08/12/2011
06/12/2011
Mais um cromo Viseupédia!
No próximo dia 10 de Dezembro, na EMPÓRIO (R. Silva Gaio nº29 - Viseu), pelas 15h, será feita a apresentação do cromo VISEUPÉDIA nº12, cuja temática é o "Cine Clube de Viseu", com a presença dos autores: Joaquim Alexandre Rodrigues (texto) e Nuno Tudela (imagem).
Como alternativa a A25 portajada!
A circulação nas pontes de Santa Comba Dão e Cunhedo/Oliveira do Mondego do Itinerário Principal 3, entre Viseu e Coimbra, está desde esta segunda-feira condicionada devido a obras de reabilitação e reforço destas travessias, anunciou a Estradas de Portugal.
Em comunicado, a empresa explica que “os trabalhos, que decorrem até meados do mês de janeiro, consistem na substituição dos aparelhos de apoio, o que torna necessário proceder ao levantamento dos tabuleiros” das duas pontes.
in As Beiras
05/12/2011
Viseu de alma e coração!
Entrevista com a a folclorista Cristiane Cardão no centro de Viseu no programa da comunidade Luso-Brasileira com apresentação de José Carlos Pereira e exibição na TV Net Cidade, canal 14, Rio de Janeiro, aos
domingos 14h00, horário de Brasília e na TV Litoral, canal 11, Cabo Frio
aos sábados 13h00, onde neste extracto do programa a Cris nos deixa uma imagem muito positiva que ela tem da nossa cidade e fá-lo de uma forma que muitos daqueles que têm essa responsabilidade não o conseguiriam fazer. Obrigado, Cris por gostares de Viseu!
04/12/2011
03/12/2011
O amor está NoAr
Questionado pelo Jornal do Centro sobre o fecho da Rádio NoAr, Fernando Ruas disse estar "descansado porque o novo dono é uma rádio de bandeira e de prestígio"! Que bem que eu o entendo...
Há mais Viseu na net...
e desta feita no blog do Núcleo de Astronomia de Viseu! Aponte aqui o seu telescópio...
02/12/2011
A luta continua!
Centenas de automobilistas participaram hoje, em Viseu, numa marcha lenta de protesto à introdução de portagens nas autoestradas A25, A24 e A23, medida que é considerada "um grande crime" cometido contra à economia da região.
in RTP
01/12/2011
As bolachas são por conta da casa!
No dia 02 de Dezembro, pelas 18h na EMPÓRIO (R. Silva Gaio, nº29 - Viseu) os A JIGSAW, prestes a celebrar 12 anos de carreira, apresentam o novo álbum: Drunken Sailors & Happy Pirates.
30/11/2011
Viseu está mais pobre!
Ainda me custa a crer que a Rádio NOAR tenha chegado ao fim e só hoje ao fim da tarde arranjei coragem para confirmar que nos 106,4 Mhz soa agora o ruído nacional ao invés da informação de proximidade local a que estava habituado.
A todos os profissionais e funcionários da Rádio NoAr deixo um fraterno agradecimento pelo serviço prestado e votos de que rapidamente encontrem realização na área que abraçaram ao longo destes anos.
Adivinho que umas quantas personagens cá do burgo se sentirão aliviados e regozijarão com este facto mas mesmo esses perceberão um dia a sua falta até porque basta um pequeno exercício reflexivo sobre o papel das Rádios Locais e Regionais no desenvolvimento do País nas últimas 2 décadas, e com facilidade perceberão que se não fosse a Rádio Local, hoje, o País teria muito mais probabilidades de falar só o dialecto do eixo Terreiro do Paço - São Bento, seria doutorado em actualidade trágica e em fait-divers, especialista em “futebolês”, pouco ou nada saberia do que verdadeiramente interessa, pouco ou nada saberia do que se passa na sua terra, a não ser pelo jornal local. E não sabendo da sua terra, não saberia do seu País.
Viseu está por isso mais pobre!
Estava dificil o parto!
Acreditem ou não mas aos poucos e poucos os "candeeiros do Mestre Malho" estão a reaparecer nos locais de onde foram retirados! É de aplaudir...
Ah, nesse caso já cá não está quem falou!
Ainda voltando ao tema das cidades geminadas com Viseu só depois de ouvir as explicações do Sr Presidente da CMV nesta reportagem da Dão TV me apercebi do alcance da iniciativa até porque a Visabeira e o Instituto Piaget já têm interesses instalados naquela região de Moçambique. Ainda assim fica-me a dúvida se foi a cidade que abriu portas a estes investimentos lá fora ou se apanhou "boleia dos privados" a par da certeza que, só um tipo quadrado como eu não percebia logo, de que vamos passar a exportar... rotundas!
Vamos apoiar a Sónia!
Para quem já esteve em Timor sabe o quão importante é uma simples bolacha ou uma mera caneta e um caderno para fazer a alegria de uma criança timorense. A Sónia Monteiro, nossa conterrânea foi destacada para dar aulas na Escola Primária de Baucau e deixa aqui um pedido/apelo de generosidade e solidariedade para que quem possa enviar todo o tipo de material escolar para ajudar na tarefa do ensino da língua portuguesa aos seus alunos e a fazer com que o Natal lhes seja mais sorridente. Até 2 kg de material escolar o custo de envio anda apenas 2 euros e pode ser enviado para:
Sónia Marisa Monteiro - Escola de Referência de Baucau
Escola Portuguesa de Dili, Apartado nº 33 Correios de Dili
Timor Leste
Carimbar o passaporte é fácil!
Se a memória não me atraiçoa são já 14 os municípios com os quais Viseu assinou protocolos de geminação sendo o mais recente mas já anunciado em Maio de 2011 o agora firmado com a cidade de Matola. Na lista constam então Ciudad Rodrigo e Oviedo na vizinha Espanha, Arezzo em Itália, Marly-le-Roi em França, Lublin na Polónia, Anápolis e Rio de Janeiro no Brasil, Khaskovo na Bulgária, São Filipe em Cabo Verde, Santa Maria da Feira e Aveiro, Cantagalio em São Tomé e Príncipe, Abidjan em Côte d'Ivoire e agora Matola em Moçambique. Atendendo a que duas delas são cidades portuguesas e viverão o mesmo drama da crise a que Viseu não é alheia no panorama nacional todas as restantes são estrangeiras sendo que algumas até pertencem aos chamados países emergentes terão visto, por certo, nesta pareceria uma oportunidade de investimento na nossa região. Assim sendo, e dado que na opinião da Deputada do PSD na Assembleia Municipal de Viseu, Sofia Margarida Campos "o Município de Viseu tem esta visão estratégica da importância das geminações (...) que têm permitido um enriquecimento cultural e o incremento do turismo; a participação em feiras, em mostras e em exposições; trocas de experiências de âmbito cultural, desportivo, artístico e educacional, permitindo ainda a troca de informações e experiências no âmbito do planeamento municipal, na organização de serviços, contribuindo assim para a formação de quadros da administração local com vista ao desenvolvimento de projectos regionais" fica o desafio para que no próximo artigo de opinião no site do órgão oficial do Partido nos diga em concreto o que deste "turismo autárquico" já resultou para a cidade de Viseu.
29/11/2011
Acabaram as agendas na Câmara?
