29/10/2011

A Jota em congresso!

Neste fim-de-semana de 29 e 30 de Outubro, a JSD organiza o 2.º Congresso da Interioridade, em Cinfães, distrito de Viseu. O tema do Congresso é “O Interior também é Portugal”. Saiba mais aqui.

28/10/2011

O melhor do Dão!

“Wine Enthusiast”, uma revista Norte-Americana, ficou rendida à relação qualidade/preço dos Vinhos do Dão, e coloco-os no Top das melhores compras. De entre um total de mais de 16 mil vinhos de todo o mundo, provados nos últimos 12 meses, a prestigiada revista norte-americana “Wine Enthusiast” elegeu dois exemplares do Dão para figurar no “Top 100 Best Buys”. O Quinta do Penedo tinto 2008, das Caves Messias, e o Quinta do Serrado tinto 2007, da Quinta do Serrado, são os vinhos destacados. Ambos foram provados por Roger Voss, que lhes atribuiu 90 pontos (em 100 possíveis), realçando a relação qualidade/preço e o facto de apresentarem uma capacidade de guarda superior a três anos.
in ViseuTV

Choque eléctrico!

Não deixa de ser curioso numa altura em que a Autarquia adoptando medidas de contenção de despesas coloque Avenidas com menos luz para poupar na electricidade e peça explicações à EDP sobre a facturação desses consumos, e ao mesmo tempo gaste 6.897,36€ em iluminação pública de um local também curioso!

Correr atrás do prejuízo!

A Câmara Municipal de Viseu prepara-se para realizar uma “pequena revolução” no Mercado 21 de Agosto. O objectivo das medidas que estão a ser e vão ainda ser implementadas é revitalizar aquele espaço, que ao longo dos anos tem perdido o fulgor que tinha, nunca alcançando o mesmo movimento que o mercado quando funcionava no Mercado 2 de Maio. O executivo municipal aprovou ontem o lançamento do concurso público para a requalificação de toda a zona conhecida como galeria, onde actualmente estão instalados os talhos (sendo que muitos fecharam as portas ao longo dos anos, deixando as lojas existentes abandonadas).

Demorou... mas foi!

Em Maio de 2008 o DN pela letra de Amadeu Araújo dava nota de que a Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL) e a PJ investigavam aqui no concelho vizinho a Câmara de Castro Daire, por suspeitas de corrupção, peculato, administração danosa e financiamento ilegal do PSD local.
Três anos depois da denúncia a ex-presidente da Câmara de Castro Daire e três vereadores do seu executivo estão acusados pelo Ministério Público (MP) de terem usado dinheiro da autarquia em benefício próprio e do PSD, na campanha para as autárquicas de 2005. O processo encontra-se em fase de instrução no tribunal de Castro Daire, estando Eulália Teixeira, António Giroto, José Manuel Ferreira e Paulo Almeida acusados do crime de peculato.

27/10/2011

50 razões para amar Viseu

Texto de opinião publicado na edição 501 de 21Out do Jornal do Centro

Escrever algo positivo num momento em que no País a mudança esperada nos castiga, tanto ou mais, quanto a herança herdada requer um invulgar exercício de abstracção, sobretudo porque, na minha leiga opinião, já não está em causa apenas a economia e o défice, mas sim a soberania nacional e a sobrevivência das pessoas e famílias que, vivem já com o desespero de ter que enfrentar um dia pior após um dia para esquecer. Já ultrapassámos a fase do abismo e vivemos como Paul Krugman em 2007 metafóricamente referia, na sua coluna de opinião do New York Times, o momento Wile E. Coyote em que na cena clássica do desenho animado, o coiote chega à beira do precipício e continua a andar, ignorando o vazio e só quando olha para baixo e disso conscientemente se apercebe então cai abruptamente, ou se preferirem numa visão mais simplista mas, ainda assim igualmente assustadora embora porventura cómica, vivemos no País a anedota do fulano que depois de cair do 20º andar, ao passar pelo 10º ainda se sente capaz de dizer:
- Até agora tudo bem!
Por ora, vamos deixar a alegoria sobre a trágica realidade que somos obrigados a pagar com impostos, suor e sacrifício e, desejar que antes do final da queda os nossos políticos encontrem a almofada capaz de nos amparar o futuro e devolver a esperança e alegria de viver, até porque agora de pouco ou nada valerá chorar sobre leite derramado e, importa sim reinventar a politica e sobretudo os políticos. Importa mais fazer do passado lições aprendidas, fechar a sete chaves as sete portas do Inferno em que nos querem enclausurar e, abrir uma das sete portas da cerca afonsina da nossa “Viseu, Senhora da Beira, eternamente bonita, fidalga e sempre romeira” para ganharmos ânimo e motivação. E, convenhamos que a nossa cidade e as nossas gentes nos oferecem pelo menos cinquenta razões para a amarmos, para nela vivermos, para aqui trabalharmos com alma e, daqui ajudarmos a erguer este cantinho à beira mar depauperado.

