06/11/2018

Fora de prazo!


Quando muitos militantes já torcem o nariz, outros já conspiram em Lisboa e outros mudam de partido, sabemos que António Almeida Henriques está a prazo. Mas quando velhos e reconhecidos caciques dão likes em publicações contra o Almeidismo Henriquismo, já quase podemos contar os dias que faltam para o fim do reinado.

Enganem-nos que a malta gosta!

Um mero exemplo ilustrativo do rigor e da transparência da gestão da Viseu Marca. Na página 55 das IES afirmam não dispor de presença na internet no contexto de comércio electrónico.
Agora é só clicarem aqui! Atentem na empresa que desenvolveu o site! Estamos esclarecidos?! 

Da série Viseu Marca Fake News!

Casa roubada, trancas à porta parece ser a regra da politica local do Executivo, não agem mas reagem! Assim, depois da pressão sobre o interesse de um grupo de cidadãos e oposição de conhecerem o Relatório de Gestão e Contas da Viseu Marca, que como diz a lei deve ser "uma exposição fiel e clara sobre a evolução dos negócios e situação da sociedade" a empresa participada afirma em comunicado da transparência da sua gestão e da divulgação das suas contas. Vamos então à transparência, a mesma que o Presidente da CMV, na AM de 28/02/14 dizia ir fazer afixar num painel na Praça da República para que todos os viseenses conhecessem como são gastos os dinheiros públicos.


O painel ainda não apareceu e as supostas contas da Viseu Marca que afinal não são mais que a IES (Informação Empresarial Simplificada) são uma mera maquilhagem de gestão para parolo ver. Onde está mesmo nesta IES o Anexo P ou o Anexo O completos, por exemplo? Porque só revelam parte?

No site oficial, surgiram dois comunicados, qual deles o mais patético, produzidos na presunção de que o eleitor viseense é estúpido e não confirma a informação. 


Depois, diz o Viseu Marca que "a informação está disponível a qualquer cidadão na Conservatória do Registo Comercial ou, on-line, através de sites como o Racius ou o E-Informa." Pois bem, aqui fica o que consta desses sites, ou seja nada de relevante nem relatório de gestão e contas... 



Assim, resta duas coisas:
1. Alertar o Executivo de que se não pretendem dar corpo à transparência que dizem defender então fiquem calados e deixem que o povo decida em função disso no próximo acto eleitoral mas fazerem do eleitor viseense parvo dispensa-se!

2. Alertar os senhores jornalistas locais que não devem aceitar a palha como a fornecem! Há mais mundo para além da Praça da República e fake news não é claramente a vossa missão!



Pergunta Central

De quem é a frase? 

04/11/2018

É só um clique!

Se não quer ter azar por mais 7 anos, 3 que faltam do mandato e mais 4 do próximo, não quebre esta corrente. Assine esta petição e divulgue por mais 7 amigos. A cidade, o concelho e a democracia agradecem-lhe! 

Uma por dia... II

Nem incubadora nem expansão!

Uma por dia... I

Promessa feita! E a obra?

