26/08/2006

Postais da Cidade - 2

Praça Camões

Postais da Cidade - 1

Jardim da Ribeira

Por via das dúvidas

O Piaget lançou este mestrado mas aconselham-se os alunos a adquirir um kit de segurança e capacete para os trabalhos de campo!

25/08/2006

Chega-te a resposta?

Arre, tu agora que destes em escritor e colunista fazes cá cada pergunta! Então, o AVFC não vai ganhar tudo e mais alguma coisa? O resto é pró SLB!

Em Comum? O Pimba

Olha, pois eu acho que por coisas destas é que a FSM vai mal e o resto à volta, como escreves, vai ainda pior!

Bota aí mais um Xanax

Quer dizer, uns conseguem perder tempo a escrever coisas destas quanto têm tantos outros assuntos de maior importância local para tratar e depois admiram-se que a malta tome anti-depressivos...

Ver pelo mesmo prisma

Será que não está na altura deste ilustre deputado do burgo mudar de lentes?

Direito de resposta

E o Jacinto deixa aqui o recado ao DRegional!

Toma lá que é democrático

Suave? Isto é lixa e daquela bem grossa... e por aqui também ainda há quem comente a frase do ano!

De ir às lágrimas


Aqui vem a entrevista do "novo Académico de Viseu". Leiam e atentem bem naquela do "centro liderante"...

Sugestão de leitura


A propósito do betão o AJ, envia-nos esta sugestão de leitura: O ESTRAGO DA NAÇÃO Construir para massificar Nos seus quase nove séculos de existência, Portugal conseguiu rechaçar diversas invasões, mas nas últimas décadas houve uma que se tem estado a enraizar e a subjugar o país: a do betão. À medida que o mundo rural se desertifica – mas mesmo sem essa “ajuda” - , as cidades e vilas foram-se enchendo de prédios, e mesmo nas aldeias vão surgindo amontoados de vivendas rasgando a eito e sem ordem a paisagem como um cocktail de cimento, areia, pedra, ferro e barro. Num país em crise económica, as betoneiras e gruas parecem ter-se tornado o emblema de um modelo de desenvolvimento que, numa roda giratória, tem hipnotizado um país inteiro. Rendido ao betão, Portugal transformou-se. Para pior. Perante um desnorte temperado pela falta de planeamento e de atractivos económicos, o novo-riquismo que o betão parece inicialmente transmitir mais não fez do que deformar, numa amálgama grotesca de prédios, aquilo que era até há pouco tempo uma das nossas maiores riquezas: a paisagem. (...) E foi nessa pressa de crescer, de ganhar dinheiro fácil e com pouco esforço que se esqueceram aspectos básicos: as infra-estruturas de saneamento básico, a mobilidade sustentável, os equipamentos culturais, de lazer, de educação e de saúde. (...) Desde há longos anos, Portugal vive assim num extasiante Eldorado do cimento. Como se estivesse inebriado por uma droga. O Estado aposta na construção de estradas e obras públicas por vezes faraónicas. Os promotores privados dedicam-se, sem cessar, à construção civil, deliciados pelos autarcas e deliciando-os. (...) E ao contrário daquilo que é norma nos outros países desenvolvidos – em que o sector mais consumidor é a reabilitação e manutenção de edifícios -, em Portugal foram as obras públicas e a construção residencial nova que absorveram a fatia de leão. (...) Na generalidade dos países comunitários, a reabilitação representa mais de 30 por cento dos consumos de cimento, ou seja, um rácio dez vezes superior ao de Portugal. (...) Pedro Almeida Vieira Nota do editor: (...) Nesta “viagem” ao estado de Portugal, o leitor será confrontado com vasta informação – muita da qual surpreendente- que mostra como o país desperdiça recursos sem crescer, está rendido à construção e vive rodeado de problemas de poluição e de má gestão dos seus recursos naturais. Este livro leva-nos, por exemplo, a reflectir sobre os motivos e consequências dos desperdícios energéticos, da poluição e dos incêndios florestais. “O Estrago da Nação” de Pedro Almeida Vieira, Colecção Cadernos DQ de Reportagem- Nº 01, Publicações D. Quixote , 1ª Edição Outubro de 2003, Lisboa.

O gosto pelas pedras

10 anos depois parece que a coisa vai avançar! Se demoravam mais ainda corriamos o risco de em vez do Museu do Quartzo termos o Museu do Diamante...

A favor da educação

Ao que consta aqui a Carta Educativa do Concelho está pronta e aprovada por unanimidade o que é um bom sinal para os intervenientes na educação. As escolas do 1.ª Ciclo do Ensino Básico de Póvoa de Calde, Vilar do Monte, Magarelas, Outeiro, S. Cristóvão, Carragosela, Dade e Cabril no concelho de Viseu vão ficar de portas encerradas no início do próximo ano lectivo e trata-se de estabelecimentos que tinham três ou quatro alunos, garantindo a autarquia o transporte dos meninos para os outros estabelecimentos que vão frequentar. O documento orienta ainda a criação de centros escolares (três e a serem localizados nas freguesias de Ranhados e Abraveses e na zona Norte de Viseu) e duas Escolas Básicas Integradas, em Rio de Loba e Santo Estêvão, num projecto que custará 5 milhões de euros e que será suportado pelo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN). Fernando Ruas salientou ainda que a estratégia educativa passa "por uma escola inclusiva e que tenha os alunos a tempo inteiro e com todas as valências", como está sinalizado no documento.
Importa agora operacionalizar esse conceito das escolas a tempo inteiro!

