24/06/2006

Depois não digam que a culpa é dos outros!

Para os mais distraídos e não só, importa lembrar que no passado, dia 17 de Maio o Governo apresentou o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT).
Este Programa também chamado TERRITÓRIO PORTUGAL, é um documento que dá orientações estratégicas para todos os instrumentos de gestão territorial e encontra-se aqui em discussão pública. Enquanto ali pelos lados de Aveiro se vai trabalhando neste sentido e os politicos locais falam a uma voz quando se trata de designios de interesse comum, por cá, que eu me tenha apercebido ainda não ouvi uma palavra sobre estes assuntos. E, é interessante reparar no que no Relatório do PNPOT se escreve sobre a Região Dão-Lafões:

(...) Viseu é a aglomeração estruturante deste território e, embora inserida num espaço de muito fraca dinâmica demográfica, faz parte do conjunto das áreas urbanas que na década de 90 apresentaram os mais elevados crescimentos populacionais. A capacidade de Viseu estruturar uma aglomeração urbana alargada (Mangualde, S. Pedro do Sul, Tondela, Nelas…) será determinante para a dinâmica de desenvolvimento desta área. Dão-Lafões tem vindo a revelar uma tendência de reforço do seu peso na economia nacional, mas não ultrapassa os 1,7% do PIB (para 2,8% da população e 3,8% de área) e encontra-se entre as 6 NUTS III de mais baixo PIB per capita (63% da média nacional).
Os cenários de crescimento económico apontam para um sério problema de suporte à base
económica deste território. No horizonte 2020, a indústria representará apenas uma pequena parcela do crescimento, que será, deste modo, um crescimento essencialmente terciário.(...)
A população total continuará a diminuir, excepto nos cenários económicos mais optimistas, em que poderá haver um ligeiro crescimento. O cenário demográfico de base aponta para uma perda de 10% da população entre 2001 e 2020.

Dão-Lafões – Opções para o Desenvolvimento do Território
  • Sustentar o dinamismo de Viseu, reforçando a sua articulação com as cidades do Centro Litoral, e valorizar o seu papel estratégico para a estruturação de um eixo de desenvolvimento que se prolongue para o interior até à Guarda;
  • Reforçar a dinâmica industrial do sistema urbano sub-regional, de forma a suportar a base económica do “território de Viseu”;
  • Assegurar que a aposta de Viseu no ensino superior conduz à exploração de sinergias entre as suas várias componentes (universitário, politécnico, público e privado) para estimular um ambiente favorável à investigação e ao empreendedorismo e para desenvolver infra-estruturas de suporte a actividades intensivas em conhecimento e tecnologia, em articulação com as Universidades do litoral e das regiões fronteiriças de Espanha;
  • Explorar a posição estratégica de Viseu na rede de transportes nacional e transeuropeia;
  • Preservar as condições de genuinidade dos produtos regionais de qualidade e reforçar a sua projecção e imagem nos mercados nacionais e internacionais;
  • Fomentar o turismo através da criação de um produto turístico sub-regional que combine o potencial existente nas múltiplas vertentes: cultura e património, natureza e paisagem, turismo activo, termalismo e turismo de saúde, enoturismo, gastronomia;
  • Estruturar o sistema urbano sub-regional, apostando na especialização e complementaridade de equipamentos, infra-estruturas e funções urbanas, suportadas por soluções eficientes e inovadoras em matéria de mobilidade.
E, não há nada a dizer sobre isto? Onde está a participação informada, activa e responsável dos viseenses e das instituições locais?

Funcionalidades dos Museus locais

Um amigo que também se preocupa com o burgo mandou esta foto só para nos lembrar que o Museu Almeida Moreira continua fechado mas mantêm uma certa utilidade... serve para esconder o lixo!

Politica de S. João

Hoje foi dia de Cavalhadas de Vildemoinhos... como aqui se refere! O nosso atento fotógrafo AJ esteve lá e registou a evolução da politica local. Ora reparem:

Enquanto uns continuam a olhar o padeiro...

Outros continuam com o objectivo de fazer crescer... o bigode!

Circulando na net

E, a saga da rotunda virtual continua por aqui...

23/06/2006

Parque da Aguieira... agora!




Como já se devem ter dado conta os jornais publicaram um anúncio para a empreitada de execução da ponte pedonal e acessos, no Parque Urbano da Aguieira. A sociedade ViseuPolis depois da consulta pública, condição necessária para a provação dos projectos, nunca mais deu "cavaco" aos viseenses...assim a surpresa será maior, espera-se que boa! Antes que alguns vestígios do passado desapareçam, será bom reunir alguma documentação. Aqui fica a preciosa contribuição do nosso atento AJ.