03/11/2018

Imigração em Viseu

Portugal, tradicionalmente país de emigração, conheceu, nas últimas décadas, uma nova realidade de fluxos regulares e relativamente intensos de imigrantes. Viseu não escapa a esta inevitabilidade e quem vem de fora cedo se apercebe do aumento do número de cidadãos imigrantes na cidade. Muitos brasileiros, indianos, moldavos, russos, chineses, etc... podem encontrar-se com facilidade nos supermercados, nos espaços comerciais e naturalmente no mercado de trabalho do concelho.
É facilmente perceptível que esse novo cenário acarreta vantagens e desvantagens para a região e, bem entendido, falando de imigração legalizada. A necessidade de mão-de-obra em determinados sectores da economia local não é compensada pelo mercado de trabalho interno sendo importante a vinda de imigrantes. A imigração pode-se revelar crucial para satisfazer as necessidades do mercado laboral, e a um nível mais lato, pode contribuir decisivamente para o crescimento económico da região mas é necessária uma política imigratória consistente e reguladora desta lei de oferta/procura a par de um permanente acompanhamento local, pois caso, contrário podem tornar-se meros concorrentes da população viseense activa com todos os inconvenientes que isso acarreta.
Já no que concerne às desvantagens, o principal aspecto que ocorre é o aumento da criminalidade quase sempre ligado à exclusão social. O problema é tanto mais notório quando redes de imigração organizada oferecem expectativas acima da realidade regional e os imigrantes uma vez aqui chegados não conseguem emprego estável e a respectiva legalização. Estes aspectos estão por vezes ligados a um conjunto de problemas mais vastos como as redes de tráfico humano, ligadas às máfias dos países de leste, brasileiras, etc, nomeadamente para a prostituição, trabalho ilegal, etc. 
Para que as vantagens sejam em todo superiores às desvantagens torna-se necessário, na minha opinião que os "novos viseenses" sejam incluídos num processo de responsabilidade partilhada entre sociedade local e imigrantes. É necessário que a Autarquia coordene as estratégias de actuação concertadas das diferentes entidades que intervêm na área das migrações, a nível local, e que concorrem para a concretização do processo multivetorial dos imigrantes na sociedade viseense. Isso está a ser feito? Viseu tem algum Plano Municipal para a Imigração?É facto, que é, também, através cada um de nós, naquela que é a nossa esfera de actuação pessoal que a integração acontece: no nosso prédio, na nossa rua, no nosso bairro, na nossa comunidade. É aí, ao final do dia, que a integração acontece. É lá, no  nosso local, mesmo que na Praça da República nada façam para que isso aconteça!

Pergunta para queijo!

Sabendo que: 
1 - Rui Rio quer dar um banho de ética ao PSD; 
2 - Almeida Henriques nas últimas semanas tem aparecido associado a dois casos que correm os seus trâmites nas malhas das justiça (AI Minho e Turismo do Norte); 
3 - Sempre que Almeida Henriques fala ou se esquece de pormenores relevantes ou limita a sua defesa a dizer que é "um homem de família"; 
4 - No PSD Viseu já há quem na distrital faça o enterro da "dupla da Praça da República". 
Alguém adivinha o nome do próximo candidato do PSD à CMV?

01/11/2018

Quem vier atrás que feche a porta!

Andou Fernando Ruas décadas a colocar rigor na gestão financeira da Câmara para Almeida Henriques em metade do tempo deitar tudo a perder... 

30/10/2018

Responda quem souber!



Se a Presidente do Júri é a mesma que está casada com o Presidente da Câmara Municipal de Viseu então para além da questão ética, que não me estranha de todo que ignorem, não há aqui uma questão do foro legal?



Do r/c ao sobrado é tudo parte da casa!


Há uns tempos arredado das noticias cá do burgo, deparo com esta e fiquei baralhado. Sou só eu que acho estranho referir-se que o Município de Viseu recebeu o prémio e não vislumbrar na foto ninguém que in factu represente o Executivo?

Depois da morna, do funaná, da coladeira vem a foto da praxe!


Duas coisas explicam o erro de protocolo. Uma é do foro da politica e chama-se turismo autárquico, a outra é do foro psicológico e Freud explica isso bem!

28/10/2018

Uns falam, outros fazem!


Enquanto Viseu passou a ultima semana na imprensa pelas piores razões, os concelhos vizinhos continuam a mostrar como se atrai investimento.

27/10/2018

A regra e a excepção!

O Código dos Contratos Públicos (CCP) após a sua revisão pelo Decreto-Lei nº 111-B/2017, de 31 de Agosto determina para os ajustes directos um limite de valor, conforme se discrimina:
i. Para aquisição ou locação de bens móveis, ou aquisição de serviços: valor inferior a € 20.000 (artigo 20º nº 1 al. d))
ii. Para empreitadas de obras públicas: valor inferior a € 30.000 (artigo 19º al. d))
iii. Para outro tipo de contratos: valor inferior a € 50.000 (artigo 21º nº 1 al. c)).

Certamente que haverá justificação legal para isto mas por cá a regra dos ajustes directos, em média 10% de todas as contratações realizadas este ano na CMV, tem sido esta:
 ou
e mais aqui.
Também a regra da oposição tem sido o silêncio sobre tudo isto ou isto até! A excepção? Pelos vistos, não há!

Cheira a éter?


Já tirou a selfie hoje?


25/10/2018

23/10/2018

Esperar para ver!