Ajudar quem mais precisa!

No pulmão da cidade...

As pessoas que visitam a Mata do Fontelo sentem-se cada vez mais inseguras. Depois de uma relativa acalmia, após diversos furtos em automóveis ali estacionados, nos gabinetes das instalações desportivas e vários casos de vandalismo, têm-se registado novamente casos de furtos.

Eu apoio Carlos Marta!

O Jornal do Centro traz amanhã uma entrevista com Carlos Marta a não perder. A candidatura do autarca de Tondela à FPF é um desafio difícil mas ao mesmo tempo uma boa noticia para a região, pois a sua eleição representará uma mais valia para o futebol nacional e regional. Só tenho pena não poder votar porque apoio incondicionalmente Carlos Marta neste seu desiderato pessoal e profissional.

25/10/2011

Concurso Viseu, Cidade Histórica!

A Casa da Sé está a promover um concurso de fotografia, cujo o tema é “Viseu – Cidade Histórica” . Esta iniciativa da Casa da Sé, a mais recente unidade hoteleira de Viseu, situada no coração do centro histórico, visa estimular os fotógrafos profissionais e amadores a captarem a vida diária da cidade nas várias dimensões (histórica, social, cultural) enquanto cidade secular. Este concurso promovido pela Casa da Sé pretende promover e divulgar o património cultural e histórico de Viseu pelo país e pelo mundo, reforçando através da fotografia, a sua valorização. As fotos serão publicadas num álbum específico na página da Casa da Sé do Facebook e a votação é realizada pelo número de “gosto”/”like” em cada foto. As fotografias devem ser enviadas, até 7 de Novembro, para o e-mail e identificada com o respectivo nome, contactos, titulo da fotografia, local das fotografias, data das fotografias e link para a página do Facebook do autor.
São permitidas, no máximo, 3 fotos por participante.

PRÉMIOS:
1º PRÉMIO – Uma noite para duas pessoas na Suite D.Duarte
2º PRÉMIO – Uma noite para duas pessoas no Quarto Superior Grão Vasco
3º PRÉMIO – Uma noite para duas pessoas num Quarto Standard

PRAZOS:
Até 7 de Novembro de 2011 – Recepção de fotografias
13 de Novembro – Publicação das fotografias na página da Casa da Sé
13 a 27 de Novembro – Período de votação
28 de Novembro – Encerramento das votações. Apuramento dos vencedores.

Sintoma de fim de mandato!

Fernando Ruas no programa Retrospectivas de Fim de Semana deixa-nos a sua visão sobre a Feira de São Mateus e sobre a sua experiência autárquica. Curiosamente o programa passou na RTP Memórias o que poderá ser entendido como um sintoma de fim de mandato, mas o autarca mostra estar bem activo referindo a propósito da Feira de São Mateus que os viseenses a publicitam de boca a boca, o que vos garanto não é o meu caso e convenhamos é pouco higiénico! Mais à frente, a cereja em cima do bolo, ao afirmar que é abordado com regularidade pelos seus munícipes para os aconselhar até sobre problemas pessoais incluindo alguns do foro intimo do relacionamento conjugal. O Professor Dunga que se ponha a pau pois a partir de 2013 a concorrência será de peso!

