17/06/2006

Retrospectiva blogosférica do momento

Enquanto este continua sem sair do café, por aqui tem havido poucas rotundas mas sempre boas. Já por aqui há quem não ache grande piada a certas rotundas (nem eu!) e outros (que fazem sempre falta) resolvem meter férias nesta altura do campeonato! Pior é o que acontece por aqui... mas, cadilhos todos temos, é preciso é não desanimar! Já outros andam zangados ao tempo com o ministro enquanto outros não se cansam da festa rija! Outros, sem a patroa dar conta seguem o Mundial bem de perto e outros até escrevem artigos de opinião! Aqui continua-se a dar voz (e queixas) ao nosso ilustre herói lusitano e este demora a tomar o caminho de Viseu (a partir de Macau)! Já aqui se procura da razão do 113 (mas há sempre outras boas razões) e nós por cá, vamos dando conta disto... Se me esqueci de algum, perdoem e mandem o link!

Coisas da literatura local

Dia 19 de Junho pelas 21h30 o Prof Dr Fernando Paulo Baptista apresenta no Conservatório de Música Azeredo Perdigão o seu livro "Polifonia, Poiese & Antropopoiese — Para uma Sinfónica do Humano (Rapsódia dialógica com Sócrates, Octavio Paz, Michel Serres e José Saramago).
Formado em Filologia Clássica, é coordenador do Centro de Investigação em Língua Portuguesa (CILP) do Departamento de Altos Estudos e Formação Avançada (DAEFA) do Instituto Piaget. Tem publicado diversos estudos sobre pedagogia e didáctica da língua e da literatura.
ET: A Livraria da Praça vai estar na feira do Livro de 19Jun a 02Jul. Passem por lá!

Ainda no ambiente local

E, basta fazer este passeio para ver que pelo burgo há outros sinais de absoluto desleixo...

Exemplos de desleixo




O AJ lembrou-se da mensagem enviada para a Tertúlia, sobre a inauguração da Feira, em 14 de Agosto de 2005, pelo Viriato. (...)"Voltando para o meu poleiro e caminhando para a antiga Central Eléctrica, vi que o edifício, Museu da EDP, está encerrado, tem aspecto desleixado e os seus pátios e jardins estão sujos e maltratados."(...)
Pelas 3 fotos em anexo pode ver-se como estão agora...e estão bem perto do Forum.

Mais perto dos oitavos

Os berdadeiros tugas... mas de jornada em jornada lá vamos seguindo em frente! Viva Portugal!

ET: Há mais
aqui.

A bem do ambiente

Estes aqui andavam a pedi-las!

16/06/2006

Passem palavra, pf

Continuamos à vossa espera aqui...

Sejam crianças... e sejam felizes!


O Paulo não para... e sempre de pincel na mão! Desta feita convida-nos em Vouzela a sermos crianças! Gosto dessa ideia!

Pôr o dedo na ferida

Dou conta aqui que cada um dos viseenses "vai ter 1,5 metros quadrados de grande superfície". Se alguém precisar da minha parte para com isso fazer com que não "vão fechar dezenas e dezenas de lojas em Viseu" disponham... Tal como aqui é dito nesta entrevista e, não é preciso ser comerciante ou economista para se antever isto, avizinha-se "uma situação social gravíssima, porque temos pessoas com muitos anos de comércio que dificilmente se conseguirão colocar nestas novas unidades, com as suas vidas organizadas"(...)!

O despesismo local

(...) Quando seria de esperar que a maioria das câmaras tivessem globalmente ultrapassado algum empirismo de gestão e avançado para uma gestão estratégica, com uma nova geração de políticas, na verdade o que se verifica é que têm vindo a proliferar alguns maus exemplos que, com a maior ligeireza, põem em causa políticas nacionais e suscitam legítimas reservas e preocupações quanto ao bom uso dos dinheiros públicos.
Uma análise aos exercícios financeiros de algumas câmaras e uma avaliação dos resultados, em concreto, da sua actividade, numa perspectiva do interesse público geral e da qualidade de vida dos cidadãos, tendem a demonstrar que não há correspondência entre os meios financeiros utilizados e os resultados obtidos.(...)
Manuel Correia in JN

Apita o comboio...

