Após a compra da Labesfal pelo grupo alemão Fresenius Kabi, foi aumentada a capacidade produtiva virada para a exportação tendo, em 2005, sido “batidos todos os recordes de produção”. “Com a entrada do grupo alemão, já em 2005, a produção cresceu 13 por cento, com destaque para o crescimento de 22 por cento no fabrico para terceiros e de 47 por cento no mercado de genéricos, tornando-se na primeira empresa da indústria produtora farmacêutica nacional”, explicou a mesma fonte.
in Lusa
A anterior gestão teve direito além de chorudos apoios do Governo a medalhas e titulos honorificos... então e agora como reconhecer o trabalho dos alemães?




