02/05/2009

Ainda do Festival

Concerto dos Professores do Conservatório Regional Dr. Azeredo Perdigão.
2º Festival de Música da Primavera de Viseu - Aula Magna do IPV - 26.04.2009
"Balada da Oliveira" (Pedro Caldeira Cabral)
Guitarra Portuguesa - João Paulo Sousa
Guitarra Clássica - André Cardoso

Único no País, dizem!

Escavações numa casa do centro histórico de Viseu revelaram os alicerces de um prédio romano que guarda vestígios, em bom estado de conservação, de pavimento ladrilhado a losangos em espinha.
in
JN

01/05/2009

Bem precisamos, todos!

A UE afirma que o desemprego em Portugal já se situa nos 8,5%! E, porque hoje é Dia do Trabalhador... Boa sorte!

Mitodópolus no Teatro

Mitodópolus foi criado por Fraga com um grupo de jovens, no âmbito do projecto de criação artística com alunos das escolas secundárias de Viseu, promovido pelo Teatro Viriato e Companhia Paulo Ribeiro. A peça de teatro, resultado de uma aprendizagem que se iniciou em Outubro e que alia de forma exemplar educação e cultura, terá estreia absoluta no Teatro Viriato no dia 1 de Maio e estará em cena até dia 5 de Maio.

30/04/2009

O Rei vai nú...

(...) Aquilo que vai viver-se em Guimarães dia 24 de Junho e, em Agosto próximo, em Viseu, apenas é eleitoralismo saloio.
Barroso da Fonte, Dr

Um Bispo muito á frente

Por este andar ainda vamos apanhar o nosso Bispo a fumar!!

O Francisco vai longe...

No concerto dos laureados do II concurso de intrumentistas do Conservatório Regional Azeredo Perdigão de Viseu realizado no Teatro Viriato em 19Abr a miudagem mostrou ter talento... e pernas para andar, como diz o João Paulo Sousa!

Assim é que é trabalhar!

O Jornal do Centro tem agora uma edição online muito bem conseguida!

Primorosa das Beiras

Ui... esta está um primor mas, arranjaste mais uns quantos amigos!

E leitão à bairrada, faz mal?

Portugal está preparado para enfrentar gripe suina, afirma a ministra da saúde. Pronto, agora sim, eu estou mesmo preocupado! Os viseenses correm às farmácias a procurar esclarecimentos sobre a gripe suína, diz o DRegional. Se virem um porco a espirrar, fujam!

Jornalismo local na rede, precisa-se!


29/04/2009

De pequenino...

O jovem Diogo Lopes promete!

Justiça lhe seja feita, Sr Bispo!

O Bispo das Forças Armadas veio ao burgo e disse "muito bem dito" de sua justiça... da sua e da outra, daquela que a todos nos envergonha!

Desemprego à vista

Os mesmos que há dias garantiam que os postos de trabalho estavam assegurados, estão em conversações com os funcionários no sentido de apurar da sua receptividade para rescindir os contratos por mútuo acordo. A administração da Vista Alegre pretenderá diminuir os quadros de pessoal da empresa que, neste momento, tem cerca de 700 funcionários sendo que 80 funcionários deverão ser despedidos.

Viseu está cheio disto

- Oh rapariga, com tantas qualidades e acabas assim?

28/04/2009

Ano eleitoral

Depois de muita crítica e de muitos euros gastos aqui se apresenta a solução do Mercado 2 de Maio!

Quentes & Boas


Filme do candidato PS

O candidato do PS na apresentação da sua candidatura à CM Viseu na DãoTV.

27/04/2009

Viseu no seu pior!

Somos os maiores... uma vez mais e da pior maneira estamos nos nacionais!

Vale a pena pensar nisto!

