30/06/2006
Louvável, sim senhor!
Os transportes públicos de Viseu vão ficar mais caros. A subida do preço foi ontem aprovada por unanimidade.
in DRegionalQuerem apostar?
Finalmente, a imprensa local, leia-se Jornal do Centro, traz uma referência ao Andebol do CAF. Ao mesmo tempo aqui o Vitor cheio de boa vontade e esperança ainda quer acreditar "que o silêncio a que o Clube se remeteu é estratégico". Pois eu cá acho que é mais "estragédico" que estratégico... Ao que me consta preparam-se para dispensar a grande maioria dos atletas e daí até repetirem os mesmos erros, vai uma... época! A ver vamos!
ET: Vejam aqui e atentem na homenagem aos atletas "Veteranos Séniores". Querem nomes? Esperem só...
ET: Vejam aqui e atentem na homenagem aos atletas "Veteranos Séniores". Querem nomes? Esperem só...
Queixas de barriga cheia
Enquanto por aqui se queixam do mau serviço de recolha do lixo, deixem que vos lembre que no meu bairro isso não se passa porque... nem caixotes temos, quanto mais recolha!
Indo eu, indo eu a caminho de Viseu
Versão soft... e útil nos tempos que correm!Versão hard do tema (ponham o som baixo... atenção aos vizinhos!!)
29/06/2006
Viseu apoia a Selecção
Este par costuma mudar de visual ao longo do ano e agora está assim.
Este simpático casal está ao fundo da Calçada de Viriato, à direita de quem desce...
Este simpático casal está ao fundo da Calçada de Viriato, à direita de quem desce...
Proactividade zero!
A construção de uma zona industrial de nova geração, que privilegie as tecnologias da informação e da comunicação (TIC), é um dos projectos que está a ganhar forma aqui. Pena é que Viseu não siga o exemplo!
Não chega já?
E, o folhetim não para... desde este cenário aqui que ao que consta não merece grande preocupação, aos posts na blogosfera com e sem "bonecos" que não param de surgir, do editorial do DN até ao fórum de hoje da TSF, tudo serve para "em sentido figurado" malhar no Presidente do nosso burgo!
28/06/2006
Memórias do Pavia pelo AJ
Em tempos idos era (o Rio Pavia) visto e tratado com carinho, pois vários eram os moinhos que fazia trabalhar donde saía a farinha para o pão que abastecia a cidade, nomeadamente a Boroa de Vildemoinhos, dava rico pescado, regava os campos que o ladeavam, e muitas eram as lavadeiras que nele lavavam a roupa, pois não havia máquinas, lá se banhava a rapaziada no Verão e oferecia bons espaços de lazer para merendas, passeios, etc. Atravessando a Cidade, corre de nascente para poente e vai desaguar no Rio Dão depois de percorrer 35 Kms. aproximadamente. De pontes ou simples pontões antigos que chegaram aos nossos dias destacamos (…) como testemunhos de um passado que hoje nem sequer imaginamos a utilidade que tiveram: o pontão de granito paralelo à nova ponte rodoviária da circunvalação, anexo ao antigo lagar de azeite e que dava acesso à Balsa e à Tapada através das Poldras. (…) J. M. Silva, In Viseu Revista nº 6, de Agosto de 2005
O antigo Lagar de Azeite da Balsa, vendo-se o pontão de granito e o açude que foi reconstruído, depois da abertura da circunvalação e da construção da nova ponte. O açude veio a ser demolido para evitar que o Fórum Viseu fosse inundado pelas águas do Pavia em situação de cheia.Pormenor do pontão de granito, agora esquecido, sem qualquer utilidade e parcialmente demolido.

Recente e magnífica “obra de arte”, a montante que protege o sistema de saneamento, na sua travessia da margem direita para esquerda e que o Pavia, em parte já destruiu ao escavar o leito para fluir sem entraves. O Pavia recusou-se a ser entubado…

Acordos e desacordos
Por aqui já há acordo! Onde não parece haver acordo é na freguesia de Repeses cujo Presidente da Junta não concorda que crianças doutras freguesias venham brincar para o "parque infantil no Bairro de Sta Eulália"! É um verdadeiro abuso, de facto! (declarações na Rádio NoAr)
Axim num dá...