"(...) Nos nossos dias o Pavia só tem servido como receptor de esgotos e toda a espécie de lixo que o tornou num rio morto e como protesto nos presenteia com aquele fedor que todos conhecemos. Mas nem sempre foi assim…. (…) As Poldras que ficam um pouco mais abaixo davam e ainda dão acesso a pé (*) para a Tapada e daí para a Aguieira, Stº. Estevão e outras povoações periféricas, via Monte Salvado. Esta passagem é característica pois é constituída de blocos de pedra ao alto separados entre si. Ainda hoje são visíveis as marcas produzidas pela erosão da água corrente e pelo desgaste do passar das gentes que tinham nessa passagem o caminho encurtado para os seus destinos quando o caudal o permitia. Hoje já não têm uso de outros tempos, pois as circunstâncias do tempo contribuíram para isso. Por tal motivo caíram no esquecimento e consequente abandono. (…) "
J. M. Silva, In Viseu Revista nº 6, de Agosto de 2005
* Da Balsa, da actual rotunda da circunvalação...

Arranja e manda-me a conta, ok?

Ora bem, se esta ponte não cair entretanto e se ninguém quiser ficar com ela eu ofereço-me para proprietário, ok?

Nem 8 nem 80...

Ai já? Pois então, aconselho a verem melhor o campo de futebol da minha "xanta" terrinha, ok? E, por aqui há quem reclame mais parques e tenha como resposta a garantia dum "levantamento exaustivo para apurar as estruturas em falta em alguns aglomerados populacionais do concelho". É esperar para ver...

Escabroso

Fico siderado com notícias destas! Tanto quanto me contam esta "besta" participava activamente na Comissão de Protecção de Menores lá do sítio e em outras actividades associativas...

Risco de descarrilar!

Enquanto por aqui se propõe este passeio de comboio (bem interessante e bem pensado, por acaso!), por lançam-se algumas perguntas sobre o comboio em Viseu. Numa resposta breve e acelerada às perguntas colocadas, diria que a questão do comboio para Viseu não se pode resumir ao beneficio individual do comodismo de ter uma estação à porta de casa, (esse tem sido o mal de Viseu, a visão míope que não permite ver além da rotunda) mas sim ao que esse tipo de transporte pode representar para o colectivo, isto é, para todos... A linha do caminho de ferro representará para Viseu a possibilidade de atracção e fixação de indústria, o desenvolvimento do comércio e dos serviços, um menor número de carros na estrada, um beneficio ambiental, a criação de emprego estável, uma mais fácil circulação de pessoas, bens e capitais com a Europa e também, por fim uma mais valia social! E, vistas as coisas por esse lado, então o funicular chega! Tem carruagens, anda sob carris e fica à porta de casa!

22/06/2006

Cavalhadas à porta

Sábado, a cidade enche-se de costumes e tradição!

Viseu jovem...

Estas são boas iniciativas para a nossa miudagem e certamente que para o ano ainda "hádem" ser mais a participar, "inseridos na legislação existente"!

Naturalmente é engano, pois então!

Cento e noventa e cinco espaços de jogos e recreio da responsabilidade das Câmaras Municipais foram encerrados em 2005 por falta de condições de segurança, revela um relatório do Instituto do Desporto de Portugal (IDP). Em Viseu, todos os 56 espaços da responsabilidade das câmaras municipais foram encerrados ou suspensos, refere o relatório.
Vá lá, do mal o menos, já fica mais fácil elaborar a carta desportiva do Concelho... E, quase que aposto que não vieram ao campo de futebol da minha "xanta" terrinha! Nem merece estar aberto quanto mais ser encerrado!

Aos poucos e poucos...

O horário aqui já melhorou! Para quando um site na net e um espaço de acesso sem fios e gratuito de internet?

Já lá fui e subscrevo

Por aqui explica-se como comprar um livro ao ar livre em Viseu!

21/06/2006

Assim não vamos lá!

Portugal é um dos seis países da União Europeia onde mais de metade da população não tem quaisquer competências informáticas básicas. (...) Em Portugal, este "analfabetismo informático" atinge 54% da população, que é considerada incompetente (...) E é neste cenário que o governo quer impôr a obrigação de adquirir o Selo do Imposto de Circulação pela net...
ET: A este propósito aconselho-vos a quando tiverem que se deslocar a um dos serviços públicos cá do burgo, mesmo aquele que se reclama de elevada qualidade administrativa, e reparem na forma como os funcionários usam o teclado! Quantos escrevem com os 5 dedos de cada mão?

Is... portanto... well... acho que...

Basta clicar para se verificar da da anunciada dinâmica da RTDL... meio inglesado o site e com uma agenda preenchidisima! Onde irei arranjar tempo para tanta actividade promocional do Dão Lafões?

Afinal não sou o mais critico...

Olha, olha... e estava eu a pensar que normalmente posto aqui com mau feitio! Safa, que se há-de dizer então deste?