Ao nível da PROVISEU, gostava de poder concretizar a realização de um debate alargado sobre a ligação de Viseu à Linha de Comboio da Beira Alta, para o que já houve vários contactos, questão premente, da qual a PROVISEU não pode dissociar-se.
Henrique Almeida, presidente da PROVISEU in DRegional

E, nós por aqui continuamos nesse debate!

Eleições a 26Jun na GAMVIS

"Estamos a aproximar-nos de um ciclo importante e Viseu não pode ficar parado. Por isso, é fundamental definir estratégias inter-municipais", disse, recordando que a Grande Área Metropolitana é o local certo para se "avançar com alguns estudos estratégicos do nosso caderno reivindicativo".
"Os municípios têm que elaborar projectos conjuntos porque sabemos que o próximo quadro comunitário será virado para as lógicas da inovação e da competitividade. Ora se temos a GamVis constituída, faz todo o sentido pegar nesta dinâmica e preparar-nos para a de uma forma estruturada, aproveitar da melhor maneira possível os fundos comunitários e criar projectos que enriqueçam a região", salientou
.
Almeida Henriques, candidato aqui à AM da GAMVIS.

15/06/2006

As voltas da Volta

Já há datas para a passagem da Volta em bicicleta em Viseu:
(...)
7 Ago. - Fátima/Leiria-Viseu
8 Ago. - Viseu- S. João da Madeira

Comer muito queijo faz mal...

VISEU - ACÁCIO PINTO
- 47 Anos
- Professor
- Militante do PS
RENDIMENTO ANUAL:
2005: DESCONHECIDO
2004: 45 176 EUROS
A Lei n.º 25/95 de 18 de Agosto, no artigo 2.º, diz que "os titulares de cargos políticos e equiparados com funções executivas devem renovar anualmente as respectivas declarações". Os governadores civis empossados a 5 de Abril de 2005 deveriam entregar ao TC a sua declaração no prazo máximo de um ano e 60 dias a contar da data de início de funções. Por aqui também há quem tenha outras interpretações da lei... E, a propósito, para que servem hoje os Governos Civis?

Vultos de Viseu pelo AJ

D. António Alves Martins
O fallecido bispo de Vizeu era um caracter forte, uma individualidade bem accentuada. No seu tempo, mais do que nunca, os homens são producto do meio social, que lhes impõe em nome dos interesses, da formidavel auctoridade de toda a gente, e até da polidez que prohíbe a contradicção; elle, porém, foi toda a vida o que exigiam que fossem as suas convicções, o seu modo de sentir, o seu temperamento. Metteram-no no seminário e elle fugiu para os acampamentos, cingiram-no padre, e não o desviaram da vocação de revolucionário, sagraram-no prelado e o prelado foi um estadista liberal; deram-lhe as rendas de uma opulenta diocese, e ficou pobre; cercaram-no de pompas e grandeza, e não deixou de ser um homem do povo.
A sua vigorosa personalidade impunha-se, não acceitava imposições. Porque era forte, era franco, e quando a cortezia se lhe afigurava tibieza ou dissimulação, dispensava-a por importuna. (...) Uma vez foi a Roma. Roma subjuga os espíritos altivos com a auctoridade das tradições seculares, com a magestade do culto universal, e elle era padre. A cupula de Miguel Angelo cobria então uma assembléa pomposa e veneranda; (...) Porém, quando e
ssa assembléa, que dizia representar as crenças dos povos e a inspiração do céu, se prostou humilde para divinisar o barro humano com a infalibilidade do infinito, o bispo de Vizeu ficou de pé, amparado pela energia da convicção, e a sua palavra sonora recusou a homenagem que o papa requeria para não repartir o que devia a Deus. (...)
Feriu interesses, é certo, mas feriu-os desinteressadamente e sacrificando a popularidade ao dever. (...) Foi muito superficial e muito acanhado nos seus intuitos. Reduzir as despezas publicas sem remover as poderosas causas da sua elevação, é um tratamento meramente symptomatico que faz soffrer o enfermo sem o curar. Mas porque não emprehendeu o bispo de Vizeu a cura radical? (...) E no nosso paiz da indiferença e do egoismo ainda até hoje não houve, desde 1852, uma corrente de opinião, um acto de consc
iência publica, que armasse um partido ou um governo para commetimentos mais ousados e belliçosos do que cortar um canto de pão escasso, porém mal ganho, dos funcionários publicos, ou fazer com que os agiotas e os empreiteiros só mettam nos cofres do Estado o braço até ao cotovello, em vez de o meterem até ao hombro.
(...) Foi, porém, um ministro honrado e austero. Affeiçoado ás melhores práticas governativas e ás mais liberais. Nos tempos que vão correndo, quasi não ha homem político a quem se possa tocar mais levantado louvor. São pequenas todas as figuras da scena política, porque tambem a scena é baixa; o que ainda se lhes pode exigir é que sejam acceiadas. (...) Engrandeceu-se sem baixezas, mandou sem orgulho, e a sua carreira tendo passado pelos mais altos cargos da egreja e do estado, acabou como tinha começado, na pobreza. O único capital que juntou foi a estima e o respeito que lhe tem rodeado a sepultura de sentidas homenagens que lhe hão de perpetuar o nome.

