Quantas já existem?
05/11/2018
04/11/2018
É só um clique!
Se não quer ter azar por mais 7 anos, 3 que faltam do mandato e mais 4 do próximo, não quebre esta corrente. Assine esta petição e divulgue por mais 7 amigos. A cidade, o concelho e a democracia agradecem-lhe!
03/11/2018
Imigração em Viseu
Portugal, tradicionalmente país de emigração, conheceu, nas últimas décadas, uma nova realidade de fluxos regulares e relativamente intensos de imigrantes. Viseu não escapa a esta inevitabilidade e quem vem de fora cedo se apercebe do aumento do número de cidadãos imigrantes na cidade. Muitos brasileiros, indianos, moldavos, russos, chineses, etc... podem encontrar-se com facilidade nos supermercados, nos espaços comerciais e naturalmente no mercado de trabalho do concelho.
É facilmente perceptível que esse novo cenário acarreta vantagens e desvantagens para a região e, bem entendido, falando de imigração legalizada. A necessidade de mão-de-obra em determinados sectores da economia local não é compensada pelo mercado de trabalho interno sendo importante a vinda de imigrantes. A imigração pode-se revelar crucial para satisfazer as necessidades do mercado laboral, e a um nível mais lato, pode contribuir decisivamente para o crescimento económico da região mas é necessária uma política imigratória consistente e reguladora desta lei de oferta/procura a par de um permanente acompanhamento local, pois caso, contrário podem tornar-se meros concorrentes da população viseense activa com todos os inconvenientes que isso acarreta.
Já no que concerne às desvantagens, o principal aspecto que ocorre é o aumento da criminalidade quase sempre ligado à exclusão social. O problema é tanto mais notório quando redes de imigração organizada oferecem expectativas acima da realidade regional e os imigrantes uma vez aqui chegados não conseguem emprego estável e a respectiva legalização. Estes aspectos estão por vezes ligados a um conjunto de problemas mais vastos como as redes de tráfico humano, ligadas às máfias dos países de leste, brasileiras, etc, nomeadamente para a prostituição, trabalho ilegal, etc.
Para que as vantagens sejam em todo superiores às desvantagens torna-se necessário, na minha opinião que os "novos viseenses" sejam incluídos num processo de responsabilidade partilhada entre sociedade local e imigrantes. É necessário que a Autarquia coordene as estratégias de actuação concertadas das diferentes entidades que intervêm na área das migrações, a nível local, e que concorrem para a concretização do processo multivetorial dos imigrantes na sociedade viseense. Isso está a ser feito? Viseu tem algum Plano Municipal para a Imigração?É facto, que é, também, através cada um de nós, naquela que é a nossa esfera de
actuação pessoal que a integração acontece: no nosso prédio, na nossa rua,
no nosso bairro, na nossa comunidade. É aí, ao final do dia, que a integração
acontece. É lá, no nosso local, mesmo que na Praça da República nada façam para que isso aconteça!
Pergunta para queijo!
Sabendo que:
1 - Rui Rio quer dar um banho de ética ao PSD;
2 - Almeida Henriques nas últimas semanas tem aparecido associado a dois casos que correm os seus trâmites nas malhas das justiça (AI Minho e Turismo do Norte);
3 - Sempre que Almeida Henriques fala ou se esquece de pormenores relevantes ou limita a sua defesa a dizer que é "um homem de família";
4 - No PSD Viseu já há quem na distrital faça o enterro da "dupla da Praça da República".
Alguém adivinha o nome do próximo candidato do PSD à CMV?
02/11/2018
01/11/2018
Quem vier atrás que feche a porta!
Andou Fernando Ruas décadas a colocar rigor na gestão financeira da Câmara para Almeida Henriques em metade do tempo deitar tudo a perder...
30/10/2018
Responda quem souber!
Se a Presidente do Júri é a mesma que está casada com o Presidente da Câmara Municipal de Viseu então para além da questão ética, que não me estranha de todo que ignorem, não há aqui uma questão do foro legal?
Depois da morna, do funaná, da coladeira vem a foto da praxe!
Duas coisas explicam o erro de protocolo. Uma é do foro da politica e chama-se turismo autárquico, a outra é do foro psicológico e Freud explica isso bem!
29/10/2018
28/10/2018
Uns falam, outros fazem!
Enquanto Viseu passou a ultima semana na imprensa pelas piores razões, os concelhos vizinhos continuam a mostrar como se atrai investimento.
27/10/2018
A regra e a excepção!
O Código dos Contratos Públicos (CCP) após a sua revisão pelo Decreto-Lei nº 111-B/2017, de 31 de Agosto determina para os ajustes directos um limite de valor, conforme se discrimina:
i. Para aquisição ou locação de bens móveis, ou aquisição de serviços: valor inferior a € 20.000 (artigo 20º nº 1 al. d))
ii. Para empreitadas de obras públicas: valor inferior a € 30.000 (artigo 19º al. d))
iii. Para outro tipo de contratos: valor inferior a € 50.000 (artigo 21º nº 1 al. c)).
Certamente que haverá justificação legal para isto mas por cá a regra dos ajustes directos, em média 10% de todas as contratações realizadas este ano na CMV, tem sido esta:
ou
e mais aqui.
Também a regra da oposição tem sido o silêncio sobre tudo isto ou isto até! A excepção? Pelos vistos, não há!
25/10/2018
Almeida Henriques foi noticia!
No JN, na Sábado, no Observador, no Expresso, no Jornal Económico, na SIC, TVI, RTP 3, etc, etc...
E ao fim do dia continuam!
E ao fim do dia continuam!
24/10/2018
23/10/2018
Esperar para ver!
Sete artistas instalam-se na incubadora do centro histórico de Viseu graças ao estado da arte da gestão de Almeida Henriques!
Inaugurada com pompa e circunstância em 2015 há um ano atrás e segundo a Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV), que está responsável pela gestão da incubadora, “dos três gabinetes existentes, dois estão actualmente vagos”, o mesmo acontecendo com 15 dos 24 lugares de "coworking". Em Maio deste ano, este assunto tinha sido anunciado e no site do Município estão disponíveis as normas de candidatura. Muitos daqueles que têm dinamizado o Centro Histórico como a Sandra Oliveira foram excluídos desta possibilidade e queixam-se dessa atitude por parte da Edilidade. Os beneficiados não terão razões de queixa ao julgar pela facturação que aqui vai. Será que o objectivo anunciado em 2013 de fazer de Viseu “o terceiro pólo cultural do país” já caiu por terra ou é este núcleo incubador que o vai concretizar? Cá estaremos para ver!!
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