11/07/2019

Viseu e a real ficção III – Ler o amanhã em 2021

Na freguesia de São Pedro de France neste novo ciclo autárquico, teve lugar a reunião alargada da edilidade onde foram discutidos e aprovados os regulamentos de utilização dos espaços públicos do Parque Urbano da Aguieira. Nesta freguesia à semelhança das demais do concelho as medidas de apoio à natalidade e da fixação de pessoas, incluindo os incentivos aos imigrantes, têm estancado a sangria demográfica que se vinha a verificar na última década e a melhorar a qualidade de vida da população rural.

O executivo tinha finalizado o projecto do Parque da Aguieira com ligeiras alterações nomeadamente um moderno e funcional parque de campismo mantendo, contudo, a biodiversidade vegetal existente e plantando novas espécimes autóctones. Os elementos inertes que integram muros, imóveis e caminhos foram reaproveitados, valorizadas as azinhagas integradas numa vasta rede de caminhos pedonais e ciclovia agora ali existentes.


Crónica Social da Semana

Tal como a natureza que com a primavera se regenera; tal como a fénix que renasce das cinzas; tal como Cristo que ressuscitou, também Fernando Ruas se reinventa. Desta vez como cabeça de lista pelo PSD de Viseu às legislativas. Mas como no melhor pano cai a nódoa, logo veio Almeida Henriques anunciar que vai fazer campanha ao lado de Fernando Ruas. Melhor só mesmo um cão guia.

(foto do Notícias ao Minuto)

Estará AH receoso que lhe desviem os holofotes? Será por falta de luz própria! Não deixo de pensar que tal traz carta escondida na manga. Acreditar em tal feito seria o mesmo que eu próprio dizer que apoiaria AH. A diferença é que além de ser impossível eu dizer tal disparate, mais o seria eu fazer tamanha barbaridade. Cruz credo. Aliás, fosse eu Fernando Ruas, recusaria tal apoio. Até porque, já dizia a minha avózinha:
- Não há guerra de mais aparato do que muitas mãos no mesmo prato.

E mais, depois do descalabro que foi o resultado do PSD local nas últimas eleições, com o povo claramente a censurar, a rejeitar e a castigar nas urnas as políticas de Almeida Henriques, vir este, agora, apoiar Fernando Ruas é como que condená-lo, também, ao desastre. O que faz lembrar outro ditado da minha avózinha:
- Antes só que mal acompanhado.

05/07/2019

Viseu e a real ficção II – Ler o amanhã em 2021

A discussão conduzida pela Assembleia Municipal, saída das eleições autárquicas de 2021, sobre a requalificação da envolvente da torre da Segurança Social foi muito participada e com transmissão online das sessões.

Várias foram as soluções propostas pelos partidos para aquela zona, mas acabou por vingar o projecto apresentado pelo grupo de cidadãos independentes. O caso do prédio Coutinho fez escola no PS, sempre tão sem ideias propondo a implosão da torre, o que seria um perfeito disparate pelos custos e riscos associados na obra. Já o PSD defendia a redução da torre removendo os 5 pisos superiores, uma solução boa para uma conversa de café. Da aprovação do projecto à sua execução o tempo passou rápido e até os habituais cartazes de propaganda foram dispensados. A prioridade agora era outra, menos festa e mais obra, menos Rossio e mais concelho.


A torre da Segurança Social com os seus 16 andares da autoria do arquitecto Luís Amoroso Lopes que curiosamente foi, na época, também o principal responsável pelos trabalhos de recuperação do centro histórico de Viseu, apareceu como forma de afirmar de modo intencional um contraponto contemporâneo à zona antiga da cidade e por isso nasceu numa avenida larga, rasgada a partir do Rossio, que desenvolveu a cidade para norte e ao longo dos anos e da avenida António José de Almeida, instalou-se a central de camionagem cuja obra de remodelação só se realizou com este novo executivo que lhe acrescentou novas funcionalidades, bancos, escritórios, instituições, edifícios de habitação, restaurantes, centros comerciais, etc.

Crítica Social da Semana

1- Mais umas festas na urbe, desta vez várias em simultâneo, uma delas intitulada “Festa da saúde”.
Questiono-me se os médicos e enfermeiros das unidades de saúde locais partilham da folia, isto a julgar pelas greves, pela falta de material, de medicamentos, e de pessoal.

Parece que “A Câmara atribuiu à Festa da Saúde um apoio no valor de 25 mil euros”, pode ler-se num jornal. Curiosamente foi precisamente esse valor que a mesma Câmara Municipal atribuiu ao Centro Social de Orgens para a construção de um Lar. Conclui-se que para certos políticos as festas tem mais importância que as infra-estruturas sociais básicas, e que esses políticos são melhores como mordomos de uma comissão de festas do que como edis.

Imagino que esses “líderes” nunca terão lido os manuais de funcionamento da cidade. No fundo é como conduzir um autocarro sem ter tirado a carta, ou sequer ter lido o código da estrada. Se não forem parados pela polícia numa operação stop ainda podem provocar acidentes.