Marisa é mais in... e também gosto, mas...

Que me recorde depois desta, nunca mais a "Câmara Municipal de Viseu deliberou apoiar uma sessão de homenagem a Augusto Hilário"!

Poema a Viseu

VISEU
O CANTO DAS VELHAS TORRRES

O canto das velhas torres
São as lágrimas de Viseu.
Elas recordam as dores
Que Cristo na cruz padeceu.
Guarda El-Rei D. Duarte
O canto das velhas torres.
É mais uma obra d’arte
Que verás, quando lá fores.

Jardim florido de amores
Viseu, romana cidade.
O canto das velhas torres
É altar de saúdade.
Antigo berço sagrado De poetas e pintores.
É tema sempre tratado
O canto das velhas torres.

9/ABR/2006
ACC

Queres fiado? Toma!

Quem teria sido o figurão da nossa urbe que no Continente foi barrado pelo segurança e obrigado a retirar os produtos todos do carrinho? Pelo que me contaram a coisa correu mal... o segurança não conhecia o "ilustre" e o Continente não é a Santa Casa de Misericórdia! Sem pagar não se sai!

Ah, mulher dum raio!

6h30 da manhã, 1,21 gramas de álcool no sangue, de ciclomotor sem possuir a licença de condução...

Copy Paste...

Volta meia volta... lá aparecem notícias destas! Porque será?

Sacudir a água do capote

E, não acredito que esta recolha de água seja para "lavarem a porcaria" que por aí têm feito...

Mas, quem manda aqui afinal?

Mas, esta gente tem cá uma lata! Então isto faz-se?

Sem rede... domínio total!


O nosso atento "fotógrafo" AJ apanhou esta hoje às 10h e 12m perto da PSP. A obra é no Centro Comercial Liberal e como se verifica a "escada" é moderna... o correr riscos desnecessários, é costume muito velho cá no burgo e não só!

20/06/2006

Há ir e voltar e vir e ficar!

Por aqui há outras formas de chegar a Viseu!

Dorme cá mas não fecha os olhos!

Este nem sempre cá está... dorme cá no burgo às vezes, mas acompanha-nos sempre!

Hoje em dia tudo se sabe!

Até já em Lisboa se sabe que há rotundas destas aqui...

Usem mas não abusem...

Ao que consta por aí, já há pessoal a usar a ciclopista indevidamente... deixem as obras acabar antes de começarem a dar ao pedal, ok?
ET: A prova fica aqui enviada pelo AJ.

Sinfónica do Humano

(...) num momento como o actual, em que estratégicos sectores da vida pública e comunitária estão transversalmente dominados pela «barbárie da ignorância» (e não pela docta ignorantia ...) e por uma generalizada e insanável mediocridade (sempre atrevida e sofisticamente anti-socrática...) e mergulhados numa despudorada e pantanosa atmosfera de corrupção moral e degradação ética, promotoras do silenciamento, cancelamento ou narcotização (...) o Dr Fernando Paulo Baptista apresentou ontem no Auditório do Conservatório Azeredo Perdigão o seu recente livro "Polifonia, Poiese & Antropopoiese — Para uma Sinfónica do Humano —(Rapsódia dialógica com Sócrates, Octavio Paz, Michel Serres e José Saramago)". Foi um momento cultural na cidade que de relevante teve desde logo a circunstância louvável e absolutamente excepcional de ter reunido no painel de oradores os três centros do saber académico da urbe, UCP, Piaget e Politécnico... acreditem que tal aconteceu, por mais ficção que vos possa parecer! O outro aspecto que saliento mas pela negativa (embora não me espante tal facto) foi a circunstância já vulgar de nestes eventos de maior nivel cultural nenhum OCS local se fazer representar por forma a que, como seria sua natural função, serem porta voz da cultura na "cidade mediática" Acredito que se o tema fosse "Copofonia, Comedoria e Cacofonia" a aceitação mediática seria outra, mas enfim... Talvez, também por isso mesmo a certo passo do livro o autor coloque a seguinte questão:
(...) sempre que a cultura, a sensibilidade, a imaginação e a criação poéticas, estiveram adormecidas ou anestesiadas, andaram arredias ou foram escorraçadas da cidade, as superadoras saídas para os fundamentais problemas do homem e da humanidade ficaram irremediavelmente comprometidas… É pena chegar a tão triste e desiludente conclusão, mas não deixa de dar que pensar aquele desencantado desabafo de Saramago, em que nos diz que «no geral dos casos, a voz dos poetas é uma incompreendida voz»!… Por tudo isso, ouso questionar à face dos homens e à luz do sol: sem a «pasión crítica» que tenta interpretar e explicar a magia, «el poder eléctrico» incandescente e fulminante das palavras, «la repentina aparición de frases caídas del cielo», os «signos en rotación» na inestancável mobilidade da linguagem e das línguas, para assim melhor compreender os enigmas e os labirintos e os segredos e os mistérios do homem e do mundo, sem a «corriente alterna» que alimenta as «máquinas transparentes del delirio [que son] «los libros» e que faz mover «el arco y...» tanger «... la lira» na execução das humanas partituras, sem a sabedoria criadora e iluminante dos poetas, sem o inconformado grito de alerta dos profetas, sem as fulgurações que irrompem da arte e do sagrado, sem a freática uberdade das matrizes mais genuínas, mais fundas e mais fortes do pensamento e da cultura de todos os povos e de todas as gentes, pergunto: será possível governar orquestralmente a pólis ou dirigir sinagogicamente e com justa equidade e fraterna solidariedade este planeta outrora azul?...