Sete artistas instalam-se na incubadora do centro histórico de Viseu graças ao estado da arte da gestão de Almeida Henriques!
Inaugurada com pompa e circunstância em 2015 há um ano atrás e segundo a Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV), que está responsável pela gestão da incubadora, “dos três gabinetes existentes, dois estão actualmente vagos”, o mesmo acontecendo com 15 dos 24 lugares de "coworking". Em Maio deste ano, este assunto tinha sido anunciado e no site do Município estão disponíveis as normas de candidatura. Muitos daqueles que têm dinamizado o Centro Histórico como a Sandra Oliveira foram excluídos desta possibilidade e queixam-se dessa atitude por parte da Edilidade. Os beneficiados não terão razões de queixa ao julgar pela facturação que aqui vai. Será que o objectivo anunciado em 2013 de fazer de Viseu “o terceiro pólo cultural do país” já caiu por terra ou é este núcleo incubador que o vai concretizar? Cá estaremos para ver!!

22/10/2018

Vassourada, precisa-se!

Metam-se a caminho!

Esta é uma janela de oportunidade que o município, com grandes planos para o aeródromo, e a actual direcção da infra-estrutura (que se tem mostrado competente) podem aproveitar para atrair investimento.

18/10/2018

É ter ou éter?

Será que é desta que Almeida Henriques alcança o seu sonho de colocar Viseu no Turismo do Norte e Porto? As tantas é melhor deslocar-se aos calabouços para assinar contrato.

Não usem o Tomi por enquanto!


As noticias hoje dão nota que o motivo da visita que a Polícia Judiciária fez, muito recentemente, às instalações da Câmara Municipal de Viseu está relacionado com a Operação Éter. Será que já há alguém anestesiado na Praça da República?

17/10/2018

2 Vereadores, 2 estilos!

Enquanto o Vereador Sobrado tem quem comunique o que faz, o Vereador Gouveia anuncia o que vai fazendo. É esta a diferença entre quem lá irá chegar e quem pensou que poderia chegar...

Quem não sabe para onde ir, qualquer caminho é bom!

Almeida Henriques podia inaugurar a Incubadora de Base Cientifica e Tecnológica de Viseu, o Centro de Mobilidade de Viseu, a reabilitação do Mercado Municipal, o novo “Mercado de Lavradores”, um dos 3 novos parques de estacionamento no Centro Histórico, o edifício das Águas de Viseu, o antigo Orfeão de Viseu, a Casa das Bocas (nova Unidade de Saúde Familiar) e a Casa Amarela (ampliação do Arquivo Distrital), a reabilitação integral do Bairro da Cadeia, a reabilitação do antigo edifício da Comissão Vitivinícola do Dão, o Museu do Vinho de Viseu, etc, etc... mas preferiu antes recuperar a tradição da bola de carne! Fez bem, com broa, queijo e vinho qualquer homem se pode pôr ao caminho e no caso dele já se faz tarde para o iniciar!

16/10/2018

Visite Viseu!


Hoje não é preciso ir para fora gastar dinheiro. Viseu é uma festa permanente!

Noticias da Praça da República!

15/10/2018

Viseu primeiro?

Os compromissos são 12. Os meses passam e no final cá estaremos para as contas antes do próximo período eleitoral!

09/10/2018

O Sr QREN



Almeida Henriques promete no pasquim local da passada semana ir cumprir todas as promessas do seu programa. Oxalá a PJ não o venha buscar antes disso acontecer... era um desgosto para os viseenses principalmente para Fernando Ruas!


07/10/2018

Viseu, capital inclusiva!

Viseu fez questão de provar que, ao contrário do que afirma o pasquim local, numa reportagem histérica nas mãos de um jornaleiro mediocremente sensacionalista, é uma cidade aberta à diversidade. Sendo, isso sim, capital do jornalismo da treta quem não sabe investigar a fundo e muito menos informar!

05/10/2018

Prémio "Os Pategos do ANO"

O poder inebria é facto e quando o ego é grande mais fácil fica para as empresas que se alimentam destes cromos "premiar o consumidor". O Alex no Olho de Gato desmonta isso com a perspicácia inteligente que lhe conhecemos e se ligarmos ainda mais a ventoinha acabaremos por descobrir que, provavelmente, até dinheiro público se usou para participar nesta palhaçada cómica! 

03/10/2018

E as crianças votam?