30/06/2019

Crítica social de fim-de-semana

1- Em Viseu não temos palácios majestosos, castelos imponentes, igrejas faustosas, nem praias paradisíacas. Nem se prevê que venhamos a ter, a não ser talvez uma praia, isto a julgar pelas alterações climáticas e consequente subida do nível do mar. Sorte a nossa, uma vez que o governo só investe no litoral, e assim sempre se matariam 3 coelhos de uma cajadada: a interioridade, o turismo e a falta de água.

Evidentemente que sem chamarizes só podemos ter um turismo residual, praticamente inexistente. O contrário, quando não é delírio, é alucinação. E nem os imensos cartazes na auto-estrada A1 ou as incomensuráveis festas conseguem alterar o paradigma.

Os poucos estrangeiros que ainda nos visitam, ao se depararem com a degradação da urbe, desatam a fugir com a promessa de nunca mais regressar, enquanto se questionam como é possível os de cá não se esquivarem também. E nem me parece que 6.500€ do governo consigam que os emigrantes para cá regressem.

Aqueles poucos que ainda nos visitam, deixo um aviso: tragam água, já que os últimos dias ficaram marcados pelo alerta oficial para o colapso do abastecimento de água na cidade. Digo na cidade porque nas aldeias há muito que já colapsou, e se não fossem os imensos poços e furos particulares, a paisagem rural certamente faria lembrar o sahara. Isto enquanto o município esbanja dinheiro em mais umas festanças, talvez na crença que meter o povo a dançar aos deuses provoque umas chuvadas.

Conclui-se que por cá a autarquia vai metendo muita água, mas não é nas canalizações. Até porque cumpridos quase 6 anos à frente dos destinos do município, o maior feito do edil foi ter trazido o futebolista João Felix aos paços do concelho, isto a contar pela propaganda que tal feito conseguiu nos jornais e tv’s.

2- Decorrem as comemorações do aniversário da Força Aérea em Viseu. A localidade foi escolhida para as celebrações talvez por ter políticos que adorariam voar, não fosse o povo cortar-lhes as asas nas eleições. Por aqui não há anjos que voem, e aos que ainda acreditam em fadas-madrinha recordo que estas não existem mesmo.

Infelizmente Viseu não voa nem sai da cepa torta, e aos habitantes não lhes é permitido sonhar. Além da cidade não ter asas, por cá troca-se redbull por tinto do dão, e apesar da localidade ter saídas de emergência, não tem pára-quedas. Caso se despenhasse, o comandante levaria uma data de passageiros com ele. Mas tal é só uma questão de quando.

Bom Domingo
(PHE - recebido por email)

28/06/2019

Crítica Social da Semana: sobre o que vale muito e o que nada vale

1- João Felix foi distinguido como embaixador de Viseu pelo presidente da Câmara.
Num país que atribui Comendas a criaturas como Salgado, Bava, Granadeiro, Berardo, Vara, e outros artistas famosos pelas “proezas” que fizeram, é uma honra ser-se distinguido por ainda não se ter feito nada.
Ainda assim, o município agraciou um cidadão de Viseu que teve de imigrar para singrar na vida. Passos Coelho incentivou os portugueses a emigrarem e foi massacrado por isso. Almeida Henriques pelo mesmo feito atribui honras. Vale-nos que António Costa oferece 6.500€ a quem quiser regressar.

2- O presidente da autarquia pretende iniciar obras num terreno da segurança social. Finalmente, reconhece que um município não pode viver só de festas. A vontade é tanta que ameaça mesmo com buldózeres, tal a ânsia, agora, de criar as tão necessárias infra-estrutras.

3- O edil ameaça também os vereadores da oposição com tribunais. Depois do anúncio da queixa contra um deputado municipal do PS, avisa agora os vereadores socialistas que não vai tolerar mais suspeições levantadas contra si e contra a restante maioria PSD, numa atitude que faz lembrar Salazar e a PIDE.
O autarca afirmou ainda que “A democracia em Portugal está doente e precisa de ser alimentada e de ter remédios, que passam por nós, políticos. O comportamento que podemos ter podem ajudar a curar a democracia”.
Exactamente. Eu não diria melhor. Resta saber quem põe a democracia doente...

Venderam o jovem João Felix por 126.000.000 de euros. Houvesse uma alma caridosa que desse alguma coisa por certos políticos, e os levassem daqui também. Esses até os deixamos ir de borla.

Bom fim-de-semana

(Autor anónimo - recebido por email)

26/06/2019

Deputados abanadores de cabeça

Se perguntarem à população do distrito de Viseu quem são os seus eleitos e representantes no Parlamento Nacional o mais provável é que a grande maioria nem sequer conheça o cabeça de lista.

O PS não foge à regra e basta olhar para o registo de actividade próxima de zero dos deputados socialistas eleitos por Viseu para se perceber do trabalho de cada um em prol do distrito e suas gentes.

É por isso curioso verificar que de repente durante as jornadas parlamentares que o PS escolheu fazer em Viseu, deputados que passaram uma legislatura na sua função de abanadores de cabeça venham agora reclamar louros do seu trabalho e propagandear resultados que só existem no papel que lhes colocam à frente para ler.

22/06/2019

Crítica Social da Semana - O mau político

Estava para aqui a imaginar como seria um mau político, o pior político possível, daqueles sem escrúpulos nem vergonha. Daqueles que metem a mulher a trabalhar numa entidade semi-pública sob a alçada deles, por eles controlada, ao melhor estilo de um nepotismo descarado e indecoroso.

