15/03/2008

Será?

De uma maneira ou de outra, voltar a ter comboio, depois de destruídos os ramais do Dão e Vouga, é uma vontade que une todas as forças políticas, autarcas e associações empresariais...
In
As Beiras

Viseu rima com Europeu

Aqui, pode-se trabalhar com alegria!

Sábado na cidade


14/03/2008

Cenas da vida quotidiana


Força juventude!

A ideia até já caiu nas graças do iGov! Veremos se por cá lhe pegam!...

Polvo? Ou caldeirada?

Ontem era esta! Bem... isto é que vai aqui um lavar de roupa suja!

Quem tem as orelhas a arder?

Eh lá... e nomes para estes casos, não há?

Aí vêm eles...

(...) Taberna Bocatín, enseña de restauración moderna, desembarca por segunda vez en el país vecino, objetivo primordial de esta marca dado el potencial económico de esta parte de la Península Ibérica. Para continuar con su actividad en Portugal, la central de restauración ha elegido el tercer centro comercial más grande del país vecino, el Palácio do Gelo, cuyo desarrollo representa una inversión de 120 millones de euros del Grupo Visabeira. Este centro comercial está ubicado exactamente en Viseu, ciudad milenaria y capital del Distrito de Viseu y de la Beira Alta, conocida como la “Cidade do Verde Pinho” por estar rodeada de inmensos bosques, tiene un área de 510m2 y casi 100.000 habitantes. (...)

13/03/2008

Imagens da vida quotidiana

Viseu, a cidade e a aldeia!

Aqui ao lado

Aqui recupera-se a tradição secular do "amentar da almas", orações cantadas pela rua em louvor dos que já morreram. Também ao mesmo tempo aqui ao lado Tondela e Vouzela já dispôem de oleões destinados aos óleos usados nas frituras domésticas dando assim um exemplo em termos de saúde ambiental... E nós por cá?

Ganhar, perder ou empatar?

Enquanto nos Bombeiros a "luta pelo poder" parece ter ficado resolvida com a vitória do Dr. Paulo Correia da lista A, aqui no ISPV a coisa está para durar! Quem ganhará com isto?

Coisas do futebol

São poucos mas tem cá um pulmão! É disto que o pessoal gosta?
A Selecção Nacional com treze treinos, seis deles abertos ao público e um em Tondela, para o estágio de preparação da selecção portuguesa de futebol para o Euro2008, está por cá de 18 a 31 de Maio e oxalá este tipo de adeptos fique em casa! A nossa Selecção merece o melhor que Viseu tem!

12/03/2008

Viseu, Séc XXI


Debate alcoólico!


- Mas já se passou um ano e temos que decidir isto! Há que evitar bairrismos exacerbados e garantir um ‘estatuto equilibrado’ onde todos se revejam, está bem?

- Sim, sim... nós até queremos que o Centro tenha um ‘lobby’ forte, capaz de ombrear e discutir com os das outras CVR, debatendo com o Governo os programas para a vitivinicultura nacional, que tem muitos milhões de euros. Mas a melhor sede não é este Solar?

- Sim, ‘é evidente que sim mas o caso da representatividade, que parece ser o pomo da discórdia, ‘é um problema a ultrapassar’, ok?

- Oh eu concordo! Isso é fácil de resolver... O Solar é que tem as melhores instalações, a minha marrafinha é maior que a vossa por isso tenho que ser eu o Presidente, certo?

Nem memória fica...

Numa altura em que uns continuam a acreditar no comboio, outros vão-lhe acabando com o que sobrou!

De pequenino...

"Apostar no crescimento económico baseado num forte investimento no capital humano, de forma a cimentar a economia no saber, na qualificação, nas novas tecnologias, na investigação e inovação"... safa, e isto é uma ideia destes jovens da Secundária! Até me assustei... julguei que alguém tinha já tido acesso aos meus trabalhos da tese de Mestrado!

Viva o voluntariado!

Não é só nas eleições dos Bombeiros Voluntários que a coisa anda animada... também aqui no ISPV a luta pela cadeira está ao rubro. Curiosamente, num lado e noutro todos são voluntários para o cargo a que se candidatam...

11/03/2008

Comboio para Viseu já!

Caro Amigo
Ao pesquisar a Gazeta da Beira, vejo este artigo do Eng. Brotas sobre a temática do TGV, com o qual concordo em geral, mas curiosamente publicado num blogue, o atac de alcobaça!
Sobre VISEU-TGV não podia estar mais de acordo. Agora falta também abordar a ligação do TGV à Linha da Beira Alta, que devia ser feita em Viseu, existindo nessa estação um interface com a linha do TGV. Isso é que seria o pleno, estrurante para Viseu e compensando-a do abandono a que foi votada desde o inicio do caminho-de-ferro em Portugal.
Beirão