Dos 6 milhões de euros da propaganda que a CMV anunciou ir investir em educação no ano lectivo 2018/2019 em despesas com material didáctico, transportes, visitas de estudos, alimentação e pessoal não docente até aos 10 mil já gastos em material escolar vai a triste realidade de que um mês após o inicio das aulas há escolas que ainda aguardam pelo fornecimento dos prometidos manuais gratuitos para as crianças! Votassem eles e outro passarinho cantaria na Praça da República!

Transporte público em Viseu

Tendo em conta que é a CMV que paga a conta, porque é que os transportes urbanos não são gratuitos, em dia de trabalho, para os funcionários municipais que ganham o ordenado mínimo? 
Com esta medida não só poupava uns euros a quem ganha pouco, como contribuía para o esforço do uso do transporte publico e redução de emissões poluentes. E até podiam aproveitar dos novos autocarros... oops!

01/10/2018

Viseu, capital da inclusão!

Vai realizar-se a primeira marcha pelos direitos LGBTI em Viseu e, como em tudo, há quem concorde e quem discorde da realização da mesma. Longe vai o ano de 2005 em que Viseu abria os telejornais pelas piores razões chegando a ser adjectivada como a capital da homofobia. Eu acredito que Viseu deve caminhar no sentido de ser uma cidade moderna, inclusiva, respeitadora das liberdades individuais e portanto, lamento sempre quando alguém tenta limitar a liberdade de terceiros. Viseu é de todos, independentemente da raça, religião, orientação sexual, género, é de todos os que cá vivem, de todos os que cá trabalham, de todos os que nos visitam. A cidade que eu defendo é, acima de tudo, uma cidade que sabe acolher na diferença e na diversidade.

25/09/2018

Tic, tac, tic, tac...


O VSB associou-se ao "Tempo Extra de Rui Santos" na contagem dos dias que passam sem a demissão do nosso conterrâneo. Há mais gente a apoiar esta causa!

Quantos dias espera o Gestor das Aldeias para assumir o cargo prometido?

18/09/2018

Vou ficar com o meu nome ligado ao comboio!

Almeida Henriques ameaçar autuar o Governo por falta de manutenção no IP3, é política. Almeida Henriques não mandar limpar o mato e tratar da manutenção das vias camarárias, é normal. Almeida Henriques cumprir todas as promessas até ao fim do mandato, é de ir às lágrimas!


01/09/2017

Mais do mesmo... o debate visto de fora!

Incapaz de resistir ao interesse no debate entre os candidatos às próximas eleições de Outubro acabei, tal como centenas de viseenses (de acordo com as suas reacções online), por me sentir defraudado ao assistir a esse pretenso momento de esclarecimento. Se as expectativas dos Viseenses eram baixas, a realidade não levantou a moral. Não tivemos o debate do século, tivemos o bocejo do milénio.

A saber, das razões de tal desconsolo, desde logo o actual Presidente e candidato repetente pelo PSD, Almeida Henriques. Figura, apagada sem chama, a repetir, no seu tom monótono, até à exaustão o que disse durante 4 anos. A defender, com a mesma vitalidade de um defunto na sua missa de sétimo dia, chavões escritos bloco de apontamentos, pelo seu “espírito santo de orelha” e presidente de facto da Câmara, Jorge Sobrado ( futuro vereador que passa e assina um atestado de incompetência aos restantes quadros laranjas locais), a apresentar como sua obra meritória do seu antecessor Fernando Ruas (por exemplo: Hospital da Cuf, Parques Industriais). Incapaz de sair da politica da festa kitsch-turbo-pimba e a debitar lugares comuns do calibre de “aliar a tradição com modernidade”, “projecto a dez anos”, “ancoras de desenvolvimento” não faltando, claro, o vinho tinto e a propaganda tonta. Este executivo não seria o mesmo sem festa e propaganda, não é novidade, já todos sabemos. Almeida Henriques, não sendo dinossauro (porque quem nasceu para lagartixa...) representa o autarca cinzentão com uma visão limitada do que deve ser uma cidade no séc. XXI, representa o autarca que ficou preso nos anos noventa e não há “regresso ao futuro” que lhe apresente a modernidade. Também não é novidade que por onde passou, do sector privado ao público, na governação ou no associativismo, não deixou legado de saudades.

01/02/2017

A Cunha do Lemos!