Evidentemente que um mau político desses pagaria um ordenado principesco à esposa, e muitas vezes essa “senhora” nem tinha de estar no posto de trabalho. De seguida o cacique criava várias empresas. Imaginemos que essas empresas se chamam GRUPO MIDGET LDA (nome fictício). Obviamente que o agora político/empresário arranja vários testas de ferro, com uns negócios em nome da mulher, outros em nome da cunhada, e torna esses negócios fornecedores de serviços dessa entidade semi-pública, tipo um saco azul.

20/06/2019

O músico da Praça!


Basta uma simples "imersão" no Google para concluirmos que o "CR7 dos vereadores" (sem ofensa para os demais) nada tem de inovador.
Nada se inventa, tudo se plagia!

17/06/2019

A real ficção I – Ler o amanhã

Hoje, 10 de Outubro de 2019, passada a euforia da campanha e a espuma das ideias voltamos à rotina do quotidiano.

Tempo de balanço dizem uns, tempo de projectar o futuro, dizem outros e por mim basta-me o presente de saber que é Dia Mundial da Saúde Mental, há que fugir de tanto lamento, promessas e balelas do costume.

Como diz o povo, as moscas lá vão mudando, mas de resto tudo se mantém! Foram 3 meses de porco no espeto, de sardinhada da boa, da boa pinga do Dão e no resto da campanha nem uma ideia diferenciadora para o Distrito, uma expectativa positiva, um compromisso com uma visão sustentada… mas também para quê! Pão e circo é bom e quem não gosta?!

15/06/2019

Aeródromo de Viseu a voar

A infraestrutura aeroportuária de Viseu, a quem alguns chamam Aeroporto Internacional da Muna, conhecido por Aeródromo Municipal Gonçalves Lobato tem, nestes últimos anos, ganho importância e afirma-se como factor de crescimento do turismo na cidade e na região, de criação de emprego e de atractividade de investimento.

O espaço tem conhecido várias dinâmicas, esteve prestes a encerrar em 2014, mas com o retomar das ligações Bragança x Viseu x Lisboa x Portimão, em Dezembro de 2015, a par de algum investimento municipal na sua reabilitação o espaço ganhou novo alento. Ao longo dos dois últimos anos consolidou o transporte regular, o transporte não regular, o movimento dos aviões de instrução, a aviação privada, as aeronaves de emergência, os aviões militares e os meios de combate a incêndios.

2019 traz novidades, a este importante equipamento, com o anúncio da criação de um Centro de Formação Aeronáutica. Viseu ganha um espaço de formação de pilotos, assistentes de cabine (assistentes e comissários de bordo) para aviação, técnicos de manutenção e outros profissionais da aviação, devendo os cursos arrancar em Setembro de acordo com o vertido na imprensa nacional.

11/06/2019

Imigração em Viseu

Ontem foi Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas é também dia de olharmos à nossa volta e percebermos o quanto o concelho de Viseu mudou nos últimos anos na sua demografia. Se a estatística do INE nos mostra que o concelho tem perdido gente nos últimos anos também é notório que esse efeito parece não pesar negativamente na dinâmica regional. A razão mais plausível que sem mais dados de analise se encontra para esse facto terá a ver com a imigração que hoje, um pouco por todos os bairros, por todas as freguesias, se sente no concelho. A maior comunidade será a brasileira logo seguida pela ucraniana havendo ainda a registar a presença de indianos, chineses, moldavos, russos, etc… não esquecendo muitos outros de países nossos irmãos dos demais países da CPLP.
É, portanto, necessário, como outrora já referi, que os “novos viseenses” sejam incluídos num processo de responsabilidade partilhada entre sociedade local e imigrantes com a Autarquia a coordenar as estratégias de actuação concertadas das diferentes entidades que intervêm na área das migrações, a nível local, e que concorrem para a concretização do processo multivetorial dos imigrantes na sociedade local. É facto, que é, também, através cada um de nós, naquela que é a nossa esfera de actuação pessoal que a integração acontece: no nosso prédio, na nossa rua, no nosso bairro, na nossa comunidade.

10/06/2019

Cadê as forças de segurança, em Viseu?

Da mesma forma como os pais são exemplos de autoridade nas nossas vidas, em outros grupos de pessoas as autoridades também estão presentes e muitas delas estão relacionadas com a organização dos lugares em que vivemos sendo importante que cada cidadão colabore com os serviços públicos para manter a cidade e o concelho em perfeita organização e funcionamento. PSP, GNR e Polícia Municipal são a face visível de maior importância para a segurança de pessoas e bens no concelho e como tal peça charneira da garantia do bom funcionamento da sociedade civil e suas demais instituições. Nota-se, salvo melhor percepção, no concelho a imagem clara do que têm sido as políticas da geringonça nesta matéria no que o município acompanha por desinteresse ou incompetência. Basta uma volta pela cidade quer de dia quer de noite para se perceber que a Polícia Municipal já poucas multas passa por mau estacionamento, que a PSP pouco ou nada está presente nos locais mais críticos da cidade e que nas aldeias há quem já não vê um GNR faz muito.


IPV e alojamento de alunos. Que verdade?