Fazer conta aos buracos!

Dá-me que pensar quando os "projectos estruturantes" começam cedo a ter custos quer directos ou indirectos...

Devagar, devagarinho...

E, assine aqui... e divulgue, isto agora tem andado a carvão!

Venha daí o S. João

Depois do Stº António, por aqui espera-se que o S. João ajude!

Ainda no futebol e na politica local, pois então!

Enquanto por aqui pelo burgo a SAD chuta para canto... e parece ter saído do "campeonato" para os de fora há símbolos no mesmo local!

Apropriadamente o AJ manda-me também esta foto dos vestígios do arco da Porta da Muralha Afonsina (D.Afonso V - 1472) conhecida por Porta da Senhora do Postigo, das Angústias ou da Traição. O resto das conclusões ficam a cargo do leitor...

19/06/2006

Futebol e Politica Local

Esta noticia do JLA merece, na minha modesta opinião, uma leitura atenta. Permito-me citar algumas passagens e deixo a análise ao critério de cada um.
Vejamos:
(...) recebeu uma prenda no sapatinho de Fernando Ruas.
(...) deputado e pai de um dos jovens que desenvolve a sua actividade desportivo no Clube de Futebol "Os Repesenses"
(...) basta fazer um contrato-programa entre a Câmara e a Junta de Freguesia para que o processo possa avançar.
(...) o autarca disse a António Lopes para «fazer as obras e mandar a conta à Câmara».

Ficas no coração!

"Não se deixa sem dor, aquilo que se possuiu com amor"...
D. António Marto na despedida de Viseu

Aguentem que está quase!

Estas são boas novidades para o pessoal das "bicicletas, cavalos e outros meios de transportes similares"!

Gostos não se discutem

Na blogosfera local encontrei estes jovens da região... um perde-se na febre da bola e o outro (também viseense) nas descobertas arqueológicas!

Coisas do Viseu antigo

"Das poucas edificações do séc. XVI que aínda existem em Viseu, nesta ânsia de bota-abaixo e de substituição por construções incaracterísticas e arrepiantes, é esta, sem dúvida, a mais notável e aquela que, apesar das transformações porque naturalmente tem passado através dos tempos, mais conserva o seu carácter primitivo. Miradouro se chamava, até o fim do séc. XVI, o terreiro que hoje tem o nome de Largo António José Pereira, e que na época intermédia, depois de concluído o edifício do Colégio, se chamou Largo de Traz do Colégio."
O autor começa desta forma a contar a história da "Casa do Miradouro" inspirado certamente "nas obras de regime" que vê por aí acontecer ou serem proclamadas no burgo. Aconselho-vos esta e muitas outras referências históricas sobre outros locais da cidade aqui e que vale a pena recordar. É a visão do Viseu antigo nos tempos modernos...

18/06/2006

O Fontelo e o desmazelo

Aqui já há mais de um mês que a "queixa" estava feita... Vem agora no JB!

A prova que nada foi feito para resolver este desmazelo fica aqui pela máquina fotográfica do AJ

Não é só a Cava... o Fontelo está neste triste estado!

Da dialética à realidade...

"Atraindo investimento, estimulando a actividade empresarial, incentivando a inovação, criatividade e empreendedorismo, promovendo a imagem de Viseu, cuidando do ambiente, apoiando a comunidade intergeracional que somos, fomentando o desporto, dinamizando a cultura, zelando pela educação e formação, insistindo no reforço da vitalidade das comunidades rurais e citadinas, estamos a propagar o desenvolvimento sustentável e a reafirmar um Município de referência positivo no todo do nosso país."
Lembram-se disto? E que investimento foi atraído? Ah, o comboio? Pois... Que estimulo foi dado à actividade empresarial além do fecho de empresas? Que incentivos aconteceram na área de I&D além da Siemens ir para Aveiro? etc etc... e fico-me por aqui! Nós por cá? Tá-se bem!

Marchas adiadas

Naturalmente, como o tempo não ajuda estas passaram para a próxima semana...

Números ou Pessoas?

E estas são péssimas notícias para a região!