Não há por aí ninguém que avise o Sr Presidente, Dr Fernando Ruas, que Outubro já foi e Novembro termina amanhã?
Campanha do Banco Alimentar de Viseu
Excelente trabalho da Catarina Sobral e da equipa de voluntários do BA Viseu que merece ser apoiado e referenciado positivamente!
Preparem a carteira!
A Presidência da República anunciou sexta-feira a promulgação do diploma que autoriza a cobrança de portagens nas SCUT. Cavaco Silva deu, assim, “luz verde” ao pagamento de tarifas, entre outras, nas autoestradas A25 e A24. A “bola” está agora do lado do Governo, que já pode fixar uma data para o início da cobrança.
in Diário Viseu
Cuidado com os miscaros venenosos!
Todos os anos, por esta altura, as florestas da região de Viseu enchem-se de apanhadores de cogumelos, mas este ano a crise está a levar mais gente para as matas em busca da “carne dos pinhais”.
in Público
28/11/2011
Oh, Américo prepara-te para mais trabalho!
O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, anunciou que o município vai ter um orçamento municipal de base zero para “remover com mais facilidade as gorduras” das suas finanças, noticia a agência Lusa. Esta medida já sugerida pelo Primeiro Ministro e motivo de proposta do BE na AR sufragada pelo PSD é uma boa medida que terá talvez como principal desvantagem a dificuldade de implementação, mas as várias vantagens que arrasta acabam por compensar sendo que um desses benefícios é o de permitir que os colaboradores nos diversos níveis hierárquicos possam participar no processo embora obrigue a uma monitorização constante para a sua eficácia!
E agora? Fazemos Contratos Individuais de Segurança?
O JN de Domingo trazia em capa esta noticia sobre a insegurança que se vive no Centro Histórico de Viseu, o mesmo que já foi aqui há uns anos "centro de negócios" e que aqui há bem pouco tempo com pompa e circunstância viu através do Contrato Local de Segurança reforçado o seu policiamento! Ainda se recordam do "policia de família"? Pois...
25/11/2011
Sonhando a cidade!
Artigo de opinião publicado na edição 506 de 25Nov do Jornal do Centro.
Quando naquela invernal noite chuvosa e fria entrei no auditório nem queria acreditar no que os meus olhos viam e, por momentos, pensei até que me teria porventura enganado no local. A sociedade civil mais expressiva do burgo estava ali representada em peso, do líder autarca, aos deputados eleitos excepção feita ao “paraquedista alfacinha”, aos dirigentes políticos locais, aos empresários mais dinâmicos e empreendedores, aos comerciantes preocupados, aos presidentes das escolas do ensino superior junto com alguns alunos, aos dirigentes de várias instituições culturais, desportivas e recreativas, ao grande número de cidadãos anónimos mais entusiastas e, até mesmo a obscura figura do provedor, que já pouco mais balbucia além do seu nome, não quis deixar de estar presente. Alguns estavam ali certamente motivados pela mesma hipocrisia com que gerem o seu dia a dia mas, como se tratava de discutir os efeitos da crise e a importância na cidade para a construção do futuro, ninguém queria ficar de fora desta visão que, fora em tempos lema de campanha mas, que só agora, vinte anos depois, todos percebiam ser um novo momento de transição onde velhos modelos e novas ideias se confrontam no imaginário da sociedade.
As razões do problema eram por demais conhecidas, com o Estado e os cidadãos a gastar mal e demais consumindo recursos desnecessários e tão essenciais a outros que não têm o que precisam para viver com dignidade. É sabido que adquirimos padrões de mobilidade irracional e exacerbámos o nosso sentido individualista perdendo o sentido do colectivo esquecendo as práticas culturais e sociais e como consequência “vivemos o fim de uma das maiores narrativas do 25 de Abril e que alimentámos durante anos que era a esperança na melhoria da qualidade de vida dos portugueses” (José Gil, 2001) e portanto agora era necessário “caminhar pela cidade com as pessoas” e encontrar novos caminhos para o seu “crescimento inteligente”.
A ideia tinha partido de um grupo de cidadãos que independentemente das suas opções partidárias e sociais percepcionaram a necessidade de novas formas de participação cívica. A indignação com a corrupção, a exasperação frente à violência, o combate à pobreza e à miséria, a criação de emprego e bem estar a par da desesperança quanto ao futuro obrigam à coexistência com a emergência de novos processos de participação e transformação social. Aos tempos de incerteza, risco e perplexidade que se vivem este grupo de amigos preocupado com a cidade quer acrescentar novos tempos de criatividade, experimentação e reinvenção ultrapassando este paradoxo da descrença crescente e generalizada da população nas instituições políticas com a emergência de uma cultura cívica de diálogo e debate.
Os políticos parecem pensar que a população não se sabe exprimir e a população está convencida que os políticos não sabem ouvir sendo que a a persistência desta crise de legitimidade das instituições políticas abre caminho para regressões autoritárias e populistas que podem vir a constituir-se numa ameaça à própria democracia.
A lógica da sociedade civil é a da liberdade, autonomia e diversidade sendo que as iniciativas são tão variadas quanto às questões sociais como a energia de quem se mobiliza em torno delas e por isso, ao desenharem esta tertúlia o grupo sabe que o seu papel não é o decidir ou impor mas sim o de experimentar, inovar, denunciar, propor e influenciar novas soluções para a cidade e para o futuro dos seus habitantes. Por outro lado também tem presente que actualmente a expressão ‘sociedade civil organizada’ envelheceu e soa cada vez mais como um anacronismo pois a participação dos cidadãos é inorganizável e, num certo sentido, é precisamente nesta desorganização que reside sua força e há quem veja na pluralidade de iniciativas, actores e temáticas um risco de fragmentação e dispersão de energias que dificulta ou mesmo inviabiliza a elaboração de uma visão de conjunto da sociedade e a formulação de uma estratégia comum de transformação social.
A sociedade civil não é nem pode ser um partido político com uma proposta de poder, não tem nem pode ter uma estratégia uniforme e acabada de transformação social e deve atentar à afirmação de um ‘novo indivíduo’ como actor social capaz de pensar e decidir pela própria cabeça, ao protagonismo crescente de uma opinião pública que se informa e toma posição e à abertura pelas novas tecnologias de informação de um ambiente inédito para a formação de opiniões, comunicação e debate.
As pessoas tendem agora a ser mais “inteligentes, rebeldes e criativas” e essa maior capacidade das pessoas de pensar pela própria cabeça, formular juízos de valor e decidir por si mesmas é consequência do declínio da tradição e hoje, na sociedade contemporânea cada um de nós, como diria Fernando Pessoa, “é vários, é muitos, é uma prolixidade de si mesmo”.
Cientes desta realidade, o grupo no desenho desta iniciativa procura captar com acuidade o duplo fenómeno de esvaziamento da política, incapaz de lidar com os problemas globais a par do exercício pelo indivíduo de um crescente poder de escolha e decisão sobre questões que afectam directamente a sua vida e seu futuro. Na sociedade contemporânea, cada vez mais as pessoas elaboram seus pontos de vista, opiniões e escolhas com base no que vivem e vêem. Se a visão e a vivência não têm relação com as mensagens dos políticos, o resultado inexorável é a descrença e perda de confiança. O outro lado da exigência de verdade é a capacidade da população de perceber e recusar os gestos demagógicos, as falsas soluções, as promessas e palavras vazias, as abordagens simplistas de problemas complexos. Os cidadãos não se contentam mais com a posição de receptores passivos de mensagens e palavras de ordem. Não querem ser “passageiros mas sim condutores”, querem falar e ser ouvidos, querem que a verdade lhes seja dita de forma clara e querem ter certeza que sua contribuição será levada em conta.