Quando não se sabe para onde ir qualquer caminho é bom. Parece ser esse o slogan do IPV pelo menos em matéria de soluções sociais para os seus alunos (o mesmo poderá ser dito certamente em relação ao Piaget e Católica).

Na semana passada a instituição do ensino superior veio para as páginas da imprensa local apelando à parceria das imobiliárias na ajuda à resolução do problema de alojamento dos alunos.


Desde logo, é curiosa esta necessidade quando em Janeiro deste ano a propósito da intenção manifestada pela geringonça em aumentar o número de camas para a comunidade estudantil se lia nas noticias e cito, que o “IPV disponibiliza atualmente 320 camas, em três Residências de Estudantes, situadas no Campus do Politécnico, destinando-se, preferencialmente, a alunos bolseiros. A taxa de ocupação costuma ser, segundo o Politécnico, elevada, estando atualmente ocupadas 280 camas”.

CIM Viseu Dão Lafões estoira dinheiros públicos nas novas tecnologias e nas apregoadas “Plataforma de Emergência e Protecção Civil Intermunicipal”

Se nos dermos ao cuidado de procurar na Lei de Bases da Proteção Civil (Lei n.º 27/2006, de 3 de Julho alterada pela Lei Orgânica n.º 1/2011, de 30 de novembro e pela Lei n.º 80/2015, de 3 de Agosto, que republica o diploma), se atentarmos no Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (Decreto-Lei n.º 72/2013, de 31 de Maio) ou na ​Orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (Decreto-Lei n.º 45/2019, de 1 de abril), para não ser mais exaustivo e descermos ao nível municipal, a figura da Comissão Intermunicipal de Protecção Civil não aparece referenciada. Assim sendo, que poderemos concluir da recente notícia da CIMVDL ao dar nota da criação desta inexistente Comissão?

A instituição a querer mostrar trabalho? Mais uma desnecessária duplicação de meios para justificar o cargo de alguém? Não dependendo de dinheiros públicos equacionariam na mesma lógica estas supostas estruturas de protecção civil desligadas da realidade e sem cobertura legal?

As Comunidades Intermunicipais (CIM’s) criadas como “cogumelos” por esse País fora e que na prática pouco mais são que uma má fotocópia das Comissões de Coordenação Regional (CCR’s) nasceram pela mão de Durão Barroso e hoje, não sendo um órgão eleito continua a ser um elemento parasita do Estado para dar guarida aos autarcas reformados e a boys bem pagos que sem nada de útil para fazer criam estas “comissões”. Deveriam ter assumido competências de alguns ministérios e das comissões de coordenação, que assim seriam extintas, mas o facto é que as CCDRs sobrevivem e as Comunidades Intermunicipais, mesmo sem competências, servem para criar empregos inúteis e encomendar estudos caros. Se fossem extintas, ninguém sentiria a falta. Ninguém, salvo aqueles que delas dependem e que ano após ano ali permanecem sem necessidade de concorrer ao cargo ou melhor ainda, para o seu desempenho terem que ser eleitos. São no fundo os velhos Governos Civis com nova nomenclatura que segundo o semanário Expresso, estas CIM representam pelo menos uma centena de lugares a serem estreados e liderados por um primeiro secretário com um ordenado na ordem dos 4000 euros. A figura do primeiro secretário, ao invés do ex-governador civil, não será meramente decorativa, vai receber os poderes tributários municipais e ter capacidade de distribuição dos dinheiros públicos nacionais e europeus. Estas comissões em relação aos extintos governos civis ganharam um novo poder, o aliciante poder do dinheiro.

É nesse cenário que estas CIM e a de Viseu Dão-Lafões já para não falar da permanente luta politica que tem merecido entre PS e PSD ou mesmo do recente chumbo das suas contas de gestão por parte da autarquia viseense o que diz bem do equilíbrio e da importância regional desta estrutura, também tem estoirado dinheiros públicos nas novas tecnologias e nas apregoadas “Plataforma de Emergência e Proteção Civil Intermunicipal”, uma ferramenta de gestão que na prática ninguém conhece nem serve para coisa nenhuma mas que alimenta o séquito dos amigos e contratados a peso de ouro dos partidos e amigos.

Esta doença na região já vem de longe e muitos já se esqueceram do “Sistema de Informação para a Prevenção Florestal” da então Associação Lusitânia que terá custado 12 milhões de euros e que nunca funcionou de modo que há agora que alimentar de novo o sistema com estas “inovadoras” Plataformas.

No entretanto, o Verão aproxima-se a olhos vistos e ano após ano o cenário é sempre o mesmo. O mesmo, não, porque agora com esta nova coqueluche da CIMVDL, a Comissão Intermunicipal de Protecção Civil vai ser diferente e estaremos todos mais tranquilos sabendo que o Secretário da CIMVDL e todos os seus compinchas vão estar no terreno de agulheta em riste a apoiar os valorosos bombeiros e agentes da Protecção Civil.

Tenham vergonha! Se não têm nada que fazer de útil então fiquem escondidos no gabinete. Não venham é para a rua lembrar que andam a brincar aos incêndios com dinheiro público… o povo pode não gostar e chegar-vos fogo ao rabo!

Viseu esvazia-se!