ANTÓNIO ENNES In, “Album de Vizeu” - Ilustrado com os retratos de - Viriato, João de Barros, D. Duarte, João Mendes, Bispo de Vizeu e estampas da cidade – cava de Viriato, Abravezes, S. Francisco d’Orgens, Praça dois de Maio, Sé, etc. Almanaque com textos de diversas colaboradoras e colaboradores, à volta de Viseu, de viseenses ilustres e ainda pequenos contos, prosas e versos de motivos vários (recolha e organização de Camillo Castelo Branco ?). Typographia Universal, Rua do Almada, 347, Porto – 1884 .
Nota: NASCEU NA GRANJA DE ALIJÓ EM 18-2-1808. ELEITO DEPUTADO EM 1842. NOMEADO ENFERMEIRO-MÓR DO HOSPITAL DE S. JOSÉ EM 1861. APRESENTADO BISPO DE VIZEU EM JUL
HO DE 1862. ENTRADA SOLEMNE NESTA CIDADE EM 29-1-1863. MINISTRO DO REINO EM 1868 E EM 1870. FALECEU POBRE NO PAÇO DE FONTELO EM 5-2-1882.

Na sua estátua no Jardim de Santa Cristina, da autoria de António Teixeira Lopes, erigida por subscrição popular e inaugurada em 18 de Fevereiro de 1911.

Um mês depois

Um mês e uma semana e cá estamos nós... no descanso! Vida de cão é bom!

Olá, quem és tu?

Se quiseres saber mais sobre nós, clica aqui ou vê aqui na Arca de Nóe! Daqui a mais uns dias, estaremos vacinados e prontos para descobrir novas familias. Se estás interessado, manda-nos um email...

Desinformação local


Acho que isto é um mau serviço que se presta ao cidadão. A noticia sai publicada sem se analisar da veracidade da mesma e dá-se a coisa como certa. Pois bem, se no portal Viseu Digital encontrarem esta tal página do Museu agradeço que me indiquem o link! Se fizessem uma reportagem de fundo com os dinheiros públicos gastos "nestes paraísos electrónicos" tinham certamente mais assunto e prestavam melhor serviço aos viseenses!

14/06/2006

Polis Viseu

Segundo isto as obras deveriam estar acabadas em Junho de 2004. Dois anos depois...

Gastronomia local

Para os que apreciam boa comida, aqui fica uma receita famosa do burgo...

Rap Viseense

Há mais música viseense na net... o Rap em retrato diário da realidade viseense!

Esperteza saloia

aqui o tinhamos dito. E o patriotismo ocasional no provincianismo de sempre dá nisto e ainda bem! E, já agora, nas bandeiras do Expresso não há "apropriamento ilicito"?

13/06/2006

Coisas de antigamente

E deste? Lembram-se?

Que raio de bicho é este?