(...) Viseu é hoje uma cidade à qual são reconhecidas algumas indesmentíveis qualidades para a vida quotidiana daqueles que a habitam e para o lazer dos que a visitam. Viseu não tem, por exemplo, problemas insolúveis no campo da mobilidade, do ordenamento do território ou da aparência do espaço público. (...) A realidade é, todavia – vista no seu conjunto –, bem mais preocupante. Assiste-se em Viseu a um paradoxo importante e pernicioso: a mesma cidade que se vê visitada e admirada por turistas de fim-de-semana é a mesma que cada vez mais se vê abandonada por grande parte das suas gerações mais jovens, que aqui dificilmente encontram trabalho condizente com as qualificações que a muito custo – seu e das suas famílias – foram adquirindo.
Viseu vive há muito numa anemia económica que nos deveria sobressaltar mais do que nos tem sobressaltado. Há anos e anos que se não instala ou cria em Viseu uma média ou grande empresa, com todas as consequências que isso tem no emprego e na qualificação do sector empresarial da região. Temos, por vezes, a sensação do contrário, quando é inaugurado um ou outro estabelecimento comercial de grande dimensão. Mas não nos deixemos enganar pelas aparências. Porque elas não revelam, nem de longe, nem de perto, o dinamismo que uma cidade com a importância histórica, administrativa e geográfica de Viseu poderia e deveria ter.
Entendamo-nos: Viseu tem gente tão trabalhadora e empreendedora quanto as outras cidades. Viseu tem um tecido económico meritório e indispensável. Mas não o tem, ainda, nem na dimensão, nem na diversidade essencial à criação de uma massa crítica – industrial, intelectual – típica de uma capital regional desta relevância, das cidades charneira com que nos queremos comparar e que, em primeira e última análise, será sempre também um potenciador do crescimento da economia e das empresas que já existem.
É triste a constatação – empírica e não só – da quantidade de jovens de Viseu que, tendo ido estudar para fora (ou não), se vêem impedidos de regressar e de aqui ingressar no mercado de emprego por inexistência de procura de trabalhadores com as suas qualificações. São esses os agentes da mudança e do desenvolvimento, mas a verdade é que os temos vindo a afastar.
Percebe-se, em certa medida, o estado letárgico de grande parte do Concelho perante esta situação. Viseu tem tido um modelo de desenvolvimento assente em três suportes que tendem a desmerecer e a desincentivar o dinamismo da sociedade civil:
- fundos comunitários;
- transferências financeiras do governo central;
- tributação municipal alta.
Assim se criou uma sociedade amplamente dependente do poder político municipal, uma sociedade cujas iniciativas – empresariais, culturais, artísticas – sentem sempre necessidade de procurar o patrocínio, o apoio, o sentido de oportunidade ou o mero beneplácito dos responsáveis políticos, como se estes fossem donos de toda a vida da cidade.
(...) Viseu será, pois, forçada – já – a alterar drasticamente o seu modelo desenvolvimento.
Será, no entanto, a oportunidade para se formular um novo contrato social municipal para as próximas décadas. Um melhor contrato social municipal.
Será a hora de o Município se comportar, não só como prestador, mas também e essencialmente como um catalizador das sinergias do Concelho, espicaçando e dando espaço aos diversos agentes para a criação de uma massa crítica mais livre e progressista.
Teremos de exigir, não só uma política de captação de investimento mais proactiva e descomplexada, à semelhança de outros municípios, como também um quadro tributário mais amigo desse investimento. A concorrência fiscal entre municípios e regiões é um caminho que começou já a ser percorrido e, pese embora a falta de vontade de muitos em aceitá-la e os ainda ténues mecanismos legais que a permitem, trata-se de um caminho que não terá recuo.
Teremos de exigir também a criação de condições para parcerias com e entre as empresas da região, entre estas e os agentes artísticos e culturais, aproveitando por exemplo os regimes legal e fiscal do mecenato, para a solução dos problemas do Concelho e para a sua projecção nacional e, porque não, ibérica.
(...) O que é que Viseu pretende ser? A terceira cidade economicamente mais importante de uma região administrativa criada e imposta centralmente? Ou a cidade em torno da qual, e em virtude de cujo dinamismo, se associam livremente todos os municípios que ao abrigo da sua influência queiram fazer parte de um projecto regional de fôlego e alcance superior ao da mera soma das partes?
É importante que se faça esta pergunta, uma vez que os responsáveis políticos do Concelho não têm sido minimamente claros quanto à sua posição perante a mesma, umas vezes exigindo o reforço do municipalismo, com maiores transferências de competências e recursos, e mais liberdade associativa, outras mostrando abertura à solução regionalista.
(...) É portanto este o convite que aqui deixo. Celebremos a liberdade, discutindo sem preconceitos a nossa terra. Todos – situação e oposição, desafiados e desafiadores, incumbentes e pretendentes, militantes e independentes. (...)

Extractos do discurso de Francisco Mendes da Silva na Sessão Solene do 25 de Abril na AM de Viseu

Haverá duas sem três?

O Partido Socialista candidata pela segunda vez à presidência da Câmara e da Assembleia Municipal de Viseu Miguel Ginestal e Correia de Campos (...) A dupla vai tentar, nas próximas eleições autárquicas, acabar com a hegemonia do social-democrata Fernando Ruas que, há 19 anos - está a cumprir o quinto mandato -, governa a Câmara Municipal de Viseu (CMV).
in
JN

26/04/2009

Rebobinem lá isso...




Jornal do Portal

O portal Viseu tem um jornal online. Veja aqui e adicione aos favoritos! Ah, e os classificados... são de ir às lágrimas!

Ninguém promete o comboio?

Em ano de eleições, convêm relembrar que Viseu é a única cidade europeia de média dimensão que não tem comboio! Já teve... aqui fica a foto para recordar!