Em Viseu, ao longo das décadas, o amadorismo tem passeado, alegremente, de mão dada com a politica. Ao que parece a inabilidade fez escola por terras de Viriato, desde o tempo em que o bigode era moda. Já tivemos chapeladas, pedradas em sentido figurado, já tivemos/ainda temos (usando uma expressão do Dr. Soares) donas de casa (actualmente) desesperadas, temos falsos mestrados, temos um marqueteiro-presidente. Nos últimos dias, quem está nas redes sociais, muito se tem rido com Carlos Cunha, actual líder da concelhia do CDS-PP. Qual a razão? Carlos Cunha, em entrevista, perorou sobre uma impossibilidade como se esta fosse uma possibilidade. Obviamente saiu asneira. Perante tal patetice, diversos militantes do CDS queixaram-se da inabilidade do seu líder. Com um líder destes "antes calado" é a palavra de ordem. Mas Carlos Cunha com um insistente "espirito de orelha" por perto tem um problema: não consegue estar calado. Assim, munido da sua patetice, decide levar a discussão para os locais próprios...o facebook. Ora, para tentar desviar atenções da sua mediocridade, decide diminuir militantes com provas dadas e no meio de tanto disparate, não se lembra da única solução digna que lhe resta: a porta da rua. Conhecendo o líder, arrisco que não deixará também de me responder e de continuar a falar para o vazio da sua mente e mais ainda, que muito possivelmente ainda se crê com condições para ser candidato à C.M.V. É verdade, cada partido tem a sua Lúcia Silva. Mas Viseu não merece os dois, não ao mesmo tempo e muito menos como candidatos ao mais alto cargo da vida concelhia!

26/01/2017

Noticia T&T

Ao que me fazem chegar, dado que não tendo o dom da ubiquidade me vi obrigado a perder tamanha pérola propagandista, hoje em Portimão , num seminário sobre Smart Cities, o Ex.mo Presidente da CMV, Jorge Sobrado, perante larga e atenta plateia proferiu alargada intervenção baseada no relatório da sua actividade perante o olhar embevecido do seu adjunto Almeida Henriques.
Ao que consta terão sido muitos os que lhe viraram costas no meio do discurso, ignorando o tom ameaçador de que "quem abandonar a sala no meio da minha intervenção, está a hostilizar Viseu", essa cidade capital das Beiras, do Vinho Tinto, das Festarolas de Marca e de Portugal.
Tudo é fantástico em Viseu ... são os Tomis, é a empresa que tem a plataforma do Orçamento Participativo, o frio, o calor, a chuva e tudo o mais que é bom em Portugal é de Viseu... excepto o orador que escolheu nascer noutra cidade!

05/01/2017

Noticias do vento que passa!

Alguém tem por aí à mão a revista municipal Nov/Dez lançada recentemente pelo Presidente da Câmara Viseu, Jorge Sobrado?
O valor do passivo foi reduzido em 3 milhões como diz o "gestor da Lusitânia" ou as contas foram marteladas para "assassinar" Fernando Ruas?
Se não é assim, que raio veio Passos Coelho fazer ao burgo, de repente, para estar numa reunião da concelhia laranja, pedida de emergência por Fernando Ruas? Que tem isso a ver com a revista da propaganda municipal? Por que razão dizem que Fernando Ruas vai lançar uma candidatura alternativa à Câmara protagonizada pelo presidente da junta de Farminhão?


12/10/2016

CDS à cunha

O CDS-PP Viseu elegeu um novo líder da concelhia. Naturalmente, o passo seguinte, passa por preparar as próximas autárquicas. Conhecendo o novo e desassombrado líder, temos candidato a candidato. Agora, cabe aos militantes do CDS perceberem se estão dispostos a passar de uma votação na ordem dos 9% para uma votação na ordem dos 2% e então serem definitivamente "anexados" pelo PSD. Ate lá e aproveitar a visita a exposição do centenário do Eng. Engrácia Carrilho, para colocar as ideias em ordem.

04/10/2016

Sebastião, o Apagado!

De longe, mas sempre perto, vou acompanhando a politica da “festa e vinho” do Almeida e é tão previsível o que daí resulta que nem valerá a pena perder tempo com análises sobre o que representará, no futuro da cidade, tanto despesismo na gestão da “coisa publica”. Na gestão privada, não há palavras, o seu curriculum fala por si…
Falemos então, de outros futuros, que a breve trecho acontecerão no burgo, numa área vital para a afirmação da cidade, para o emprego e economia da região. O ISPV vai a votos, daqui a uns tempos, e era importante desde já que os próximos candidatos reflectissem sobre a actual gestão. Fazer melhor é certamente fácil. Bastará apontar novos caminhos e evitar os erros da “gestão de liceu” do passado. A saber:
Será o atual presidente do IPV capaz de não se intrometer na eleição do próximo Presidente ou pretende continuar a mandar, deixando, à força, quem defenda os seus interesses?

