (...), é uma ignomínia. Quando se desbaratam recursos numa ostentação falsa e inútil para a felicidade e o bem-estar dos portugueses, é um crime. Trata-se, acho eu, de uma indignidade cívica, um ultraje às carências da população, uma ofensa à pobreza que, como marca indelével, alastra pelo país. Este é o meu protesto. A minha repulsa. (...) ."Caiu o Carmo e a Trindade. Alguns patriotas acusaram-me de anti-portuguesismo ao denegrir a "maior obra do século" (sic). Um conhecido situacionista apelidou-me publicamente de "doido" (sic). Outros, pensam que valeu a pena ter "requalificado uma zona degradada de Lisboa!". Os resultados estão à vista melhorou o país? Tornou-se mais próspero e desenvolvido? Melhoraram as condições de vida dos portugueses? Pagamos menos impostos? Somos mais felizes, com empregos garantidos (digo fora de Lisboa) e velhice mais tranquila? Deixo aos leitores o ónus da resposta. (...) Preparam-nos agora para obra ainda mais megalómana. A Ota avança. Com ela, os portugueses, como os fanáticos suicidas, atingirão a vida eterna e a felicidade no além. O novo aeroporto é o éden prometido. (...) Ademais, eu, que sou um estúpido provinciano, interrogo-me a obra faraónica, dizem, criará 56 mil empregos. Onde? No Norte, onde grassa a falta de trabalho? Não, na região da capital devorista. Não entendo a lógica. Eu, que sou um parolo da Vitória, interrogo-me: mas o futuro do país não depende de mais ciência e melhores universidades? Mais e melhor educação? De melhor e mais justiça? De melhor e mais eficaz sistema de saúde? De melhor protecção da velhice, com maior apoio aos idosos? Não, o futuro do país depende da magnitude do aeroporto da Ota (...) Vê um país com dois (?) milhões de pessoas no limiar da pobreza, o défice de jardins-escolas e centros da terceira idade, os números de infectados por HIV aumentar para os maiores níveis europeus, os portugueses voltarem a emigrar como nos períodos negros, os índices da criminalidade perturbarem o nosso quotidiano e, mesmo assim, continua a investir na megalomania do despesismo. Por mim, declaro a absoluta repulsa por tal projecto. Como devo morrer antes da sua conclusão, não tenciono utilizá-lo (tal como nunca fui à Expo). Não posso, infelizmente, dizer o mesmo dos meus netos, condenados a viver em país cuja cabeça é um polvo monstruoso (e cada vez mais rico) e o resto são arredores.Nessa perspectiva, no futuro, a parolada irá de TGV à Ota apanhar os aviões ao aeroporto do país. O de Faro servirá para os trolhas de Manchester, em voos de saldo, virem embebedar-se ao Algarve. O do Porto servirá para as avionetas dos aero-clubes da capital quando se deslocarem às colónias. (Remato com Oliveira Martins "É necessário hipotecar o futuro para liquidar o passado? Faça-se. Faça-se tudo, aceite-se tudo (...)." Aqui temos, 124 anos depois, o Portugal de hoje. Que tristeza!)
Hélder Pacheco in
JN

11/01/2006

Ó celsa dona... linda cidade de Viseu!

Poema a Viseu por Pais de Figueiredo (1951)

Velhas políticas... a mesma realidade!



Inesperadamente descobri esta "preciosidade"! O jornal local e oficial da Comissão Distrital de Viseu da União Nacional dos anos 50... e tenho viajado com um enorme prazer por estas velhas folhas, amareladas do tempo e redescoberto histórias da nossa cidade! E, pasme-se, contráriamente ao que afirma o candidato Mário Soares que a história não se repete (oxalá seja verdade neste caso!) deixo-vos aqui provas que a história é cíclica! Ora atentem bem...

Tirou-me as palavras da boca...

"Sempre vi com bons olhos o regresso de Paulo Ribeiro. É um regresso natural, consentido e assumido"!
Fernando Ruas in
JN

Não basta parecer...