Sinal +

Este é um bom exemplo de como o empreendorismo resulta... e partindo da nossa cidade é de louvar e esperar que tenham sucesso!

Motos na cidade

Até pode ser que a iniciativa resulte, mas esta coisa dos estereótipos tem que se lhe diga e numa cidade conservadora como Viseu o desafio é grande...

24/08/2006

Força, Andebol de Viseu

Enquanto estes se preparam para iniciar uma caminhada pelo topo máximo do Andebol nacional, dos mesmos AVFC da chuteira nem um sinal. Gorados os sonhos (alimentados por quê e por quem?) da subida ao nacional a estratégia a seguir é a do silêncio, não vá alguém perguntar pela SAD, pelos projectos "farminhónicos, pelos subsídios recebidos, pelos resultados esperados, enfim... resta agora ver que apoio vai ter o Andebol!

Conhecer o "pulmão" da cidade

Acho que estas são aulas a não perder... Ligue 232 446 600 e inscreva-se!

Organizem-se duma vez por todas...!

Nem é preciso haver incêndios na floresta (nem desejável) para esta malta andar em alvoroço!

Música na cidade

Há mais Viseu na net... e filosofias a 5 cêntimos!

Também eu percebo...

O Jornal PÚBLICO de 25 de Novembro de 2005 pela Heloísa Miranda anunciava que "O projecto Viseu Digital prepara-se para pôr em funcionamento, até Fevereiro de 2006, o museu virtual nos museus de Grão Vasco e de Almeida Moreira (na cidade de Viseu) e no do Automóvel (no Caramulo, Tondela). (...) A ser desenvolvido pela Lusitânia - Agência de Desenvolvimento Regional, desde Maio de 2004, além da implementação dos projectos obrigatórios do Portugal Digital (portal regional, governo electrónico local, acessibilidades e infra-estruturas), o Viseu Digital assenta no desenvolvimento de dois projectos-piloto.
Ao museu virtual, acresce o Dão Digital, um portal que, à semelhança do portal regional Viseu Digital, já está disponível na Internet, mas "a título experimental e não definitivo", como explicou o responsável pelo projecto, Pedro Paraíso.(...) Pedro Paraíso adianta também que, até ao final do primeiro trimestre do próximo ano, serão instalados 38 pontos de acesso à Internet espalhados pelos 16 municípios que integram o projecto.
Por estas e por outras é que aqui já se percebe o Viseu Digital.

Cuidado, não pisar!

Esta tem espaço comentado aqui...

23/08/2006

Sabia que...

Viseu é um dos distritos que a par de Setúbal, Castelo Branco, Aveiro e Coimbra produzem mais resíduos tóxicos por ano em Portugal.

Parto dificil!


E, acreditem ou não este link já funciona... O milagre da Srª do Castelo demorou mas resultou e o sitio até está agradável!

Parar é morrer

Com o seu livro o Vitor encerra aqui segundo depreendo o seu blog e neste seu passeio pela blogosfera deu conta que "existe ainda o preconceito de que quem critica é inimigo" e que é "difícil, num meio pequeno como Viseu, escrever sobre desporto" pois "a paixão clubista «cega» muitos dos seus intervenientes." É dificil escrever sobre desporto e não só... o miserabilismo e a bovinidade imperam na urbe, mas desistir é alimentar a falta de "massa critica" e não estamos cá para isso!

Gostos não se discutem...

Ou é do meu mau feitio ou por muito que me esforce não consigo ver a Feira assim... vale mais ir passear o cão, como este!

Aumentar os ganhos

Leio aqui que "Viseu vai receber em Setembro, entre os dias 14 e 16, o II Congresso Internacional de Comércio e Turismo do Eixo Atlântico. Esta é a primeira cidade do país a receber a iniciativa, depois da primeira edição se ter realizado em Oviedo, Espanha." A organização está a cargo da Associação Comercial do Distrito de Viseu (ACDV). São boas oportunidades para a região e espera-se que, CMV, AIRV e RTDL aproveitem para exponenciar o evento entre muitos outros agentes comerciais e turisticos da região.

Ideia louvável

Aqui perto ainda há quem faça contas aos custos de oportunidade. Entre uma rotunda de 120 mil euros ou isto que preferem?

Onde está o menino?

Aqui o Lauro António pergunta pelo que é feito do "menino do cobertor" desaparecido do Museu Grão Vasco. Cá para mim ficou abafado pelo cobertor neste calor do Verão...

22/08/2006

Para que conste

Esta ideia dos percursos pedrestres é boa. Vejamos quantos aparecem por aí e quantas Juntas são capazes de responder ao desafio... duvido que o "troca tintas" da minha xanta terrinha saiba até o que é isso!

