O CDS-PP Viseu elegeu um novo líder da concelhia. Naturalmente, o passo seguinte, passa por preparar as próximas autárquicas. Conhecendo o novo e desassombrado líder, temos candidato a candidato. Agora, cabe aos militantes do CDS perceberem se estão dispostos a passar de uma votação na ordem dos 9% para uma votação na ordem dos 2% e então serem definitivamente "anexados" pelo PSD. Ate lá e aproveitar a visita a exposição do centenário do Eng. Engrácia Carrilho, para colocar as ideias em ordem.
12/10/2016
04/10/2016
Sebastião, o Apagado!
De longe, mas sempre perto, vou acompanhando a politica da “festa e vinho” do Almeida e é tão previsível o que daí resulta que nem valerá a pena perder tempo com análises sobre o que representará, no futuro da cidade, tanto despesismo na gestão da “coisa publica”. Na gestão privada, não há palavras, o seu curriculum fala por si…
Falemos então, de outros futuros, que a breve trecho acontecerão no burgo, numa área vital para a afirmação da cidade, para o emprego e economia da região. O ISPV vai a votos, daqui a uns tempos, e era importante desde já que os próximos candidatos reflectissem sobre a actual gestão. Fazer melhor é certamente fácil. Bastará apontar novos caminhos e evitar os erros da “gestão de liceu” do passado. A saber:
Será o atual presidente do IPV capaz de não se intrometer na eleição do próximo Presidente ou pretende continuar a mandar, deixando, à força, quem defenda os seus interesses?
O IPV continuará, com o próximo presidente, a estar fechado entre paredes, cinzento, fechando as fronteiras para não ser incomodado, vivendo para si e continuando a definhar como instituição de ensino?
Será o futuro presidente um professor dinâmico, motivador, que harmonize o IPV com a sociedade empresarial, câmaras, comércio, etc?
Será a futura direção uma protetora das vontades do atual presidente, salvaguardo-lhe os interesses na escola para a qual volta?
Será que os cursos de engenharia, tão fechadas e tão pouco disponíveis para colaborarem com as empresas, vão sobreviver no futuro?
O que fazem tantos professores nos cursos de engenharia havendo um numero reduzido de estudantes para os mesmos. Quem suporta estes custos? São os outros cursos?
Quais os rácios de professores, por curso, e que medidas foram implementadas para os melhorar?
Conseguiu o atual presidente criar um fluxo contínuo com o mundo empresarial, com os PALOP, com os ex-estudantes que desenvolveram carreiras exemplares, ou fechou-se no seu reduto para não correr riscos? Projetou o IPV ou a redoma institucional continua?
Será lembrado no futuro como um visionário ou um mero gestor de orçamentos? O que deixa?
Destes 9 anos de Presidente fica alguma marca, projetou o IPV, ou as fronteiras são as mesmas?
Será que o futuro reserva ao IPV a continuidade de um Presidente fechado entre muros, sem visão estratégica, sem capacidade de motivar os seus professores e estudantes, sem proximidade com os seus concidadãos?
Porque será que o atual Presidente nunca homenageou o Prof. João Pedro Barros pela sua obra? Será que não o merecia? O que ele fez não era suficiente para deixar de lado os desencontros pessoais e tê-lo homenageado
Uma pergunta importante: porque é que o IPV tem consecutivamente um défice, nos últimos anos, de cerca de 1 milhão de euros. As contas não se fazem ou há alguma escola a gastar demasiado?
E agora, já há candidatos? Oh, Professor José Costa, que estás à espera!
Novo fôlego!
Mesmo com a "casa fechada" e sem tempo para ir acompanhando a politica da "festa e vinho" do Presidente Sobrado os fiéis leitores não desistem... terei que passar a dedicar-lhes mais atenção!
04/08/2016
22/06/2016
10/06/2016
Responda quem souber, se quiser!
Quem terá sido o autarca viseense ex-aluno da faculdade de direito há 10 anos atrás que segundo consta terá sido apanhado a copiar num exame e de quem o conselho pedagógico da FDUC pediu a exclusão por um semestre?
Bem haja caro leitor!
