20/11/2010

A crise do comércio local

Há dois anos, rezam as estatísticas, havia um a dois estabelecimentos comerciais a fechar todos os dias as portas no distrito de Viseu. Actualmente são três a cinco. "E só não são mais, porque muitos empresários da praça, com anos de trabalho e de credibilidade, têm vergonha. Sem contar ainda com os que estariam dispostos a fazê-lo, já hoje, se não tivessem de regularizar situações com empregados, fisco, segurança social, banca e até fornecedores", explica Gualter Mirandez, presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu (ACDV).
in JN

19/11/2010

Para desanuviar... momentos mágicos em Viseu!

É dose!

Iludido lá fui lendo, depressa me desiludi... e vou ali apanhar SOL para não ficar deprimido!

A boa e a má noticia!

A boa noticia é de que acabaram as obras que restringiam o trânsito de pesados no IP3 devido aos trabalhos de manutenção dos pilares da ponte a sul de Santa Comba Dão... a má noticia é de que tão cedo depois de tanta e tanta promessa eleitoral, não iremos ter a AE Viseu x Coimbra como se pode confirmar pela crónica que se aconselha a ler do Hélder Amaral!

18/11/2010

Mais das beiras do Tejo que do Pavia...

Alguém me consegue explicar a razão porque sendo a Escola de Negócios das Beiras porque raio só tem parcerias com o ensino superior de Lisboa?

Quem dá um passo em frente?

Viseu foi dos distritos mais fustigados com os fogos florestais. Está em curso uma iniciativa para a reflorestação... Onde para a equipa de Viseu? O que está o concelho a fazer nesta matéria?

Cada dia pior...

17/11/2010

O museu do Quartzo aqui e lá...

Leitor amigo e desiludido com a "arquitectura pimba" do nosso neófito e nunca acabado Museu do Quartzo enviou-me este link que agora partilho convosco. O projecto tem em comum com a situação do nosso Museu, o granito e o quartzo, a pedreira, a envolvente e a lagoa mas as semelhanças acabam aqui...

A ponta do iceberg

Afinal, para que serve Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de corrupção e infracções conexas?” questionam os socialistas adiantando que “o referido Plano de Prevenção não passa de uma formalidade e que as medidas anti-corrupção e anti-infracções apenas existem para inglês ver”.

Regionalizar ou reorganizar?

Numa altura em que se fala do despesismo do Estado onde o poder local tem peso considerável antes da retoma da discussão sobre a regionalização e da quase certa criação de mais uns quantos orgãos para engrossar a administração pública seria de bom tom olhar para a actual divisão administrativa do País. Senão vejamos, se juntarmos a população dos distritos de Faro, Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Bragança e Vila Real, que representam 63.8% de toda a área de Portugal continental, obtemos um valor de 2 006 096 habitantes, um número ainda inferior aos 2 135 992 habitantes do distrito de Lisboa. E tudo leva a crer que esta discrepância continuará a acentuar-se... No caso de Viseu o distrito conta com o maior número de municipios num total de 24 e o concelho é constituído por 34 freguesias das quais, 13 são predominantemente rurais, 12 são predominantemente urbanas e 8 são mediamente urbanas e se atentarmos no número de habitantes por freguesia além de outros elementos como envelhecimento, taxa de natalidade ou distância aos equipamentos sociais, saúde, transportes, vias de comunicação rapidamente se percebe que temos hoje, até pelas facilidades criadas, freguesias a mais, na minha modesta opinião.
Porém, sou levado a concordar com Fernando Ruas quando afirma que encerrar uma escola é encerrar uma aldeia donde acabar com a freguesia poderá contribuir para agravar ainda mais o desequilibro entre interior e litoral, mas seria bom que se repensasse esta divisão administrativa actual... e para fazer tal estudo nem sequer é preciso um Governo Civil, esse seria bom que encerrasse já a bem das contas públicas!

16/11/2010

Mais uma machadada!

