11/10/2008

Esta encaixa bem na baliza

(...) Não há clube de futebol da mais remota aldeia de Portugal que a sua razão de ser não seja a de proporcionar aos seus dirigentes o poderem brincar, nas horas livres, aos Pintos da Costa e aos Luís Filipe Vieiras.
O pior é que a brincadeira sai quase sempre cara e sem proveito para ninguém. Mas se a brincadeira fosse suportada pelo bolso dos dirigentes, ainda vá que não vá. Cada um gasta o dinheiro como quer. O pior é que, na maioria das vezes, estas brincadeiras são suportadas pelos contribuintes, através das juntas de freguesia e das câmaras municipais, o que não é admissível. Há equipas de província que chegam ao ponto de não ter um único jogador da terra na equipa titular, quando são suportadas quase integralmente pelas autarquias. É verdade que o sucesso, mesmo efémero, sempre embriaga... O pior, depois, é acordar da ressaca. (...)

in Noticias de Viseu

Entre vistas

Olha, temos mais um jornal no burgo...

A visitar em breve

Cinquenta empresas e instituições vão mostrar, entre 16 e 19 de Outubro, o que de melhor se faz na região de Viseu ao nível da investigação e das tecnologias.
A segunda edição da Expotec, a decorrer no pavilhão Multiusos em Viseu, é promovida pela AIRV, pela Escola Superior de Tecnologia de Viseu (ESTV) e pela Expovis - Promoção e Eventos, com o apoio da Câmara Municipal de Viseu.

in Jornal do Centro

Esta até já tem barbas!

- Mas afinal, há quantos anos ele anda a afirmar isto?

Brilharetes com o dinheiro dos outros!

Isto cheira a negócio dos ciganos (com o devido respeito aos ditos)!

09/10/2008

Terça de Feira Semanal

- Ai, valha-me Deus... isto está mau! E oxalá não piore!

Viseu em projecto

Um dia o Pavia será assim?

Olhares sobre Viseu



Estas são algumas das fotos que se encontram por aqui.

És tu, Afonso?

- Não? Então quem és?

Mas onde raio se meteu o caracol?

Centro Histórico de Viseu

08/10/2008

Made by myself

- But, who did this blog? Well, is made in Viseu by... pois claro, está-se mesmo a ver!

E é para ficar?

- Olha, voltaram aqui a ligar o servidor! Já não era sem tempo...

Viseu? É assim no País, creio eu!

(...) O éxordio vem a propósito de crónica que publiquei, há duas boas dezenas de anos, onde narrava a fictícia história de dois irmãos.
Aqui vai, mais ou menos como apareceu a lume:

Havia nas abas da cidade de Viseu dois irmãos, muito unidos, que cansados de amanhar leiras e coirelas, decidiram abalar para a capital em busca de melhor fado.
Um, obteve emprego como caixeiro, em comércio de retalho; o outro, mais reguila, fez-se vendedor ambulante, e apregoava para os lados de Cais Sodré.
Andou o tempo e ambos casaram. Um, matrimoniou-se com balconista, mulher trabalhadora e extremosa mãe; o outro, com operária fabril, folgazã, que se ataviava com graça e elegância. Assim se dizia na Beira, mas sabia-se em Lisboa, que juntara os trapinhos….para evitar problemas.
O trabalhador do comércio, após aturadas consultas à mulher, assenta adquirir apartamento em segunda ou terceira mão, recorrendo a crédito bancário, pago a vinte e cinco anos; o irmão, mais astucioso, comprou: tijolos, cimento, platex , pladur e chapa zincada e ergueu confortável barraco, em bouça, onde outros haviam já levantado casebres. Como não escasseava terreno fez quintalinho onde fabricava os mimos da casa.
Já que não pagava renda nem impostos, e não contraíra dividas, comprou automóvel, e não dispensava férias anuais, no Algarve ou Sul de Espanha.
Por sua vez o irmão, atormentado em dívidas que não paravam de crescer, trabalhava horas a fio, coadjuvado pela dedicada esposa, que se desdobrava, para acudir às despesas.
Férias?! Nem vê-las! Carro?!: era coisa que nunca lhe passara pela cabeça. Mas um dia… E sempre vem um dia, assistente social abeirou-se da porta do vendedor ambulante e declarou que o bairro seria arrasado.
- Ai Jesus! O que vai acontecer a nós! Eu não posso pagar aluguer!; dinheiro para comprar não tenho!… - conclamava a mulher a altos gritos, de rosto entre mãos espalmadas, debulhada em lágrimas, - enquanto duas formosas meninas, que estudavam à custa de bolsa de instituição particular, espiavam temerosas pelo resquício da porta.
- Nada de aflições! - sobreveio a assistência social. - Tudo se concerta! A família será alojada e pagará renda simbólica, de harmonia com os salários. E assim foi.
Dentro de semanas foram ocupar airoso andar, que por sinal, ficava a escassos metros do velho e delapidado apartamento do irmão, que envelhecido e alquebrado, andava a liquidar as derradeiras prestações do empréstimo; consumidíssimo por não ter dinheiro para as pagar, sem multa, já que se afogara em contribuições, seguros, coimas, obras, condomínio, livros e material escolar das filhas; porque, como proprietário que era, não conseguia subsídios estatais.
Tudo, porque certo dia caiu na asneira de comprar a casinha que sempre sonhara.
Bem feito! - dirá, por certo, o leitor que teve o bom senso de sempre ser cigarrinha. - Quem o mandou ambicionar tecto próprio e decente?! Gozasse a vida! Fosse ao teatro, cinema, futebol…. Viajasse…. Quis ser formiguinha e passou a vida a labutar… para enriquecer os outros. Muita sorte teve, ainda - concluirá o leitor, - não lhe terem tirado a casinha, perdida para o banco ou Fazenda Pública.
Humberto Pinho da Silva