Nos últimos 5 anos o concelho perdeu, de acordo com os dados oficiais disponíveis no INE, 1000 residentes, ou seja, uma média de 200 pessoas por ano. Nos últimos anos essa tendência tem-se agravado para o dobro apesar do aumento do número de emigrantes que se têm radicado no nosso concelho. O último acto eleitoral deu mais um sinal preocupante neste sentido. O distrito de Viseu registou uma perda de quase 28000 eleitores relativamente a 2014 e o concelho de Viseu cerca de 3250. Desde as últimas eleições autárquicas há cerca de ano e meio até estas europeias registaram-se menos 1327 inscritos no concelho de Viseu. E, se nenhum dos políticos eleitos se manifestou quanto a esta preocupação é tempo da sociedade civil lançar este alerta e pressionar para que se encare esta realidade com atenção e se definam estratégias para combater e limitar esta curta mas constante sangria de gentes.


06/06/2019

Gabinete do Imigrante! Para quando?

Segundo os dados estatísticos do SEF no concelho de Viseu em finais de 2017 o numero de imigrantes rondava os 1 745, sendo 35% de brasileiros, 17% ucranianos e os restantes pertencentes a mais 68 países. O mesmo SEF não revela ainda dados concretos sobre o número de imigrantes que estão a viver em Portugal em 2019, mas dá a indicação de que houve nos brasileiros um "aumento significativo" em relação a 2017 quando já se tinha registado uma subida de 5,1%.
A autarquia tem um gabinete de apoio à emigração mas em relação aos imigrantes o desprezo é total. Igual atitude tem a CIMVDL no distrito e região. Para quando o gabinete do imigrante?
Ninguém está preocupado em acolher e integrar o valor dessa gente na comunidade viseense?
Com tanta festarola que por aí vai ainda ninguém se lembrou de organizar o Dia do Imigrante na FSM?

29/05/2019

Novas designações! Modelos antigos!

Se nos dermos ao cuidado de procurar na Lei de Bases da Proteção Civil (Lei n.º 27/2006, de 3 de Julho alterada pela Lei Orgânica n.º 1/2011, de 30 de novembro e pela Lei n.º 80/2015, de 3 de Agosto, que republica o diploma), se atentarmos no Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (Decreto-Lei n.º 72/2013, de 31 de Maio) ou na Orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (Decreto-Lei n.º 45/2019, de 1 de abril), para não ser mais exaustivo e descermos ao nível municipal, a figura da Comissão Intermunicipal de Protecção Civil não aparece referenciada. Assim sendo, que poderemos concluir da recente notícia da CIMVDL ao dar nota da criação desta inexistente Comissão?

A instituição a querer mostrar trabalho? Mais uma desnecessária duplicação de meios para justificar o cargo de alguém? Não dependendo de dinheiros públicos equacionariam na mesma lógica estas supostas estruturas de protecção civil desligadas da realidade e sem cobertura legal?

24/05/2019

Próximo cartaz!

Na rotunda de Sta Cristina encontramos o anúncio da obra da requalificação da rua João Mendes onde constam valores de adjudicação e de investimento diferentes na propaganda ali também colocada. Mais abaixo como podem constatar passando no local a emblemática fachada da Casa das Bocas está transformada num estaleiro e em péssimo estado de conservação. Anunciado o projecto da sua reabilitação como uma USF em Outubro de 2016 num investimento da ordem dos 2 milhões de euros, em finais de Maio de 2019 é este o cenário. Espera-se que um destes dias ali pareça mais um cartaz de propaganda com os dizeres: "Estamos a reabilitar a Casa das Bocas. Estamos junto com outras casas da rua João Mendes a tratar do bem estar dos viseenses!"








23/05/2019

Inauguração oficial do primeiro cartaz para as autárquicas 2021.

Não nos façam de parvos!

Ainda a propósito da "celeuma" dos cartazes o que o PS quis mostrar foi que há diferença entre anunciar ou propagandear a obra. 


 

O que a CMV não quer mostrar é quanto se gasta nesta palhaçada!

21/05/2019

Continuem a votar nos mesmos, depois não se queixem.

Viseu, terça-feira, dia de feira e de trabalho. Na campanha do PS 2 Secretários de Estado e respectivos membros de gabinete. Restantes acompanhantes todos funcionários públicos. Pelo meio, há um estudante que faltou às aulas. Tem futuro assegurado. Já o contribuinte, esse tem o esbulho fiscal garantido.

16/05/2019

Unir esforços pelo ensino superior viseense!

A reforma de Bolonha reduziu o tempo das licenciaturas, democratizou os mestrados e tornou os doutoramentos mais acessíveis, mas, visto de perto este processo pouco atendeu às necessidades dos alunos, que são os principais clientes do Ensino Superior. São os estudantes que vão todos os dias às aulas, que fazem testes, trabalhos, projetos e que sentem no seu quotidiano o peso de um ensino desligado de uma realidade para a qual procuram uma formação de qualidade que preenchem o Ensino Superior em Viseu. Ao mesmo tempo, os docentes universitários são igualmente importantes e continuam à espera de uma reforma do ensino que equilibre a valorização do ensino e da investigação nas suas carreiras. São os professores que dão aulas, que se preparam para várias provas públicas, que são obrigados a construir permanentemente um curriculum que privilegia a investigação e que são paralisados por uma máquina burocrática que os retira do centro daquilo que importa fazer que dão nome e qualidade ao Ensino Superior em Viseu. E convém não esquecer os trabalhadores não docentes que estão na primeira linha a empurrar instituições demasiado presas a uma entorpecedora burocracia. São estas pessoas que ajudam a construir todos os dias o Ensino Superior em Viseu.

