08/05/2020

Da factura da água à Feira de São Mateus: as opções de um executivo/compulsivo no gastar

2020 está a ser e dificilmente deixará de ser um ano invulgar, mas há quem quase a meio do ano ainda o não tenha percebido ou o não queira perceber. Para um executivo desenhado na lógica do imediatismo e do efémero, do marketing e da propaganda a pandemia ofereceu-se como um enorme obstáculo. Incapazes de agir, de pensar e planear as actividades práticas, ineficientes na concretização das parcas e tímidas medidas tomadas por força da pressão social os dias têm sido um arrastar de pés sem terem um culpado a quem atirar as culpas ou alijar responsabilidades. O vírus serve para muita coisa, mas neste caso do executivo viseense só serviu para confirmar da sua inabilidade para as coisas práticas da gestão do dia a dia de uma comunidade e para demonstrar a sua total incompetência aos olhos daqueles que ainda lhes devotavam algum crédito. Da oposição também nada se tem a esperar mais ainda quando são eles mesmo a melhor oposição, mas a si mesmos.

O contagioso candidato à Federação feito coordenador regional do pandemónio socialista para ganhar os votos das hostes cedo infectou a CMV, a CIMVDL, o IPV e a ACCES Dão Lafões sendo agora o elemento tóxico da esperança socialista e derrota segura na possível ambição autárquica em 2021.
É sintomática esta doença viral do PS Viseu de conseguir afastar os melhores e aplaudir o compadrio, o conluio, a corrupção e a partidarite dos seus escolhidos. Já tínhamos o arco da governação no País, temos agora o arco da corrupção no concelho e até que se mobilize a sociedade viseense para uma imunização em massa com uma vacina de cidadania e democracia participativa vamos continuar neste degredo da quarentena das ideias e do desenvolvimento de Viseu.