Concentração motard

Milhares de "motards" de todo o país são esperadas em Viseu nos próximos dias 25, 26 e 27 para mais uma concentração que pretende ser "a maior festa de sempre".
In DRegional

21/08/2006

Welcome to Viseu?

E aqui fica mais uma visão desapaixonada de quem nos visita! Depois digam que eu é que sou casca...

Sempre em movimento

O Vítor, autor do blog movimentos lançou recentemente o livro Movimentos. Esperam-se descontos para os amigos!

Memórias doutros tempos


Capítulo Primeiro
Artº 1º - O Clube Académico de Futebol, também designado pelas iniciais C.A.F., é uma associação desportiva, fundada em 1917, que se rege pelos presentes estatutos. (…)

Capítulo Segundo

INSÍGNIA. ESTANDARTE. UNIFORME
(...) Artº 6º - A insígnia do Clube é o tradicional escudo preto debruado em branco com as iniciais C.A.F. também em branco.
Artº 7º - O estandarte do Clube é um rectângulo de tecido branco, debruado por uma faicha ( a ) preta, tendo ao centro o escudo insígnia.
Artº 8º - As equipas do Clube são constituídas, tendo por base a cor preta.
§ único – Quando haja necessidade de mudar as equipas, adoptar-se-ão as equipas de Sporting Clube de Portugal.
Artº 9º - Nas representações e cerimónias oficiais os atletas do Clube usarão os uniforme que a seguir se descrevem, quando os actos em que intervêm não exijam equipamento desportivo especial:
a) Para os atletas calça cinzenta, casaco preto, tipo jaquetão, tendo bordado no bolso superior esquerdo o escudo do Clube, camisa branca, gravata preta e sapatos pretos. b) Para as atletas saia cinzenta, casaco preto, tipo”tailleur”, tendo bordado no bolso superior esquerdo o escudo do Clube, blusa branca, sapatos pretos e boina preta. (…)
Capítulo Sétimo
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

(…) Artº 36- Estes Estatutos foram aprovados em Assembleia Geral de 9 de Dezembro de 1960 e revogam todos os anteriores.

Viseu, 9 de Dezembro de 1960.

a) - Faixa - assim grafada no texto.
ET: Gentilmente enviado pelo AJ

O trabalho dignifica

Aqui ficam algumas das motivações que levam os jovens a procurar a Feira de S. Mateus... seria bom que a visitassem por outras razões mas a necessidade assim obriga!

A vista de quem nos visita

Por aqui há publicidade a Viseu e à Livraria!

Flantropiando...

Há mais Viseu na blogosfera... aqui em sintonia com a mãe natureza!

Sem margem para dúvidas

É uma aldeia mas o autor compara a festa à Feira de S. Mateus... lá terá as suas razões!

Isso já nós sabiamos!

"Atenção, que nós não somos os detentores da verdade!"
Jorge Carvalho, Gerente da EXPOVIS in DRegional

Números da desgraça de sempre

O distrito de Viseu conta com a segunda maior área ardida do país. Segundo dados provisórios da Direcção-Geral dos Recursos Florestais, arderam este ano, até ao passado dia 15Ago, 5.146 hectares.
No que diz respeito ao número de ocorrências Viseu está em quarto lugar...
in DRegional

20/08/2006

Comparações

Nas férias também visitei uma Feira... à entrada a indicação dos serviços disponiveis, WC para deficientes, telefone público, posto de socorros e até fraldários (imaginem o pormenor!). E, embora não vos indique o local (para não envergonhar ninguém!) não é no estrangeiro... agora comparem com a Feira de S. Mateus!

Perguntas bem mas não sabes a quem...

Perguntaram-me quantas casas de banho para deficientes existem aqui no Mercado 2 de Maio e em que horário funcionam... Como não sei, responda quem souber!

Só mesmo ao coice...

E, uma Feira sem cavalos é feira?

Tolerância zero

Entre isto que aqui vaticinei e isto qual é a diferença? E, qual é a diferença entre a idade da Feira de S. Mateus e a idade de mentalidade organizacional da Expovis? Isso mesmo, tende irremediávelmente para o valor zero!

Quem vive do futebol?

E, que é feito do Académico e do seu projecto "farminhónico"? Por aqui constam os clubes inscritos. Atentem no 109... zangaram-se as comadres?

Ficção?

Do outro lado do oceano chega a voz da verdade! De inicio até fiquei baralhado...

Nada de novo, pois então!

Cá estamos de novo... e novidades, como se esperava, são poucas e nenhumas! A Feira de S. Mateus é o retrato vivo da inércia local. Basta passar os olhos no programa! Numa leitura rápida pelos jornais locais, poucas noticias merecem comentários... Tal como dizia o filósofo, o peixe apodrece pela cabeça e quando no regresso ao burgo se dá conta de novo que continuam a não existir ideias nem ideiais, resta esta terrível sensação de não poder prolongar estas férias mais tempo!
ET: Fica aqui um abraço a todos quantos me deixaram votos de boas férias... Conto convosco para novos posts!