Retrato actual da Rua Direita


Durante séculos, a Rua Direita de Viseu foi o shopping center da cidade e ponto de encontro privilegiado para todo o distrito, mas hoje é um espaço moribundo onde se multiplicam placas de “vende-se” ou “arrenda-se”.

Dar a conhecer Viseu

O Encontro Internacional de Turismo que teve lugar de 9 a 11 de Outubro em Viseu trouxe à região cerca de 100 participantes - agentes de viagem portugueses radicados no estrangeiro, seus melhores clientes e líderes de opinião, vindos do Brasil, Estados Unidos e África do Sul entre outros países e que deu a conhecer a história tradição e modernidade de Viseu é também um bom exemplo de como se "deve vender" o que de melhor temos para oferecer aos turistas! Saiba mais aqui.

Um bom exemplo para o País

24/10/2011

À atenção do investidor... e não só!

Texto publicado na edição 499 do Jornal do Centro de 07Out2011:

A maioria dos atentos leitores do Jornal do Centro, para não me tornar pretensioso ao afirmar da totalidade, poderão, porventura ao terem lido a última edição, nutrido a esperança de que, nestas próximas linhas encontrariam resposta ajustada a todo o chorrilho de disparates e inverdades (esta palavra admito, tem a sua piada) que o Sr Jorge Carvalho ali entendeu verter, ao mesmo tempo que me brinda com inusitado “mimo”. Acontece que a ideia por ele sugerida, de um “frente a frente” me causa tanta adrenalina e impõe um medo tal que, nem quando a Nação me chamou à missão NATO no Iraque acredito ter vivido, além de que a idade, ensinou-me o meu avô, merece respeito mesmo quando não se dá a tal. Por outro lado sinto precisar de tempo para recuperar do trauma pois nem em adolescente ao ler “Amor de Perdição” me recordo de verter tanta lágrima como agora depois de ter lido tanto queixume deste ex-responsável pela Feira de São Mateus, da qual cuja opinião pessoal, boa ou má, se bem se recordam, deixei vertida nas folhas deste mesmo prestigiado Órgão de Comunicação Social  e de cara destapada e à civil porque tendo, sem falsa modéstia, sempre vestido a farda do Exército com orgulho, competência e profissionalismo quando entendi ser hora de sair o fiz pelo meu próprio pé e com direito a homenagem pública! Com outros pelos vistos parece que tal não aconteceu desta forma...  de modo que, antes que caia algum esqueleto dos armários da Expovis, deixemo-nos de coisas sem importância e passemos a assuntos sérios bem mais relevantes da vida da Cidade!
 Permitam que acrescente alguma reflexão a outros diagnósticos sobre o desenvolvimento da Cidade, por sinal até bem elaborados na minha modesta opinião, que também por aqui neste Jornal têm surgido, primeiro vindos da Praça de D. Duarte, agora reescritos a rosa na Rua 5 de Outubro e por este andar daqui a mais uns anos serão apresentados na sede local laranja, sem que, contudo nos deixem outro sinal, que não os o dos objectivos políticos que perseguem. Que os tempos são difíceis já o sabemos, que este modelo de gestão local do alcatrão e betão são insustentáveis e, que é preciso encontrar novas soluções também é lugar comum aceite pelo que, nem é preciso ser economista para se perceber que sem indústria não há emprego, sem emprego não há consumidor, sem consumidor não há comércio e sem comércio a cidade definhará num ciclo fechado cujos resultados nem é bom tentar imaginar. Importa pois, em tempo acautelar este cenário e, nessa matéria, acredito que as Associações Empresariais podem desempenhar um papel significativo em favor das economias locais, se ganharem uma dimensão que faça delas elos de articulação com o exterior, com o Estado e a Administração e com as politicas públicas que servem de enquadramento a esse sector, ou seja, as economias locais não são já só o resultado de condições materiais de localização ou logísticas mas também de condições institucionais e de protagonismos diferenciados. É sabido que a região apesar de alguma homogeneidade apresenta efeitos locacionais contrastantes e dinamismos próprios que, resultam da diversidade das estruturas e das diferentes