02/01/2015

Da série Morcões e Javardolas (já lhe perdi a conta)

Com pena minha não posso aqui colocar a foto dos "deficientes" mas deviam ter visto a pinta! Um emigrante que lá fora conhece as regras da boa cidadania e o outro o verdadeiro patrão que ignorando tudo e todos estaciona onde lhe dá mais jeito.

O Papa e o Sacristão!


Subscrevo e aplaudo!

A CMV celebra o Natal num ambiente de dispersão dramática entre tradição e modernidade. Passo a explicar: É nos oferecido um slogan natalicio - “Viseu Natal. Sonho Tradicional” – concretizado num presépio que pouco tem de tradicional. Uma modernice e uma declaração de guerra à beleza da tradição ou uma tentativa esforçada para que esta seja eleita não cidade-região mas cidade-provincia(na)? Diria mesmo tratar-se de um caso de profanação à ideia social de presépio, de revolução gramsciana e transformação social, i. é, destruição dos valores da tradição ocidental. Exagero meu? Provavelmente. Uma coisa é certa: Se a criação artística é livre a sua contemplação e interpretação também o são. E aquele, para todos os efeitos, é um presépio sem alma.
Não me interpretem mal, sou capaz de abraçar a novidade como quem abraça um tio querido que não vê vai para uma década, mas isso dependerá sempre de quão tradicional a novidade é e do grau de atentado da modernidade que lhe é intrínseca à tradição. E esta ligação aparentemente contraditória entre inovação e tradição é o paradoxo central da própria Arte moderna. Mas, há também o problema da tradição no momento presente, tempo das verdades absolutas voláteis, que quando criam raízes rapidamente são cortadas. Há um “desassossego no ar”, diz Boventura de Sousa Santos, rei sem coroa do condado da Sociologia. Sobre este tema recomendo, The invention of tradition, do Eric Hobsbawn e do Terrence Ranger.
Mas fujo ao problema: é que o presépio do Rossio não é tradição, não é inovação, é aberração, é parolice, encontrando paralelo no “Nós Feirar” e na incrível estátua do D. Afonso Henriques. Três casos penosos e indicadores da debilidade galopante, criativa e artística, da CMV.

Cidade inteligente!

Este é apenas um dos exemplos que existem pela cidade do desperdício de dinheiros públicos e de má gestão. Vão ao parque da cidade, tentem ligar-se na rede e depois digam-me lá o que esperam disto!

Sucata vende-se pela melhor oferta!

Se não fosse trágico pelo facto de se tratarem de dinheiros públicos esta seria já a anedota do ano!

Anda comigo ver os aviões!

Agora que já há Director nomeado e concurso lançado o que se espera é que passageiros não faltem além dos que já estão na lista do voo inaugural.

29/12/2014

Viseu, cidade região!

Enquanto em Viseu o foguetório não pára, sem grande paleio os concelhos vizinhos continuam a atrair investimento e a criar emprego.

28/12/2014

Comparar o olho do dito com a feira de Borba!

Não quero colocar em causa a boa vontade e melhor intenção do Rui mas a Sandra não merecia isto! Não se mistura alhos com bugalhos nem se compara mérito com mediocridade!