21/10/2020

Viseu Vírus Zero – Uma proposta, 25 medidas!

Perante o cenário que se avizinha o concelho de Viseu devia adoptar um comportamento proactivo de defesa e desde já estudar a melhor forma de combater a 2ª vaga do Covid-19 contribuindo para a saúde da população em geram e dando um contributo sério e um apoio adicional no esforço nacional para evitar o colapso do sistema de saúde em especial no CHTV. Muitas destas responsabilidades cabem ao governo central mas em tempo de pandemia e de urgência não podemos ficar à espera da decisão de Lisboa. Em Viseu terão que ser os viseenses pelos viseenses.

Assim, salvo melhor opinião, fica para quem a quiser entender como sua a proposta de trabalho abaixo cujo objectivo é o de focalizar entidades, empresas e cidadãos no combate ao SARS-COV2 e reunir esforços concentrando recursos para um combate mais efectivo à 2ª vaga do vírus tornando Viseu um concelho de casos zero!

 

Importa uma vez mais, esclarecer, sensibilizar, organizar e normalizar todos os agentes no processo de decisão e de comunicação por forma a que todos os viseenses, da freguesia à cidade, saibam:

• Interpretar os conceitos básicos da pandemia,

• Identificar os sinais e sintomas, vias de transmissão e período de incubação,

• Interpretar o modo de diagnóstico da doença e o tratamento e os factores de risco;

• Identificar as medidas de prevenção geral e no local de trabalho face à COVID-19;

• Definir as medidas de higiene a implementar no dia-a-dia e no local de trabalho.


20/10/2020

A politica da rolha!

Está instalado um regime persecutório no Rossio, uma atitude intimidatória e lesiva da democracia que visa impedir o exercício da liberdade de expressão por parte dos viseenses e que ocupa hoje os gabinetes do executivo viseense a julgar pelos acontecimentos que correm pela cidade.

Não é de agora a ameaça que o autarca fez publicamente aos vereadores da oposição de que ainda irão “malhar com as costas na Justiça” coagindo a sua acção política para a qual foram, tal como ele, eleitos.

Nesta matéria a curiosidade na cidade de quem será o primeiro a ir malhar com os ossos no banco dos réus mantém-se!

Não é de agora e tiveram um bom mestre, tendo ficado famosa a incitação à violência sobre os fiscais do ambiente para serem corridos à pedrada ou até, no caso pessoal, a litigância de má fé que o então autarca me moveu ao longo dos seu último mandato, incomodado com a critica politica, dado que nos primeiros nunca se sentiu ofendido nos passeios por mim organizados ou com o pão alentejano que tanto prazer me deu poder trazer das planícies do amarelo trigo. Outros tempos que ainda assim me obrigaram a tirar do bolso o que seria para os meus filhos em defesa do meu bom nome e que só a Relação de Coimbra absolveu, dado que em Viseu o compromisso e o medo ditaram o desfecho esperado.

Neste combate à semelhança do que soube agora estar a acontecer com um amigo, as armas não são as mesmas. De um lado está uma poderosa máquina de advogados pagos a peso de ouro pelo erário público e do outro um cidadão anónimo que retirará do rendimento do seu trabalho os custos judiciais e o patrocínio casuístico para não ser imolado na praça pública por aqueles, os mesmos, que detêm uma brutal máquina de comunicação que vigia, filtra, fiscaliza, no novo léxico do “dono disto tudo”, o que esse cidadão expressou nas redes sociais.