Constou-me de fonte segura que o nosso PM à chegada a Lisboa após as férias na neve e devido ao acidente que sofreu fez uma ressonância magnética e foi submetido a uma artroscopia no Hospital da Força Aérea. Será que também já tem o novo Cartão de Assistência na Doença aos Militares? Afinal beneficia de todos os sistemas e subsistemas de saúde ou, a verdade é que os hospitais militares estão ao serviço de toda a população? Porque não numa clínica PRIVADA, uma vez que o acidente não foi em serviço, foi a fazer esqui durante as férias?

Pelo prazer da leitura

Directamente da livraria chegou-me este precioso sinal.
As próximas semanas (até meados de Fevereiro) vão ser cheias… para aguçar a curiosidade aqui fica a programação prevista:
21 de Janeiro (sábado) - ATTAC Portugal (Associação para a Taxação das Transacções Financeiras para a Ajuda aos Cidadãos) vai estar na livraria para uma conversa.
28 de Janeiro (Sábado) - o Contador de Histórias vai estar outra vez na livraria para mais uma oficina – inscreva-se.
2 de Fevereiro (quinta-feira) - a Professora Natália Bebiano vai estar na livraria para o lançamento da fotobiografia de Ruy Luís Gomes (ed. Gradiva).
3 de Fevereiro (sexta-feira) - o GAO (Grupo de Amigos de Olivença) via estar na livraria para uma conversa sobre a questão de Olivença.
11 de Fevereiro (sábado) - Jorge Silva Melo vai estar na livraria para um recital de poesia.
17 de Fevereiro (sexta-feira) - a Escola de Cães Guia (de Mortágua) vai estar na livraria para uma conversa sobre o seu projecto singular de intervenção e apoio ao cidadão invisual e as nossas habituais conversas sobre ciência às quintas-feiras

LIVRARIA da PRAÇA
Rua Cónego Martins, nº13
3500 – 153 VISEU
Tel. 232 429 086
Fax: 232 458 060
Terça a Sexta das 11h às 23h - Sábado das 10h às 23h - Domingo das 15h às 19h

Canas a Concelho

Para esta malta foi um duro golpe o Tribunal não ter aceite a candidatura de Manuel Vieira. Era agora que Canas passava a Concelho. Até já tinham recebido um fax do ex-candidato:
" O candidato Vieira vem por este meio apoiar de forma incondicional a causa de Canas de Senhorim a concelho, aconselhando mesmo a que seja também sede de diocese e que se crie uma região autónoma nesta região, recorrendo aos fundos da C.E.E. para o efeito. Declara ainda que pretende mudar o zoo de Lisboa para canas e alguns edifícios do governo, como a assembleia da republica orgãos de soberania, como o Tribunal Constitucional, promovendo ainda a grande zona metropolitana de Canas de Senhorim, que pode englobar um raio de 69km á volta do concelho. Espero apenas, em contrapartida, que surja algum apoio na forma de assinaturas.
Portugal é o Futuro
Manuel Vieira"
Para nós também foi mau que ficámos sem Ferrari e sem vinho canalizado ao domicilio... Enfim, não se pode ter tudo!

Luis Vaz ou Ficas?


Este grande poeta dispensa apresentações... mas não tem tido vida fácil! Em 1951 estava ao pé da Sé, em 2000 veio para aqui! A ver vamos se se mantêm por cá!

Reflexos ou não?


Já leram este livro? Dizem-me que o tema principal são as sessões da assembleia municipal cá do burgo mas custa-me a acreditar... Se o descobrirem na Pretexto passem por lá os olhos e digam-me, ok?

10/01/2006

O 10 polícias

Esta faz-me lembrar que já antes este pedido foi feito a um ex-ministro viseense que na ocasião prometeu para Viseu esquadras, quarteis, viaturas e no final o balanço foi... mais 10 efectivos! Absolutamente patético...
ET: Os GOE escavacaram o autocarro da Visabeira! E os vidros quem os paga? Cuidado agora com as multas, pessoal!

Só para que conste...

