16/09/2012

Obrigatório "ouvir a Rua"!

A Câmara Municipal de Viseu vai baixar em 2013 as taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e Derrama, que incide sobre o lucro das empresas com volume de negócios até 150 mil euros, anunciou hoje o presidente da autarquia.
in CM
A promessa já tinha sido dada e o desafio colocado. Com tanta pretensa saúde financeira não se poderia ir mais longe? 

10 comentários:

  1. Anónimo02:09

    pelo menos honrar os seus compromissos com quem faz contratos programas tipo Ministério da Educação e pagar o que está nesses mesmos contratos que assina, aos que contrata... já para não dizer para pagar com retroativos pelos anos todos que os andou a roubar... e já agora que cumpra com a lei e pague a caducidades pois todos os anos tem falhado o pagamento das mesmas a esses mesmos contratados no ambito desse mesmo contrato programa... http://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=web&cd=2&cad=rja&ved=0CCgQFjAB&url=http%3A%2F%2Fwww.dgidc.min-edu.pt%2Faec%2Fdata%2Faec%2Flegislacao_e_orientacoes%2Fdesp_8683_2011.pdf&ei=FyVVUPiaDYiohAfUsID4Bw&usg=AFQjCNF6Eqxk-wYq-j2R4puwT9VgGDXvZA ... http://www.cm-viseu.pt/doc/Avisos/RecursosHumanos/aviso_aec.pdf e como podemos verificar nada disso acontece chegando os contratados pela autarquia de Viseu a receber menos quase 300 euros mensais do que os da autarquia de tondela e castro daire por exemplo...

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  2. Anónimo03:20

    Isto de dizer que vai baixar o IMI é uma enorme aldrabice. Devia dizer que baixa a percentagem, mas fruto das novas avaliações vai receber muitissimo mais! Continuam a fazer de nós parvos.

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  3. Anónimo10:19

    A questão do IMI anda mal esclarecida, pois "em terra de cegos quem tem um olho é rei";
    O valor do parque habitacional existente sofria de um desajuste realmente injusto. Só a partir de 2003, com a entrada em vigor do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, se veio trazer mais clareza e objectividade nas avaliações, uma vez que o método de avaliação usado passou a estar claramente definido e com uma "margem de manobra" para os peritos avaliadores, que os impedia de quaisquer "habilidades" como se poderiam ter feito anteriormente; Não é aceitável que prédios urbanos com as mesmas características e situados na mesma Rua, pagassem valores muito diferentes ( o que era posível e ainda vigorava vindo de trás, com base em critérios de avaliação que poderiam sofrer de alguma, muita, subjectividade dos avaliadores);
    O que se devia esclarecer, mas o poder não o faz, é que a actual avaliação geral e a normal é muito mais justa e objectiva do que era e isso conduzirá a valores patrimoniais tributários (que em regra deverão atingir 80 a 90 % do seu valor comercial) que estabelecem uma maior justiça e igualdade nos valores imibiliários;
    O que se não diz, nem interessa dizer, é que o que determina o imposto a pagar, IMI, é sobretudo a decisão dos Municipios em relação á taxa de imposto a aplicar sobre o valor dos prédios e que pode ir dos 0,2% aos 0,5%; Por isso, a decisão do Municipio é determinante do valor do imposto, pois entre 0,2% e 0,5% vai uma diferença de mais do dobro, ou seja, um apartamento T3 na cidade, que vale, em média e no tempo de hoje, cerca de 120.000 € é normalmente avaliado por volta dos 80.000 € e esse valor não está desajustado, no entanto com a taxa de 0,2% pagará 160 €/ano, mas se estiver em vigor a taxa de 0,5 % pagará 400 €/ano!
    O valor da avaliação é o mesmo mas o valor do imposto depende da taxa fixada por cada Municipio.
    Há também a realçar que, fruto de nunca se ter efectuado uma avaliação geral ao parque urbano com estas regras mais justas e objectivas, havia centenas ou milhares de casas isentas de impostos, o que não fazia qualquer sentido... e outras tantas com valores patrimoniais tributários muito reduzidos e que, apesar de terem bastante valor comercial, pagavam ninharias...
    Por isso, seria bom que os Municipios equacionassem bem a situação e em lugar de tentar culpar os peritos,que são independentes, pelo alto valor dos prédios (que pouco podem intervir na determinação do mesmo uma vez que o cálculo é automático e parametrizado governamentalmente deixando apenas espaço para a localização do prédio, sua área privativa/dependente e sua idade/estado de conservação) assumam uma posição consentânea baixando as taxas para o valor mínimo legal de 0,2%, concretizando assim a preocupação que dizem ter.

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  4. Anónimo13:53

    Acharia muito bem que a CMV pagasse com justiça aos seus contratados como aos funcionários. E bem que o poderia fazer, se os reduzisse ao número dos estritamente necessários, e com as respectivas competencias. Ganhariam os munícipes e os colaboradores.

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  5. Anónimo09:11

    E o que me diz o Coronel ao facto do Diário de Viseu, na edição desta 2ªf, não ter uma referência que seja à manifestação de Sábado , no Rossio, na 1ª página ?

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  6. Anónimo11:34

    O Diário de Viseu, coitadinho, não pode publicar tudo o que é relevante e importante. Com tanta publicidade institucional perde toda a independência editorial. É um orgão domesticado pelo Rossio. Faz falta em Viseu um diário livre e independente.

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  7. Anónimo11:44

    A noticia da baixa do IMI é interessante de analisar no contexto politico local. Ruas sabe que vai ter um final de mandato desastroso pelas diversas escandaleiras que têm vindo a público e muitas onde tem envolvimento pessoal activo. Até ser corrido pela força da lei do lugar ainda falta um ano e mais asneiras chegarão a público. A baixa de impostos, apesar de positivo, como é hábito em toda a governação Ruas, chega sempre tarde. Ruas sempre teve dificuldade de ser oportuno nas medidas. Anda sempre atrasado.Em tempo de vacas gordas e de elevados níveis de investimento tinha-as no máximo. Resultado: não conseguiu captar investimento relevante.Conseguiu espantar para os concelhos vizinhos grandes e importantes empreendimentos. Na crise politica nacional e local, na tentativa de sair-se bem e aumentar a sua popularidade que desce todos os dias, toca a diminuir. Por outro lado as receitas do IMI, mesmo assim, serão muito mais elevadas por causa das reavaliações. Ou seja, uma análise séria concluiria que existe espaço para baixar ainda mais. Tudo isto é politica e quem se trama é sempre o mexilhão.

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  8. Quanto ao IMI só tenho a dizer que se me dessem o valor porque a avaliaram vendia na hora! Quanto aos contratados , isto é escandaleira total , mais vale poucos e bons e bem avaliados do que muitos! Mas muitos fazem monte e aumentam as ligações do polvo e é certo que se uns ganham 300 outros recebem muito (mas muito mais). Como não conseguiram a regionalização trataram logo de criar empresas municipais para aumentarem o poder do(s) feudo(s).

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  9. Anónimo21:31

    Ruas vai querer compensar o desastre que começa a ver-se dizendo aos quatro ventos que vai baixar o IMI. A verdade é que pelas avaliações que por aí se vêem mais as isenções que acabam,mesmo baixando o que diz, irá receber muito mais. Que se deixe de tretas, pois lá porque não tem oposição,nunca teve tanto escrutíneo.

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  10. Anónimo21:45

    Ruas já não engana. Ruas é passado.

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Obs: Os comentários dos leitores não reflectem as opiniões do Viseu, Senhora da Beira