E por aqui na rúbrica tricas palacianas do burgo fala-se de "gextão caótica"! A não perder as cenas dos próximos capítulos...
Como seria de esperar... a Intifada bizeênse
27/06/2006
Parques Industrais em Viseu
(...) O novo conceito exige aos parques sete linhas de exploração:
1. Atenção à procura. Devem estar extremamente atentos às necessidades da indústria e ajudarem-na a converter as suas reais necessidades em procura efectiva de serviços;
2. Inovação no sentido mais lato. Os serviços fornecidos devem estar orientados para a inovação no sentido mais amplo, e não restringidos à transferência de tecnologia;
3. Visão regional. Os serviços devem ser propostos não só às empresas situadas no parque, mas também a todos os interessados num dada região a ser definida. O objectivo final deverá ser o desenvolvimento regional;
4. Modelo. O parque propriamente dito, as suas infraestruturas, deverão assumir uma nova função: promover o exemplo de imobiliário industrial e de "standards" internacionais;
5. Rede local. O "staff" do parque deverá oferecer oportunidades de colaboração com universidades locais e empresas para benefício mútuo;
6. Stakeholders. A inovação deverá estar claramente relacionada com o contexto cultural, tendo em conta a sociedade, as instituições políticas, o sistema de decisão, etc., ou seja todos os "stakeholders";
7. Glocalização. Os parques deverão apoiar as PME inovadoras e as instituições de I&D a se globalizarem, através da inserção em redes internacionais, criando e fortalecendo as redes locais e conectando-as com as internacionais. Além disso, poderão ser locais de atracção de multinacionais, devendo desenvolver uma estratégia de subcontratação de alta qualidade. Neste contexto, os parques transformar-se-ão em "hubs" na rede global para benefício do desenvolvimento local. (...)
Dos Parques Industriais existentes em Viseu quantos seguem estes principios?
1. Atenção à procura. Devem estar extremamente atentos às necessidades da indústria e ajudarem-na a converter as suas reais necessidades em procura efectiva de serviços;
2. Inovação no sentido mais lato. Os serviços fornecidos devem estar orientados para a inovação no sentido mais amplo, e não restringidos à transferência de tecnologia;
3. Visão regional. Os serviços devem ser propostos não só às empresas situadas no parque, mas também a todos os interessados num dada região a ser definida. O objectivo final deverá ser o desenvolvimento regional;
4. Modelo. O parque propriamente dito, as suas infraestruturas, deverão assumir uma nova função: promover o exemplo de imobiliário industrial e de "standards" internacionais;
5. Rede local. O "staff" do parque deverá oferecer oportunidades de colaboração com universidades locais e empresas para benefício mútuo;
6. Stakeholders. A inovação deverá estar claramente relacionada com o contexto cultural, tendo em conta a sociedade, as instituições políticas, o sistema de decisão, etc., ou seja todos os "stakeholders";
7. Glocalização. Os parques deverão apoiar as PME inovadoras e as instituições de I&D a se globalizarem, através da inserção em redes internacionais, criando e fortalecendo as redes locais e conectando-as com as internacionais. Além disso, poderão ser locais de atracção de multinacionais, devendo desenvolver uma estratégia de subcontratação de alta qualidade. Neste contexto, os parques transformar-se-ão em "hubs" na rede global para benefício do desenvolvimento local. (...)
Dos Parques Industriais existentes em Viseu quantos seguem estes principios?
O comboio de Viseu pelos leitores
"Estamos de acordo sobre alguma visão estreita de quem possa pensar o comboio em Viseu, ùnicamente através da localização de uma estação à porta de casa. É certo que Viseu já a teve e bem dentro da cidade, mas hoje não é isso que é o importatante.
O que é essencial e determinante está dito neste seu post, quando refere que "... A linha do caminho de ferro representará para Viseu a possibilidade de atracção e fixação de indústria, o desenvolvimento do comércio e dos serviços, um menor número de carros na estrada, um beneficio ambiental, a criação de emprego estável, uma mais fácil circulação de pessoas, bens...etc.".