Ao terem aderido em massa a esta iniciativa de reinvenção da democracia representativa na cidade mediante expansão de procedimentos deliberativos de consulta e tomada de decisão, os cidadãos querem tomar parte no planeamento estratégico para a regeneração e reconstrução sustentável do concelho, no recursos que a região dispõe e como os vai utilizar, na discussão da capacidade de novas dinâmicas de participação de preencher o vazio de sentido e gerar valores, esperança e perspectiva de futuro. Encantadora realidade esta que se gerou na cidade e que...
- Fernando, acorda! Tens o telemóvel a tocar!
- Estou! Boa noite…
- Caro amigo, estamos à espera do seu artigo para fechar a edição do Jornal.
- Peço desculpa, envio já por email. Deixei-me dormir e até já estava a sonhar!
Quando naquela invernal noite chuvosa e fria entrei no auditório nem queria acreditar no que os meus olhos viam e, por momentos, pensei até que me teria porventura enganado no local. A sociedade civil mais expressiva do burgo estava ali representada em peso, do líder autarca, aos deputados eleitos excepção feita ao “paraquedista alfacinha”, aos dirigentes políticos locais, aos empresários mais dinâmicos e empreendedores, aos comerciantes preocupados, aos presidentes das escolas do ensino superior junto com alguns alunos, aos dirigentes de várias instituições culturais, desportivas e recreativas, ao grande número de cidadãos anónimos mais entusiastas e, até mesmo a obscura figura do provedor, que já pouco mais balbucia além do seu nome, não quis deixar de estar presente. Alguns estavam ali certamente motivados pela mesma hipocrisia com que gerem o seu dia a dia mas, como se tratava de discutir os efeitos da crise e a importância na cidade para a construção do futuro, ninguém queria ficar de fora desta visão que, fora em tempos lema de campanha mas, que só agora, vinte anos depois, todos percebiam ser um novo momento de transição onde velhos modelos e novas ideias se confrontam no imaginário da sociedade.
As razões do problema eram por demais conhecidas, com o Estado e os cidadãos a gastar mal e demais consumindo recursos desnecessários e tão essenciais a outros que não têm o que precisam para viver com dignidade. É sabido que adquirimos padrões de mobilidade irracional e exacerbámos o nosso sentido individualista perdendo o sentido do colectivo esquecendo as práticas culturais e sociais e como consequência “vivemos o fim de uma das maiores narrativas do 25 de Abril e que alimentámos durante anos que era a esperança na melhoria da qualidade de vida dos portugueses” (José Gil, 2001) e portanto agora era necessário “caminhar pela cidade com as pessoas” e encontrar novos caminhos para o seu “crescimento inteligente”.
A ideia tinha partido de um grupo de cidadãos que independentemente das suas opções partidárias e sociais percepcionaram a necessidade de novas formas de participação cívica. A indignação com a corrupção, a exasperação frente à violência, o combate à pobreza e à miséria, a criação de emprego e bem estar a par da desesperança quanto ao futuro obrigam à coexistência com a emergência de novos processos de participação e transformação social. Aos tempos de incerteza, risco e perplexidade que se vivem este grupo de amigos preocupado com a cidade quer acrescentar novos tempos de criatividade, experimentação e reinvenção ultrapassando este paradoxo da descrença crescente e generalizada da população nas instituições políticas com a emergência de uma cultura cívica de diálogo e debate.
Os políticos parecem pensar que a população não se sabe exprimir e a população está convencida que os políticos não sabem ouvir sendo que a a persistência desta crise de legitimidade das instituições políticas abre caminho para regressões autoritárias e populistas que podem vir a constituir-se numa ameaça à própria democracia.
A lógica da sociedade civil é a da liberdade, autonomia e diversidade sendo que as iniciativas são tão variadas quanto às questões sociais como a energia de quem se mobiliza em torno delas e por isso, ao desenharem esta tertúlia o grupo sabe que o seu papel não é o decidir ou impor mas sim o de experimentar, inovar, denunciar, propor e influenciar novas soluções para a cidade e para o futuro dos seus habitantes. Por outro lado também tem presente que actualmente a expressão ‘sociedade civil organizada’ envelheceu e soa cada vez mais como um anacronismo pois a participação dos cidadãos é inorganizável e, num certo sentido, é precisamente nesta desorganização que reside sua força e há quem veja na pluralidade de iniciativas, actores e temáticas um risco de fragmentação e dispersão de energias que dificulta ou mesmo inviabiliza a elaboração de uma visão de conjunto da sociedade e a formulação de uma estratégia comum de transformação social.
A sociedade civil não é nem pode ser um partido político com uma proposta de poder, não tem nem pode ter uma estratégia uniforme e acabada de transformação social e deve atentar à afirmação de um ‘novo indivíduo’ como actor social capaz de pensar e decidir pela própria cabeça, ao protagonismo crescente de uma opinião pública que se informa e toma posição e à abertura pelas novas tecnologias de informação de um ambiente inédito para a formação de opiniões, comunicação e debate.
As pessoas tendem agora a ser mais “inteligentes, rebeldes e criativas” e essa maior capacidade das pessoas de pensar pela própria cabeça, formular juízos de valor e decidir por si mesmas é consequência do declínio da tradição e hoje, na sociedade contemporânea cada um de nós, como diria Fernando Pessoa, “é vários, é muitos, é uma prolixidade de si mesmo”.
Cientes desta realidade, o grupo no desenho desta iniciativa procura captar com acuidade o duplo fenómeno de esvaziamento da política, incapaz de lidar com os problemas globais a par do exercício pelo indivíduo de um crescente poder de escolha e decisão sobre questões que afectam directamente a sua vida e seu futuro. Na sociedade contemporânea, cada vez mais as pessoas elaboram seus pontos de vista, opiniões e escolhas com base no que vivem e vêem. Se a visão e a vivência não têm relação com as mensagens dos políticos, o resultado inexorável é a descrença e perda de confiança. O outro lado da exigência de verdade é a capacidade da população de perceber e recusar os gestos demagógicos, as falsas soluções, as promessas e palavras vazias, as abordagens simplistas de problemas complexos. Os cidadãos não se contentam mais com a posição de receptores passivos de mensagens e palavras de ordem. Não querem ser “passageiros mas sim condutores”, querem falar e ser ouvidos, querem que a verdade lhes seja dita de forma clara e querem ter certeza que sua contribuição será levada em conta.
Ao terem aderido em massa a esta iniciativa de reinvenção da democracia representativa na cidade mediante expansão de procedimentos deliberativos de consulta e tomada de decisão, os cidadãos querem tomar parte no planeamento estratégico para a regeneração e reconstrução sustentável do concelho, no recursos que a região dispõe e como os vai utilizar, na discussão da capacidade de novas dinâmicas de participação de preencher o vazio de sentido e gerar valores, esperança e perspectiva de futuro. Encantadora realidade esta que se gerou na cidade e que...