14/05/2019

Se fosse vinho outro galo cantaria!


Além dos evidentes factos que o Alexandre Azevedo Pinto aponta neste seu artigo sobre as Águas de Viseu bastará uma visita breve ao site para se constar que o desinvestimento até na transparência de gestão se faz sentir. Os dados financeiros mais actualizados são do tempo de Fernando Ruas. Estamos em 2019. As ultimas e incompletas informações de gestão são de 2016. 

09/05/2019

Menos sobrado, mais rés-do-chão!

Em tempo lembro-me de uma parede onde a velha tabuleta, com os dizeres: “É prohibido afixar cartazes n´esta propriedade” não servia de nada. Ou eram cartazes de papel colados nas paredes que ali permaneciam durante meses até a chuva os desfazer ou eram os graffitti, popularizados, em 1970, por um jovem grego, Demetrius, residente em Washington, cuja alcunha era Taki 183 e muito ligados à cultura hip-hop e aos disc jockeys Afrika Bambaataa e Kool Herc.

Nessa época havia pichagens, que eram letras horrorosamente desenhadas, com sprays de tinta que danificavam edifícios, por vezes até monumentos nacionais e infelizmente ainda hoje isso acontece. Através das pinturas com sprays em muros, os jovens iam (ou vão, não sei) criando grupos organizados, delimitando territórios e caminhando para a marginalidade.

A matéria é delicada. Os fãs dizem que o graffiti é uma forma de arte e não um crime, uma forma de os jovens se afirmarem. Se não o fizessem desse modo, recorreriam a meios piores mas o facto é que mesmo os países mais liberais tendem a condenar esta prática.

06/05/2019

Programa musical


Que o MUV é uma melhoria ninguém dúvida! Já quanto à frota totalmente nova, ao wi-fi em todos os autocarros, a possibilidade de transportar bicicletas, a aplicação MUV na palma da mão e sobretudo a eficiência do serviço não passa por enquanto de mitomania do executivo! 

Em Viseu, destino de gastronomia 2019, há almoços grátis!

"(...) se eu fosse retirar estes painéis que estão aqui só do município teria o custo de montar e desmontar, então optei por esta solução que foi colocar esta tela em cima(...)"

Viseu e “o deixa andar imposto pelas lideranças”

Sendo certo que nenhum de nós, condutores ou passageiros, dúvida da importância da manutenção do nosso veículo, seja ela preventiva ou correctiva, também aos cidadãos importa que o seu espaço social, seja ele urbano ou rural, seja alvo de constantes cuidados de manutenção para que infraestruturas, equipamentos e toda a envolvente estejam ao seu dispor em perfeitas condições de utilização, segurança e com garantia de qualidade e bem estar. Como no jardim de nossas casas, aqueles que o possuem, a cidade e o concelho precisam de atenção e carinho. E a manutenção é uma actividade cara mas mais oneroso em todos os aspectos é não a realizar.

Desde o corte, plantação de novas árvores ou poda regular, programada ou até a pedido dos munícipes, à limpeza de vias e áreas públicas capinando ou desbastando as espécies vegetais, ao tapa buracos, isto é, à recomposição do asfalto danificado de ruas e avenidas, à repintura das sinalizações horizontais, à limpeza de bueiros e esgotos de saneamento, ao controlo de pragas, à substituição de iluminação avariada, à limpeza das lixeiras, etc. há um sem número de tarefas a cumprir na vida das comunidades que não permitem desleixo ou amadorismo. E na cidade em particular já se vai notando o desleixo e mais ainda se tomarmos como referência os tempos em que Ruas era o senhor dos jardins e continuador da obra de Carrilho.

02/05/2019

Ainda o Fontelo!


Mais um mês e o Fontelo está como estava! As queixas continuam!

29/04/2019

De promessas está o inferno cheio!



Manda a prudência que os viseenses sintam um optimismo moderado nas promessas do autarca!

Um atraso de vida pior que o atraso do autocarro MUV!


Sendo também certo que não existe uma fórmula ideal para corresponder a todas as necessidades dos viseenses o que hoje é já bem claro é que o MUV foi pensado com os pés, concursado com os amigos e implementado com a propaganda costumeira da Praça. O resultado está à vista! Além do braço de ferro na Justiça que autarquia e União de Sátão travam com o desfecho que já se adivinha, da ameaça de greves e desmotivação manifesta dos motoristas da Berrelhas as queixas dos utentes nas redes sociais são uma constante pelo prejuízo e transtorno diário nas suas vidas, seja dia de trabalho ou escola ou até fim de semana. A promessa de mais e melhor qualidade de vida prometida pela Praça é mera ficção perante o pesadelo diário dos utentes! Lá diz o ditado, o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita e deste executivo fica a prova provada do que se pode esperar! 

28/04/2019

Na melhor cidade para viver... a pobreza!