E será nesta linha que as chamadas forças vivas da região se devem pôr definitivamente de acordo, sem as habituais tricas, oportunismos ou vedetismos saloios, exigindo em bloco e com firmeza esta infraestrutura básica que lhe foi retirada, este bem essencial para o seu desenvolvimento, sem curar de impôr à partida estas ou aquelas soluções de pormenor, que só servem para atrasar os estudos globais e a escolha atempada das soluções mais viaveis.
beirão 06.26.06 - 8:14 pm
O que é essencial e determinante está dito neste seu post, quando refere que "... A linha do caminho de ferro representará para Viseu a possibilidade de atracção e fixação de indústria, o desenvolvimento do comércio e dos serviços, um menor número de carros na estrada, um beneficio ambiental, a criação de emprego estável, uma mais fácil circulação de pessoas, bens...etc.".
E será nesta linha que as chamadas forças vivas da região se devem pôr definitivamente de acordo, sem as habituais tricas, oportunismos ou vedetismos saloios, exigindo em bloco e com firmeza esta infraestrutura básica que lhe foi retirada, este bem essencial para o seu desenvolvimento, sem curar de impôr à partida estas ou aquelas soluções de pormenor, que só servem para atrasar os estudos globais e a escolha atempada das soluções mais viaveis.
beirão 06.26.06 - 8:14 pm
Frase do ano
- "Corram esses fiscais do governo à pedrada! (...) Corram-nos à pedrada, a sério. Arranjem lá um grupo e corram-nos à pedrada. Eu estou a medir muito bem aquilo que digo"!
Dr Fernando Ruas na AM de 26Jun, declarações na Rádio NoAr (106,4Mhz)
Dr Fernando Ruas na AM de 26Jun, declarações na Rádio NoAr (106,4Mhz)
GAMVIS versão 2
A GAMVIS já tem novos corpos sociais. Agora é preciso arregaçar mangas e por mãos à obra!
26/06/2006
Quando não é betão... sai alcatrão!
Para não faltar à promessa, aqui fica mais uma obra "imaterial" lançada na Cidade (ainda que necessária)!
Traduzam, sff
Was is das? Será que é algum texto sobre o João Almeida Torto que era enfermeiro do hospital de Sto. António em Viseu, sendo também barbeiro com carta de sangrador, astrólogo e mestre de primeiras letras, e personagem tão fanfarrão como audacioso e que a 20 de Junho de 1540 anunciou publicamente que, iria voar com asas da Torre da Sé ao campo de S. Mateus?
25/06/2006
Era bem feito...
O Académico Viseu F Clube, mas o do Andebol, foi aos Açores dar uma "malha" no Arrifes. Ganharam 31-24. E, com esta vitória o acesso à Elite fica mais perto... Será que vamos ter uma equipa de andebol no escalão máximo da modalidade a quem "ninguém" nesta altura dá atenção?
Viseu, no coração de Portugal
Por aqui já chegámos aos 350! Mas, convêm que leiam bem isto e que continuem a divulgar a causa, ok?
Cinco para um?
E, esta amiga alerta-me para esta questão aqui:
“Em 1971 foi criado o Centro de Educação Especial de Viseu, transferindo todo o serviço para o Internato Dr. Victor Fontes (...), (Costa in “Margem”, 1983, p.10. Será que está a cumprir os objectivos a que está obrigado estatutariamente?"
Coisas infantis


Fala-se por aqui que "Fernando Ruas, mostrou-se convencido de que as autarquias estão atentas ao estado dos seus parques, fazendo regularmente vistorias e as melhorias necessárias impostas pela legislação." Além de muitos outros exemplos que há por aí e que já tiveram direito a "postas", aqui ficam mais umas fotos do AJ sobre o parque daQta. do Marcão, em Abraveses. As fotos são de 23Abr mas se passar por lá, agora, depois da fiscalização, vai reparar que as ervas estão mais crescidas e secas.
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