Onde fica? Sabem?

Se não é, às vezes parece!

Por aqui há quem tivesse vindo ao Hospital de S. Teotónio e ficasse na dúvida se não estava antes na feira semanal...

Viseenses ilustres por aí

António Franco Alexandre nasceu em 1944, em Viseu, onde viveu até ir para Toulouse (França), estudar Matemática, aí vivendo até 1969. Partiu depois para Harvard para continuar a estudar Matemática. Regressou em 1971 a França, desta vez Paris. Em 1975, com um doutoramento em Matemática, voltou a Portugal e foi convidado para leccionar Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Estreou-se como poeta ainda na década de sessenta, mas foi sobretudo a partir da publicação de "Sem Palavras nem Coisas" (1974) que a sua obra se afirmou, com um «discurso centralmente inovador», segundo Joaquim Manuel Magalhães, numa poesia que cruza diversas referências culturais.
O resto da história deste viseense vem aqui.

Bem dito...

"Com crianças destas, Viseu será uma terra com futuro, assim saibamos nós tomar as decisões certas"
Almeida Henriques, Presidente desta AM

Queixa-se o povo, pois então!

Aqui então, também se tinha a melhor impressão... e afinal!

Quem diria que esta era a razão?

Devido "ao facto de haver muito estacionamento acessível e sem pagamento perto do centro da cidade" as "expectativas" aqui em termos de utilização, a nível nacional, "ficaram um pouco aquém das expectativas".

12/06/2006

Exemplos de modernidade administrativa


Nos parques industriais pelo que consta aqui ainda há terrenos a 1000$ o metro quadrado.

Fazer obra

Apreensão ou desatenção?


Pois, com notícias destas...


Continuamos no "imaterial"...

E, quanto custa "funicularem-nos" desta maneira?

E daí? Não se faz nada?


A ligação de Viseu à Linha da Beira Alta é determinante para o desenvolvimento da região de Viseu. A ligação chegou a ter verba em PIDDAC. E, na altura, eram ‘apenas’ necessários 125 milhões de euros... diz-se por aqui!

Se a moda pega

Próxima edição do Viseu em bicicleta...

Morangos... em Viseu

Vá, chamem lá agora o rapaz de Zé Bicha...

24 horas? Nem um minuto sequer...

Há um ano, corriam todos por aqui... oposição e poder! Hoje, os afazeres profissionais não o permitem...

E um milagre não resulta?

Este aqui é um grave problema no burgo... a existência de muito mofo!