- Fernando, acorda! Tens o telemóvel a tocar!
- Estou! Boa noite…
- Caro amigo, estamos à espera do seu artigo para fechar a edição do Jornal.
- Peço desculpa, envio já por email. Deixei-me dormir e até já estava a sonhar!
24/11/2011
Momento Zen!
Paulo Futre, o grande e proeminente catedrático formado na melhor Universidade de Alcochete, vai estar na ESA do IPV para falar aos estudantes sobre gestão de equipas e motivação. Li e reli pois julguei que seria mais uma brincadeira publicitária desta “estrela” mediática mas afinal... é a sério! Desde logo o meu espanto por perceber que as autoridades académicas locais foram capazes de apadrinhar tal evento e depois em virtude de terem sido os estudantes os autores desta proeza intelectual não consigo evitar o desgosto pelo desnível da preparação dos nossos futuros “doutores e engenheiros”. Ainda assim, vou preferir acreditar que o proeminente orador vai ali para se divertir e os estudantes o convidaram para se rir. Espero que tenha sido essa a motivação até porque “rir é o melhor remédio”, contra o pessimismo e miserabilismo que grassa diariamente à nossa volta. Se não foi isso que os motivou... bom, então vou começar a rezar pelo futuro do IPV e das nossas gerações!
23/11/2011
Morrer na praia!
A Comissão Europeia leva a cabo a segunda edição do “Prémio Access City 2012”, o primeiro Prémio Europeu para Cidades Acessíveis que tem por objectivo divulgar e premiar as cidades que tomam medidas exemplares para melhorar a sua acessibilidade para as pessoas portadoras de deficiência em aspectos fundamentais da vida nas cidades. Com 114 candidaturas provenientes de 23 países da EU, o Júri enfrentou uma desafiante tarefa na identificação dos semi-finalistas. Uma das oito cidades europeias que passaram à eliminatória final será seleccionada como a Vencedora do prestigiado prémio Access City Award 2012. Portugal pode orgulhar-se de ter apresentado 2 candidaturas - Loulé e Viseu - que chegaram à pré-selecção das 31 Cidades. Viseu como cidade inclusiva ainda tem muito que melhorar nas acessibilidades para deficientes mas já é uma cidade a seguir como referência!
22/11/2011
O IPV na Web
Neste estudo, liderado a nível mundial pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology, o site oficial do Instituto Politécnico de Viseu acaba de alcançar a 8ª posição, entre 50 instituições de ensino superior nacionais, ficando colocado em 1º lugar no que concerne aos institutos politécnicos portugueses.
Só faltava mais esta!
Os European Excelence Awards, que pretendem premiar os melhores projectos de comunicação a nível europeu, contam com várias empresas e agências nacionais na lista de finalistas. Os vencedores serão conhecidos a 8 de Dezembro, em Amesterdão. (...) Na secção Portugal, destinada a avaliar apenas trabalhos nacionais, surgem projectos da Inforpress, YoungNetwork e Lift. A YoungNetwork disputa a competição com Special One Unibet e Live Beach.
21/11/2011
Não estranhem serem 3 em 1... foi para poupar que o tempo é de crise!
Enquanto a máquina laranja se reuniu num estranho local para uma "Tertúlia" a fim de concluírem o óbvio, o PS Viseu estranha a decisão ministerial da substituição da Direcção do S. Teotónio e o CDS Viseu estranha o facto da autarquia viseense não integrar a lista dos Municípios aprovados pelo IFAP para o ano lectivo de 2011/2012, relativo à continuidade do Programa da Fruta Escolar.
Todo o sermão deve ter inspiração divina!
Numa cerimónia em que o principal convidado, o nosso conterrâneo SE Dr Almeida Henriques, compareceu tarde e a más horas obrigando a que o seu discurso fosse lido pelo locutor de serviço, o Presidente do Politécnico num longo e penoso discurso discorre sobre o papel do Politécnico no ensino e na região para a páginas tantas "anunciar a sua disponibilidade para abandonar o cargo" desde que o IPV se transforme em "Universidade de Ciências Aplicadas, acompanhando a nomenclatura europeia, caso persistam os dois subsistemas do ensino superior, ou passar a Universidade Pública, caso fique só um subsistema".
Ah, passa? E quando?
“O futuro do ensino público na região passa pelo Instituto Politécnico de Viseu”. A afirmação foi feita na passada sexta-feira pelo presidente daquela instituição, no âmbito das comemorações do aniversário do Politécnico.
in Diário Viseu
20/11/2011
Sejam bem vindos!
Viseu recebe de 01 a 04 de Dezembro o XXXVII Congresso da APAVT e pelo que consta graças ao trabalho discreto mas eficaz do Deputado Hélder Amaral que conseguiu convencer os organizadores a alterarem o local previsto a favor da nossa cidade. De acordo com as noticias um sem número de ministeriáveis e outros tantos colunáveis marcarão presença na cidade o que é de registar pela positiva. Anunciados estão já Miguel Relvas na abertura, Álvaro Santos Pereira a encerrar os trabalhos, Cecília Meireles, os deputados Luis Campos
Ferreira (PSD) e Helder Amaral (CDS-PP), a deputada Hortense Martins
(PS), o deputado e
secretário-geral do PSD, José de Matos Rosa, o deputado João Ramos (PCP), o ex-ministro da Justiça, José Vera Jardim, o ex-Secretário de Estado do Turismo, Vítor Neto e claro está o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas. Almeida Henriques se não se perder em outros almoços nem ficar empatado nas obras do IP3 como terá acontecido esta sexta-feira não deixará também de se mostrar por lá além certamente do "manifesto" candidato do PS à Câmara Municipal em 2013. E, se falhei algum nome não foi por má intenção, acreditem... a cidade acolhe bem e todos são bem vindos!
19/11/2011
NetFreguesias... Ai querias? Pois querias!
O Jornal do Centro desta semana notícia o Net Freguesias fazendo título de que a "Internet chega a todas as freguesias". No final e lida a noticia tal significa que nas freguesias mais populosas vão ser instalados 4 computadores e nas menos numerosas 2 com velocidades de acesso que, segundo as queixas do Presidente da Junta já beneficiado com este equipamento, não chega a 4Mb, imaginem lá! Ora, atendendo ao investimento feito foi de foi de 141.990,46 euros, tal resulta que para cada local NetFreguesias em média foi gasto o valor de 4.176€, o que para 2 computadores (ou mesmo 4 se preferirem) com uma ligação PT a 4Mb convenhamos que é um valor significativo, face aos preços actualmente praticados no mercado ou então serão máquinas ao nível dos novos Mackintosh. Movido pela curiosidade, mesmo sabendo de antemão o que iria encontrar, sexta-feira passada pelas 18h fui visitar o novo NetFreguesias de Fragosela. À porta o aviso deixa desde logo antever que sejam jovens ou seniores com "vontade de aprender a abrir o mail" como refere na noticia o Vereador só o poderão fazer nas 2ªs feiras das 18h às 20h ou às 5ªs feiras das 17h às 20h.
Ainda bati à porta na esperança de que naquela escuridão se fizesse luz e se abrisse a porta para através da rede me ligar ao Mundo mas nem vivalma! E, se isto não é má despesa pública... no mínimo é publicidade enganosa e uma descarada propaganda que ainda por cima custou a módica quantia de 18.008€. Toma lá e volta 2ª depois das 18h...