Com base nos dados do INE que analisam o poder de compra dos cidadãos é possível tirar algumas conclusões sobre a forma como a riqueza está distribuída pelo país. Constata-se, com alguma facilidade, que existe uma enorme disparidade entre o poder de compra de quem vive nos grandes centros urbanos do litoral e o baixo poder de compra da grande maioria dos concelhos do interior onde Viseu se inscreve.

A crise 2009 a 2014 criou uma nova classe de pobreza. Muita classe média que não tinha experimentado restrições vê-se agora no sacrifício da pobreza e sobretudo, nos jovens com maior escolaridade os efeitos de redução salarial fizeram-se sentir com mais força. As famílias numerosas com crianças e com adultos de baixa escolaridade constituem o grosso da população em condição de pobreza monetária e foram particularmente afectados pela crise. 5 anos depois a estes juntam-se também alguns emigrantes para quem Portugal não correspondeu ao sonho do El Dorado esperado.

Não dispondo de dados concretos nem conhecendo qualquer esforço de compilar, sistematizar e analisar toda a informação disponível para a produção de um retrato sobre a pobreza e exclusão social na cidade de Viseu infelizmente constato a olho nú uma realidade a que muitos parecem alheios, e em especial aqueles que nesta matéria detêm responsabilidade social.

24/04/2019

Acorda Viseu!!


Dos 22 pedidos de prospecção e pesquisa que a Portugal Fortescue, Unipessoal Lda, empresa sediada no gabinete de Aguiar Branco, lançou para o interior do país e que foram divulgados na comunicação social, 1 dos já publicados em Diário da República no dia 10 de Abril refere-se a Viseu (pedido prospeção MNPPP0490) - pelo que eventuais interessados devem reclamar no prazo de 30 dias a contar dessa data!

A corrida ao lítio não tem limites! 
Divulguem junto das pessoas e das localidades em questão, alertem e peçam às pessoas que reclamem junto da DGEG dentro do prazo legal.


Descubra as diferenças!


O PS Viseu a ser PS Viseu

Comunicado do PS Viseu
(...) O VISEU INVESTE continua “curto”, pouco inovador, pouco ambicioso, pouco ajustado para ultrapassar o atraso histórico de Viseu em atividade económica, face a municípios vizinhos e cidades da sua escala mais competidoras. (...) O VISEU INVESTE corre o risco de continuar a ser uma desilusão, tem de ser completado com muito mais.


Sendo assim a oposição vota contra! Vou fazer de contas que isto tem lógica!

Ver para crer, se conseguir!


Novos horários MUV. Binóculos à venda aqui. Mais info por DM.

23/04/2019

MUV mas pouco!


O Viriato do funicular está atrasado e só chega em 2020, dizem as noticias. Novidade a sério seria as noticias dizerem que para a linha Aveiro-Viseu-Vilar Formoso o comboio Joaquim já está a caminho! 

22/04/2019

Executivo também vira costas às aldeias…

Depois das amêndoas e ovos da Páscoa, do pão-de-ló e dos folares que fizeram parte da mesa de cada casa e família que se reuniu na aldeia para receber o Compasso – que é a visita do padre para bênção do lar e dos seus habitantes, e que representa a entrada de Jesus Cristo no lar, para quem não acompanha estas coisas – é tempo do regresso à rotina da escola e do trabalho. A aldeia lá ficou serena e abandonada até às férias de Verão em que se anima com a chegada dos emigrantes e as festas dos Santos ou o regresso dos filhos e dos alfacinhas por alturas do Natal.

Quando os governos começaram a fechar escolas começou também a morte lenta destes espaços rurais e rapidamente no concelho também o discurso de “devolver o Rossio às aldeias” foi metido na gaveta. Pese toda a propaganda dos milhões de euros de investimentos concretizados através da celebração de contratos-programa com as Juntas de Freguesia, da política municipal de descentralização através da celebração de acordos de execução e protocolos de delegação de competência, em competências como a manutenção de espaços verdes, a limpeza de vias e de espaços públicos, as reparações e manutenção de escolas, a manutenção de polidesportivos e percursos pedestres ou de manutenção da rede de fontanários entre outros o facto é que as aldeias desapareceram do discurso politico.

19/04/2019

Amêndoas pela Páscoa, prendas pelo Natal?


Os associados da AIRV acharão normal que o Presidente João Cotta mande colocar publicidade paga no jornal onde João Cotta é o accionista principal?

16/04/2019

Por detrás de mim virá quem bem de mim dirá!

A língua portuguesa é rica, rica de lamber selos, colheres, botas e outras coisas que não vêm aqui a propósito, mas é também rica em inúmeros provérbios e o que diz que “por detrás de mim virá quem bem de mim dirá” aplica-se que nem uma luva a Fernando Ruas.

Perante a indesmentível circunstância de tantas vezes o ter criticado por erros de gestão que ainda aí estão e perdurarão, vejo-me perante a cruel circunstância de ter que apreciar o exercício dos seus mandatos por oposição ao que agora se regista no concelho.

Anos a fio Ruas, o político das rotundas, do alcatrão e da obra feita, nunca deixou, contudo, à oposição a possibilidade de crítica sobre as contas e orçamentos do município. Sempre de contas limpas e rigorosas, pautou por deixar folga orçamental ao seu sucessor, que num curto espaço temporal levou a saldo negativo de quase quatro milhões e ainda vamos a meio do mandato.