11/06/2006

Ajudas à navegação

Como é sabido, Viseu tem aqui um aérodromo muncipal e seria importante entender o valor desse investimento local, fazendo uma análise económica. Sem essa informação, os aeródromos são vulneráveis àqueles que os criticam pelos aspectos prejudiciais, tais como o ruído dos aviões ou supostos factores de risco.
Há hoje, exemplos de sucesso em algumas regiões e cidade do país e os sistemas de navegação VOR instalados em Viseu, a posição central que ocupa no espaço fisico português, entre muitos outros factores são elementos que permitem pensar que aquele investimento deveria ter outra utilidade que não uma mera pista para apoio aos aviões de combate aos fogos florestais num curto periodo temporal. Não vos parece? Hoje, fica mais barato uma viagem Vila Real - Lisboa na Aerocondor que o mesmo percurso realizado de automóvel. E, nós por cá?
Os aeródromos de aviação geral produzem benefícios económicos tangíveis, que superam a despesa que se realiza no funcionamento e manutenção dos mesmos, e benefícios intangíveis associados ao acesso ao sistema nacional de transporte aéreo. O impacte económico dos postos de trabalho, as vendas e os impostos são frequentemente as únicas defesas dos aeródromos perante o avanço de urbanizações e as expectativas de lucro dos promotores da especulação imobiliária. Infelizmente, não tenho presente se alguma vez este impacte local tenha sido calculado e isso pode conduzir a que se pense apenas no "alto custo" de manter operativo o aeródromo. O impacte económico de um aeródromo é a medida das vantagens que proporciona às populações em seu redor. Estas vantagens incluem os trabalhos, os salários, e os gastos que se geram no aeródromo. Também incluem os efeitos desses gastos que passam de mão em mão, promovendo actividade económica longe do aeródromo. As vantagens económicas também incluem os gastos realizados pelos passageiros em trânsito, que utilizam o aeródromo, mas gastam o seu dinheiro noutros lugares. A poupança em tempo e em dinheiro que se obtém graças à existência do aeródromo, representa outra vantagem económica. Finalmente, entre as vantagens económicas também se contam os efeitos intangíveis que o aeródromo exerce sobre as decisões económicas das empresas em estabelecerem ou permanecerem numa área especifica. As decisões de localização do negócio baseadas na disponibilidade do aeródromo são intangíveis e mais difíceis de identificar e quantificar. Infelizmente, estas vantagens e os valores sociais em jogo são difíceis de medir. O impacte económico na sua totalidade inclui impactes directos, indirectos e induzidos. O impacte directo está associado aos fornecedores de serviços no aeródromo. Estes fornecedores incluem o operador do aeródromo (público ou privado), as empresas de serviços aéreos, as linhas aéreas, as empresas de carga e transporte de mercadorias, de vendas de aviões, as instalações governamentais, as instalações educativas, as instalações militares, as escolas de voo e as operações de manutenção, entre outras. O valor do impacte directo é a soma de todos os pagamentos de salários, gastos de capital, custos de funcionamento e manutenção, impostos, e a generalidade das despesas realizadas por cada fornecedor de serviços. Em sentido estrito, os impactes directos devem representar as actividades económicas que não ocorreriam na falta do aeródromo. O impacte indirecto associa-se aos utilizadores dos serviços do aeródromo. Estes incluem utilizadores públicos e privados, simples e colectivos, organismos estatais e negócios de aviação ou de outra índole. O valor deste impacte é a soma das taxas e encargos pagos, a poupança em tempo e em dinheiro e os gastos relacionados com manutenção, alojamento, transporte por terra, e outros gastos similares. Calculando rapidamente o impacte destas operações é necessário juntar esta cifra ao impacte económico directo, para obter o impacte económico total. O impacte induzido frequentemente chama-se "efeito multiplicador". Dá-se-lhe este nome porque um Euro, uma vez gasto, não desaparece, antes continua movendo-se através da economia local, até que sai desta incrementado. Cada novo Euro gasto multiplica o seu próprio efeito económico. Fizeram-se numerosos estudos económicos para estabelecer de maneira definitiva o valor deste multiplicador para distintas áreas geográficas e segmentos da economia. Estes estudos indicam que os multiplicadores que vão do dois ao sete são apropriados para as estimativas económicas relativas aos aeródromos. Dado que o impacte induzido é a porção mais sujeita à controvérsia numa análise de impacte, é uma boa ideia utilizar um multiplicador muito conservador. Recomenda-se um multiplicador de três em geral. Para obter uma cifra que seja aplicável para um aeródromo em concreto é preciso entrar em contacto com a Câmara de Comércio e os organismos governamentais pertinentes.
Cálculo do impacte económico (a titulo de um exemplo):
Como exemplo, assuma-se que se interrogaram todos os empregadores e negócios no aerodromo de Viseu que tem cerca de 80.000 operações locais anuais. Determina-se que o total dos salários, taxas, encargos e impostos acrescido de custos da manutenção e as despesas de capital ascende a € 5,500,000 (impacte directo) por ano. O aeródromo tem anualmente 50.000 operações em trânsito. Calcula-se o impacte económico indirecto desta maneira:
Divide-se por 2 para determinar as chegadas em trânsito anuais. 50,000 :2 = 25,000 Multiplique pela média de ocupantes por avião: Assuma 2.5: (a FAA - Federal Aviation Agency dos Estados Unidos da América estima 2.5 ocupantes a bordo de cada voo de aviação geral). 25,000 x 2.5 = 62,500
Multiplique esse número pela média de Euros gastos na economia local pelas pessoas em trânsito. As câmaras locais de comércio ou turismo podem facilitar a média de gasto de despesa de cada passageiro. Assuma € 100. 62,500 x €100 = € 6,250,000 = Total do impacte indirecto A seguir, para determinar o impacte induzido, multiplique a soma dos impactes directos e indirectos pelo efeito multiplicador para chegar ao impacte total. Assuma um multiplicador de 3. Impacte induzido = 3 x (impacte directo+impacte indirecto) = 3 x (€5,500,000 + €6,250,000) = 3 x €11,750,000 = €35,2500,000
Para determinar o impacte económico total, some os impactes directos, indirectos, e induzidos.
Total € 47,000,000. Nada mau estes milhões! Não acham? Fica pois aqui a dica, na esperança que alguém se lembre de lhe pegar!