Ouviram bem ou precisam que repita?
O presidente da Associação Empresarial de Viseu (AIRV), João Cotta, lamentou hoje que a região tenha "problemas agravados" devido a "políticas erradas" para o desenvolvimento nacional. "Os nossos políticos, quando passam de Coimbra para baixo, esquecem-se das origens. Os nossos mercados estão no litoral, o interior desertifica-se, o Itinerário Principal (IP3) é a vergonha de qualquer político regional ou nacional", afirmou João Cotta, na sessão de abertura do IV Congresso Empresarial da Região de Viseu. Lembrando reclamações antigas de autarcas e empresários, o presidente da AIRV frisou que "Viseu necessita da ligação digna a Coimbra" e Portugal "da ligação férrea Aveiro-Salamanca que promova as exportações portuguesas".
in Visão
Desafio aos leitores
O presente despacho diz respeito à nomeação da nova equipa do:
a) da Direcção do Académico de Viseu
b) do Conselho de Administração do Grupo Visabeira
c) da Confraria da Ermida da Nª Sª das Neves em S. Melo da Estrada de Tavares de Viseu
d) Nada disso mas sim... (a preencher pelo leitor)
18/11/2011
E depois há o amiguinho, o amigão e ainda o amigalhaço!
Hélder Amaral, deputado do CDS eleito por Viseu reage assim a propósito das nomeações no Centro Hospitalar Tondela/Viseu:
- O principio das nomeações parece ser entre o fiel e o competente escolhe-se o fiel. Espero que impere o bom senso mas não estou disponível para dar a cara a pedir sacrifícios aos contribuintes e depois patrocinar o amiguismo da pior espécie que julgava ser uma prática do passado!
Carlos Marta explica-se!
Carlos Marta vai explicar em Viseu, as linhas mestras do seu programa de candidatura à presidência da Federação Portuguesa de Futebol. Vai ser esta sexta, 18 de Novembro, pelas 21h00, no Auditório da Associação de Futebol de Viseu. Uma sessão de esclarecimento aberta a todos quantos queiram conhecer em detalhe, e discutir com o candidato, o projecto “Pelo Futebol. Por Portugal”.
17/11/2011
O pote laranja é que está a dar!
Depois da mudança na Segurança Social chega agora, segundo consta, a vez do Hospital de S. Teotónio e na mesma semana em que a Revista Sábado publica o excelente resultado obtido pela anterior direcção hospitalar, o Governo substitui a administração colocando o repetente Ermida Rebelo como Presidente do CA que leva consigo uma equipa completa de "boys (and girl) laranja" toda ela escolhida com base na meritocracia, sem margem para dúvidas, onde se destaca o "especialista em gestão hospitalar" Rui Melo como administrador! Espera-se agora que, no mínimo mantenham o nível alcançado e que não permitam qualquer desqualificação no Hospital a bem dos utentes!
Unir esforços!
Dez municípios portugueses e espanhóis lançaram hoje, na Guarda, um projecto de uma rede de cidades, com o objectivo de promover a cooperação e aumentar a competitividade das duas regiões transfronteiriças.
O projeto denominado "Rede de Cidades Censyl" envolve as autarquias de Aveiro, Figueira da Foz, Coimbra, Viseu e Guarda (Portugal) e Ciudad Rodrigo, Salamanca, Valladolid, Burgos e Miranda del Ebro (Castilla y León, Espanha).
A chegar ao fundo!
O Fundo Solidário, criado pela Cáritas Diocesana de Viseu com o objectivo de dar resposta às pessoas mais carenciadas, está quase esgotado. Desde o início do ano foram gastos cerca de 15 mil euros em apoios para fazer face a pedidos de pagamento de facturas da água, de electricidade e de gás. Segundo o presidente da Cáritas de Viseu, José Borges, as solicitações têm vindo a aumentar, prevendo-se que a situação não melhore no próximo ano. Até ao final do passado mês de Outubro, foram atendidas cerca de 1.500 pessoas.
in Diário Viseu
16/11/2011
Alerta aos Clubes
A Câmara Municipal de Viseu quer renovar o Registo Municipal de Clubes Desportivos do concelho com a actualização de dados, dando seguimento ao processo iniciado em 2010.
in As Beiras
Fugindo à crise... lá fora!
Grupo Visabeira investe 1,46 milhões na requalificação de ecoturimo no Parque da Gorongosa!
14/11/2011
Facturas antigas de dificil cobrança!
Agora que o novo OE está em discussão e abandonada que parece ter sido a politica do PIDDAC, que poucos e discutíveis frutos deu na região, ficam além da problemática de saber qual será e como será o investimento local, as velhas questões de saber como irá Almeida Henriques descalçar "a bota da sua luta" pela construção do Arquivo Distrital de Viseu e qual o valor das rendas que Fernando Ruas irá cobrar ao novo Governo!
Não brincam em serviço os moços!
O Real Tunel Académico - Tuna Universitária de Viseu esteve presente no FITUCB 2011 em Castelo Branco e traz para Viseu os prémios de Melhor Original, Melhor Instrumental, Melhor Solista e Melhor Tuna!
A caridade dá que fazer!
A campanha “Direito à alimentação”, patrocinada pelo Presidente da República e que tinha como objectivo dar as refeições que sobravam nos restaurantes às pessoas mais carenciadas tinha como pilares a adesão do sector e o envolvimento da Autarquia. Por cá, apesar da propaganda feita ou pela existência do projecto "uma migalha, um voto", nenhum restaurante se inscreveu na iniciativa.
10/11/2011
E foi um NoAr que lhe deu!
Quando a Rádio NoAr começou a ser passada de mão em mão cedo se adivinhou qual seria o seu mais que provável destino, a de passar a ser um mero retransmissor de uma rádio nacional. Agora foi a vez da ANACOM autorizar que a Mega FM, certamente que numa estratégia de combate à Cidade FM passe a emitir na frequência da NoAR. As noticias locais que já eram poucas e injectadas à pressão vão-se certamente acabar para alivio de "outras frequências" cá do burgo!
Assim vai a "politica externa local"!
Falhada que foi a criação do "lobby da Beira Alta" a Lituânia parece agora ter-se virado para o "Allgarve". O viseense e representante dos interesses lituanos em Portugal, Jorge Antas de Barros, tem agora além da Embaixada mais um colega "diplomata" em Albufeira. Alheio a estas movimentações da politica externa que muito podem prejudicar as terras beirãs, o nosso ilustre SE das Comunidades, José Cesário, continua no seu Facebook a dar nota dos carimbos no passaporte pelo Mundo fora mas, agora viajando em económica porque a crise é grande!
Promoção e divulgação do Net Freguesias... à borla!
O site oficial da Edilidade dá nota que o Programa NetFreguesias vai ser instalado em cada uma das 34 freguesias do Concelho. Começo por vos confessar a minha curiosidade nesta matéria porquanto, esquecidos que parecem ter sido os milhões de euros gastos no Viseu Digital via Lusitânia ADR com semelhante finalidade, recordo que foram gastos nada mais nada menos que 18.008€ na "Promoção e Divulgação do Programa Net Freguesias" e a minha ignorância é total, como presumo não maior seja a dos leitores!
