02/02/2008
Aos interessados
Toma lá que é para aprenderes!
Já aqui citei o excelente trabalho destes jovens da ESAM... E, olhem que eles sabem bem o que querem! Já encontrei trabalhos de análise da região capazes de envergonhar os produzidos pelos habituais "gurus da gestão e opinion makers" locais pela profundidade, sagacidade e visão que apresentam, além de que custam bem menos ao erário público e são bem mais isentos!
Atentem nas notáveis conclusões a que chegaram este grupo de alunos aqui que já acabou a 1ª fase do trabalho:
(...) aspectos positivos da capital da Beira Alta:
- A evolução positiva da cidade, quer no nível demográfico e económico, como ao nível das infra-estruturas e acessibilidades;
- Incremento do número e da qualidade das grandes superfícies comerciais;
- Enorme contributo do Programa Polis para o desenvolvimento (sustentável) da cidade;
- Dimensão média da cidade, que por um lado leva a uma relativa existência de serviços e bens e por outro à ausência do stress e poluição, assim como outros problemas relacionados com os grandes centros urbanos;
- O início da revitalização da zona ribeirinha do rio Pavia;
- O forte Património histórico, cultural e arquitectónico;
- Existência de espaços verdes e de recreação de qualidade. Sé de Viseu (exemplo do património histórico e cultural)Rio Pavia Parque da Cidade
E agora os aspectos negativos:
- Degradação do centro histórico (salva algumas reconstruções, habitadas actualmente por estudantes);
- Falta de actividade industrial;
- Perda de competitividade do comércio tradicional (associada à falta de inovação);
- Dependência excessiva de várias entidades, empresas e comerciantes da Câmara Municipal;
Pouca adesão a eventos culturais (baixa formação da população); - Baixa capacidade de atracção e permanência dos jovens na cidade, quer aquando do ingresso no ensino superior que após a sua conclusão;
- Pequena dimensão empresarial (falta de competitividade);
- Periferia ainda com fortes influências rurais;
- Perda gradual da segurança;
- Ruptura de alguns equipamentos sociais, como é o caso da nossa própria escola.
Pois é... agora não se admirem se um destes dias virem estes tópicos vertidos em mais um dos muitos estudos estratégicos da região para mais um estruturante projecto que ninguém percebe para que serve e que, como a maioria deles na região, não chegam a ver a luz do dia! Os políticos locais (oposição incluida) deviam dar mais ouvidos a estes jovens!
01/02/2008
E o cheirinho que tem?

Antes e depois
DN 04Dez04
O novo ministro da Cultura encontrou à sua espera, logo no primeiro dia no cargo, um pedido dos deputados do PSD de Viseu para que esclareça "quais as razões do atraso no início de construção do Arquivo Distrital de Viseu".
As Beiras 01Fev08
31/01/2008
Nós na net...

O outro lado da coisa!
Este valor representa um acréscimo de 26,2%, relativamente ao ano anterior de 2006, em que foram registadas 45.525 visitas.
in Noticias de Viseu
30/01/2008
Comboio? Nem pintado...
in JN
Dois anos depois... mas funiculam-nos ou não?
A garantia foi deixada pelo autarca viseense aquando da abertura de uma segunda faixa de rodagem na Avenida Emídio Navarro junto à Cava Viriato. (...)
Fonte: Diário Regional de Viseu 9Dez05
Amor com amor se paga!
in Sol
DV - O que quer dizer com isso?
DR - Não me identifico com o projecto da actual Direcção do Museu Grão Vasco (MGV), caso haja algum, porque ainda não percebi.
DV - O seu comentário tem a ver com o facto de a directora do MGV ter sido uma das signatárias do abaixo-assinado contra si?
DR - Embora essa atitude tenha sido lamentável, o desvio ao meu programa e ao projecto do arquitecto Souto Moura começou logo no momento da tomada da sua posse, acto em tive o cuidado de estar presente e onde fui particularmente maltratada. O perfil dos directores dos museus terá, no futuro, de ter a competência como exigência.
29/01/2008
Chega de discurso... agora é tempo de agir!
PR in DRegional






