O Guilherme é uma criança de 4 anos que sofre de paralisia cerebral, causada por complicações durante o seu período de gestação, que lhe retirou qualquer mobilidade. (...) Este espectáculo terá lugar no próximo dia 5 de Dezembro de 2008, pelas 21h30, na Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu, no qual estará presente o Guilherme. Os ingressos custam 18 euros (bilhete individual) ou 30 euros (bilhete duplo) e já podem ser adquiridos na FNAC – Palácio do Gelo ou no local do espectáculo, no próprio dia do evento.
29/11/2008
Contas de merceeiro
O vice-presidente do Município viseense, Américo Nunes, revelou, ontem, que a Sociedade ViseuPolis pode vir a perder apoios comunitários no valor de cerca de quatro milhões de euros, necessários para pagar as obras realizadas no âmbito do Programa Polis, na cidade.O autarca explicou que o problema foi originado por uma alteração na forma como eram transferidas essas verbas por parte das entidades gestoras. "Inicialmente, bastava mandar a factura, para que fosse disponibilizado o dinheiro oriundo dos fundos comunitários. Mas, há cerca de um mês, foram feitas mudanças e, agora, só podemos receber esse apoio, que representa 70 por cento do total do custo dos trabalhos, se apresentarmos, não só a factura, mas também o recibo do pagamento e o extracto da transferência para comprovar que ela foi mesmo feita", esclareceu, acrescentando que a situação é muito complicada. "Não há dinheiro para fazer os pagamentos e assim receber os fundos comunitários, porque precisamos desses fundos para efectuar os pagamentos aos empreiteiros", referiu.
in DRegional
27/11/2008
Uma vez mais em Viseu, cidade talismã
Não podia ter começado melhor a caminhada portuguesa na fase de apuramento para o Campeonato da Europa 2010, que se disputará na Áustria, com a vitória da selecção portuguesa de Andebol sobre a Letónia, ontem à noite, no Pavilhão Multiusos em Viseu.
Do melhor que nos Dão
Já que não aparece mais nada... Aqui fica uma coisa que divulga algo de realmente bom, que faz bem à saúde e ao espírito e, se ingerido em grandes quantidades, resolve os problemas da crise económica, do Afeganistão, do Iraque, BPN e tudo o mais!!!
26/11/2008
Então, não se passa nada porquê?
Hoje o dia rendeu pouco! Numa ronda rápida pela Imprensa e pelos Blogues conhecidos do burgo, chego à conclusão que anda tudo muito caladinho e não se passa absolutamente nada, salvo uns quantos assaltos que já fazem parte da rotina e nem o Presidente nem oposição dão sinal de vida... Andam a preparar estratégias ou simplesmente encolhidos com o frio?
25/11/2008
Mais uma vez a "estrada do Sátão"
Nas noticias de hoje o Diário Regional de Viseu, destaca duas colisões, uma na zona de Cavernães, envolvendo duas viaturas ligeiras, e outra no cruzamento de Brufe, também na mesma estrada, a EN229, que provocaram m morto e oito feridos.
24/11/2008
A Cidade agradece
Iniciativa municipal, o futuro Centro de Artes do Espectáculo (CAE), assim se chamará o novo equipamento, será construído nas proximidades da rotunda da fonte luminosa, no acesso à avenida da Europa. A notícia foi avançada, na última sexta-feira, pelo presidente da autarquia viseense. Fernando Ruas justifica o investimento, ainda sem precisar valores, com a necessidade de dotar a cidade de um espaço preparado para receber manifestações culturais de grande dimensão.
in JN
23/11/2008
Comer e calar...
Qual é a moral desta história? Estou em crer que se vai ficar por uma ou duas figuras a quem vão ser pedidas responsabilidades públicas, que vão passar uns meses a dar à língua sobre o caso, que se realizarão meia dúzia de debates sobre os factos e depois, devagarinho, como se tratasse de uma limpeza a seco, a coisa vai morrendo e nós descuidados e desatentos lá pagaremos as centenas de milhões que os pobres dos nossos ricos acrescentaram às suas miseráveis fortunas. É o nosso fado. Comer, discutir e calar. E pagar.
Francisco Moita Flores, Professor universitário
A caminho de Viseu em nova versão
Indo eu, indo eu,
A caminho de Viseu,
Encontrei o meu amor,
Ai Jesus, que lá vou eu!
Ora zus, truz, truz,
Ora zás, trás, trás,
Ora chega, chega, chega,
Ora arreda lá pr'a trás!
Indo eu, indo eu,
A caminho de Viseu,
Escorreguei, torci um pé,
Ai que tanto me doeu!
Vindo eu, vindo eu,
Da cidade de Viseu,
Deixei lá o meu amor,
O que bem me aborreceu!
A caminho de Viseu,
Encontrei o meu amor,
Ai Jesus, que lá vou eu!
Ora zus, truz, truz,
Ora zás, trás, trás,
Ora chega, chega, chega,
Ora arreda lá pr'a trás!
Indo eu, indo eu,
A caminho de Viseu,
Escorreguei, torci um pé,
Ai que tanto me doeu!
Vindo eu, vindo eu,
Da cidade de Viseu,
Deixei lá o meu amor,
O que bem me aborreceu!
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