09/05/2019

Menos sobrado, mais rés-do-chão!

Em tempo lembro-me de uma parede onde a velha tabuleta, com os dizeres: “É prohibido afixar cartazes n´esta propriedade” não servia de nada. Ou eram cartazes de papel colados nas paredes que ali permaneciam durante meses até a chuva os desfazer ou eram os graffitti, popularizados, em 1970, por um jovem grego, Demetrius, residente em Washington, cuja alcunha era Taki 183 e muito ligados à cultura hip-hop e aos disc jockeys Afrika Bambaataa e Kool Herc.

Nessa época havia pichagens, que eram letras horrorosamente desenhadas, com sprays de tinta que danificavam edifícios, por vezes até monumentos nacionais e infelizmente ainda hoje isso acontece. Através das pinturas com sprays em muros, os jovens iam (ou vão, não sei) criando grupos organizados, delimitando territórios e caminhando para a marginalidade.

A matéria é delicada. Os fãs dizem que o graffiti é uma forma de arte e não um crime, uma forma de os jovens se afirmarem. Se não o fizessem desse modo, recorreriam a meios piores mas o facto é que mesmo os países mais liberais tendem a condenar esta prática.

06/05/2019

Programa musical


Que o MUV é uma melhoria ninguém dúvida! Já quanto à frota totalmente nova, ao wi-fi em todos os autocarros, a possibilidade de transportar bicicletas, a aplicação MUV na palma da mão e sobretudo a eficiência do serviço não passa por enquanto de mitomania do executivo! 

Em Viseu, destino de gastronomia 2019, há almoços grátis!

"(...) se eu fosse retirar estes painéis que estão aqui só do município teria o custo de montar e desmontar, então optei por esta solução que foi colocar esta tela em cima(...)"

Viseu e “o deixa andar imposto pelas lideranças”

Sendo certo que nenhum de nós, condutores ou passageiros, dúvida da importância da manutenção do nosso veículo, seja ela preventiva ou correctiva, também aos cidadãos importa que o seu espaço social, seja ele urbano ou rural, seja alvo de constantes cuidados de manutenção para que infraestruturas, equipamentos e toda a envolvente estejam ao seu dispor em perfeitas condições de utilização, segurança e com garantia de qualidade e bem estar. Como no jardim de nossas casas, aqueles que o possuem, a cidade e o concelho precisam de atenção e carinho. E a manutenção é uma actividade cara mas mais oneroso em todos os aspectos é não a realizar.

Desde o corte, plantação de novas árvores ou poda regular, programada ou até a pedido dos munícipes, à limpeza de vias e áreas públicas capinando ou desbastando as espécies vegetais, ao tapa buracos, isto é, à recomposição do asfalto danificado de ruas e avenidas, à repintura das sinalizações horizontais, à limpeza de bueiros e esgotos de saneamento, ao controlo de pragas, à substituição de iluminação avariada, à limpeza das lixeiras, etc. há um sem número de tarefas a cumprir na vida das comunidades que não permitem desleixo ou amadorismo. E na cidade em particular já se vai notando o desleixo e mais ainda se tomarmos como referência os tempos em que Ruas era o senhor dos jardins e continuador da obra de Carrilho.