Segundo a informação oficial o Programa é financiado pelo QREN, no âmbito do Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro, o projecto NetFreguesias e pretende dotar cada freguesia do concelho com postos de acesso gratuito à Internet (...) e ainda, difundir a utilização das novas tecnologias de informação e do conhecimento, ou seja, promover a sensibilização, massificação e dinamização da utilização da Internet em Banda Larga. Desta forma, continua a nota, Viseu terá, em cada freguesia, um Espaço Internet, que contribuirá para munir todos os cidadãos com os conhecimentos básicos para a utilização da Internet e Informática, mesmo aos que, até agora, nunca ou raramente utilizaram o computador.
O programa foi posto a concurso pela Autarquia pelo valor de 102.762€ e a mesma nota afirma que o investimento total foi de 141.990,46 euros, com uma comparticipação do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) de 113.592,37 euros, o que significa que cada local NetFreguesias importa em 4.176€. Curiosamente os valores aprovados no Eixo 1 do Mais Centro apresentam os valores abaixo e também eles diferentes dos anunciados com pompa e circunstância pela Autarquia e que serão repetidos, certamente, na próxima segunda-feira, dia 15 de Novembro, pelas 16 horas, na cerimónia de inauguração deste projecto, a ter lugar, simbolicamente, na sede da Junta de Freguesia de Lordosa, representando a inauguração oficial dos 34 Espaços NetFreguesias.
Deixo ainda o convite aos jornalistas presentes no evento que no regresso, completem o trabalho de casa, passando por mais uma ou duas freguesias à escolha e que nos informem do que consta este espaço, das suas condições de funcionamento, dos equipamentos disponíveis e dos horários de utilização por parte das populações. Quase aposto que terão aí uma boa noticia!
Coisas do apito
Bom dia, o meu nome é Hélder Bernardo Ferreira, sou árbitro de Fut11 da Associação de Futebol de Viseu, Quadro de Honra Grupo A.
No dia 10 de Outubro de 2011 recebi a classificação das provas escritas e físicas realizadas no dia 17 de Setembro 2011, após isso decidi enviar um email ao Conselho de Arbitragem (CA) de Viseu a solicitar a possibilidade de eu ver a correção da prova escrita. Não me foi dada qualquer resposta até hoje. No entanto, a partir desse mesmo dia deixei de ser nomeado para jogos de futebol, até aí tinha tido mais de três jogos por fim de semana.
O resto da história fica aqui. Aproveitem para ver como é que o Presidente do CA da AFV sabendo que o rapaz é de Viseu o manda ir apitar para... as Caldas!
08/11/2011
Quem perguntou?
Para quem esteja preocupado com a variante à EN229 aqui fica o projecto para discussão pública!
Da série "tesourinhos deprimentes"
O Diário Viseu resume assim a noticia: Com início no Fontelo, às 14h00, o cortejo da Semana do
Caloiro vai percorrer mais uma vez as ruas da cidade. Os novos alunos do
ensino superior de Viseu são as estrelas da festa, mas nem por isso
serão poupadas às praxes dos alunos mais velhos. Rebolar, cantar, pular,
e sujarem-se da cabeça aos pés fazem parte da lista de ordens que têm
de seguir à risca ao longo de quase três horas.
Fica tudo dito!
Fica tudo dito!
07/11/2011
Ei, quem é que apagou as luzes?
Pelos vistos, a poupança de energia transformou o Centro Histórico de Viseu num local
mais negro que o cabelo do Dr Ruas à saída do cabeleireiro!
Não faço ideia se a medida é transitória, se se tratou de um apagão momentâneo, se é o novo projecto de reabilitação ou que outra razão justificará que a esta hora da noite o Centro Histórico da cidade se apresente da forma que as fotos documentam... mas, os meliantes e os amigos do alheio não deixarão de se congratular por tal oportunidade de ocasião! O comércio local por certo que rejubila de alegria com esta medida e se aplicarem o mesmo principio e apagarem as luzes das montras aconselha-se a que turistas e demais visitantes façam uso de lanternas naquela zona!
05/11/2011
Organizem-se!
O PS Viseu está nas redes sociais e na LinkedIn apresenta-se como Professora do Ministério da Educação e disponível para oportunidades de carreira, ofertas de consultoria, novos empreendimentos, acordos de negócios(...) de modo que ou ainda não descobriram que o "pote" agora é de outros ou ainda há quem não saiba onde começa o partido e acaba o individuo!
Viseu cumpre pela positiva!
No meio de tanta crise, Viseu aparece no estudo da FEPICOP no top das Autarquias mais cumpridoras no pagamento das obras aos empreiteiros, o que se saúda pela positiva!
Ufa, julgava que era só eu a pensar isso!
Amigo João, se o problema é apenas esse, o de dizer "a Fernando Ruas para parar de pintar o cabelo e o bigode" deixa comigo, até porque já nem sequer deve estranhar tal desaforo da minha parte!
04/11/2011
Faz o que eu digo, não faças o que eu faço!
O pessoal diplomático do Consulado Português na Suíça já fizeram a sua apreciação sob a forma como o nosso conterrâneo Sec Estado lidou com o problema dos vencimentos dos funcionários. Antes como deputado questionou o Governo PS sob este mesmo problema! Vale a pena ver as diferenças!
Eu voto Carlos Marta!
Texto de opinião publicado na edição 503 de 04Nov11 do Jornal do Centro
Naquele ano de 1998, os dirigentes associativos participantes na reunião preparatória da primeira edição dos Jogos Desportivos de Tondela, cedo perceberam que não estavam apenas a assistir a uma ideia fotocopiada a partir de Viseu, mas sim perante a aplicação melhorada de um bom exemplo à volta do desporto concelhio. Após as palavras introdutórias do então Vereador do Desporto, responsável pelo projecto, logo perceberam que a dinâmica, rigor e objectivos que a Edilidade através do mesmo, lhe pretendia associar ultrapassavam de forma notória o cenário que se repetia noutros concelhos. E, nesse mesmo ano os números dos jovens envolvidos, das actividades conduzidas e do profissionalismo colocado na organização falavam por si, e nem assim, o autarca quis aproveitar-se da estatística por comparação com as outras realidades concelhias envolvidas... se o tivesse feito só daria a constatar o mérito do excelente resultado do seu trabalho e liderança mas contrariaria a imagem de humildade e serenidade que o caracteriza. 13 anos depois, os Jogos Desportivos de Tondela movimentam mais de um milhar e meio de atletas, o nível das Escolas de Natação aumentou significativamente, o número de Clubes Federados quase duplicou, as instalações desportivas concelhias estão bem cuidadas e assistem regularmente a eventos desportivos de carácter nacional e até internacional, o Projecto Saúde em dia já se estendeu a todas as freguesias do Concelho, as Maratonas e Caminhadas são de regular prática, os Seminários, Fóruns e Workshoops à volta da temática associativa do Desporto nas suas variadas vertentes ganham realidade, cada vez mais qualidade e dimensão ao longo do ano e, para não ser demasiado exaustivo e com isso maçador, relembra-se a finalizar, esta brilhante lista que o Complexo Desportivo serve de base para ganharem raízes as equipas locais de futebol bem colocadas no Campeonato, onde nem o “eucalipto” do Fontelo lhes chega a fazer sombra, local onde o “Águas” muitas saudades deixou e tantas alegrias suscitou nos seus tempos de jogador!