E nós? Não merecemos?

Amplie a imagem para ler melhor... mas não espere coisas boas! É uma Câmara sim, mas não é a nossa!

Já não há respeito!

Esta notícia, sem estar em causa a pessoa, retrata o "cancro" que alastra na sociedade e portanto, parecendo cómica deixa, nesse sentido, de ter piada, mas atentem nos comentários... desculpem lá, mas fizeram-me sorrir!

Espera só pelo Inverno!

(...) Já em Viseu, a "fava" de um Outono que começa severo saiu a quem vendia na feira semanal. A intensidade da chuva alagou o recinto, acabou com os negócios e obrigou os feirantes a desmanchar as barracas mais cedo. Sobraram críticas para as obras do Polis que, segundo alguns, "deixaram caixas de escoamento de águas pluviais sem capacidade de resposta".
in
JN

07/10/2008

Com total concordância

Há mais Viseu na net e diz o que pensa sobre o D. Afonso Henriques beirão...

Alerta para o distrito

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) tem em alerta Azul, o segundo nível de uma escala de quatro, para o distrito de Viseu que vai prolongar-se até às 24 de hoje.
in Lusa

Rose Blanket

Na FNAC a 30 Nov 2008 pelas 17:00

06/10/2008

Coisas do reinado

(...) Algumas notícias e opiniões que têm circulado, em especial na comunicação social nacional, parecem-nos susceptíveis de afectarem as comemorações do centenário de Afonso Henriques, transformando-as numa disputa entre cidades, cada qual reivindicando para si a condição de berço do filho de D. Henrique e de D. Teresa.
Ler mais
aqui

Loja do Cidadão

Isto é serviço público, ah pois é! Ai não sabias?

Mais do mesmo!

Oops... a coisa aqui não anda famosa!

05/10/2008

Janela da minha cidade


És tão gira e ninguem te liga


Da desilusão dos jovens

(...) Mas quanto às cunhas que falou, dou-lhe um pequeníssimo exemplo de uma situação que eu vivenciei. À cerca de um ano atrás o Hospital de Viseu abriu concurso para admissão de 1 Administrativo, a pessoa que entrou era filha de um dos elementos do júri que estava a seleccionar. Para mim, de concursos públicos já chega, e de estágios PEPAL (estágios profissionais para autarquias) nem me falem.
Jaymz a propósito deste "Exército de desiludidos"

Perguntem ao vizinho que ele ensina!

O Parque de Campismo de Vouzela obteve recentemente a certificação da qualidade, tornando-se assim no primeiro estabelecimento turístico do género, a nível nacional, a receber este galardão.
in
ViseuMais

Para a próxima convida-nos!

Ricos passeios que se dão por aqui...

Afinal a coisa não é fácil...

"Só exigências, exigências, burocracia atrás de burocracia. Tanta coisa, que os fruticultores até desanimam e desistem". Abel Marques, produtor de maçã bravo de Esmolfe, diz que o processo de certicação do fruto "é um calvário para os produtores".
in
JN