O Instituto de Construção e Imobiliário, a entidade reguladora do sector da construção e do imobiliário, à qual compete atribuir os títulos para o exercício das actividades reguladas, nomeadamente, alvará de construção, título de registo, licença de mediação imobiliária e inscrição de angariador imobiliário, vai fechar as portas em Viseu, onde conta há cerca de uma década com um balcão de atendimento na Loja de Cidadão local.
in Diário Viseu
Consta que o serviço vai ser deslocalizado para Coimbra e por certo Fernando Ruas não vai ficar calado com a noticia de mais um serviço que fecha em Viseu mas no entretanto, o que fizeram os deputados do PS de Viseu sobre esta matéria? Ah, vão escrever mais uma inócua crónica? Pois bem, escrevam, escrevam... é isso mesmo que nos enche a barriga!

A luta continua... abaixo as portagens na A25

A Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A24 e A23 recolheu hoje centenas de assinaturas de pessoas que se mostraram indignadas por o Governo tencionar portajar estas vias, apesar da falta de alternativas. Numa banca montada ao início da manhã numa das entradas da feira semanal de Viseu os membros da comissão iam distribuindo panfletos, onde se podia ler: "usando o preço das portagens que o Governo aplicou a outras autoestradas, veja quanto lhe custaria circular na A25, A23 e A24".

Ajude o Cantinho

Ideia "Jenial"

15/11/2010

Nem uma flor na estátua!

O Infante D. Henrique, figura incontornável da História de Portugal. Este ano comemoram-se 550 anos da sua morte... Por cá, nada consta no programa a não ser ter sido Duque de Viseu!

Com frutas e bolos...

No balanço das noticias de fim de semana dá-se conta das preocupações de José Couto, Presidente do CEC sobre a necessidade de construção da AE Viseu - Coimbra ou do nefasto efeito que as portagens na A25 vão ter sobre as pessoas, o emprego e a economia regional... alheios a estas questões, na politica local discute-se a fruta! Ao mesmo tempo, Fernando Ruas lá vai avisando que vão começar a ser passadas as facturas ao Governo sobre a utilização do edifício do Arquivo Distrital e que a partir de agora, obras do poder central a serem realizadas pelo poder local só com dinheiro à vista! Dinheiro em falta é o que também obriga cada vez mais viseenses a recorrer a instituições de caridade local... e ouvir na rádio o responsável da Cáritas de Abraveses a falar "comovido" sobre essas situações de miséria, perdoem-me caros leitores, mas já não me consegue emocionar. Na politica, tal como na fruta, muito caroço não é lá grande coisa...

O novo desafio do Guilherme

O Guilherme volta a surpreender-nos! Conheçam aqui o novo projecto e participem... ah, e claro, divulguem!

O blog feito pelos leitores... de Boaldeia!

O espaço da Feira do Pedrão espalha-se pelas freguesias de Boaldeia e de Torredeita, para um e outro lado da linha divisória das duas freguesias e nele, desde tempos que a nossa memória não alcança, tem lugar uma feira todos os segundos e quartos sábados de cada mês. Nestes espaços públicos e privados pessoas vendem os mais variados artigos. Alguns espaços privados, pertença de família de comerciantes, foram demolidos pelas juntas envolvidas na requalificação do espaço, que alegaram tratar-se de um espaço público, com vista à obtenção de financiamentos. Os proprietários, que não se conformaram com a atitude nem com a ausência de contacto prévio, processaram judicialmente as juntas de freguesia. O Tribunal de Viseu entendeu que algumas demolições incidiram sobre um espaço privado e não público e que “violou de forma ilícita e culposa o direito de propriedades dos autores pelo que estes têm o direito de ser indemnizados pelos prejuízos causados”, e deu como provado que uma das construções demolidas “se situava num lugar central da feira, fora já dos pais dos autores, dos seus avós e bisavós, que dali retiraram o sustento para a sua sobrevivência durante muitos anos”.
Na parte final de uma das sentenças, pode ler-se:
Considera-se procedente e provada a acção, por isso se decide:
- condenar a Ré (Freguesia de Boaldeia) a reconhecer o direito de propriedade dos Autores sobre o prédio (…).
- Condenar a Ré a indemnizar os autores no montante que vier a ser fixado em execução de sentença.
- Indemnizar os Autores por danos morais no montante de 1.000,00 €.”

Nota:
Estes assaltos a propriedades privadas não constam dos mais recentes ocorridos em Boaldeia, Torredeita e outras freguesias vizinhas.
(Leitor identificado)