capacidades de representação e negocial, sendo que por exemplo, com facilidade se identificam e distinguem os argumentos de atracção industrial utilizados em Viseu dos assumidos em Tondela ou Mangualde. Traduzindo o conceito, permito-me apostar que o preço por m2 em Viseu em qualquer das áreas industriais ultrapassará em mais ou próximo de 20 vezes o valor do investimento em áreas daqueles concelhos vizinhos além das ofertas de especialização e negociação, que naqueles locais se verificam e como tal, não é de admirar que os resultados sejam também eles díspares com o prejuízo a situar-se do lado de Viseu. Perante esta realidade haverá quem a procure minimizar ou contrariar atirando com relativa facilidade com a fria estatística numérica dos Censos, que apontam um significativo crescimento populacional de Viseu ao invés do que se acontece nos concelhos citados em paralelo mas, com igual facilidade se apura que o principal núcleo urbano da região aproveita do que de favorável acontece na vizinhança mas nada faz para retribuir esse mérito aos vizinhos. Ou seja, no dia que a Citroen Mangualde ou a Huf em Tondela por exemplo se virem obrigados a despedir pessoal (cruzes, canhoto!) o drama social ficará a cargo dos autarcas desses concelhos mas, a maioria desses trabalhadores em principio continuarão a manter a sua localização habitacional e familiar em Viseu, não havendo portanto necessidade de grande intervenção social da politica local e cenário similar dificilmente terá lugar no concelho porquanto se a única empresa viseense de dimensão passasse por drama semelhante ainda assim acabaria por ultrapassar a esfera local. Assim sendo, parece daqui resultar que os agentes colectivos locais não são apenas um produto derivado da lógica exógena de organização de economias e não se podem limitar a ser meros instrumentos funcionais dos interesses de regulação macroeconómica e como tal, as Associações como a AIRV terão que ser a expressão da inovação e mesmo de interesses estratégicos da industria local, valorizando fora dela o que é mais qualificante do tecido produtivo que representa e filtrando para dentro o que lhe pode aumentar a sua capacidade competitiva mas onde o Poder Local também terá que ter papel preponderante. Há quase que uma “correlação probabilística” (J. Reis, 1988) onde cabe ao Poder Local uma posição activa nas situações em que o investimento local se revela mais estático por forma a que se aumentem as possibilidades de emprego implicando a atracção de agentes e recursos exteriores. Inversamente quando o desenvolvimento local já resulta da intervenção relacional dos empresários a centralidade da Autarquia deve ser menor e dirigir-se para outras acções visando o bem-estar das populações ou para áreas sócio económicas mais marginais e, neste casos, o protagonismo regulador das Associações terá que ser mais notório. Por cá, o facto de termos tanta rotunda florida e lotes de terreno ainda vazios no Parque Industrial de Coimbrões deve, salvo melhor opinião, talvez significar que não saímos sequer do primeiro estádio e a letargia do Poder Local ao ignorar o necessário e indispensável equilíbrio sustentável e sustentado do tecido social do concelho poderá a médio/longo prazo conduzir a graves problemas sociais. É ainda aceite que nesta “economia local da informação” que a AIRV, no caso, deverá conduzir na região, que além da sensibilização do Poder Local, também o ajuste de mentalidade do empresário local terá que estar na sua linha de actuação. O empresário local por maior ou menor que seja a empresa terá ter uma visão “first things first” criando ao mesmo tempo uma estrutura de gestão  que o liberte para a estratégia e para o futuro, investindo em simultâneo no produto que quer colocar no mercado mas também na sua formação e na dos seus colaboradores. Pelo que conheço da AIRV, não me enganarei muito se assumir que aquela Associação dotada de uma liderança atenta e de uma direcção com forte sentido de missão e técnicos bastante qualificados, estará disponível e apta a apoiar