Segue texto:
Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007
Resposta Do Prof. António Brotas à Gazeta da Beira
Resposta ao Conselheiro Mário Magalhães Araújo RibeiroNa página 29 da Gazeta da Beira de 13 de Dezembro o Ex mo. Senhor Juiz Conselheiro Mário Magalhães Araújo Ribeiro dirigiu-me algumas perguntas sobre os comboios TGV e apresentou uma sugestão relacionada com a linha de Lisboa para o Porto. Sem a pretensão de encerrar o assunto, e desejando pelo contrário que outros o continuem, respondo com agrado às questões postas, cruciais para o país e muito em particular para a Beira Alta.
1- O problema central (e actual) dos nossos Caminhos de Ferro não é o da urgência em termos comboios de alta velocidade TGV (ou CGV) nem mesmo o da saturação de algumas linhas, mas sim o da mudança da bitola a que somos obrigados por a Espanha a estar fazer aceleradamente.
2- As duas redes de bitola ibérica e europeia (“standard”) com materiais circulantes diferentes terão de coexistir no nosso país durante talvez duas ou três décadas. No futuro, daqui a trinta ou quarenta anos, só teremos comboios de bitola europeia mas, de momento, temos de criar a segunda rede mantendo a primeira em funcionamento. (A solução dos comboios que podem mudar o afastamento das rodas em estações com intercambiadores, só possível para comboios de passageiros e não de mercadorias, é uma solução a por de lado, a só usar, eventualmente, em casos muito particulares).
3-As linhas de bitola europeia do Pinhal Novo e do Poceirão (na Península de Setúbal) até Badajoz, e de Aveiro a Vilar Formoso (esta com estações perto de Viseu e da Guarda) são, manifestamente, as nossas grandes prioridades, não tanto por causa do problema dos passageiros, mas, sobretudo, por causa das mercadorias.
4-A linha para Badajoz é fundamental para o trânsito das mercadorias de todo o Sul do país, em particular da península de Setúbal, para a Europa. Tudo leva a crer que a sua construção venha a ser decidida na Cimeira Ibérica de 2007 (adiada para Janeiro ou Fevereiro de 2008). Esta linha que deve deve servir para os futuros comboios TGV de Lisboa a Madrid, deve ser projectada com características semelhantes às da linha de Badajoz a Madrid, ou seja, para permitir o trânsito de comboios de alta velocidade o que, dada a natureza plana do Alentejo, nem sequer a encarece muito.
5-A linha de Aveiro a Vilar Formoso de bitola europeia é igualmente fundamental para o trânsito das mercadorias de todo o Norte para a Europa, e para o escoamento pelo porto de Aveiro dos produtos da Castela espanhola. Infelizmente, poucos se têm batido por ela e assistimos ao pedido verdadeiramente descabido da construção de um ramal de Alcafache a Viseu, término de uma linha bitola ibérica de Lisboa a Viseu, que nenhum governo com um mínimo de competência e bom senso aceitará construir.
6-Dado o acidentado da região, a linha de Aveiro a Vilar Formoso não será destinada a comboios TGV, mas sim a comboios com uma velocidade máxima , talvez, de 220 km/h. Os autarcas de Viseu, aparentemente, ainda não se aperceberam das potencialidades imensas que esta linha trará à região. As suas preocupações, neste momento, deviam ser a de lutar para a sua construção ser decidida o mais brevemente possível, eventualmente, na Cimeira Ibérica 2009 e, simultaneamente, começar a pensar se a linha deve passar a Norte ou a Sul de Viseu. São questões em que o a Imprensa regional pode ter um papel importantíssimo.
7-Na linha de Vilar Formoso a Salamanca, os espanhóis optaram pela solução de rectificar as curvas e de alargar a plataforma para duas vias, uma para comboios de bitola europeia e outra para comboios de bitola ibérica, que circularão nos dois sentidos. Os estudos estão feitos há mais de dois anos. Daqui a umas décadas, quando a linha de bitola ibérica passar a europeia, ficarão com a linha dupla de bitola europeia. No nosso território, dado o acidentado do terreno, não podemos proceder do mesmo modo. Temos de manter a linha da Beira Alta em funcionamento tal como está durante mais uma décadas e construir de raiz, com um traçado conveniente, uma linha de Aveiro a Vilar Formoso com uma plataforma para duas vias, podendo no início construir só uma , mas ficando com espaço para a segunda. É uma obra que tem custos mas não extraordinários. É ridículo um país não ser capaz de fazer uma linha de caminho de ferro de 200 km fundamental para o seu futuro, sobretudo numa altura em que tem créditos internacionais para o ajudar.
9-A linha de Lisboa ao Porto não é uma prioridade. A solução sugerida pelo Conselheiro Magalhães Ribeiro não é indicada porque manteria a solução ibérica, porque o pior que há em Caminhos de Ferro é modernizar uma linha em funcionamento, e porque os problemas difíceis são perto de Lisboa e do Porto, exactamente onde é mais complicado e caro duplicar a linha. Não vou aqui falar dos problemas perto de Lisboa, que têm de ser conjugados com o problema da travessia ferroviária do Tejo que, a meu ver, não é também uma obra prioritária , pelo menos prioritária em relação à linha de Aveiro a Vilar Formoso.
10-Mas, no que diz respeito ao Norte, o que tenho sugerido é que se comece a estudar e construa imediatamente a seguir à linha de Vilar Formoso a Aveiro um troço de bitola europeia de Aveiro ao Porto, integrável na futura linha TGV de Lisboa ao Porto, a construir bastante mais tarde. Este troço pode ter uma importância imensa para o tráfego ferroviário do Norte: liga o Norte à rede europeia de Caminhos de Ferro; pode servir para muitos comboios diários de acesso ao Porto vindos das zonas a Sul; fará com que as pessoas se reabituem a viajar de comboio do Porto para Viseu e para a Guarda. Temos de ter presente que as linhas de bitola europeia são importantes para as nossas ligações ao exterior mas serão, também, e para isso devem ser pensadas, as linhas do futuro tráfego ferroviário interior.
Nota adicional: Se um dia voltasse a dar aulas, gostaria de me encarregar de uma cadeira de Transportes no Instituto Politécnico de Viseu. No primeiro dia, dividia os estudantes em dois grupos e dizia-lhes: “Vamos tirar à sorte. Um grupo vai estudar a passagem da futura linha de bitola europeia a Norte de Viseu e outro a Sul . São vocês que têm de procurar e reunir toda a informação. Têm de dominar as técnicas de informação geográfica, de visitar o terreno, de buscar informações técnicas, históricas e económicas, de fazer entrevistas. Devem estudar soluções encontradas noutros países e debruçar-se sobre o problema de como é que as sociedades tomam decisões neste tipo de problemas. Devem debruçar-se sobre os custos , o impacto ambiental e discutir a influência sobre o desenvolvimento. Devem habituar-se a apresentar soluções (mesmo que ingénuas) a defende-las e a critica-las (as vossas e a dos outros). Devem ousar fazer programas de computador (no início rudimentares) de apoio ao traçado de vias ferroviárias na vizinhança de cidades. No final do semestre, devem ter dois dossiers para enviar ao Ministério e aos políticos e ás forças vivas da região. Eu limitar-me-ei a dar-vos sugestões, a fazer críticas e dar-vos algum auxílio quando solicitado. Farei como os antigos assistentes de Desenho do Técnico, que passeavam entre os estudantes quando eles desenhavam.
(17 de Dezembro de 2007)
António Brotas, Professor Jubilado do ISTPS
Envio este texto à Gazeta da Beira, de São Pedro do Sul e a vários outros jornais. Terei gosto se sobretudo na Beira e no Centro despertar interesse para os assuntos referidos