Naquele ano de 1998, os dirigentes associativos participantes na reunião preparatória da primeira edição dos Jogos Desportivos de Tondela, cedo perceberam que não estavam apenas a assistir a uma ideia fotocopiada a partir de Viseu, mas sim perante a aplicação melhorada de um bom exemplo à volta do desporto concelhio. Após as palavras introdutórias do então Vereador do Desporto, responsável pelo projecto, logo perceberam que a dinâmica, rigor e objectivos que a Edilidade através do mesmo, lhe pretendia associar ultrapassavam de forma notória o cenário que se repetia noutros concelhos. E, nesse mesmo ano os números dos jovens envolvidos, das actividades conduzidas e do profissionalismo colocado na organização falavam por si, e nem assim, o autarca quis aproveitar-se da estatística por comparação com as outras realidades concelhias envolvidas... se o tivesse feito só daria a constatar o mérito do excelente resultado do seu trabalho e liderança mas contrariaria a imagem de humildade e serenidade que o caracteriza. 13 anos depois, os Jogos Desportivos de Tondela movimentam mais de um milhar e meio de atletas, o nível das Escolas de Natação aumentou significativamente, o número de Clubes Federados quase duplicou, as instalações desportivas concelhias estão bem cuidadas e assistem regularmente a eventos desportivos de carácter nacional e até internacional, o Projecto Saúde em dia já se estendeu a todas as freguesias do Concelho, as Maratonas e Caminhadas são de regular prática, os Seminários, Fóruns e Workshoops à volta da temática associativa do Desporto nas suas variadas vertentes ganham realidade, cada vez mais qualidade e dimensão ao longo do ano e, para não ser demasiado exaustivo e com isso maçador, relembra-se a finalizar, esta brilhante lista que o Complexo Desportivo serve de base para ganharem raízes as equipas locais de futebol bem colocadas no Campeonato, onde nem o “eucalipto” do Fontelo lhes chega a fazer sombra, local onde o “Águas” muitas saudades deixou e tantas alegrias suscitou nos seus tempos de jogador!
Refiro-me, como certamente já compreenderam, ao Dr. Carlos Marta, Presidente da Câmara Municipal de Tondela desde 2001 pelas listas do PSD e hoje candidato à presidência da Federação Portuguesa de Futebol, que tem repartido a sua vida entre a política e a modalidade que agora deseja liderar no País. Tendo começado a sua vida no desporto com a licenciatura em Educação Física pelo Instituto de Superior de Educação Física, que o levou a leccionar na preparatória e depois na secundária de Tondela, passou depois pela Direcção Geral dos Desportos de Viseu e em simultâneo director do Centro Desportivo de Lamego. Na politica, de Vereador a Presidente da Câmara, cargo que ainda exerce e a que soma uma década como Deputado na Assembleia da República deram-lhe outra experiência pessoal e outra visão do País e do Mundo. Recentemente, foi a sua personalidade firme mas dialogante, a sua capacidade invulgar de trabalho e de envolvimento das equipas que lidera que tornaram visivel e deram dimensão à Comunidade Intermunicipal que preside, gerindo e gerando novas oportunidades e novos investimentos na região que não só no seu concelho. No futebol, abona no seu curriculum a presidência da Associação de Futebol de Viseu e a liderança da Comissão Parlamentar de Fiscalização do Euro2004 assim como a presidência do Conselho Superior do Desporto entre 2002 e 2003.
Pese o facto deste significativo percurso politico de Carlos Marta e da sua afirmada e influente ligação partidária, é de realçar o facto de com a sua postura de competência, rigor, empenho e dedicação nos projectos que abraça, ter conseguido um estatuto que lhe dá margem suficiente para manter a sua liberdade de acção e livre escolha, avançando com uma candidatura contra os “interesses instalados” do futebol e até de certa maneira contra o próprio aparelho do PSD, ou não estivesse Hermínio Loureiro com uma ligação directa ao Ministro Miguel Relvas ligado à candidatura adversária. O desafio que Carlos Marta agora entendeu conduzir será certamente um desiderato pessoal perfeitamente ajustado às suas características mas, é também uma oportunidade de valorização do futebol nas suas mais variadas expressões e, é sem margem para dúvidas, quer supere ou não o desafio em Dezembro, um factor de afirmação da nossa região. Carlos Marta, estou convicto que, não agirá de forma diferente para com Viseu pois o seu sentido de equidade e de imparcialidade que o diferenciam não deixará de ser a sua baliza mas, também não deixará esquecidas as suas raízes e por isso, para além do apoio da Associação de Futebol de Viseu, do Académico e todos os agentes locais do futebol merece contar com o apoio incondicional de todos os viseenses, para que some à sua tenacidade a coragem necessária para enfrentar os ventos adversos e as marés revoltosas que terá pela frente, venham elas de norte ou de sul, encapotadas ou descaradas!
Entidades, Organizações, Personalidades, Autarcas (e gostei de ver o vizinho Autarca João Azevedo do PS a seu lado na apresentação da candidatura) ou vulgares cidadãos devem, no meu entender, cada um no seu fórum exercer a sua magistratura de influência e a expressão positiva de apreço e apoio a uma candidatura ambiciosa capaz de trazer novos ares, novos projectos e nova imagem ao futebol nacional, como é interesse e vontade assumida de Carlos Marta. E, nem sequer os Tondelenses devem ficar preocupados com a previsível vitória do seu Presidente eleito com maioria de votos, porquanto todos sabem que Carlos Marta tem a sua equipa concelhia preparada e mobilizada para seguir o caminho por ele traçado sem a sua presença e, até nisso se afirma a sua capacidade invulgar de liderança, pelo que cai por terra logo aqui a critica fácil daqueles que dirão que abandona o lugar eleito a favor de uma reforma de ouro, como já se percebeu de forma velada, por parte de alguns que temem perder essa forma de estar na vida, sabendo de antemão que nunca seriam eleitos no poder local para função alguma. Estou convicto que não é essa a motivação de Carlos Marta, que ao abraçar tal desafio deixa outros igualmente interessantes e quiçá mais fáceis de atingir pelo que, é a sua vontade máxima de dignificar o futebol e de o valorizar que certamente pesou e marca a sua superior escolha.
Ao assumir esta candidatura e da forma profissional como o fez, envolvendo jogadores, treinadores, árbitros, Associações e demais agentes desportivos do futebol à sua volta, Carlos Marta mesmo assim ainda não ganhou a corrida, mas já conquistou a vontade férrea das gentes da beira em o apoiar... se não de todos pelo menos de muitos e, senão de muitos pelo menos daqueles que nele acreditam e o sabem ser o melhor dos candidatos!
Eu cá não tenho a mínima dúvida... pudesse eu votar nele!