Um dos advogados ao serviço da CMV ou alguém por sua solicitação continua a justificar a avença. Pouco conhecedores da informática deixam rasto tal que nem precisa de monitorização. Fico grato por ter tão aficionado leitor apesar de o blog agora ter tão pouca actualização.
26/05/2016
Está borrada a pintura!
O Presidente em exercício, Jorge Sobrado, teve uma ideia muito moderna de pintar paredes, tal como se tem feito em quase todas as cidades do país. No primeiro ano chamou decoradores de fora, a coisa correu mal e os artistas locais decidiram "pintar" paredes anti-Presidente em título; este ano decidiu chamar decoradores de exteriores locais para executarem o seu trabalho e a coisa correu mal. Um dos artistas adoptou o estilo de Guilherme Almeida.
25/05/2016
Fica tudo dito!
Vivemos de facto, tempos novos e não novos tempos... os tempos do "kamarada" e conterrâneo viseense Mário Nogueira que chegou a Lisboa e nunca devia sequer ter saído da terrinha e os tempos do companheiro Alves que ofende a Língua a torto e a direito. Além da ignorância comum ainda a circunstância de ambos serem professores por formação!
04/05/2016
Seria cómico se não fosse trágico!
Almeida Henriques, salvo melhor opinião, não se tornou conhecido por ter muitas e boas ideias, para isso foi buscar o visionário Dr. Sobrado. Chegado ao burgo e convencido que em terras de cegos quem tem olho é rei, logo o assessor pau para toda a obra, que é um tipo moderninho e sofre dos defeitos de todos os tipos moderninhos, tratou de tratar tudo como sendo uma questão de comunicação, apresentação ou estilo, sendo que o conteúdo é irrelevante,e assim, a exemplo de quase todas as capitais de distrito do país, aderiu à street art por encomenda como se fosse a última coca-cola no deserto da modernidade, não percebendo que está a ser arrastado na onda pacóvia e pindérica em que todos os pós-modernos e novos ricos são apanhados. Que Almeida Henriques não é forte em questões de gosto, já todos percebemos, por isso a cidade exige um esforço redobrado ao Dr. Jorge Sobrado. A recusa da intervenção no prédio da caixa é um bom momento para o líder da autarquia Jorge Sobrado parar e pensar. Será que festas, vinho, street art fora do contexto local, tuk tuk´s e muita propaganda é o melhor caminho para 2017? Olhe que o Dr. Ruas anda atento e o povo gosta de contas direitas.
17/04/2016
Menos paleio e mais obra, diz Fernando Ruas!
"O autarca contou que já nem convida a AICEP para a captação de investimento, justificando: “sou mais eficaz quando estou sozinho”."
Nota-se bem!
Da meritocracia!
Sair no Expresso, Observador, Publico e Viseu Senhora da Beira no mesmo dia não é para todos. Deixo os parabéns ao novo Sec Estado João Paulo Rebelo e a minha compaixão para com os contribuintes que vão pagar nova aventura do ex-jotinha.
13/04/2016
04/04/2016
Medíocres e Apagados!
A Concelhia de Viseu do Partido Social Democrata vai a votos nas próximas semanas. Segundo a imprensa regional (cada vez pior diga-se de passagem), o actual líder não se recandidata. Até aqui nada de novo, excepto o facto do actual dirigente, dois anos após a sua eleição, continuar a ser um total desconhecido. Três em cada dois militantes do Partido não reconhecem o seu líder, pergunte-se a quem perguntar (leu bem mas pode voltar a ler). Para o próximo acto eleitoral Joaquim Seixas, vice-presidente do executivo liderado por Jorge Sobrado, deverá avançar para a Comissão Política Concelhia. Esta candidatura é vista como positiva de modo a "liquidar" (expressão da imprensa) qualquer ideia de regresso de Fernando Ruas. Isto levanta uma dúvida, se Almeida Henriques afirma que, o executivo liderado por Jorge Sobrado, em dois anos, fez mais do que Fernando Ruas, qual a necessidade de "liquidar" o último? Julgo que os viseenses estão perante um caso de megalomania motivo de estudo politico apurado.
