09/12/2015

O Tony do Município ou "o chefe mas pouco"!

Recentemente publiquei um artigo de opinião relativo a um par de funcionários do Município de Viseu que, à falta de melhor caracterização, podemos classificar como "Funcionários Públicos e Empreendedores por Conta Própria em Horário Laboral".
O texto escrutinava não só o exercício de outras actividades, realizados pelos mesmos, em horário de expediente, que nada tinham a ver com as funções atribuídas pelo município, mas também a inércia de Almeida Henriques em concretizar a “limpeza” necessária no quadro de funcionários. De facto, e como creio ser do conhecimento geral, as engrenagens do "Rossio" funcionam graças a, apenas, “uma boa meia dúzia” de funcionários competentes, diligentes e dedicados à causa pública. Uma meia dúzia que opera milagres no meio da incompetência generalizada.
Com a eleição do actual executivo, liderado por Almeida Henriques, os viseenses mais atentos tiveram a esperança, embora sempre remota, que o novo ocupante da cadeira do poder operasse uma reforma (ainda que ligeira, mas reforma) no funcionamento da autarquia, e não sendo expectável que desse uma “vassourada” em alguns funcionários, era previsível que os colocasse no devido lugar, dentro ou fora do Município de acordo com a (in)competência de cada um.