27/09/2012

Louvor à pequenez de espírito!

Há uns tempos atrás a propósito dos Jardins Efémeros e da forma parcial como a CMV tratava este assunto um cidadão apresentou os problemas surgidos por esse facto à apreciação da Edilidade e recebeu de Américo Nunes, vice presidente da Autarquia, a seguinte resposta no dia 24 Set:
(...)
Assim, é de relevar que a organização logística das duas realizações não teve intervenção direta dos Serviços Municipais; pois tanto a “Jardins Efémeros”, como o “Workshop de Jazz”, foram conduzidos, no terreno, por organizações específicas, completamente exteriores à Câmara Municipal.
Aliás, confirmo a V. Exa. que os eventuais encargos financeiros decorrentes de contratação, via Serviços Municipais, implica, a priori, a sua cabimentação e consequente autorização de despesa; o que, efetivamente, não se verificou; pois a organização da logística e a gestão de cada um dos projetos esteve cometida a Entidades exteriores à Câmara Municipal.
(...)
Não tem, em consequência, a Câmara Municipal de Viseu qualquer responsabilidade ativa no processo que V. exa. alude.
(...)
Nesse mesmo dia o assunto sobe à AM que não aprova um voto de louvor por não referir explicitamente o envolvimento da Autarquia no evento. O tamanho do umbigo de Fernando Ruas na hora da saída é de facto cada vez maior... e já quase do tamanho da sua hipocrisia politica!