17/07/2019

Viseu e a Real Ficção IV – Dignificar o Pavia, enriquecer Viseu

A cidade este verão de 2026 está repleta de gente, os viseenses e os imensos turistas e visitantes espalham-se entre o centro histórico e ao longo da zona baixa da cidade.

A aposta em espelhos de água e em zonas verdes transformaram a cidade. O Pavia preso nas margens e na poluição de décadas foi canalizado na zona central até à nova ETAR de Vildemoinhos e aí, limpo e tratado volta bombeado para montante mantendo assim o nível dos espelhos de água criados.


O maior desses lagos artificiais encontra-se na praça da antiga feira semanal que foi relocalizada para o interior da Cava de Viriato, após compra por parte da autarquia aos pequenos proprietários ali residentes, onde hoje dispunha de pontos de venda, casas de banho públicas, um bar restaurante, cobertura superior amovível e ligação ao parque de Santiago. No agora lago, encontramos bares esplanadas na sua maioria deslocalizados do centro histórico para esta zona, restaurantes, áreas comerciais, artesanato local, oficinas ligadas à arte e lazer e clubes de desporto náutico.

Crónica Social da Semana - Destruição Cultural

1- Um vereador deu uma entrevista ao CM onde cita S. Paulo: “Onde abunda o pecado superabunda a graça”.
Registo a parábola para memória futura, seja pela profissão da criatura, seja pela infinitude de festas que amiúde faz celebrar na urbe.

A questão é se foi uma entrevista de um jornalista, ou a expressão do sacramento de uma penitência, em que um católico revelou o seu pecado a um confessor. Sendo esta última, somente falta a atribuição de pena como condição de absolvição.

Sugiro-lhe a criação de um cartão de carimbos. Por cada festa chancelavam o cartão. Ao fim de 10, tinha direito a uma Canon EOS. Para tirar selfies. Com a esposa.