estas mudanças e afirmação de mentalidades, a bem do sector empresarial da região. A julgar pelas iniciativas que têm concretizado como a EAB, o prémio Inovação e Empreendedorismo, a EXPOTEC, a ENERVIDA, a co-mentoria na candidatura apresentada pela Comunidade Intermunicipal  à Redes Urbanas para a Competitividade e Inovação, a incubadora de empresas e o apoio às PME por micro crédito além da formação qualificada, o fomento da inovação tecnológica e aconselhamento técnico jurídico que empresta aos associados e investidores em geral, a AIRV apresenta potencial para fazer crescer esta necessária relação de concertação e parceria que marcam fortemente as economias actuais, constituindo-se como um facilitador na concretização da vontade do investidor, uma ponte de diálogo com o Poder Local e um parceiro na procura da solução financeira e técnica junto dos demais decisores e agentes intervenientes. Ora, se esta engrenagem ainda não funciona sem atrito no Concelho tal ficar-se-á a dever então a uma deficiente visão de politica local que urge corrigir pois o Autarca actual esgotados que parecem estar os recursos financeiros e fechada que estará a torneira dos fundos europeus a breve trecho, terá que assumir uma nova postura e ser mais capaz de gerir as vontades dos seus concidadãos e, em especial daqueles que acrescentam mais valia empresarial ao Município e dessa forma geradores de mais e melhor emprego, que em gerir dispendiosas obras e faustosas inaugurações! É este clique que terá que acontecer para que autarquia, empresas e também o apagado meio académico e naturalmente os cidadãos se envolvam num processo cativador de investimento e gerador de emprego, o que representará por simpatia mais e melhor qualidade de vida. O investimento por si só não cai do céu e é preciso vencer a inércia do efeito centrífugo das rotundas e criar magnetismos de atracção, é preciso que políticos inquietos, académicos conhecedores e empresários inovadores se liguem entre si e unam esforços para que o sustentado futuro aconteça já amanhã, criando emprego e garantindo o bem-estar a que a cidade nos habituou. São conhecidas as dinâmicas e capacidades da AIRV mas diga-me lá caro leitor, se lhe calhar em sorte o Euromilhões e entender investir em Viseu, conhece a política de acolhimento industrial? Existe algum esquema de incentivo à instalação empresarial nas zonas industriais locais? Está preconizada alguma forma de cedência ou venda de lotes a preços simbólicos, em função do número de postos de trabalho criados? Existe algum beneficio na derrama ou alguma isenção de taxas de licenciamento de obras para a construção de estabelecimentos industriais nessas zonas? Quando souber as respostas, estimado leitor, pondere a sua decisão, aconselhe-se na AIRV, pressione para que a mudança aconteça e se puder ajudar as gentes trabalhadoras da região não hesite e invista em Viseu ainda que os ventos do Rossio não sejam de feição... também esses terão que mudar um dia! Até lá, deixo-lhe um conselho que também procuro seguir, jogue no Euromilhões!

23/10/2011

A marca Viseu

Texto de opinião publicado na edição 497 do Jornal do Centro:
O Presidente da Câmara Municipal de Viseu, numa intervenção de fundo na última Assembleia Municipal que se vai descrever aqui neste texto, salientou “a necessidade da afirmação de Viseu no contexto regional, nacional e internacional”, e reafirmou a promoção da “marca Viseu”, apostando na criação de infra-estruturas e equipamentos e na realização de acções potenciadoras da imagem de Viseu.
Na ocasião deixou como exemplos “a reabilitação da Quinta da Cruz, a “Ecopista do Dão”, a requalificação da zona envolvente às Termas de Alcafache, a sinalética e informação turística e o “Viseu Welcome Center” deixando para segundas núpcias, se as houver, as promessas da campanha eleitoral de 2009, da praia fluvial de Viseu ou do Centro de Artes e Espectáculos, sem que antes não deixasse a Edilidade de gastar num vistoso projecto de arquitectura quase tantos euros quantos os agora ainda empatados no BPP.