O IPV continuará, com o próximo presidente, a estar fechado entre paredes, cinzento, fechando as fronteiras para não ser incomodado, vivendo para si e continuando a definhar como instituição de ensino?
Será o futuro presidente um professor dinâmico, motivador, que harmonize o IPV com a sociedade empresarial, câmaras, comércio, etc?
Será a futura direção uma protetora das vontades do atual presidente, salvaguardo-lhe os interesses na escola para a qual volta?
Será que os cursos de engenharia, tão fechadas e tão pouco disponíveis para colaborarem com as empresas, vão sobreviver no futuro?
O que fazem tantos professores nos cursos de engenharia havendo um numero reduzido de estudantes para os mesmos. Quem suporta estes custos? São os outros cursos?
Quais os rácios de professores, por curso, e que medidas foram implementadas para os melhorar?
Conseguiu o atual presidente criar um fluxo contínuo com o mundo empresarial, com os PALOP, com os ex-estudantes que desenvolveram carreiras exemplares, ou fechou-se no seu reduto para não correr riscos? Projetou o IPV ou a redoma institucional continua?
Será lembrado no futuro como um visionário ou um mero gestor de orçamentos? O que deixa?
Destes 9 anos de Presidente fica alguma marca, projetou o IPV, ou as fronteiras são as mesmas?
Será que o futuro reserva ao IPV a continuidade de um Presidente fechado entre muros, sem visão estratégica, sem capacidade de motivar os seus professores e estudantes, sem proximidade com os seus concidadãos?
Porque será que o atual Presidente nunca homenageou o Prof. João Pedro Barros pela sua obra? Será que não o merecia? O que ele fez não era suficiente para deixar de lado os desencontros pessoais e tê-lo homenageado
Uma pergunta importante: porque é que o IPV tem consecutivamente um défice, nos últimos anos, de cerca de 1 milhão de euros. As contas não se fazem ou há alguma escola a gastar demasiado?

E agora, já há candidatos? Oh, Professor José Costa, que estás à espera!

Oposição?

Sem oposição os que mandam tornam-se presunçosos... e alguns não precisam! Já o são! Oposição é aqui... o resto é coisa de meninos!

Novo fôlego!

Mesmo com a "casa fechada" e sem tempo para ir acompanhando a politica da "festa e vinho" do Presidente Sobrado os fiéis leitores não desistem... terei que passar a dedicar-lhes mais atenção!

10/06/2016

Responda quem souber, se quiser!

Quem terá sido o autarca viseense ex-aluno da faculdade de direito há 10 anos atrás que segundo consta terá sido apanhado a copiar num exame e de quem o conselho pedagógico da FDUC pediu a exclusão por um semestre?

Bem haja caro leitor!

Um dos advogados ao serviço da CMV ou alguém por sua solicitação continua a justificar a avença. Pouco conhecedores da informática deixam rasto tal que nem precisa de monitorização. Fico grato por ter tão aficionado leitor apesar de o blog agora ter tão pouca actualização.

26/05/2016

Está borrada a pintura!

O Presidente em exercício, Jorge Sobrado, teve uma ideia muito moderna de pintar paredes, tal como se tem feito em quase todas as cidades do país. No primeiro ano chamou decoradores de fora, a coisa correu mal e os artistas locais decidiram "pintar" paredes anti-Presidente em título; este ano decidiu chamar decoradores de exteriores locais para executarem o seu trabalho e a coisa correu mal. Um dos artistas adoptou o estilo de Guilherme Almeida.

25/05/2016

Fica tudo dito!

Vivemos de facto, tempos novos e não novos tempos... os tempos do "kamarada" e conterrâneo viseense Mário Nogueira que chegou a Lisboa e nunca devia sequer ter saído da terrinha e os tempos do companheiro Alves que ofende a Língua a torto e a direito. Além da ignorância comum ainda a circunstância de ambos serem professores por formação!