A Noruega, a Islândia, a Austrália, o Luxemburgo, o Canadá, a Irlanda, a Bélgica, os EUA, a Holanda, a Finlândia a Dinamarca a Grã-Bretanha a Áustria, a Nova Zelândia só para que se saiba não têm TGV. Portugal com um PIB miserável ao pé destes exemplos vai ter TGV. E Viseu vai continuar sem sequer uma linha férrea...

E amanhã?

Viseu ontem e hoje... para ver aqui!

Que é que isto me faz lembrar?

"Se a política do nosso país já é pequena como ele, se degenera em desavença de senhoras vizinhas, que fará nas terras pequenas deste país, em que muito acima dos princípios e dos partidos estão os mexericos e as vaidadezinhas que brotam como tortulhos à sombra das árvores do campanário?"
Júlio Dinis in Morgadinha dos Canaviais

Um País falhado?

"Os nossos males estão sobejamente diagnosticados e todos os conhecemos: não produzimos, não valorizamos o mérito, não corremos riscos. Os sindicatos defendem os que têm emprego seguro até à eternidade contra os que não têm emprego; os patrões apostam no estado clientelar contra o mercado livre; o Estado defende o carreirismo e a filiação partidária contra o mérito e a independência. Um país assim só pode ser um país falhado. Se nada mudar radicalmente, nós vamos ser um país falhado."
Miguel Sousa Tavares, no Expresso desta semana.

Já somos dois... mas deve haver mais!

E eu também ainda sou desse tempo...

09/01/2006

Para memória futura

Também aqui se fala do CAF. E da SAD? Ninguém fala?

Uns mais digitais...

Aqui ao lado, a Câmara Municipal de Aveiro procedeu à entrega, em CD-ROM, do documento referente às Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2006 aos Membros da Assembleia Municipal de Aveiro e disponibilizou o documento na Página de Internet para que todos os aveirenses possam consultar as Actividades e respectivo Orçamento para o próximo ano. Desta forma, a Autarquia demonstra que pretende ser uma entidade de vanguarda em termos de inovação e de novas tecnologias. Confira isso mesmo aqui, se não acredita.
E, nós por cá?

Depois da casa roubada...

Hoje no DRegional é só carpir mágoas... Associação Comercial quer limite nos descontos, presidente defende estudo sobre o sector, quebra nas vendas atinge 40%, situação está má e há concorrência desleal são alguns dos títulos ali encontrados! E, a procissão ainda vai no adro!

Uma visão diferente do mundo

Clonando e andando!


Embora no site da AFV continue a figurar o GD Farminhão, por cá há quem insista no "clone" Académico de Viseu! E, como nestas coisas a "ciência" também falha, o 24 Horas inventou até o Faraminhão...

08/01/2006

Bons exemplos aqui perto

Simpaticamente, quando os dados estatísticos classificam que, no mundo económico, Viseu deu um salto qualitativo no sector industrial, acontece, por mera intuição lógica, ... limitar-se somente ao concelho quando, na verdade, tal proeza é a evidência do Distrito, com particular destaque para os concelhos de Mangualde, Nelas, Carregal do Sal, Tondela e Oliveira de Frades, onde o crescimento é uma constante no dia-a-dia. O mais surpreendente, ainda que, por vezes, não seja tão evidente, é, no entanto, de toda a justiça reconhecer essa evidência, tanto mais, esse efeito, vem de dois concelhos que, saindo do nada, essencialmente vivendo uma agricultura de subsistência, saltaram para a ribalta do topo industrial: Oliveira de Frades e Carregal do Sal. (...)
O resto da crónica sobre o "Presidente Pedreiro" vem
aqui e vale a pena ler. Já tive oportunidade de conhecer pessoalmente este autarca e o que ali se conta não me parece teatro politico... julgo ser a alma dum homem que tem dado o saber e o coração pelo desenvolvimento dum concelho! Pena que outros assim não façam...

Boas novidades

Por aqui vai haver "Orgia"...

Aparências...

Parece que há cobras negras na cidade... além de outras "víboras", claro! Felizmente contudo, são poucas e fácilmente identificáveis...

E daí?

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, responsabilizou os ex-dirigentes do Clube Académico de Viseu (CAF) pelo fim das actividades da colectividade.
in Público (link não disponivel)