15/05/2015

Nada se inventa... tudo se copia!

Num executivo que gasta tempo e recursos em festarola vinhateira apenas intervalando com o turismo autárquico em Cabo Verde e o forró brasileiro já no próximo mês de Julho com a equipa dos Zés (Ernesto e Cesário), que cria a toda a hora fóruns de debate, comissões estratégicas, Viseu terceiro e por aí fora, não se estranha que com tanta sede de propaganda queiram apropriar-se de uma iniciativa inovadora e diferenciadora como são os Jardins Efémeros. 
Justifica-se pois a indignada ironia que a criadora daquele evento coloca como comentários acertados na página social do Município. 
Também a cidade queria saber exactamente quanto gastam com cada evento, sejam ajudas directas ou indirectas. Quanto pagaram para terem o exclusivo da comunicação do próximo filme de António Pedro Vasconcelos?
Mas num executivo onde o plágio tem marca, a cópia das ideias a favor de iniciativas do Município retiram-lhe parte senão todo do valor que devem merecer. Quem não se recorda dos tristes "canteiros de inverno"? 
Já se sabia da incompetência deste executivo, fica-se a saber agora que também não é confiável.

14/05/2015

Viseu somos todos nós!

Caro AJ, grato pela solidariedade (extensiva ao Indo eu) e quem está de parabéns é a liberdade de expressão. Alguns não gostam mas, Viseu somos todos nós!

Há vida no Centro Histórico?

No exacto momento em que o executivo de Almeida Henriques propõe o aumento dos horários de funcionamento dos estabelecimentos de diversão nocturna, no Centro Histórico, recebe um puxão de orelhas, na forma de contra-ordenação grave, devido ao excesso de ruído no Centro Histórico no período nocturno. O "timing" da contra-ordenação, até poderia ser considerado "galo", mas tendo em conta o histórico deste executivo só pode ser mesmo incompetência!

13/05/2015

Venceu a Liberdade de Expressão!

Chegou hoje ao fim a saga persecutória que o agora eurodeputado e então Presidente da CMV e democrata desde pequenino, Fernando Ruas me moveu por comentários feitos, por terceiros, no meu blog e, tentem não rir, até pela ofensa gratuita de anónimos na caixa de comentários do JN.
Quer no caso cível onde o recurso no Tribunal da Relação de Coimbra foi julgado procedente e arquivada a queixa contra a minha pessoa, quer no processo crime que me moveu na justiça viseense, ganhou a liberdade de expressão, eu o equilíbrio do meu bom nome e a convicção de que a Justiça é como deve ser, justa! 
Foram precisos quase dois anos para demonstrar a litigância de má fé e a falta de carácter dos que se apresentam ao eleitorado com a camisola da liberdade europeísta e slogans “Charlie” mas que na prática não deixam de ser uns provincianos tiranetes incapazes de aceitar uma mera crítica política. Fazendo uso para isso de recursos públicos obrigou-me Fernando Ruas a gastar do meu orçamento familiar dinheiro e tempo que contudo não dou por perdido, na defesa de um dos maiores valores da democracia em Viseu.
Como não sou de comer e calar, como quem gravita em torno das estruturas partidárias locais, continuarei a dar nomes aos bois e aos burros, especialmente aos burros... mesmo sujeito a ameaças de ser corrido à pedrada.
Resta-me agradecer o profissionalismo, saber e dedicação do Dr Henrique Albuquerque que mais que meu advogado foi sempre um amigo que não permitiu que esmorecesse em qualquer dos momentos em que me vi forçado a lidar com a hipocrisia e falsidade política de Fernando Ruas e dos seus apaniguados. 
Por motivos profissionais, abandonei a política mas esta experiência e os amigos verdadeiros que encontrei neste percurso já ninguém me tira, nem esta “chapelada” que dedico cordialmente a Fernando Ruas.