Breves do dia

Por aqui anuncia-se que ao invés de se retirarem os carros do centro histórico se vão construir mais parques de estacionamento... mais obras e mais buracos! E, por aqui também é "cada cavadela, cada minhoca"! O Tribunal diz que não, o Ministro que sim... em que ficamos? Vota-se ou não?

10/03/2008

O tempo o dirá!

Aqui... fala-se bem, mas não me convencem! Porque será?

O mero sendo comum nos diz que se o desenvolvimento não for sustentado os projectos tendem a criar mais desigualdade social e desemprego no médio/longo prazo porque a seguir à euforia da inauguração de mais uma grande superficie vem a necessidade de fazer contas e... aí despede-se a jovem licenciada que estava atrás do balcão e no entretanto acabou-se com o pouco que restava do comércio local! Pode o comércio sobreviver sem o consumidor? E, onde está a indústria produtiva? Nos nossos "Parques Insdustriais" não está por certo, até pelo que vê no "site oficial do burgo" é ainda uma página em desenvolvimento. Por quanto tempo? Com quantos custos? O tempo nos dirá... para bem de alguns e para mal de muitos!

Lutar pelos outros...

“Temo que no fundo, as pessoas sintam que os seus direitos são reconhecidos apenas pela luta e não tanto pelo conhecimento da lei ou pela atribuição de uma justiça social”.
A afirmação aqui é de D. Ilídio Leandro, Bispo de Viseu, sobre o chumbo da proposta para alargar o acesso às pensões de invalidez e velhice dos ex-trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio e para a não prescrição do direito de indemnização por doenças profissionais...
Pois, tem toda a razão o Sr Bispo mas creio que isto já não vai lá com a "magistratura divina"... os nossos politicos, infelizmente, já só percebem as coisas quando lhes dói no lombo!

Duas sugestões... diferentes culturas!




09/03/2008

Viseu velha cidade, linda cidade!

foto de Pedro Simões

Para que conste

Uma nova revista de tendências e cultura urbana, sobretudo orientada para as áreas da moda, música, design, artes visuais e novas tecnologias, começou a ser distribuída.
Trata-se de uma publicação gratuita e mensal, cujo objectivo é «chegar a um público interessado pelos fenómenos urbanos e com consciência social».
(...) A PARQ é distribuída em lojas, bares, restaurantes, cinemas e spas de Lisboa, Porto, Aveiro, Viseu, Coimbra e Évora.
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