Pese o facto deste significativo percurso politico de Carlos Marta e da sua afirmada e influente ligação partidária, é de realçar o facto de com a sua postura de competência, rigor, empenho e dedicação nos projectos que abraça, ter conseguido um estatuto que lhe dá margem suficiente para manter a sua liberdade de acção e livre escolha, avançando com uma candidatura contra os “interesses instalados” do futebol e até de certa maneira contra o próprio aparelho do PSD, ou não estivesse Hermínio Loureiro com uma ligação directa ao Ministro Miguel Relvas ligado à candidatura adversária. O desafio que Carlos Marta agora entendeu conduzir será certamente um desiderato pessoal perfeitamente ajustado às suas características mas, é também uma oportunidade de valorização do futebol nas suas mais variadas expressões e, é sem margem para dúvidas, quer supere ou não o desafio em Dezembro, um factor de afirmação da nossa região. Carlos Marta, estou convicto que, não agirá de forma diferente para com Viseu pois o seu sentido de equidade e de imparcialidade que o diferenciam não deixará de ser a sua baliza mas, também não deixará esquecidas as suas raízes e por isso, para além do apoio da Associação de Futebol de Viseu, do Académico e todos os agentes locais do futebol merece contar com o apoio incondicional de todos os viseenses, para que some à sua tenacidade a coragem necessária para enfrentar os ventos adversos e as marés revoltosas que terá pela frente, venham elas de norte ou de sul, encapotadas ou descaradas!
Entidades, Organizações, Personalidades, Autarcas (e gostei de ver o vizinho Autarca João Azevedo do PS a seu lado na apresentação da candidatura) ou vulgares cidadãos devem, no meu entender, cada um no seu fórum exercer a sua magistratura de influência e a expressão positiva de apreço e apoio a uma candidatura ambiciosa capaz de trazer novos ares, novos projectos e nova imagem ao futebol nacional, como é interesse e vontade assumida de Carlos Marta. E, nem sequer os Tondelenses devem ficar preocupados com a previsível vitória do seu Presidente eleito com maioria de votos, porquanto todos sabem que Carlos Marta tem a sua equipa concelhia preparada e mobilizada para seguir o caminho por ele traçado sem a sua presença e, até nisso se afirma a sua capacidade invulgar de liderança, pelo que cai por terra logo aqui a critica fácil daqueles que dirão que abandona o lugar eleito a favor de uma reforma de ouro, como já se percebeu de forma velada, por parte de alguns que temem perder essa forma de estar na vida, sabendo de antemão que nunca seriam eleitos no poder local para função alguma. Estou convicto que não é essa a motivação de Carlos Marta, que ao abraçar tal desafio deixa outros igualmente interessantes e quiçá mais fáceis de atingir pelo que, é a sua vontade máxima de dignificar o futebol e de o valorizar que certamente pesou e marca a sua superior escolha.
Ao assumir esta candidatura e da forma profissional como o fez, envolvendo jogadores, treinadores, árbitros, Associações e demais agentes desportivos do futebol à sua volta, Carlos Marta mesmo assim ainda não ganhou a corrida, mas já conquistou a vontade férrea das gentes da beira em o apoiar... se não de todos pelo menos de muitos e, senão de muitos pelo menos daqueles que nele acreditam e o sabem ser o melhor dos candidatos!
Eu cá não tenho a mínima dúvida... pudesse eu votar nele!
03/11/2011
O meu coiso é maior que o teu!
Em Junho deste ano, durante a "guerra da água entre vizinhos" por causa da piscina, Mangualde ajudava ao "enterro" anunciando a instalação naquele concelho do primeiro crematório do distrito! Esse facto fez ressuscitar idêntico cenário fúnebre em Viseu e, meses depois o órgão oficial do Município (desculpem lá mas não resisto a esta graçola de oportunidade!) dava nota da adjudicação do crematório no cemitério de Santiago num investimento de 500 mil euros. Dias depois, o mesmo jornal dava corpo a idêntico valor de investimento no crematório de Mangualde, pelo que agora resta-nos esperar pela tabela de preços do serviço de queima porque concorrência já não falta! Dá gosto ver tão animada preocupação entre vizinhos a favor da prestação de um melhor serviço aos munícipes... porém pela minha parte, prefiro assistir de longe a esta cremação de ideias e de um milhão de euros!
Ciclovia do Dão
O António Canotilho deixa-nos em vídeo (2ª parte) a "emoção ao percorrer os trilhos da antiga linha férrea do Dão em harmonioso contacto com a natureza" (...) e acrescenta que "a simbiose entre o homem e a natureza é aliciante, com o agradável percurso da antiga linha férrea muito bem preparado para o cicloturismo, a flora típica do Dão, antigas estações de caminhos de ferro, monumentos religiosos seculares, fauna doméstica frequente, rebanhos de cabras e ovelhas. Ao longo do percurso de Viseu a Tondela encontramos grande diversidade em paisagens singelas e naturais, o verde espalhado pela paisagem, o charme dalgumas flores à beira do percurso, e a percepção da vida tranquila daqueles que habitam ao redor da ciclovia"!
Agora, nada como pegar na bicicleta e ver com os próprios olhos... bom passeio!
Dê-se conhecimento ao Sec Estado da Economia
Paulo Portas explicou ainda que "o consórcio Visabeira vai fazer a rede de distribuição de gás numa zona muito importante na Venezuela".
ET: Afinal já sabia!
ET: Afinal já sabia!
Fintar a crise com boas ideias!
Jornalista contorna desemprego e cria negócio de pinhas com aplauso de produtores florestais.
in Lusa
02/11/2011
Vai começar a dança das cadeiras!
Joaquim Seixas verá em breve premiada a sua dedicação ao aparelho do PSD assumindo os destinos da Segurança Social e consta que em linha existem outros nomes para outras funções cá pelo burgo!
Poupança para turista ver!
Ali para os lados do Viriato a poupança de energia é tanta que o ex-libris da cidade está às escuras noite após noite!
Parabéns antecipados!
O ranking que a revista SÁBADO divulgará em breve colocando o Hospital S. Teotónio no 2º lugar a nível nacional poderá deixar orgulhoso o Presidente do Conselho de Administração e todos os profissionais que ali trabalham, mas não deverá deixar de encher de vaidade todos os viseenses. Esta noticia é ainda uma garantia de qualidade e de tranquilidade de, nesta área tão critica do bem estar social, estarmos bem servidos!
Deixem de comer queijo que vos faz mal...
Os deputados do PS eleitos pelo círculo de Viseu entregaram na Assembleia da República, uma pergunta dirigida ao Governo querendo saber qual o cronograma de execução da nova estrada entre Viseu-Sátão (variante à EN 229), esperando uma resposta através do ministro da Economia e do Emprego. Devem ter-se esquecido da resposta que deram quando há um ano atrás o PSD lhes colocava essa mesma questão!
31/10/2011
Alguém que apague a luz do candeeiro, se faz favor!
A Câmara Municipal de Viseu vai poupar até 40 por cento na factura da luz graças a um concurso internacional que foi recentemente lançado e que tinha como objectivo o fornecimento de electricidade a uma grande quantidade de equipamentos e infra-estruturas do município.
in Diário Viseu
Um azar nunca vem só!
Feliz e contente deve estar José Mário Cardoso, edil das terras da castanha, que anunciou o Sec Estado da Economia para a inauguração das Festas, à ultima da hora foi informado da troca da sua substituição por outro colega do Governo e depois de muito esperar sai-lhe na rifa o "bombeiro de serviço"!
30/10/2011
Ficou sem o tacho e sem taxa!
O nosso conterrâneo candidato à Liga dos Bombeiros Portugueses tinha ideias tão avançadas... que vai ter que ficar à espera para as pôr em prática!
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