ET: A fórmula do impacte directo foi desenvolvida por Eckrose/Green Associates, uma firma de consultoria de aeroportos de Madison, Wisconsin. A sua fórmula tem a aprovação da Associação Nacional de Funcionários de Aviação (NASAO dos Estados Unidos da América)
.

Acordos de colaboração, pois então!

De tempos a tempos, nestas actas aqui lá sai uma coisa destas:
(...) acordos de colaboração com as seguintes colectividades, indicando-se também o apoio financeiro a conceder a cada uma delas, como forma de auxiliar o suporte dos encargos de inscrições dos atletas na Associação da Modalidade respectiva, de enquadramento técnico, de equipamentos, de transporte e de manutenção e/ou aluguer de instalações:
Associação D.R.C. Nogueira de Côta – 1.050,00 euros;
Associação Académica de ISPV – 1.350,00 euros;
Hóquei Clube de Viseu – 6.500,00 euros;
CARDES Barbeita – 3.875,00 euros;
Sport Viseu e Benfica– 1.350,00 euros;
GD Ribeirinhos– 2.500,00 euros;
Clube de Veteranos – 2.000,00 euros;
Atlético de Viseu – 2.000,00 euros;
Académico Viseu Futebol Clube – 16.350,00 euros;
Será que os dados acima (encargos de inscrições, equipamentos, etc) justificam tal diferença de valores entre "certos" clubes? Veremos isso, na próxima época com o Viseu e Benfica e o AVFC na mesma divisão...

Defesa da Floresta

Jovem fica aqui o anúncio. Colabora! Ah, e não procures nada aqui que não encontras. Tens mesmo que telefonar ou deslocar-te lá, mas é por uma boa causa... a protecção da nossa floresta!

Tás em grande!

Por cá, é quase um desconhecido... por aqui é o artista da semana!

Habemus Bispo

"O Bispo de Viseu não é quem todos esperávamos. Eu não sou quem, certamente, desejáveis. Sou o Padre Ilídio Leandro, ordenado sacerdote em 25 de Dezembro de 1973, alguém pecador e muito pobre, em relação à tradição e à grandeza desta nossa Diocese e, sobretudo, em relação ao meu querido antecessor e nosso amado Bispo, o Senhor D. António Augusto dos Santos Marto".
O novo Bispo é n
atural de Pindelo dos Milagres, São Pedro do Sul, Ilídio Leandro, de 56 anos, é licenciado em Teologia Moral, pela Academia Alfonsiana de Roma. Desde que foi ordenado, em 1973, desenvolveu trabalho directo com jovens na Pastoral do Ensino Superior e no Corpo Nacional de Escutas. Foi director e professor dos seminários de Viseu e Fornos de Algodres. Antes de ser pároco de S. Salvador, teve idêntica missão em Canas de Senhorim. Paróquia onde chegou a ser mediador da luta da população local pela restauração do concelho junto da Presidência da República. O novo prelado, anunciou que quer "construir pontes" entre os homens e Deus.
in JN

Frescas e boas

Segundo fontes bem colocadas, sabe-se que na próxima reunião de Câmara vai ser proposta a nova legislação municipal rodoviária que irá permitir que todos os condutores viseenses passem a pisar as rotundas, evitando assim o incómodo de ter que sistemáticamente as circular! O principio entrou já em fase de testes aqui e ao que consta com excelentes resultados. Até já teve honras televisivas na SIC!