15/04/2019

O humor do pasquim!

Entretanto na caixa de comentários do semanário municipal:




One man show!


13/04/2019

Aos 1100 painéis acrescentem este!


O Município a meter água!


A promessa é de 2014. Contadores inteligentes de água, tarifário reformado para tornar o preço da água mais transparente e mais justo e em inicio de 2016 a reabilitação do edifício adquirido para a futura sede das Águas de Viseu, no centro histórico da cidade. Já para não falar na barragem de Fagilde, 5 anos depois os tiros deram todos... água!

12/04/2019

Com papas e bolos...


Mudaram os cozinheiros, a farinha é outra e a receita agora é gourmet. Do pão com chouriço com quase um Km e da broa trambela no Guiness nem a côdea resta. O Chef é militante da causa e enche Viseu de doces. Amarga só vai ser a factura da festa!

11/04/2019

Imigração em Viseu

Portugal, tradicionalmente país de emigração, conheceu, nas últimas décadas, uma nova realidade de fluxos regulares e relativamente intensos de imigrantes. Viseu não escapa a esta inevitabilidade e quem vem de fora cedo se apercebe do aumento do número de cidadãos imigrantes na cidade. Muitos brasileiros, indianos, moldavos, russos, chineses, etc… podem encontrar-se com facilidade nos supermercados, nos espaços comerciais e naturalmente no mercado de trabalho do concelho.

É facilmente perceptível que esse novo cenário acarreta vantagens e desvantagens para a região e, bem entendido, falando de imigração legalizada. A necessidade de mão-de-obra em determinados sectores da economia local não é compensada pelo mercado de trabalho interno sendo importante a vinda de imigrantes. A imigração pode-se revelar crucial para satisfazer as necessidades do mercado laboral, e a um nível mais lato, pode contribuir decisivamente para o crescimento económico da região mas é necessária uma política imigratória consistente e reguladora desta lei de oferta/procura a par de um permanente acompanhamento local, pois caso, contrário podem tornar-se meros concorrentes da população viseense activa com todos os inconvenientes que isso acarreta.

Da transparência!

10/04/2019

Cada tiro cada melro!

No programa "Tendências" da RCI o autarca mor cá do burgo afirma a propósito do "MUVsafety" que hoje todas as escolas já dispõem de "passadeiras inteligentes". Bastou-me ir a 2 delas para ter a certeza do logro! Se tudo o que a Praça anuncia fosse uma realidade Singapura envergonhava-se de ser comparada com Viseu!



Tentem ouvir sem rir!



No programa Tendências da RCI em 05Abr19:
- Nós começámos a pensar e a desenhar este sistema há 4 anos (...) passar do paradigma das camionetes para o paradigma da mobilidade.
- Passaremos a ter 2 minibus no centro histórico
- Linhas c1 e c2 com 8 bus sendo 2 eléctricos dos quais estão 6 a circular em cada momento
- 20 em 20 minutos sai um minibus de 10 em 10 minutos. Em pontos centrais de 10 em 10 minutos está a passar um minibus
- 24 veículos novos que farão 23 linhas
- O município é autoridade de transportes e pode alterar os horários
- Todos os veículos trazem wifi
- MUV na palma da mão e a partir do mês de Abril as pessoas já sabem por antecipação onde está o autocarro que querem apanhar
- Passe estudante, passe família, passe empresa e passe sénior
- O passe sénior é gratuito até ao final do ano
- Até ao final do ano teremos o serviço telebus
- Integrar a mobilidade suave (...) vamos ter trotinetes eléctricas este mês de Abril
- Podem trazer a sua bicicleta no autocarro
- A cereja no bolo serão os 2 viriatos. No primeiro semestre do próximo ano esperamos ter estes veículos (nota, foi anunciado para inicio de 2019 e já passou para 2020)
- Construção de 3 novos parques 
- Sensorizados 1700 lugares (...) todo o sistema está pensado numa perspectiva de facilitar a visa dos cidadãos
- Muvsafety (...) toda a circunvalação é hoje uma via inteligente onde existem semáforos dissuasores de velocidade e passadeiras inteligentes 
- Junto a todas as escolas instalámos passadeiras inteligentes (...) 
- Este é que é o modelo da smart city

Parece difícil mas não é!


No âmbito da mobilidade urbana o executivo parco de ideias e prenhe de propaganda anuncia mais alcatrão para a cidade. De um lado diz proteger o ambiente e de outro constrói atentados à qualidade de vida dos viseenses. Querem mais um parque auto no inicio da Av Europa? Pois que o façam mas subterrâneo deixando que a população possa desfrutar de mais um espaço verde na cidade.

Guardem para memória futura!


Entre isto e isto vai um autocarro cheio de propaganda!

09/04/2019

Duplas!

Uma medida do sucesso do Visit Viseu está aqui na plataforma de YouTube. Ao fim de 3 anos de existência o canal regista 76 subscritores e o melhor dos vídeos nem um milhar de visualizações.
Agora comparem com o canal do Cabeludo em Portugal, um casal de brasileiros residentes em Viseu. De seguida vejam quanto a dupla da Praça gastou no programa Visit Viseu e perguntem à dupla brasileira quanto gastam na promoção de Viseu.