In Público (link não disponivel)
10/03/2006
Oops... correu mal a coisa!
In Público (link não disponivel)
Metafóricamente?
Diria mais, e sem metáforas, alguns mais que deixar a marca, fazem mesmo cagada e das grandes!
09/03/2006
Infantes de Viseu e Viriato
08/03/2006
Conselho útil
Bertrand Russell
Viseu Jovem
Nova polémica à vista
07/03/2006
Também acho!
vpv
(publicado no jornal Público)
As aventuras do “CAPITÃO TROVÃO”

“O CAPITÃO TROVÃO, CRISPIM e GOLIAS, caíram em poder dos ferozes Kadoris, cujo rei, Muviro, obrigou o capitão português a lutar contra um grupo de leões. Graças a Sigrid, a filha de Ragnar, o “viking”, que os acompanha nesta aventura, os nossos amigos salvam-se. Nesse momento, as hordas do rei Guru e os seus elefantes selvagens atacam a aldeia e Muviro encontra o castigo das suas crueldades sob as patas de um elefante. Entretanto, o CAPITÃO Trovão luta com o rei Guru, e depois conduz os seus amigos através da selva. Acabam por embarcar em canoas “kadoris”, e dispõem-se a afastar daquelas paragens, quando...”;
E ainda a seguinte legenda, indesejável, a anteceder - CONTINUA:
“Quem será o misterioso indivíduo que protege os nossos amigos? Esse mistério será resolvido no próximo fascículo. Que ninguém deixe de o comprar. Mais uma emocionante aventura do CAPITÃO TROVÃO e dos seus amigos. Uma aventura que irá surpreender pela acção e intriga....”
Esta pequena revista que no formato lembra os cadernos escolares usados nas Escolas Primárias da época, é do tempo em que no Rossio e junto ao Jardim Tomás Ribeiro os engraxadores compravam, vendiam, trocavam e alugavam livros usados. Sim nessa época, finais dos anos cinquenta e até aos anos 70, os engraxadores dedicavam-se a esse negócio. Foi assim que também li : “Cavaleiros Andantes”, “Zorros”, “Condores”, “Mundo de Aventuras”, “Falcões”, “Seis Balas”, “Cowboys”, “Patos Donalds”, “Mickeys” e convivi com muitos dos super- heróis americanos, em edições brasileiras. A malta levava para casa os livros, muitas vezes escondidos entre os livros escolares, ou abancava na Glorieta do ilustre escritor e lia...
As bicicletas e os patins eram alugados, as televisões eram artigo de luxo e é claro que ainda não havia: Gameboys, Nintendos ou PlaySations e os computadores eram do tamanho dos enormes frigoríficos americanos e custavam dezenas de milhar de dólares. Jogavam-se jogos de cartas ou dados e o Futebol era na rua e a fugir do polícia.
O Capitão era apresentado como sendo português para aumentar a empatia com o herói e seduzir, ainda mais, os jovens leitores.
Na verdade este cavaleiro medieval, idealista, paladino da justiça, defensor dos fracos e sempre pronto a combater contra opressores e tiranos, era espanhol e foi uma personagem, um pouco ao estilo do Príncipe Valente de Hall Foster que nasceu da caneta de Víctor Mora Pujadas que escreveu o guião e do lápis de Miguel Ambrosio Zaragoza (Ambrós) que fez os desenhos. O seu nome original era “El Capitán Trueno”. A primeira história foi publicada em 14 de Maio de 1956 e a sua pequena revista chegou a vender, em Espanha, mais de 170.000 cópias semanais. As aventuras do Capitão Trovão e dos seus companheiros foram publicadas em Espanha, na América Latina, em Portugal e em França.
AJ
Capitão Trovão - O Aliado Invisível, Fasc. 8, Vol. 1, Edição Juvenil, Texto e ilustrações de Ambrós , Adaptação livre de Roussado Pinto, Preço 1$50 centavos, Edição da Editorial Íbis, Lda, A. Duque de Ávila 65 r/c., Lisboa, Distribuição da Livraria Bertrand, Rua Garrett, 67, Lisboa, Composição e Impressão na Bertrand (Irmãos), Lda.
Paulo, tás um artista!
"Um Viseu revisitado, amplamente aberto e pacificamente invadido. Recantos e pormenores que diariamente são vistos, tomados como espaços de forma in e sem qualquer confusão. Retoques de cultura portuguesa simbolizada por um atento galináceo adornando pontualmente situações
Paulo Medeiros na Galeria da Albergaria
06/03/2006
E nós por cá? Nem um cêntimo?
Preservar a história
E são os dois Ministros!
A 1ª parte e a 2ª parte
05/03/2006
Estamos no bom caminho!

O distrito de Viseu registou uma diminuição da população residente nas últimas duas décadas.
O Produto Interno Bruto (PIB) per capita é também significativamente inferior à média nacional e a repartição do rendimento pelos 24 concelhos que compõem este distrito apresenta disparidades acentuadas.
A maior concentração demográfica e económica verifica-se na capital de distrito, que representa mais de 30% do emprego por conta de outrém.
O sector da indústria transformadora tem um peso bastante expressivo na região, representando perto de 40% do emprego por conta de outrém.
O sector do comércio é também relevante, representando mais de 30% das empresas sediadas em Viseu e perto de 25% do emprego.
As actividades agrícolas representam perto de 20% das empresas sediadas no distrito.
A taxa de desemprego na região é superior à média nacional.
O ritmo de crescimento do crédito em Viseu é superior à média nacional.
Os índices de sucursais por habitante reflectem níveis de cobertura bancária inferiores à média nacional.



