02/05/2019

Ainda o Fontelo!


Mais um mês e o Fontelo está como estava! As queixas continuam!

29/04/2019

De promessas está o inferno cheio!



Manda a prudência que os viseenses sintam um optimismo moderado nas promessas do autarca!

Um atraso de vida pior que o atraso do autocarro MUV!


Sendo também certo que não existe uma fórmula ideal para corresponder a todas as necessidades dos viseenses o que hoje é já bem claro é que o MUV foi pensado com os pés, concursado com os amigos e implementado com a propaganda costumeira da Praça. O resultado está à vista! Além do braço de ferro na Justiça que autarquia e União de Sátão travam com o desfecho que já se adivinha, da ameaça de greves e desmotivação manifesta dos motoristas da Berrelhas as queixas dos utentes nas redes sociais são uma constante pelo prejuízo e transtorno diário nas suas vidas, seja dia de trabalho ou escola ou até fim de semana. A promessa de mais e melhor qualidade de vida prometida pela Praça é mera ficção perante o pesadelo diário dos utentes! Lá diz o ditado, o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita e deste executivo fica a prova provada do que se pode esperar! 

28/04/2019

Na melhor cidade para viver... a pobreza!


Com base nos dados do INE que analisam o poder de compra dos cidadãos é possível tirar algumas conclusões sobre a forma como a riqueza está distribuída pelo país. Constata-se, com alguma facilidade, que existe uma enorme disparidade entre o poder de compra de quem vive nos grandes centros urbanos do litoral e o baixo poder de compra da grande maioria dos concelhos do interior onde Viseu se inscreve.

A crise 2009 a 2014 criou uma nova classe de pobreza. Muita classe média que não tinha experimentado restrições vê-se agora no sacrifício da pobreza e sobretudo, nos jovens com maior escolaridade os efeitos de redução salarial fizeram-se sentir com mais força. As famílias numerosas com crianças e com adultos de baixa escolaridade constituem o grosso da população em condição de pobreza monetária e foram particularmente afectados pela crise. 5 anos depois a estes juntam-se também alguns emigrantes para quem Portugal não correspondeu ao sonho do El Dorado esperado.

Não dispondo de dados concretos nem conhecendo qualquer esforço de compilar, sistematizar e analisar toda a informação disponível para a produção de um retrato sobre a pobreza e exclusão social na cidade de Viseu infelizmente constato a olho nú uma realidade a que muitos parecem alheios, e em especial aqueles que nesta matéria detêm responsabilidade social.