08/03/2019

Isenção e imparcialidade jornalística!


Hoje o Dr Ruas obrigou-me a gastar 1.30€ no pasquim. Das 50 págs pouco noticiosas em que uma delas é humor do mais banal há uma dezena de páginas de publicidade institucional pagas com dinheiros públicos sem qualquer interesse para os munícipes. A cereja em cima do bolo é a AIRV publicitar no jornal do patrão. Assim se paga o jornal e assim se compra (vende) informação!









Bater a bota com a perdigota


O autarca que fechou o Fontelo por razões de segurança e de classificação do património arbóreo é o mesmo que lançou este concurso de propostas de arte para aquele mesmo espaço?

A Praça é surda!


Não se consegue agradar a gregos e troianos mas na mesma critica juntar esquerda e direita não é para todos!


Aceita-se legenda!

(foto crédito JC)

O Dr Ruas a enxovalhar um homem de família


Para bom entendedor... fica tudo dito!

Que ricas peças!


As peças dos "históricos" eléctricos estão pela hora da morte...

07/03/2019

06/03/2019

Tudo no estaleiro?


Do Viseu estaleiro-escola ao Viseu Património nem sinal e dois anos depois deste planeamento o que estará concluído? Da candidatura do centro histórico a Património da Humanidade também pouco se sabe, 2023 vem longe ainda e esta classificação seria boa tanto para efeitos de turismo como para residentes e proprietários dos imóveis daquele núcleo urbano dado que os prédios dos Centros Históricos classificados pela UNESCO como Património da Humanidade estão Isentos de IMI.

Se dúvidas havia o Supremo Tribunal Administrativo, neste acórdão veio tirá-las, dando razão aos cidadãos e demonstrando que as Finanças actuam abusivamente quando cobram esse imposto relativo aos prédios nessas condições. Será por a Autarquia saber que vai perder receita para as festas e vinho que deixou esmorecer o assunto?

Não chega mas é grande ajuda!

O caminho do IPV passa naturalmente por dispor de mais oferta de alojamento para estudantes

Emprego sério, Viseu agradece!


Por definição, num território de concorrência perfeita não haveria necessidade de políticas públicas reguladoras pois as regiões no longo prazo tendem para o mesmo nível de desenvolvimento. A verdade, porém, é outra, e o que a realidade nos tem comprovado é que as diferenças existentes tendem a agravar-se porque a economia tem mecanismos próprios que acentuam o crescimento dos grandes centros em detrimento dos das periferias. O espaço económico não é plano, tem picos de desenvolvimento funciona como esponja dos recursos mais produtivos de territórios menos povoados para áreas densamente urbanizadas. Ou seja, se a mão invisível dos mercados funciona assim, sem interferência política Lisboa continuará a crescer e Viseu a definhar. Então aqui chegados, é natural colocar-se a questão da capacidade e do custo-benefício de a mão do Estado, leia-se Governo e Autarquia, reequilibrar a balança no sentido de travar o empobrecimento relativo de cada vez mais extensas parcelas do território nacional.
Deve o Estado estimular as empresas a investir aonde o retorno privado é menor e compensar esse défice de oportunidades, por exemplo, com subsídios e infraestruturas? É facto que o chamado interior se desenvolveu imenso no acesso a infraestruturas de interesse colectivo (saneamento básico, mobilidade, equipamentos escolares e de saúde, etc.), ganhou coesão territorial, mas no que respeita a indicadores de competitividade (emprego criado, qualificação da mão-de-obra, salários reais, produção com intensidade tecnológica média ou superior, etc.) está distante do nível atingido por Lisboa ou Porto. Apesar da melhoria nos indicadores de qualidade de vida, a verdade é que os territórios mais ruralizados e, assustadoramente, mesmo cidades de dimensão média como Viseu, não cessam de perder habitantes e ver a população residente envelhecer.

04/03/2019

Ponham aqui os olhos!


Da propaganda do autarca à realidade do munícipe vai... o lago de Marzovelos!

O eleitoralismo à boleia no táxi!

(...)

Perdoem se estiver errado!


Uma busca no Portal Base sobre o Município de Viseu devolve dados curiosos sobre a contratação de técnicos por parte da autarquia. Encontramos por lá contratos por ajuste directo por certo resultantes de concursos para "Técnico Superior em Comunicação Audiovisual, Técnico Superior na Área da Robótica, Técnico Especializado em SIG, Técnico Superior Apoio Investigação Histórica a Novos projetos do património Cultural e Turismo, Técnico Superior Gestão e Desenvolvimento Social, Técnico Superior Psicologia," etc e só com algum esforço e muita imaginação se poderá compreender a necessidade de alguns como o caso da Robótica... uma busca mais refinada devolveria por certo o número de militante PSD destes novos técnicos! 

03/03/2019

Connection failed


Hoje quase ninguém dispensa o smartphone e com isso, muito mais pessoas passaram a estar ligadas à internet móvel. Por economia, essas pessoas acolhem de bom grado a oferta do município para a ligação gratuita a uma rede Wi-Fi, mesmo sabendo que isso como é lógico tem um custo para o contribuinte. No entanto, também isso pode trazer riscos ao usuário, sobretudo em ambientes em que a ligação está aberta para todos e não dispõe de qualquer filtro ou definição de controlo.

Inacreditavelmente o serviço “Viseu Smart Wi-fi” da Autarquia tem acesso livre e simplificado, dispensando registo e login para os utilizadores, o que é uma porta aberta para hackers, terroristas ou utilizadores mal intencionados. Felizmente, não funciona!