O cómico da situação vem já a seguir. Imagine então que Pedro Osório, ex-jota, senhor de um percurso académico fraco demais até para almejar à mediocridade, candidato derrotado à FAV (até os tunos o mandaram à fava), sem grandes méritos profissionais para ser simpático, decide avançar para líder da concelhia. Imagine ainda que o Dr. Osório ganha. Nesse caso o PSD Viseu ficará entre Pedro Alves e Pedro Osório ou seja entre Mr Hyde e Homer Simpson...(um compasso de espera para o Dr. Alves chegar lá). Se tal acontecer, na minha modesta opinião, os sociais-democratas de Viseu devem tapar a cara de vergonha e recordar Tiririca: " pior não fica".
09/12/2015
O Tony do Município ou "o chefe mas pouco"!
Recentemente publiquei um artigo de opinião relativo a um par de funcionários do Município de Viseu que, à falta de melhor caracterização, podemos classificar como "Funcionários Públicos e Empreendedores por Conta Própria em Horário Laboral".
O texto escrutinava não só o exercício de outras actividades, realizados pelos mesmos, em horário de expediente, que nada tinham a ver com as funções atribuídas pelo município, mas também a inércia de Almeida Henriques em concretizar a “limpeza” necessária no quadro de funcionários. De facto, e como creio ser do conhecimento geral, as engrenagens do "Rossio" funcionam graças a, apenas, “uma boa meia dúzia” de funcionários competentes, diligentes e dedicados à causa pública. Uma meia dúzia que opera milagres no meio da incompetência generalizada.
Com a eleição do actual executivo, liderado por Almeida Henriques, os viseenses mais atentos tiveram a esperança, embora sempre remota, que o novo ocupante da cadeira do poder operasse uma reforma (ainda que ligeira, mas reforma) no funcionamento da autarquia, e não sendo expectável que desse uma “vassourada” em alguns funcionários, era previsível que os colocasse no devido lugar, dentro ou fora do Município de acordo com a (in)competência de cada um.
19/10/2015
O Zé da Jota!
O que têm em comum Passos Coelho, Guilherme Almeida, António Costa, João Paulo Rebelo, José Seguro, Pedro Alves ou Miguel Relvas? À tentação do leitor responder "a incompetência" eu não discordarei, mas a resposta correcta, para a finalidade deste texto, será são todos ex-jotas e, de uma forma ou de outra, fizeram, ou estão a fazer, o seu caminho colados à "mão protectora" dos partidos.
Há muitos adjectivos com competência (coisa que falta nas jotas) para classificar a juventude a maioria deles positivos e justos. Eu aprecio a juventude que merece ser classificada por esses adjectivos. Como não gostar de gente descomprometida, empenhada em evoluir, que questiona tudo, procura respostas, capaz de pensar por si, capaz dizer e escrever o que pensa sem medo de correr riscos em navegar contra a corrente? Como em tudo na vida, há um outro tipo de juventude, uma juventude que tendo nascido para singrar sem esforço, não vai além da vaidade do próprio umbigo, não pensa além do rebanho, evita desafios, joga pela certa sabendo que será recompensada por ser cinzenta.
15/10/2015
O Técnico Superior do Dão LR
Ao contrário do que Almeida Henriques vai procurando fazer crer nem tudo vai bem no reino do Município.
Depois de quase um quarto de século de poder de Fernando Ruas, era necessário dar uma vassourada (em parte) no quadro de funcionários da autarquia. Obviamente nem todos os funcionários são maus, e até pelo contrário, regra geral, os funcionários da Edilidade são gente cumpridora e zelosa do seu trabalho, mas como em tudo na vida viseense alguns chegam ao "emprego" por via de amizades ou do cartão partidário laranja. A Almeida Henriques ainda falta fazer essa limpeza de fundo, mas a responsabilidade também recai sobre os seus vereadores que compactuam com algumas destas situações.
10/10/2015
Sair de rastos!
O movimento de apoio ao centro histórico, incentivado por Almeida Henrique e respectivos noctívagos, foi a tribunal e a coisa correu mal. Quanto tempo vai levar a autarquia a perceber que para o Centro Histórico funcionar também precisa de moradores e sossego?
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