Artigo de opinião publicado na edição 559 de 30 Nov 2012 do Jornal do Centro
Na falta de melhor assunto tinha desenhado para esta crónica de opinião revisitar o tema da má despesa pública municipal, tão caro no passado aos nossos eleitos da Praça da República e tão caríssimo no presente e futuro a todos os contribuintes. Os exemplos são tantos que dariam para outro livro da Bárbara Rosa e do Rui Marques que, sempre esquecendo Viseu, vão de trocos a milhões bastando para o efeito o leitor passar os olhos pelo Portal Base e fazer uma pesquisa em Entidades com o NIF 506697320. Desde o inovador pilarete de 5.700€ para conforto de Fernando Ruas, aos 6000€ das imprescindíveis agendas para anotação das datas de inauguração das obras sucessivamente adiadas, aos quase 25 mil euros por um estudo do Museu Municipal, situado algures em local bem escondido da cidade, ou ao dobro gasto todos os anos na festarola da Quinta da Malafaia, ou cinco vezes mais esturricados anualmente na operação e manutenção do funicular, etc, etc para chegarmos à cereja no cimo do bolo, quase um milhão de euros consumidos na promessa eleitoral do Centro de Artes e Espectáculos entretanto transformado num parque de estacionamento.












